sexta-feira, 8 de julho de 2022

Sábado 09-07-2022

 Sábado, 09 de julho de 2022

 

“Está tudo bem em seus filhos te verem chorar..” (Regina Brett-90 anos)

 

 

EVANGELHO DE HOJE

MT 10,24-33

 

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.­

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus

— Glória a vós, Senhor!

 

 

"O discípulo não está acima do seu mestre, nem o servo acima do seu senhor.

Basta ao discípulo ser como o seu mestre, e ao servo, como o seu senhor. Se o dono da casa foi chamado Belzebu, quanto mais os membros da sua família!

"Portanto, não tenham medo deles. Não há nada escondido que não venha a ser revelado, nem oculto que não venha a se tornar conhecido.

O que eu lhes digo na escuridão, falem à luz do dia; o que é sussurrado em seus ouvidos, proclamem dos telhados.

Não tenham medo dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Antes, tenham medo daquele que pode destruir tanto a alma como o corpo no inferno.

Não se vendem dois pardais por uma moedinha? Contudo, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do Pai de vocês.

Até os cabelos da cabeça de vocês estão todos contados.

Portanto, não tenham medo; vocês valem mais do que muitos pardais!

"Quem, pois, me confessar diante dos homens, eu também o confessarei diante do meu Pai que está nos céus.

Mas aquele que me negar diante dos homens, eu também o negarei diante do meu Pai que está nos céus.

 

 

 Palavras da Salvação

Glória a vós Senhor

 

 

 

MEDITAÇÃO DO EVANGELHO

Jailson Ferreira

 

Teste sua Coragem

Baseado no Evangelho de hoje, vou propor algumas situações e gostaria que você pensasse em como você se sentiria em cada uma.

1ª Situação: Você está sendo convidado para falar sobre Jesus em uma reunião do seu grupo da igreja, com 10 a 15 pessoas que participam das missas, do seu grupo de oração, e que você só encontra na igreja.

2ª Situação: Você está sendo convidado para falar sobre Jesus para pessoas que você não conhece, em uma escola de ensino médio, com adolescentes de 11 a 16 anos, dos quais a maioria nunca teve contato com a igreja, e além disso ironizam e escarnecem de quem toca nesse assunto, entre os seus próprios colegas.

3ª Situação: Você percebe que o seu ambiente de trabalho precisa melhorar o clima, a relação inter-pessoal, e sente falta de Deus nas pessoas. Você sabe o que está faltando, tem a solução, mas sabe que vai encontrar resistência de um lado, e apoio de outro. E no desenrolar do assunto, a sua própria posição pode ser ameaçada e a sua imagem denegrida.

4ª Situação: Você está sendo convidado a falar sobre Jesus na sua casa, com a sua família. Sabendo que, dependendo da forma que abordar o assunto, poderá passar por ridículo (e receber o deboche ou a indiferença), ou poderá encontrar abertura (e começar um tempo de graça no seu lar).

Você já passou por quantas situações assim? Eu sei... Muitas, muitas, muuuitas!!! E quantas vezes você sentiu receio em situações assim? Eu posso responder por você... QUASE TODAS AS VEZES. Talvez a primeira situação seja muito fácil. É muito fácil falar de Jesus na igreja. Mas as outras situações são bastante desafiadoras! Entre os amigos de colégio, ninguém quer ser excluído dos grupinhos, e para isso têm que se adequar às regras do grupo que quer integrar. No trabalho, quem não tem medo de ser estereotipado? A regra que vale na maior parte do mundo dos negócios é não misturar trabalho com religião. E em casa, para muitos, é ainda mais difícil... No ambiente de casa, cada um se julga profundo conhecedor da vida do outro (principalmente os mais velhos em relação aos mais novos). Em casa, cada um se mostra como é de verdade, e defeitos como o orgulho, a competição e a impaciência são capazes de criar uma casca dura em torno de um frágil coração.

É sabendo disso que Jesus diz no Evangelho de hoje: "Não tenhais medo!" Na época dEle, os discípulos poderiam ser condenados à morte só por falar em Jesus. Hoje, não chegamos a ser ameaçados de morte, mas somos ameaçados de exclusão. E é pelo medo de exclusão que tantas vezes evitamos falar de Deus. Repare se não é isso o máximo que pode acontecer: você ser excluído de um grupo. Até mesmo da própria família! Jesus já dizia: "Filhos vão se voltar contra os pais, e pais vão se voltar contra os filhos, por causa de mim!" E diante dessa possibilidade, o que você prefere? Ficar do lado de Jesus e correr todos os riscos? Ou omitir Jesus para poder continuar fazendo parte do grupo?

"Todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus." (Mt 10,32-33)

jailsonfisio@hotmail.com

 

 

 

 

MOMENTO DE REFLEXÃO

 

O fato de médicos e hospitais de vários municípios do Rio Grande do Sul terem se recusado a fazer o abortamento em uma adolescente de 14 anos, apesar da autorização judicial que trazia consigo, foi manchete nas mídias em 2009.

 Segundo as notícias, a jovem disse que sua gravidez foi fruto de estupro e obteve do Juiz a permissão para realizar o aborto, isentando médicos e hospitais que se dispusessem a eliminar a vida que pulsava em seu ventre.

 Embora o Juiz tenha autorizado o aborto, não lhe caberia o direito de obrigar ninguém a realizar o feito, pois nem sempre a legalidade de um ato o torna moral.

 O que vale ressaltar na atitude desses médicos é a consciência do dever. O dever assumido, perante si mesmos, de defender a vida.

 “O dever é a obrigação moral da criatura para consigo mesma, primeiro, e, em seguida, para com os outros.”

 Ao concluírem o curso os médicos fazem um juramento, o mesmo juramento feito por Hipócrates, um sábio grego que viveu no século V antes de cristo, e é considerado o pai da medicina.

 

O juramento diz o seguinte:

 

"Eu, solenemente, juro consagrar minha vida a serviço da humanidade. "Darei como reconhecimento a meus mestres, meu respeito e minha gratidão. Praticarei a minha profissão com consciência e dignidade."

 "A saúde dos meus pacientes será a minha primeira preocupação. 'Respeitarei os segredos a mim confiados."

 "Manterei, a todo custo, no máximo possível, a honra e a tradição da profissão médica. Meus colegas serão meus irmãos."

 "Não permitirei que concepções religiosas, nacionais, raciais, partidárias ou sociais intervenham entre meu dever e meus pacientes."

 "Manterei o mais alto respeito pela vida humana, desde sua concepção."

 "Mesmo sob ameaça, não usarei meu conhecimento médico em princípios contrários às leis da natureza."

 "Faço estas promessas, solene e livremente, pela minha própria honra."

Ao fazer tal juramento, o médico passa a ter um dever moral consigo mesmo. E, se o violar, estará ferindo a própria consciência.

 Ao se comprometer com esse ideal, o médico também estabelece o dever para com os outros, que é o segundo passo do dever ético-moral.Lamentável é que muitos desses homens e mulheres que juraram, solene e livremente, que manteriam o mais alto respeito pela vida humana, desde sua concepção, usem seus conhecimentos médicos para eliminar a vida que pulsa no santuário do ventre materno.

 Por outro lado, é admirável a coragem e a honra desses homens e mulheres que não se permitem sujar as mãos com sangue inocente, mesmo sob qualquer pressão.

 Isso porque sabem que, se agirem em desacordo com o juramento feito por livre vontade, não terão como se olhar no espelho da consciência e enxergar um cidadão honrado.

 

 

 

 

UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...

 

 

 

E até que nos encontremos novamente,

 

que Deus lhe guarde serenamente

 

na palma de Suas mãos.

 

 

 

 

 

 

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