Sexta-feira, 15 de julho de 2022
“Ninguém é responsável pela sua
felicidade, além de você.” (Regina Brett-90 anos)
EVANGELHO DE HOJE
MT
12,1-8
—
O Senhor esteja convosco.
—
Ele está no meio de nós.
—
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus
—
Glória a vós, Senhor!
Naquele
tempo passou Jesus pelas searas, em um sábado; e os seus discípulos, tendo
fome, começaram a colher espigas, e a comer.
E
os fariseus, vendo isto, disseram-lhe: Eis que os teus discípulos fazem o que
não é lícito fazer num sábado.
Ele,
porém, lhes disse: Não tendes lido o que fez Davi, quando teve fome, ele e os
que com ele estavam?
Como
entrou na casa de Deus, e comeu os pães da proposição, que não lhe era lícito
comer, nem aos que com ele estavam, mas só aos sacerdotes?
Ou
não tendes lido na lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o
sábado, e ficam sem culpa?
Pois
eu vos digo que está aqui quem é maior do que o templo.
Mas,
se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício, não
condenaríeis os inocentes.
Porque
o Filho do homem até do sábado é Senhor.
Palavras da Salvação
Glória
a vós Senhor
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade
Bom dia!
Uma interpretação
possível desse texto nos faz lembrar situações comuns em nosso dia-a-dia:
hipocrisia, falsos moralismos, pré-julgamentos e a inveja. Como nossa vida
seria “tediosa” sem elas? (Risos). Quem nunca chorou ou se entristeceu por uma
ou mais dessas situações?
Existem pessoas, (muitas
vezes até nós mesmos) que perdem horas do seu dia semeando e colhendo essas
plantinhas de desamor. Minha avó dizia que o que plantamos nasce, creio eu que
na verdade o que plantamos nasce se adubarmos ou regarmos. Uma ideia, uma
palavra mal colocada ou refletida, pode ser superada se não a levarmos para
frente. Explicarei melhor (…)
Convido a lembrarmos da
ultima vez que me irritei com algo ou alguém. Qual foi a razão? Será que
conseguimos lembrar se foi algo que realmente merecia todo aquele alvoroço?
Será que minha atitude condiz com que penso ou foi uma explosão movida por algo
mais?
Jesus nos trouxe a Boa
Nova como um alimento diário – um pão de cada dia. Esse pão é recheado de
sabor, pois deriva de palavras de solidariedade, honestidade, compaixão,
misericórdia, (…) São palavras doces que até na mais dura das exortações e
mediante toda a tristeza que o arrependimento nos proporciona, não nos causa
sofrimento. Essa tristeza que deriva do sentimento puro de arrepender-se gera
em nós posteriormente a paz. No entanto as palavras que saem de nossa boca,
quando recheadas de hipocrisia, falsos moralismos, pré-julgamentos e a inveja,
colocam o ser mais seguro em situação de fragilidade.
“(…) Pois a tristeza segundo Deus produz o
arrependimento e, assim, leva à salvação. E isso ninguém lamentará! Mas a
tristeza segundo o mundo produz a morte”. (II Coríntios 7, 10)
Conheci uma senhora que
conseguia fazer com que qualquer conversa se tornasse angustiante. Ela sabia da
“vida” de cada um e o que não conhecia, ela própria criava um enredo que até a
própria Glória Peres se emocionaria (risos). A criação fértil daquele que
procura ver o defeito em tudo, e em especial nas pessoas, é uma coisa incrível.
E como o próprio nome já diz – fértil – torna-se um campo vasto para nascerem
as sementes do desamor. Quantos de nós às vezes não somos assim. Às vezes não
somos tão “férteis” como ela, mas regamos a plantinha, quando levamos a
conversa pra frente
Jesus, não uma e nem
duas vezes, enfrentou os férteis ou os que regavam a discórdia. Hoje os
fariseus desse evangelho, podem ser todos os intolerantes, os egocêntricos, (…)
que da boca brotam palavras lindas, mas o coração ainda não conheceu o amor e a
compaixão.
Existem pessoas ao nosso
redor que pedem uma nova oportunidade, uma chance, (…) que já demonstraram a
mudança, a conversão, (…) não recebem uma chance nossa. Existem pessoas que
coordenavam nossas equipes e pastorais e se afastaram, pois aconteceu uma
gravidez não planejada; ou aquele (a) que se apaixonou, abandonou a casa,
“amasiou”, largou e agora seus antigos amigos não o (a) recebem de volta.
Quantos casais acabaram
seus relacionamentos de anos, pois um encontrou fora de casa à atenção que não
recebia do (a) parceiro (a) e envergonhado resolveu voltar e não foi aceito,
pois me questionei “o que os outros iriam falar”? Quantos pais bêbados num bar
deixaram de ser trazidos pra casa, pois seus filhos têm vergonha dele? Quantas
pessoas que por fragilidade aceitam namoros regrados a maus tratos, agressões,
(…) com medo de ficar sozinho (a)?
Jesus queria a
misericórdia e não o sacrifício! Amar, querer o bem, torcer por alguém, ajudar
a levantar, (…) não devem ser encarados como sacrifício por ninguém. Se hoje
amar, alguém que me odeia é um sacrifício, pelo menos queiramos o seu bem.
Ocupemos nossos pensamentos com coisas que deem bons frutos. Não reguemos o
mal.
“(…) Quanto ao mais, irmãos, ocupai-vos com
tudo o que é verdadeiro, digno de respeito ou justo, puro, amável ou honroso, com
tudo o que é virtude ou louvável. Praticai o que de mim aprendestes e
recebestes e ouvistes, ou em mim observastes. E o Deus da paz estará convosco”.
(Filipenses 4, 8-9)
Um imenso abraço
fraterno.
MOMENTO DE REFLEXÃO
De norte a sul, de leste
a oeste, todo mundo quer ser feliz. Não é tarefa das mais fáceis. A princípio,
bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos
desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente
esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados,
irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o
cinema: queremos a piscina olímpica, a bolsa Louis Vitton e uma temporada num
spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor… não basta termos alguém com
quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é
pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente
apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados,
queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e
diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.
É o que dá ver tanta
televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais
realista. Por que só podemos ser felizes formando um par, e não como ímpares?
Ter um parceiro constante não é sinônimo de felicidade, a não ser que seja a
felicidade de estar correspondendo às expectativas da sociedade, mas isso é
outro assunto. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais,
feliz com três parceiros, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo,
principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção.
Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando,
juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não
aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a
onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de
fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma
realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem
almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o
eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo,
buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se
desumanamente. A vida não é um game onde só quem testa seus limites é que leva
o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta
está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras,
demita-se. Invente seu próprio jogo.
Martha Medeiros
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
Faça seu cadastro informando seu
e-mail para receber um
DIÁRIO como este.
veraborro@gmail.com
Para comentários, sugestões ou
cadastro de um amigo:
Visite nosso blog, você vai gostar
https://florescersempre2017.blogspot.com/
Nenhum comentário:
Postar um comentário