Quinta-feira, 26
de outubro de 2017
“O pior erro
gramatical que existe é não colocar um ponto final naquilo que não nos faz bem.”
EVANGELHO DE HOJE
Lc 12,49-53
— O Senhor esteja
convosco.
— Ele está no meio
de nós.
— PROCLAMAÇÃO do
Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas
— Glória a vós,
Senhor!
Vim lançar fogo na
terra; e que mais quero, se já está aceso?
Importa, porém,
que seja batizado com um certo batismo; e como me angustio até que venha a
cumprir-se!
Cuidais vós que
vim trazer paz à terra? Não, vos digo, mas antes dissensão;
Porque daqui em
diante estarão cinco divididos numa casa: três contra dois, e dois contra três.
O pai estará
dividido contra o filho, e o filho contra o pai; a mãe contra a filha, e a
filha contra a mãe; a sogra contra sua nora, e a nora contra sua sogra.
Lucas 12:49-53
Palavra da
Salvação
Glória a vós
Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade
Bom dia!
Ôh verdade que dói! Sabemos o que é certo, mas por que é que não
fazemos?
Existem problemas que se iniciam dentro de nós mesmos, mas não
conseguimos (ou não queremos) identificá-los. Repito, sabemos qual seria a
melhor medida, mas não conseguimos seguir. Imaginemos esse exemplo:
“Trabalho, estudo, vivo em comunidade, mas não consigo me relacionar
adequadamente com pessoas que me cercam; Não me permito me mostrar por completo
(sem máscaras) para os outros; Não consigo ouvir ou aceitar opiniões e
sentimentos diferentes do meu, pois me sinto mais seguro (a) quando minhas
opiniões, desejos, expectativas, percepções, sentimentos e emoções prevalecem;
sou um (a) líder nato (a), pois exerço controle sobre mim e/ou sobre os
outros…”.
Será que é difícil conhecer alguém assim? Talvez não na totalidade do
texto, mas todos nós temos um pouco dessa pessoa do exemplo acima. Não podemos
confundir esses pensamentos com a idéia de pessoa com auto-estima. Não façamos
isso! É muito comum e estimulado num cenário de bolsa de valores, capitalismo,
vendas (…) onde é visto como “virtude”, mas no relacionamento interpessoal, na
família, na sociedade, (…) essas “virtudes” mais afastam as pessoas do que
agregam, e o que é pior, sabemos disso!
“(…) Mas, então, não sou eu que o faço, mas o pecado que em mim habita.
Eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita o bem, porque o querer o
bem está em mim, mas não sou capaz de efetuá-lo. Não faço o bem que quereria,
mas o mal que não quero. Ora, se faço o que não quero, já não sou eu que faço,
mas sim o pecado que em mim habita”. (Romanos 7, 18-20)
Temos outro tipo de pessoa (…).
“Tenho medo, não contenho a raiva, a frustração; minha esperança escoa
como areia pelos dedos; não acredito mais nas pessoas; tenho problemas nos meus
relacionamentos pessoais e profissional; tenho pena de mim mesmo, sou azarado e
nas correções e exortação me ponho na defensiva”.
Como no exemplo anterior, temos também conhecimento de pessoas que
também são assim, mas será que conseguimos ver que às vezes somos, em partes,
parecidos com ele? Paulo disse (versículo acima) sobre o mal que mesmo não
querendo fazer o fazia mesmo não desejando fazer. Fazemos sim muito mal as
pessoas sem perceber, mas muito mais a nós mesmos que não notamos se não nos
acontecer algo que mude ou interfira nessa triste rotina.
Imaginemos um lago bem calmo. Águas cristalinas, um espelho d’água. De
repente vem aquele menino e joga uma pedra no meio do lago. A tranquilidade (ou
marasmo) é quebrada por aquelas ondas que surgiram do impacto da pedra com a
água. Temos problemas quando não conseguimos esperar o tempo e entender que as
ondas passarão. Sofremos também quando alimento o menino para continuar
lançando pedras… Parece que me acostumei com a tristeza.
“(…) Vossos preceitos são minhas delícias, meus conselheiros são as
vossas leis. Prostrada no pó está minha alma, restituí-me a vida conforme vossa
promessa. Eu vos exponho a minha vida, para que me atendais: ensinai-me as
vossas leis. Mostrai-me o caminho de vossos preceitos, e meditarei em vossas
maravilhas. Chora de tristeza a minha alma; reconfortai-me segundo vossa
promessa. Afastai-me do caminho da mentira, e fazei-me fiel à vossa lei”.
(Salmo 118, 24-29)
Temos também mais duas pessoas: Uma que não sabe como esta e outra que
finge não saber. E são essas que realmente me preocupam, pois acabam não se
deixando curar mesmo tendo o remédio em casa, na comunidade, no trabalho…
Talvez seja essa ultima pessoa que Jesus tenha duramente chamado de
hipócrita, mas esse hipócrita, no contexto da nossa reflexão podemos chamar de
medroso.
Sabemos o que fazer para sermos mais felizes. Encaremos os problemas!
Não sejamos vítimas de nós mesmos.
Um imenso abraço fraterno.
MUNDO ANIMAL
Treino para acostumar o
cão na caixa de transporte
Cão Cidadão em
08/ago/2017
Por Alexandre Rossi, especialista em
comportamento animal.
Está cada vez mais frequente nos
depararmos com tutores fazendo viagens aéreas acompanhados de seus cães. E o
melhor: os de menor porte muitas vezes podem viajar na cabine, literalmente aos
nossos pés!
A Estopinha já nos acompanha em
viagens aéreas há algum tempo. E ontem, foi a primeira viagem aérea do Barthô
e, de cara, para um destino internacional! Mas para que isto fosse possível
para eles e para vários outros cães, é muito importante acostumá-los
previamente a ficar bem na caixa de transporte.
Iniciando o treino
Para começar este treino (que
recomendo para todos, mesmo que num primeiro momento não se tenha a intenção de
viajar com o cão), devemos deixar a caixa num local dentro de casa onde o
cachorro goste de ficar. Por exemplo, ao lado do sofá.
Colocar lá dentro uma superfície
macia, como um colchonete ou um paninho do cão (a maioria gosta muito de se
deitar em locais aconchegantes) e incentivá-lo a ficar lá, colocando petiscos,
alimentando-o lá dentro e elogiando bastante enquanto ele ficar tranquilo ali,
seja descansando, seja com um brinquedo.
Considerando que a caixa estará
sempre disponível e sendo associada com coisas gostosas (brinquedos de morder,
recompensas, alimentação e descanso), a tendência é que o cão comece a usá-la
como sua toca mesmo, um local de descanso (aliás, cães adoram ficar
aconchegados em locais ligeiramente estreitos).
Etapa seguinte
Assim que percebemos que o cão já
entra espontaneamente na caixa e até dorme lá, é hora de colocar a porta e
começar a fechar. No início, por alguns momentos apenas, enquanto ele está
distraído com algum brinquedo que libera comida, por exemplo. Nesta fase, é
importante não destravar a porta se o cão estiver, justamente, tentando abrir,
pois ele pode aprender que é só dar uma “raspadinha” e… pronto, estará
liberado! Devemos abrir quando ele ainda estiver entretido com algo, sem nem
pensar ainda em sair.
É importante contabilizar quanto
tempo o cão consegue ficar lá dentro sem demonstrar sinais de estresse,
anotando os progressos. No início, são apenas alguns minutos, mas o objetivo é
que ele fique lá por horas, tranquilo, sentindo-se confortável.
É bacana começar este treino um bom
tempo antes da viagem, para que seja possível acostumar o cão aos poucos. Mas
isto não significa não ser possível fazer um “intensivo” caso surja a
oportunidade de uma viagem num prazo menor. Na dúvida, vale consultar um
especialista em comportamento animal para obter auxílio no treino e garantir
que o pet não faça nenhuma associação ruim com a caixa.
Quando o cão já estiver habituado à
caixa de transporte, ficando lá tranquilamente por um bom tempo, podemos
levá-lo para locais mais movimentados (e até ao aeroporto!), para que ele se
adapte a ser carregado em sua toca em locais diferentes e de maior movimento.
Nestes momentos, ajuda bastante colocar petiscos e coisas gostosas dentro da
caixa.
Em todas as etapas do treino é
importante evoluir aos poucos, respeitando o tempo do cão e só passar para a
próxima etapa quando o pet estiver tranquilo na anterior.
Para viagens de avião
É importante sempre verificar as
regras da companhia aérea quanto ao transporte de pets, bem como a legislação
vigente no local sobre viagens com animais de estimação.
E no mais, viajar com o cão é uma
delícia! É mais uma oportunidade que temos de vivenciar ótimos momentos com
eles!
MOMENTO DE REFLEXÃO
Você já deve ter ouvido a comovente
história sobre a grande amizade entre dois soldados nas trincheiras da Primeira
Guerra Mundial.
Dois colegas serviam juntos em meio
à lama e à miséria de um deplorável campo de batalha na Europa. (Há uma versão
que identifica os dois como irmãos.) Eles passaram meses nas trincheiras, no
frio e na lama, sob o tiroteio dos inimigos e o comando de seus superiores.
De tempos em tempos, uma das tropas
inimigas investia contra a outra e retornava às suas trincheiras para cuidar de
seus ferimentos, enterrar seus mortos e aguardar o momento de repetir o ataque.
Durante esse período, muitas
amizades tiveram início em meio à desgraça. Dois soldados tornaram-se amigos
íntimos. Dia após dia, noite após noite, medo após medo, eles conversavam sobre
a vida, a família, a esperança ou sobre o que fariam quando (e se) conseguissem
sair do horror daquela guerra.
Em uma daquelas investidas
infrutíferas, “Jim” tombou gravemente ferido. Seu amigo “BilI” conseguiu retornar
à relativa segurança das trincheiras. Jim ficou estendido no chão sob os
clarões das explosões noturnas. Entre as trincheiras. Sozinho.
O tiroteio continuava. O perigo
havia atingido seu ponto máximo. Aquele lugar entre as trincheiras era o mais perigoso
de todos. Mesmo assim, BilI queria ficar perto de seu amigo, consolá-lo,
animá-lo como só os amigos sabem fazer.
O oficial encarregado não permitiu
que Bili saísse da trincheira. Era perigoso demais. Porém, assim que o oficial
virou as costas, Bili saiu da trincheira. Sem importar-se com o cheiro de
pólvora no ar, os abalos provocados pelos tiroteios e as batidas fortes de seu
coração, Bili chegou ao local onde Jim estava.
Algum tempo depois, ele conseguiu
levar Jim de volta para a segurança das trincheiras. Tarde demais. O amigo
estava morto. Ao ver o corpo de Jim, o oficial perguntou com ar de cinismo a
Bill se “valeu a pena”.
Bill respondeu sem hesitação:
— Sim, senhor, valeu. As últimas
palavras de meu amigo valeram a pena. Ele olhou para mim e disse: “Eu sabia que
você viria”.
- Stu Weber, Histórias
Para o Coração.
UM ABENÇOADO DIA
PRA VOCÊ...
E até que nos
encontremos novamente,
que Deus lhe
guarde serenamente
na palma de Suas
mãos.
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