sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Sexta-feira 20/10/2017

Sexta-feira, 20 de outubro de 2017





“Maturidade é ter a capacidade de viver em paz com o que não se pode mudar.”






EVANGELHO DE HOJE
Lc 12, 1-7



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas
— Glória a vós, Senhor!



Naquele tempo, 1milhares de pessoas se reuniram, a ponto de uns pisarem os outros. Jesus começou a falar, primeiro a seus discípulos: “Tomai cuidado com o fermento dos fariseus, que é a hipocrisia. 2Não há nada de escondido que não venha a ser revelado, e não há nada de oculto que não venha a ser conhecido.

3Portanto, tudo o que tiverdes dito na escuridão, será ouvido à luz do dia; e o que tiverdes pronunciado ao pé do ouvido, no quarto, será proclamado sobre os telhados.

4Pois bem, meus amigos, eu vos digo: não tenhais medo daqueles que matam o corpo, não podendo fazer mais do que isto. 5Vou mostrar-vos a quem deveis temer: temei aquele que, depois de tirar a vida, tem o poder de lançar-vos no inferno.

Sim, eu vos digo, a este temei. 6Não se vendem cinco pardais por uma pequena quantia? No entanto, nenhum deles é esquecido por Deus. 7Até mesmo os cabelos de vossa cabeça estão todos contados. Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais”.





Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade




Bom dia!
“(…) Tudo o que está coberto vai ser descoberto, e o que está escondido será conhecido”. Imaginemos o impacto dessa frase sobre nossas vidas essa!?
Muitas vezes acreditamos que estamos sozinhos, que nossos atos não são vistos ou que podemos esconder a verdade aos olhos de quem nos conhece desde o nosso nascimento (Jeremias 1, 5) . Creio eu que o mesmo canal que esta sempre aberto aos pedidos, também nos monitora. Algum dia já teve a impressão que alguém, até mesmos desconhecidos falaram algo para nós ou perto de nós, que precisávamos ouvir naquele momento? Já passaram pela situação que alguém lhe alertou antecipadamente sobre algo que viria acontecer e somente após a queda que as fichas caíram?
Quando digo que o canal esta sempre aberto me refiro as situações onde o desespero bateu a porta, e no silêncio inquieto de um coração contrito ou em pedaços brota uma oração singela que geralmente começa assim: “Meu Deus me ajuda, o que eu faço?”. E o nosso Senhor, mais rápido que o SEDEX se encarrega de usar o canal mais viável para nos responder.
Um amigo de caminhada certa vez “se achando” ia conduzir uma pregação. No trajeto pedia a Deus que se revelasse em suas palavras. Foi surpreendido imediatamente por uma pomba que “com sua mira laser” o acertou. Talvez sim coincidência, mas naquele momento vendo sua camisa nova repleta de coco de pomba, entendeu duramente a exortação dos “sepulcros caiados” ou como se diz em Cuiabá, “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”.
“(…) Vou mostrar a vocês de quem devem ter medo: tenham medo de Deus”

Quando digo canal mais viável, passo a me perguntar por que essa mensagem chegou atém mim hoje ou do tipo “faz tempo que não abro esse blog e justamente hoje ele esta falando isso?”.
Olha só! Tem um bom tempo que parei de tentar entender o jeito que Deus age. Às vezes refletindo sobre a vida temos a impressão que caminha ao nosso lado, mas não o reconhecemos. Com os discípulos de Emaús não foi assim?
Refletindo bem… Será que não era Ele usando a sabedoria da minha mãe ontem? De onde meu (minha) filho (a) tirou aquela compreensão sobre aquele assunto sendo tão novo (a)? Por que meu colega falou aquilo pra mim ontem? Por será que estou com uma impressão boa (ou ruim) sobre aquele assunto?
Sabe… Quando não conseguimos ouvir (principalmente quando não queremos) ai os recursos que o destino nos oferece são mais duros. Quando digo destino, afirmo que não são motivados por Deus, mas por CONSEQUENCIA de nossa conduta e opções. Quantas vezes só conseguimos entender os avisos de PARE quando batemos o carro? Quantos outros só notaram a perca ou a ausência quando tiveram que buscar o filho na delegacia? Mas mesmo lá, Ele não se esquece de nós.
“(…) No entanto Deus não esquece nenhum deles. Até os fios dos cabelos de vocês estão todos contados. Não tenham medo, pois vocês valem mais do que muitos passarinhos”!

Deus se revela a todos. Somos todos preciosos. Duvide de quem disser que Deus o ouve mais que a outro. Que suas orações são mais ouvidas e tawls… Quando caímos e vamos ao chão, mesmo por conseqüência do orgulho, da vaidade, (…), Jesus nos dá a mão para levantar enquanto Deus cuida dos joelhos feridos pela queda.
“(…) Bendito seja Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias, Deus de toda a consolação, que nos conforta em todas as nossas tribulações, para que, pela consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus, possamos consolar os que estão em qualquer angústia! Com efeito, à medida que em nós crescem os sofrimentos de Cristo, crescem também por Cristo as nossas consolações. Se, pois, somos atribulados, é para vossa consolação e salvação. Se somos consolados, é para vossa consolação, a qual se efetua em vós pela paciência em tolerar os sofrimentos que nós mesmos suportamos. A nossa esperança a respeito de vós é firme: sabemos que, como sois companheiros das nossas aflições, assim também o sereis da nossa consolação”. (II Coríntios 1, 3-7)
Um imenso abraço fraterno.







CULINÁRIA



Frango empanado com molho de mostarda




Ingredientes


4 filés grossos de frango (500 g)

2 dentes de alho picados

2 colheres (sopa) de suco de limão

Sal e pimenta-do-reino

2 ovos ligeiramente batidos

¾ de xícara (chá) de farinha de rosca

3 colheres (sopa) de gergelim branco

Óleo para fritar


Molho


1 pote (170 g) de iogurte natural

2 colheres (sopa) de molho de mostarda

1 colher (sopa) de suco de limão

½ pimenta dedo-de-moça sem sementes picada

2 colheres (sopa) de azeite de oliva

Sal a gosto



Modo de preparo


Tempere o frango com o alho, o suco de limão e sal e pimenta a gosto.

Para empanar, passe os filés pelo ovo batido e, em seguida, pela farinha de rosca misturada com o gergelim. Repita o processo mais uma vez.

Frite os empanados em óleo quente abundante por 4 minutos de cada lado ou até dourarem ligeiramente. Deixe escorrer sobre papel absorvente e sirva acompanhados do molho (basta misturar os ingredientes).



Frango à moda oriental


Ingredientes


600 g de peito de frango em cubos de 3 cm

Sal

2 dentes de alho picados

1 colher (sopa) de gengibre ralado

1 clara ligeiramente batida

½ xícara (chá) de amido de milho

3 colheres (sopa) de azeite de oliva

3 cebolas médias em tiras de 3 cm

1 pimentão vermelho e 1 amarelo pequenos em tiras de 3 cm

¼ de xícara (chá) de molho de soja (shoyu)

1 xícara (chá) de água

1/3 de xícara (chá) de amendoim torrado sem pele

1 pimenta dedo-de-moça sem sementes picada


Modo de preparo


Tempere os cubos de frango com sal a gosto, o alho e o gengibre e empane-os: passe-os na clara batida e, em seguida, no amido de milho.

Aqueça, em fogo médio, uma panela wok (ou frigideira) com o azeite e doure o frango por cerca de 10 minutos, virando às vezes.

Junte a cebola, os pimentões, o molho de soja e, aos poucos, a água e cozinhe, mexendo de vez em quando, até murcharem. Finalize com o amendoim e a pimenta, misturando bem.







MOMENTO DE REFLEXÃO




Em 1919, um homem que se recuperava dos ferimentos sofridos na Grande Guerra da Europa alugou um pequeno apartamento em Chicago. Ele escolheu um local nas proximidades da casa de Sherwood Anderson, o autor famoso. Anderson havia escrito o aclamado romance Winesburg, Ohio e era conhecido por sua disposição em ajudar escritores mais jovens.
Os dois homens tornaram-se amigos e passaram a encontrar-se quase que diariamente durante dois anos. Faziam as refeições juntos, davam longas caminhadas e discutiam, até altas horas da noite, a arte de escrever bem.
O rapaz sempre levava rascunhos de seu trabalho a Anderson, e o autor veterano reagia com críticas cruelmente honestas. Todavia, o rapaz nunca desanimou. Ele ouvia com atenção, fazia anotações e retornava à máquina de escrever para aperfeiçoar sua obra.

Não tentava defender-se, porque, conforme comentou posteriormente: “Eu não sabia escrever até conhecer Sherwood Anderson.” Uma das coisas que Anderson fez para ajudar seu jovem protegido foi apresentá-lo a seus colegas do mundo editorial.
Em breve, o rapaz já estava escrevendo sem ajuda. Em 1926, ele publicou seu primeiro romance, que foi aclamado pela crítica. Seu título era The Sun Also Rises [O Sol Também se Levanta], e o nome do autor era Ernest Hemingway.
Mas esperem um pouco! A história não termina aqui. Depois que Hemingway partiu de Chicago, Anderson mudou-se para Nova Orleans. Lá, ele conheceu outro jovem escritor, um poeta com um
desejo insaciável de aperfeiçoar seu talento.
Anderson o fez passar pelos mesmos testes de Hemingway — escrever, criticar, discutir, incentivar — e escrever cada vez mais. Ele entregou exemplares de seus romances ao jovem e o incentivou a lê-los atentamente, observando as palavras, os temas e o desenvolvimento do personagem e da história.
Um ano depois. Anderson ajudou o jovem a publicar seu primeiro romance, Soldier Pay [O Pagamento do Soldado]. Três anos depois, aquele brilhante novo talento, William Faulkner, escreveu The Sound and the Fury [O Som e a Fúria], que rapidamente se tornou uma obra-prima norte-americana.
O papel de Anderson como mentor de autores aspirantes não parou aí. Na Califórnia, ele passou vários anos trabalhando com o dramaturgo Thomas Wolfe e com um jovem chamado John Steinbeck, entre outros.

Em resumo, três dos protegidos de Anderson ganharam o Prêmio Nobel de Literatura e quatro Prêmios Pulitzer na mesma categoria, O famoso crítico literário Malcolm Cowley disse que Anderson foi “o único escritor de sua geração que deixou sua marca no estilo e na visão da geração seguinte”.
Por que Anderson dedicou seu tempo e conhecimentos com tanta generosidade para ajudar os mais jovens? Entre outros motivos, talvez porque tivesse recebido a influência de um autor mais velho, o grande Theodore Dreiser. Também passou um bom tempo ao lado de Cari Sandburg.
Considero instrutivo esse tipo de comportamento. Além de refletir minha própria experiência, ele também ilustra o princípio fundamental da experiência humana: a melhor maneira de causar impacto no futuro é ajudar a construir a vida de outra pessoa. Isso é que é ser um mentor.



Howard Hendricks com Chip MacGregor, Histórias Para o Coração.



UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.



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