segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Terça-Feira 17/10/2017

Terça-feira, 17 de outubro de 2017





“Não levante sua voz, melhore seus argumentos.
( Desmond Tutu).”






EVANGELHO DE HOJE
Lc 11,37-41



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas
— Glória a vós, Senhor!



Naquele tempo, 37Enquanto Jesus falava, pediu-lhe um fariseu que fosse jantar em sua companhia. Ele entrou e pôs-se à mesa. 38Admirou-se o fariseu de que ele não se tivesse lavado antes de comer. 39Disse-lhe o Senhor: Vós, fariseus, limpais o que está por fora do vaso e do prato, mas o vosso interior está cheio de roubo e maldade! 40Insensatos! Quem fez o exterior não fez também o conteúdo? 41Dai antes em esmola o que possuís, e todas as coisas vos serão limpas





Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade




Bom dia!

Vamos começar essa reflexão com que propõe a CNBB:

“(…) O Evangelho que nos é proposto para a reflexão a partir da liturgia de hoje é altamente questionador no que diz respeito à nossa fé e à nossa vivência religiosa. Para quem crê verdadeiramente, o importante não é a prática exterior, pois esta prática só encontra seu verdadeiro sentido quando é uma expressão do que realmente se crê e se vive, caso contrário, caímos na insensatez: celebramos o que não vivemos nem construímos, e revelamos valores que não são nossos, nem são importantes para nós. O Evangelho de hoje exige de nós coerência entre o que celebramos e o que vivemos, para que as nossas celebrações não sejam ritos vazios e estéreis, mas espírito e verdade”. (reflexão proposta pelo site da CNBB)

Estamos em missão e isso nos remete ao verbo “ir”. Isso inclui IR dentro de nós mesmos também.

Um dos nossos freis recentemente trouxe uma frase de são Francisco de Assis para trazermos o verdadeiro sentido de estar em missão: “Pregue o Evangelho em todo tempo. Se necessário, use palavras”.

Usamos muito as palavras e elas por vezes nos condenam. Falar bem não quer dizer sinal ou grau de conversão, pois existem pessoas simples de falas simples cujo exemplo de vida é mais encantador que as palavras que saem da boca do homem (mulher) demagogo (a).

Talvez o que mais precise ser mudado por dentro são as atitudes que temos e respondemos perante aos irmãos, em especial aqueles que nos perseguem pela fala, das calunias e das difamações. É um exercício tremendamente complicado abandonar o sentimento natural de responder ao que nos ofende e ao invés disso, trocá-lo pela oração por este que insiste em não crescer.

“(…) Não faleis mal dos outros, irmãos. Quem fala mal de seu irmão ou o julga, fala mal da Lei e julga-a. Ora, se julgas a Lei, não és cumpridor da Lei, mas sim, seu juiz. Um só é o legislador e juiz: aquele que é capaz de salvar e de fazer perecer. Tu, porém, quem és, para julgares o teu próximo”? (Tiago 4, 11-12)

Não querem crescer? Sim!

Alguém que se apega ao mal, a inveja, ao orgulho, ao rancor, (…) perpetua traços infantis em si próprios. Esses gestos são comuns a todo ser humano, mas revelam o quanto somos ainda imaturos as decepções ou aquilo que não conseguimos ainda ser e ter. Muita gente se apega a pequenos detalhes na vida e conduta dos outros como forma de ter algo melhor que ela, ou seja, precisa encontrar algo que possa dizer que NISSO SOU MELHOR QUE ELA!

O fariseu se encanta com as palavras e a oratória do mestre, mas sua pequenez fica presa nas mãos sujas de Jesus. É como dissesse que nisso sou melhor que Ele. Nota agora o traço infantil do sábio fariseu?

Quantos traços infantis ainda temos?

Se hoje resolvo e dia após dia reitero a minha vontade de ser mais maduro em usar menos as palavras e mais as ações, talvez de fato conseguirei elevar minha fé ao tamanho do grão de mostarda e assim, mover montanhas que impedem do irmão ver a Deus em nós.

“(…) Tudo isso é por causa de vós, para que a graça, tendo aumentado num maior número de pessoas, faça transbordar a ação de graças para a glória de Deus”. (II Coríntios 4, 15)

Reflitamos isso!

Um imenso abraço fraterno.






COMPORTAMENTO



Catagelofobia – O medo de ser ridicularizado



A origem do termo Catagelofobia vem da palavra grega “Katáguelos” que significa zombaria, ridículo + a palavra “fobia” que significa medo.

Podemos assim dizer que catagelofobia é o medo irracional e anormal de ser ridicularizado. Normalmente as pessoas em algum momento na vida enfrentam alguma situação embaraçosa, e a maioria de nós acabam superando esses momentos, mas as pessoas que sofrem desta fobia distorcem os fatos e, quando veem pessoas rindo, consideram que algo embaraçoso está acontecendo, e que isto é com elas.

Causas

Esse medo anormal do ridículo pode se instalar nos primeiros anos da infância. Geralmente quem sofre desta fobia são crianças emocionalmente mais sensíveis onde uma maior exposição, críticas/ofensas sofridas podem desencadear um medo pelo resto da vida. Geralmente essas crianças crescem em um ambiente desprovido de carinho e amor e sofrem de baixa autoestima.

As pessoas que sofrem de catagelofobia tendem a tornar-se reclusas. Evitam o contato social pois tem o medo de serem julgados, zombados ou provocados. Vivem uma vida limitada.

Sintomas

Os sintomas variam conforme a intensidade do medo desenvolvido por esse indivíduo. Os gatilhos emocionais podem desencadear diversos sintomas físicos e psíquicos próprios da maioria das fobias, tais como: falta de ar, palpitação, pânico entre outros. Aqueles com sintomas graves associados a esta fobia podem tornar-se hipersensíveis e suas reações podem ser exageradas, mesmo em ocasiões formais. Essas pessoas tendem a fugir do local em que eles acham que serão ridicularizados.

Tratamento

Como todas as fobias, a catagelofobia tem tratamento por meio de terapia. Os indivíduos com altos níveis de constrangimento e autocrítica recebem ferramentas eficazes para lidar com esse comportamento. Ao sentir alguns dos sintomas descritos acima, procure um psicólogo.







MOMENTO DE REFLEXÃO




Há pouco tempo, perdi uma de minhas melhores amigas, uma professora secular de 86 anos, a pessoa mais cheia de entusiasmo que já conheci.
A última vez que a vi no planeta Terra foi em uma daquelas festas cristãs desinteressantes. Estávamos sentados ali, com ar piedoso, quando ela chegou e disse:
— Hendricks! Faz tempo que não o vejo. Quais foram os cinco livros que você leu no ano passado?

Ela possuía uma maneira especial de mudar o comportamento de um grupo. Sua filosofia era a seguinte: Não devemos ficar entediados um com o outro; devemos provocar uma discussão e, se não encontrarmos nada para discutir, devemos procurar um motivo.
Quando fez sua última viagem à Terra Santa, ela estava com 83 anos. Viajou para lá com um grupo de jogadores da NFL (Liga Nacional de Futebol). Uma das lembranças mais marcantes que tenho dela foi quando a vi gritando para os jogadores:
— Vamos, rapazes, aguentem firme!
Ela morreu dormindo na casa de sua filha em Dallas. A filha me contou que, pouco antes de morrer, sua mãe havia escrito seus objetivos para os dez anos seguintes! Que haja mais pessoas como minha amiga!


- Howard Hendricks, Histórias Para o Coração.





UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.




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