sexta-feira, 8 de junho de 2018

Terça-feira 12/06/2018

Terça-feira, 12 de junho de 2018


“Quando a última coisa que você tiver for Deus, você vai descobrir que Ele era a única coisa que você precisava ter.”


EVANGELHO DE HOJE
Mt 5,13-16


O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus
— Glória a vós, Senhor!


Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.
Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;
Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa.
Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.



Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.



MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz (In Memorian)


Vós sois a luz do mundo.
Neste Evangelho, Jesus nos compara com a luz e com o sal. Foi no batismo que nos tornamos luz do mundo e sal da terra. A verdadeira luz nós sabemos que é Cristo; nós somos um reflexo dessa luz. Somos parecidos com aquelas árvores de Natal que usam fibra ótica. Uma só lâmpada embaixo é refletida em dezenas de luzinhas tornando a árvore muito bonita. A luz é Cristo e as luzinhas somos nós.
Deus quer iluminar o mundo, e quer fazer isso através de nós. Que não sejamos lâmpadas queimadas, candeias apagadas ou fraquinhas.
“Ninguém acende uma lâmpada e a coloca debaixo de uma vasilha, mas sim num candeeiro.” Candeeiro é uma espécie de cabide na parede interna da casa, onde, à noite, se pendurava a candeia, cujo pavio, untado com azeite, mantinha a chama acesa. Quanto mais alto estava o candeeiro, melhor iluminava a casa. Temos a missão de ser luz do mundo. Colocamos a nossa luz debaixo da vasilha quando ocultamos a nossa fé e os valores cristãos. Podemos fazer isso com as palavras ou com o nosso comportamento.
As pessoas só são plenamente felizes quando são iluminadas pela verdadeira luz que é Cristo, presente na sua Igreja, que é una, santa, católica e apostólica. Faça uma experiência: Amarre um pano nos olhos e tente caminhar... É horrível! A gente se sente inseguro e tem medo de andar. O mesmo acontece com uma pessoa que anda longe do Caminho, da Verdade e da Vida, que é Cristo.
A Comunidade cristã é como o arco-íris: cada membro dela irradia a luz de Cristo com um matiz diferente.
“Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso Pai que está nos céus.” Sendo luz do mundo, nós glorificamos a Deus Pai.
“Vós sois o sal da terra.” Assim como o sal dá sabor à comida, a Comunidade cristã traz alegria e vida para o seu bairro. O cristão e a cristã dão gosto de viver, para as pessoas com quem convivem.
“Se o sal se tornar insosso, com que salgaremos?” Se a Comunidade não dá testemunho, aí é o fim, porque o povo não tem outro referencial de caminho, verdade e vida, para seguir. Não tem outro ponto de apoio para avaliar se algo está é certo ou errado.
Seria como se o metro parasse de medir; como que o marceneiro iria fazer? Se a balança parasse de pesar, como que o balconista da mercearia iria fazer?
A Comunidade cristã é a continuadora de Jesus. Ela é a única referência segura deixada por Deus na terra. Referência de verdade, de justiça, de amor, de felicidade e de todos os valores. Portanto, ela é sal para todo o bairro, não só para os cristãos. Mesmo quem não a freqüenta nem pertence a ela, se baseia nela para avaliar a si mesmo e os outros, se estão certos ou errados, se estão ou não no caminho de Deus e da salvação.
Se a própria Comunidade cristã se corrompe, o povo fica triste e perdido, os jovens perdem a alegria e o brilho dos olhos.
“A luz resplandece nas trevas e as trevas não a compreenderam” (Jo 1,5). Se alguém se torna luz do mundo, com certeza vai sofrer os ataques do mundo pecador. Mas Deus é mais forte que o mundo.
Certa vez, um missionário chegou a uma Comunidade rural para começar as santas missões. Enquanto ele montava o som e preparava a capela, um menino de uns seis anos estava sempre perto dele. Então o padre perguntou: “Como você se chama?” Ele respondeu: “Diabo”. O padre achou que era brincadeira, mas percebeu que a criança estava falando sério. Então chegou perto dele e disse com carinho: “Meu bem, como que é o seu nome?” “Diabo”, repetiu novamente o garotinho. O padre não entendeu aquela atitude, mas disfarçou e disse a ele: “Onde você mora?” “No inferno”, respondeu ele. O padre ficou ainda mais curioso e disse: “Onde fica o inferno?” “Ali”, respondeu o menino apontando para a sua casa. “Vamos lá?” propôs o padre. “Vamos”, disse o menino e até pulou de alegria. Quando estavam chegando perto da casa, o padre entendeu tudo. Ele ouviu a mãe gritar: “Onde está aquele diabo daquele menino?” A mãe vivia xingando o pobrezinho de diabo, dizendo que a casa era um inferno e o menino, na sua inocência, pensava que era isso mesmo, apesar de não saber o que significam as palavras diabo e inferno.
Claro que quem age assim não é luz do mundo nem sal da terra! Pelo contrário, está dando um contra testemunho cristão, além de escandalizar as crianças.
Maria Santíssima é uma luz forte e bonita. Ela continua até hoje iluminando o mundo. Peçamos à nossa Mãe do céu que nos ajude a ser sal da terra e luz do mundo.
Vós sois a luz do mundo.


COMPORTAMENTO


Existem pessoas lindas por trás das fofocas que fazem sobre elas
Marcel Camargo


 Tente conhecer as pessoas sem dar ouvidos ao que dizem a respeito delas. Existem seres humanos lindos por trás das fofocas que fazem sobre eles.

Perdemos muitas oportunidades ao longo de nossas vidas, tanto no ramo profissional, quanto no pessoal. Às vezes, algo está ali bem na nossa frente e deixamos passar. Daí, já foi, já era. Dentre tantos vacilos, um dos mais recorrentes vem a ser o que diz respeito às pessoas que ignoramos, sem nem mesmo as conhecer direito, por conta de impressões que outros tiveram e que não são nossas de fato.

Infelizmente, deixamo-nos impressionar, muitas vezes, pelo que os outros vêm nos dizer, tanto de bom quanto de ruim, sobre alguém. Embora cada um tenha seus próprios afetos e desafetos, por motivos que geralmente se relacionam tão somente a razões pessoais, muitas pessoas costumam expor suas opiniões sobre os outros a quem lhe der ouvidos e isso atrapalha o discernimento de quem ainda não conhece de perto o foco das fofocas em pauta.


Na verdade, ninguém consegue explicar direito o porquê de gostarmos ou não de algumas pessoas, pois sentimentos são subjetivos e muitos deles indecifráveis. Algumas pessoas queremos bem longe porque nos fizeram algum mal, porém, sempre existem aquelas com quem não simpatizamos de jeito nenhum, mesmo que nada nos tenham feito. Sobretudo, devemos evitar criar expectativas sobre um indivíduo, a partir do que alguém nos diz sobre ele.

É necessário percebermos que aquilo que desagrada alguém pode não nos desagradar, ou seja, os motivos que levam uma pessoa a não gostar de outra não são motivos que todos possuem. O que é desagradável a uns pode ser prazeroso para outros. Por isso, deixarmos de aprofundar o relacionamento com quem já nos foi descrito de maneira negativa por um terceiro pode nos levar a perder um maravilhoso encontro. E a gente perde muito quando deixa de conhecer certas pessoas.

É bom ouvir conselhos alheios, em certos momentos, porém, existirão situações que deveremos experimentar, vivenciar de perto, ali dentro, para que tiremos nossas próprias conclusões, ou nossa vida sempre ficará à mercê da vida dos outros. Enfim, tente conhecer as pessoas sem dar ouvidos ao que dizem a respeito delas. Existem seres humanos lindos por trás das fofocas que fazem sobre eles.



MOMENTO DE REFLEXÃO


Há cinquenta anos, havia, numa cidade grande brasileira, um radialista que era querido por todos, especialmente pela juventude. Ele era católico, mas não praticante.
Seus amigos conseguiram levá-lo para o Cursilho de Cristandade. A notícia se espalhou, e todo mundo ficou na expectativa para ver a reação dele, após o encontro de renovação cristã.
O encerramento do Cursilho foi em um ginásio de esportes, que ficou lotado. 90% eram fãs do radialista.
Entretanto, quando chegou a vez dele falar, e de dar o seu testemunho sobre o que significou para ele o Cursilho, o radialista simplesmente se levantou e disse: “Eu não posso dizer nada agora”. E sentou-se. A frustração foi geral.
Mas, quinze dias depois, numa reunião de grupo de cursilhistas, ele deu um testemunho belíssimo. E contou: "No encerramento do Cursilho, eu não podia falar nada, porque eu pertencia a uma entidade que a Igreja Católica não aprova. Eu era secretário da entidade. Logo que saí do Cursilho, na primeira reunião que tivemos, entreguei o meu cargo e me desliguei da entidade. Agora sim, estou livre para assumir a minha missão de cristão católico no mundo".
Daí para frente, ele foi um cristão exemplar, na família, na Igreja e na profissão.
Infelizmente, um ano depois faleceu, vítima de acidente de carro.
Este senhor era como S. Paulo Apóstolo: coerente com as próprias convicções. Vivia com radicalidade aquilo em que acreditava.
Na parábola dos dois filhos (Cf. Mt 21,28-32), Jesus mostra a sua preferência pelas pessoas que cumprem as suas obrigações cristãs, mesmo que nada prometam.
Maria Santíssima sempre disse sim a Deus, e o manteve até o fim da vida.


UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.



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