Segunda-feira,
06 de agosto de 2018
"Fazer
o que você gosta é liberdade, gostar do que você faz é felicidade.” (Frank
Tyger)
EVANGELHO
DO DIA
Mt 17,1-9
O Senhor esteja convosco
Ele está no meio de nós
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo +
segundo Mateus
Glória a vós
Senhor
Seis dias
depois, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e seu irmão João, e levou-os, só a
eles, a um alto monte. Transfigurou-se diante deles: o seu rosto resplandeceu
como o Sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. Nisto, apareceram
Moisés e Elias a conversar com Ele. Tomando a palavra, Pedro disse a Jesus:
«Senhor, é bom estarmos aqui; se quiseres, farei aqui três tendas: uma para ti,
uma para Moisés e outra para Elias.» Ainda ele estava a falar, quando uma nuvem
luminosa os cobriu com a sua sombra, e uma voz dizia da nuvem: «Este é o meu
Filho muito amado, no qual pus todo o meu agrado. Escutai-o.» Ao ouvirem isto,
os discípulos caíram com a face por terra, muito assustados. Aproximando-se
deles, Jesus tocou-lhes, dizendo: «Levantai-vos e não tenhais medo.» Erguendo
os olhos, os discípulos apenas viram Jesus e mais ninguém. Enquanto desciam do
monte, Jesus ordenou-lhes: «Não conteis a ninguém o que acabastes de ver, até
que o Filho do Homem ressuscite dos mortos.»
Palavras da
Salvação
Glória a vós
Senhor
MEDITANDO O EVANGELHO
Jailson Ferreira
O que
significa a Transfiguração de Jesus?
O Evangelho de hoje nos traz a reflexão
sobre o episódio da transfiguração de Jesus. E a pergunta que poderíamos pensar
hoje é: o que há de tão importante na transfiguração de Jesus?
A primeira e maior lição que devemos
tirar dessa passagem é a divindade e a intimidade de Jesus com o Pai e os
profetas do Antigo Testamento. Só um Homem-Deus poderia fazer o que Ele fez, e
aquilo serviu para os 3 discípulos deixarem para trás qualquer dúvida que ainda
pudesse haver quanto a divindade de Jesus. E mesmo assim, Jesus ainda pediu que
eles guardassem segredo sobre o que eles viram, até que acontecesse a
ressurreição.
Quando perguntado sobre Elias, o que
deveria vir antes do Filho do Homem, Jesus afirmou que o Elias prometido já
havia vindo, e que os homens fizeram dele o que quiseram... mataram. Esse Elias
era o próprio João Batista, que veio para endireitar os caminhos, para a
chegada de Jesus... Ele fez o que pôde para cumprir sua missão, e foi isso que
garantiu seguidores fiéis a Jesus desde os primeiros dias de sua missão.
E eu? Será que Jesus precisa se
transfigurar na minha frente para que eu acredite nEle? Será que eu estou
esperando algo extraordinário acontecer, para me decidir a seguir Jesus
incondicionalmente? Ele mesmo não nos engana dizendo que vai ser fácil...
"Quem quiser me seguir, tome a sua cruz e me acompanhe." Não é
fácil... Mas o fardo se torna leve, porque Ele nos ajuda a levar... assim como
o cirineu o ajudou.
Que saibamos reconhecer as transfigurações
de Jesus nas pessoas que nos rodeiam, e que também deixemos Jesus se
transfigurar em nós para as pessoas, para que Ele alcance cada vez mais pessoas
através de nós...
jailsonfisio@hotmail.com
MOTIVAÇÃO NO TRABALHO
Melhor Que
Dinheiro - Como Dar Incentivos Que Funcionam
Escrito por
Luiz Marins
Tenho visto programas milionários de incentivo
a funcionários. Na área de vendas esses programas se multiplicam. São viagens a
locais paradisíacos, cruzeiros nos sete mares, automóveis, videocassetes e até
bicicletas distribuidas aos vencedores e, é claro, prêmios em dinheiro ou
vale-trocas por mercadorias à escolha dos campeões.
Quais
ferramentas de incentivo poderão ser mais eficazes nos tempos atuais? Viagens,
carros, motos, videocassetes, brindes especiais, somas em dinheiro, etc. além
de "viciarem" o funcionário como um cão de Pavlov só responderá mediante estímulos
crescentes em muitos casos que
analisamos começam não surtir mais o efeito esperado entre nossos
funcionários. O que fazer?
Minha sugestão é que as empresas ofereçam como
incentivo a seus funcionários o que nenhum dinheiro pode comprar prestígio, reconhecimento.
Certa vez perguntamos a gerentes de venda de
grandes magazines o que seus vendedores gostariam de ganhar para vender esta ou
aquela marca. O que realmente os faria comprometidos com a empresa que
oferecesse o tal incentivo. Após uma longa discussão e análise, os gerentes nos
disseram: " Não venha como motos,
videocassetes, bicicletas, viagem a praias, etc. nossos vendedores nem sabem mais de quem estão
ganhando tantos prêmios que já têm em suas casas e viagens que já cansaram de
fazer a lugares que já conhecem...."
E aí então, fizemos um programa de incentivo
que desse aos vendedores algo que o dinheiro não podia comprar. Fizemos uma
avaliação dos melhores vendedores e aos melhores fizemos um programa de
prestígio pessoal.
Contratamos
um conhecido artista de novela e orientamos esse artista para que em um
determinado dia, sem que o vendedor soubesse, fosse até o local onde ele
trabalha, em sua cidade e o procurasse em sua loja. Combinamos com a imprensa
local e com os familiares do vendedor para que eles fossem no mesmo dia e
horário até a loja em que ele trabalha. Pedimos que nada contassem ao vendedor.
Ao chegar na loja, o artista, evidentemente, foi cercado por fãs. Entre
funcionários e clientes o artista perguntou pelo vendedor. O vendedor, sem compreender o que estava se
passando se apresenta e o artista disse: " Vim cumprimentá-lo pessoalmente por saber ser
você o campeão de vendas desta loja!"
A todos os
que queriam tirar fotos e pedir autógrafos,
o artista dizia: " Só dou autógrafo e tiro fotos com o 'campeão' aqui!". Logo
chegaram a esposa e os filhos do vendedor e autógrafos e fotos foram dados somente
a eles. O artista convidou o vendedor e seus familiares e foram a um
restaurante da cidade para almoçar. A imprensa local registrava tudo
freneticamente!
Não preciso
dizer que no dia seguinte e nas semanas subseqüentes o comentário na loja e na
cidade era só o prestígio do vendedor, exclusivamente visitado e, portanto,
prestigiado pelo tal artista de novela. Não preciso dizer que o que sentiram o
vendedor e seus familiares. O orgulho da família, o prestígio na sua cidade, os
comentários....
Fizemos a
mesma coisa numa outra empresa. Em vez de um artista, foi o presidente da
empresa a fazer o mesmo papel. Procurou pessoalmente o vendedor, almoçou na
casa do vendedor, conversou com sua mulher e filhos. Levou um cartão de prata
assinado por ele (presidente) e entregou à esposa e aos filhos homenageando o
"Pai Campeão"....
Outros
programas que fizemos deram como prêmios a participação em cursos muito
especiais, de prestígio, com professores renomados, numa instituição de
primeira linha. Ou ainda a participação num congresso ou seminário
internacional onde só vão pessoas especiais, diretores e empresários. Ao
retornar à empresa, o funcionário campeão é chamado a contar a todos os seus
colegas a experiência que teve. O funcionário ganha e a empresa ganha ainda
mais. Participar desses cursos e eventos, além de oferecer prestígio, aumenta a
empregabilidade do funcionário que sente a empresa comprometida com o seu
futuro.
Num outro
projeto, ainda mais relevante do ponto de vista social e de prestígio, pedimos
aos funcionários envolvidos numa promoção interna que indicassem qual a
instituição filantrópica ou cultural eles gostariam de ajudar se tivessem
alguma chance ou dinheiro sobrando. Ao vencedor demos uma boa soma em dinheiro
para que ele, em seu próprio nome e em nome da empresa, fizesse a doação desse
valor à instituição que ele próprio havia escolhido.
No dia da
entrega do cheque da empresa à instituição, o funcionário campeão, juntamente
com o presidente da empresa, foram até a instituição que os esperava com
imprensa e toda a diretoria. O presidente da empresa explicou o projeto e disse
que aquele prêmio era em função do funcionário ter sido vencedor de um programa
interno da empresa, por mérito dele, e que ele havia eleito aquela instituição
para doar aquela quantia em dinheiro. "Todo mérito deve ser dado a este
amigo de vocês e que orgulhosamente é nosso colaborador". O funcionário
fez a entrega solene do cheque aos diretores da creche (nesse caso específico).
A imprensa registrou, publicou nos jornais da cidade. As rádios entrevistaram o
doador querendo saber dele os motivos da escolha daquela creche, etc. etc.
"A cidade ficou um mês comentando o assunto" me disse o campeão.
Assim,
prestígio que
nenhum dinheiro pode comprar é o maior
incentivo que pode ser dado a um ser humano. Inúmeros outros projetos já
realizamos dentro do mesmo escopo. Nunca mais fizemos programa de
incentivo algum com dinheiro ou prêmios
materiais.
Assim como
com funcionários, acredito, podemos
fazer com nossos clientes "vencedores" de um concurso ou
"fiéis" à nossa marca. Que tal uma visita especial à sede da empresa?
À fábrica? Um almoço com o presidente? Conhecer os bastidores de um shopping?
Participar de uma reunião do conselho para ver como as decisões estratégicas de
uma grande empresa são tomadas? Participar como convidado especial num evento
importante? Ser homenageado pelos funcionários da empresa numa ocasião especial
em que recebe uma placa de "cliente especial"?
Toda
criatividade é permitida! "Vender" hoje, como sempre digo, é mais
"cérebro" do que músculos. Funcionários e clientes não querem ser
comprados com dinheiro ou bens. Isso os fará ganhar o que já possuem ou no
máximo ter o que os outros já têm.
Pense em
oferecer como incentivo o que nenhum dinheiro pode comprar Prestígio, reconhecimento!
MOMENTO
DE REFLEXÃO
Havia, certa
vez, um menino que tinha um vizinho bem idoso e que era seu amigo.
O garoto
gostava de ir à casa deste senhor. Os dois se sentavam juntos, num banquinho na
frente da casa, e o velho contava histórias do “seu tempo”. Eram os dois
extremos da vida que se tocavam.
Um dia, o
menino demorou para voltar para casa, e a mãe se inquietou, mas foi logo à casa
do senhor idoso.
Ao se
aproximar, viu que os dois estavam sentados no banquinho, chorando. A mãe ficou
preocupada e, na volta para casa, perguntou por que ele chorava. O menino
disse:
“Morreu uma
irmã dele e, devido à distância, ele não pôde ir ao enterro. Por isso ele
chorava. E eu estava ajudando-o a chorar”.
Que Maria
Santíssima, a Consoladora dos Aflitos, e que estava de pé junto à cruz do seu Filho,
nos console em nossas tristezas, e interceda junto de Deus por nós, a fim de
que ajudemos os nossos irmãos e irmãs a chorar. Afinal, “consolar os aflitos” é
a quarta obra de misericórdia, que aprendemos no catecismo.
UM ABENÇOADO
DIA PRA VOCÊ...
E até que
nos encontremos novamente,
que Deus lhe
guarde serenamente
na palma de
Suas mãos.
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