quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Sexta-feira 31/08/2018

Sexta-feira, 31 de agosto de 2018


Cada cicatriz que temos, é a confirmação de que uma ferida foi curada. Cicatrizes são marcas de superação que só um verdadeiro guerreiro possui.





EVANGELHO DO DIA
                                                             Mt 25,1-13


O Senhor esteja convosco
Ele está no meio de nós
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus
Glória a vós Senhor



"O Reino dos Céus pode ser comparado a dez moças que, levando suas lamparinas, saíram para formarem o séquito do noivo. Cinco delas eram descuidadas e cinco eram previdentes. As descuidadas pegaram suas lâmpadas, mas não levaram óleo consigo. As previdentes levaram jarros com óleo junto com as lâmpadas. Como o noivo demorasse, todas acabaram cochilando e dormindo. No meio da noite, ouviu-se um alvoroço: ‘O noivo está chegando. Ide acolhê-lo!’ Então todas se levantaram e prepararam as lâmpadas. As descuidadas disseram às previdentes: ‘Dai-nos um pouco de óleo, porque nossas lâmpadas estão se apagando’. As previdentes responderam: ‘De modo algum, pois o óleo pode ser insuficiente para nós e para vós. É melhor irdes comprar dos vendedores’. Enquanto elas foram comprar óleo, o noivo chegou, e as que estavam preparadas entraram com ele para a festa do casamento. E a porta se fechou. Por fim, chegaram as outras e disseram: ‘Senhor! Senhor! Abre-nos a porta!’ Ele respondeu: ‘Em verdade vos digo: não vos conheço!’ Portanto, vigiai, pois não sabeis o dia, nem a hora.”

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Palavras da Salvação
Glória a vós Senhor



MEDITANDO O EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


O noivo está chegando: ide ao seu encontro!
Neste Evangelho, Jesus nos conta a parábola das dez jovens que foram, com suas lamparinas acesas, esperar o noivo para a festa nupcial. Cinco delas eram imprevidentes e não levaram reserva de óleo, caso o noivo atrasasse. As outras cinco levaram. Aconteceu que o noivo atrasou e as cinco imprevidentes, com suas lamparinas apagadas, não puderam entrar para a festa! Vemos que a parábola trata da vigilância, isto é, do cuidado constante que devemos ter a fim de que estejamos sempre preparados para o encontro com o Senhor. Jesus mesmo fala no final da parábola: “Portanto, ficai vigiando, pois não sabeis qual será o dia, nem a hora”.
Esta parábola era facílima de entender pelo povo daquele tempo, porque trata de um procedimento comum nos casamentos: Eles geralmente eram celebrados à noite, e no mesmo local da festa. A noiva ficava ali esperando, e era o noivo que chegava de forma festiva. Um grupo de moças o recebia do lado de fora, segurando lamparinas acesas, e o levavam em cortejo até a sua noiva. As moças tinham de esperar já com as suas lamparinas acesas, porque não dava tempo de acendê-las na hora. O atraso do noivo era comum, assim como hoje o atraso da noiva. Mas, quando ele chegava, o cortejo já devia estar pronto, com suas lamparinas acesas. As moças o recebiam e entravam com ele no local da festa. Era certamente muito bonito ver o noivo cercado de luzes e de garotas bonitas. Mas neste casamento aconteceu um problema: O noivo atrasou muito e a metade das moças não haviam levado reserva de óleo, contando com esse possível atraso. Elas foram comprar e chegaram atrasadas, sendo impedidas pelo porteiro de participarem da festa.
Aqui a parábola muda de tom. As atrasadas chamam o noivo de Senhor: “Senhor, abre-nos a porta!” Na verdade, não se trata mais do noivo, mas de Deus. O sentido da parábola é claro: As jovens somos nós, e o casamento é o nosso encontro definitivo com Deus.
As lamparinas acesas representam a graça de Deus em nós. Deus virá ao nosso encontro para a grande festa nupcial, que acontecerá no céu. O seu atraso é a duração da nossa vida, que pode chegar a cem anos. Não sabemos quando ele vai chegar, por isso é melhor providenciar muita reserva de óleo. Esta reserva são as virtudes cristãs e as boas obras, que alimentam em nós a graça de Deus. Se alguém se descuidar, de uma hora para outra pode perder a graça de Deus, e “dormir”, aí pronto: Cristo chega de repente e estaremos sem a graça, sendo portanto excluídos do céu!
No batismo, nós recebemos a luz da fé e da graça de Deus. Mas precisamos estar com esta luz acesa na hora do encontro definitivo com ele. E como não sabemos o dia nem a hora, precisamos estar sempre preparados. Não podemos brincar com coisa séria. Podemos cometer imprudências em tudo na vida, menos neste ponto, pois aí está em jogo a nossa eternidade!
Encontrar-nos com Deus é tão bom que Jesus comparou esse encontro com uma festa, um encontro nupcial. Entretanto, Jesus conhece a nossa fraqueza e a importância de estarmos preparados para esse encontro, por isso nos adverte: “Ficai vigiando, pois não sabeis qual será o dia, nem a hora”. Vigiar é estar atento, permanecer acordado. Muitas coisas acontecem em nossa vida. Mas existe uma que ganha em importância: um dia vamos morrer. E ali não haverá mais tempo de rever a vida, isto tem de ser feito agora! A maioria das pessoas se esquece disso. Não precisamos ter medo da morte, e sim estarmos sempre preparados para ela.
A nossa vida é uma luta, pois os mais variados apegos são oferecidos a nós. E esses apegos nos levam a deixar de lado o principal. Mas quem ama a Deus sobre todas as coisas, faz tudo em função desse amor.
Hoje celebramos a memória de Santo Agostinho, filho de Santa Mônica, que celebramos ontem. Como jovem, morando em Cartago, longe da família, Agostinho afunda-se nos vícios e na devassidão, seguindo o exemplo do pai. Entretanto, ele sentia um grande desejo de procurar a verdade. Terminado o curso de retórica, fez a faculdade de filosofia, mas não encontrou a verdade. Havia em Cartago uma seita chamada maniqueísmo, baseada na separação entre alma e corpo. Segundo eles, o corpo nos puxa para o mal e a alma para o bem, produzindo uma luta interna. Por muito tempo Agostinho seguiu a seita, mas não se convenceu.
Mudou-se para Roma, e lá, graças à oração da mãe, se converteu ao cristianismo. Ele mesmo descreve, em seu livro chamado Confissões, como foi a sua conversão:
“Um dia eu estava chorando, debaixo de uma figueira, debatendo-me entre sentimentos e forças opostas. Resolvi abrir a Bíblia e ler o que estivesse na frente. Li o seguinte:
‘Caminhemos como de dia. Nada de desonestidades nem de contendas. Ao contrário, revesti-vos do Senhor Jesus Cristo, e não procureis satisfazer os desejos da carne’ (Rm 13,13-14). Eu não quis ler mais nada. Fechei a Bíblia. Ali estava a verdade que sempre procurei na vida”.
Agostinho levantou-se, procurou o seu amigo Dom Ambrósio, bispo de Milão, hoje Santo Ambrósio, e pediu o batismo. A partir daí foi crescendo na fé, na sabedoria e em todas as virtudes, tornando-se um dos maiores teólogos da Igreja.
“Toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar, para argumentar, para corrigir, para educar conforme a justiça” (2Tm 3,16).
Peçamos a Maria Santíssima e a Santo Agostinho que nos ajudem a seguir o exemplo das cinco jovens previdentes.
O noivo está chegando: ide ao seu encontro!



CULINÁRIA



Arroz de Forno Cremoso com Atum

Eu adoro esses pratos únicos porque além de quase não sujar louça não precisa de muitos acompanhamentos, no máximo uma salada. Essa receita fica muito saborosa e pode ser feita com frango desfiado também que fica deliciosa. Se não gostar de comida cremosa (tipo meu pai) pule a  etapa do requeijão.

Ingredientes:
3 colheres (sopa) de azeite;
1 cebola pequena picada;
2 dentes de alho picados;
1 lata de atum (usei a versão em água);
1 cenoura pequena sem casca cortada em cubinhos;
1/2 xícara (chá) de ervilhas frescas;
1 xícara (chá) de 240ml de arroz cru;
500ml de água fervente;
1 pote de requeijão cremoso;
Sal a gosto;
1 xícara (chá) de quejo mozzarella ralado.

Refogue a cebola e alho no azeite, junte o atum, a cenoura e a ervilha e misture bem. Acrescente o arroz e mexa por 1 minutos. Acrescente a água fervente e deixe cozinhar como faz com o arroz branco comum, até secar a água. Assim que cozinhar, junte o requeijão e misture. Acerte o sal e se quiser pode colocar os temperos que gostar.

Coloque o arroz em um refratário, cubra com o queijo e leve ao forno em 200ºC até gratinar.


Torta de Carne com Legumes

Como dar nome para uma receita que você inventou na hora? Tarefa difícil, porque essa na verdade não é nem uma torta, porque não tem massa, e nem um escondidinho porque não tem purê sobre a carne, mas como usei cobertura de quiche e tem recheio, achei que estava mais perto de uma “torta sem massa”.
Como ganhei bebê a pouco tempo preciso de receitas práticas, que sustentem e sejam nutritivas, e essa ficou bem gostosa.

Comecei fazendo um purê rústico com o que tinha na geladeira e foi 1 batata,1 cenoura e  2 mandioquinhas (batata baroa). Cozinhei no vapor, amassei, coloquei aproximadamente 1/2 xícara de leite, uma colher (sopa) de manteiga e sal. Aí coloquei o purê no fundo do refratário.

Para o recheio:
Refoguei 1/2 cebola e 2 dentes de alho picados no azeite. Juntei 300g de carne moída, 2 tomates sem pele e sem sementes, ervilhas (compro aquelas congeladas), e ainda acrescentei aproximadamente 1 xícara de berinjela refogada que tinha sobrado do almoço anterior. Temperei tudo com sal, pimenta-do-reino e uns temperinhos à base de especiarias e ervas que tenho sempre em casa. Coloquei a carne refogada sobre o purê.

Para a cobertura, bati dois ovos (como se fosse fazer omelete), juntei 100g de creme de leite (que equivale a 1/2 caixinha) e 1/2 xícara de queijo prato ralado (usei esse queijo porque era o que tinha, mas poderia ser parmesão ou mozzarella).

Levei ao forno em 200ºC por aproximadamente 25 minutos para dourar por cima e formar uma casquinha. Ficou bom viu!



MOMENTO DE REFLEXÃO

Certa vez, uma mãe perguntou ao seu filho adolescente, qual é a parte mais importante do corpo. O menino respondeu: “Acho que são as orelhas”. A mãe lembrou-lhe que muitas pessoas são surdas e, no entanto, vivem normalmente.
“Então são os olhos”, disse o filho. “Ainda não acertou”, respondeu a mãe. “Porque há muitas pessoas cegas que são felizes”.
O menino pensou... mas não conseguiu responder corretamente.
Um dia, o avô do adolescente faleceu. Os pais choraram, e se consolaram mutuamente. O menino também chorou e o pai o abraçou.
A mãe então lhe disse: “Está vendo, filho, qual a parte mais importante do corpo? É o ombro. Não porque ele sustenta a nossa cabeça, mas porque ele pode apoiar a cabeça do próximo que chora e sofre”.
Muitos têm o que comer, mas precisam de um ombro amigo para chorar e desabafar. Todos nós precisamos de um ombro para expressar os nossos sentimentos.
Jesus sempre foi um ombro amigo para os que viviam ao seu lado.






UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





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