Quinta-feira, 02 de Janeiro de 2020
“As pessoas acabam achando mais fácil dar ouvidos aos outros
do que consultar seu coração.” (Roberto Shinyashiki)
EVANGELHO DE HOJE
Jo 1,19-28
— O
Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus, segundo João
— Glória a vós, Senhor!
19Este
foi o testemunho de João, quando os judeus enviaram de Jerusalém sacerdotes e
levitas para perguntar: "Quem és tu?" 20João confessou e não negou.
Confessou: "Eu não sou o Messias". 21Eles perguntaram: "Quem és,
então? És Elias?" João respondeu: "Não sou". Eles perguntaram:
"És o Profeta?" Ele respondeu: "Não". 22Perguntaram então:
"Quem és, afinal? Temos de levar uma resposta àqueles que nos enviaram.
Que dizes de ti mesmo?"
23João declarou:
"Eu sou a voz que grita no deserto: 'Aplainai o caminho do Senhor'" —
conforme disse o profeta Isaías. 24Ora, os que tinham sido enviados pertenciam
aos fariseus 25e perguntaram: "Por que então andas batizando, se não és o
Messias, nem Elias, nem o Profeta?"
26João
respondeu: "Eu batizo com água; mas no meio de vós está aquele que vós não
conheceis, 27e que vem depois de mim. Eu não mereço desamarrar a correia de
suas sandálias". 28Isso aconteceu em Betânia além do Jordão, onde João
estava batizando
Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre
Antonio Queiroz
No meio de vós está
aquele que vem depois de mim; eu não mereço desamarrar suas sandálias.
Este Evangelho narra o diálogo entre João Batista e os enviados
pelas autoridades de Jerusalém, a fim de lhe perguntarem quem ele era. Nas
respostas, João teve todo o cuidado para não se promover, pois sua missão era
anunciar o Messias, não a si mesmo.
A primeira pergunta que lhe fizeram foi: “Quem és tu?” João
respondeu: “Eu não sou o Messias”. Por si, ele devia responder quem era, não
quem não era. Mas havia o perigo de chamar a atenção sobre si mesmo e o povo
voltar-se para ele, não para Jesus.
Mas os enviados não ficaram satisfeitos e insistiram: “Quem és
então? És Elias?” João respondeu: “Não sou”. Eles perguntaram: “És o Profeta?”
João respondeu: “Não”. Veja que João era profeta. O próprio Jesus disse que ele
era o maior de todos os profetas. Acontece que o verdadeiro profeta anuncia
Cristo, e não a si mesmo.
Nesse momento, os enviados apelaram: “Quem és, afinal? Temos de
dar uma resposta para aqueles que nos enviaram. O que dizes de ti mesmo?” Em
outras palavras: Viemos aqui com a missão de saber quem é você. Se voltarmos
sem resposta, levaremos uma punição. Por isso nos ajude, por favor!
João então colaborou, mas deu uma resposta inspirada: “Eu sou a
voz que grita no deserto: Aplainai o caminho do Senhor – conforme disse o
profeta Isaías”. A voz não tem consistência em si mesma; ela logo desaparece, e
só fica na nossa lembrança aquilo que ela significa. Boa definição do profeta.
Mas isso bastou para vir o ataque: “Por que então andas batizando,
se não és o Messias, nem Elias, nem o Profeta?” Em resposta, João não deixou
por menos: “Eu batizo com água; mas no meio de vós está aquele que vós não
conheceis”. O recado é também para nós. A humanidade atual vive procurando o
caminho, a verdade e a vida, mas deixando Cristo de lado! “No meio de vós está
aquele que vós não conheceis”. Vivemos tão preocupados com as coisas do mundo
que nos esquecemos de conhecer Jesus. Quem ama entra dentro da vida da pessoa
amada. Nós não queremos saber disso com Jesus. É o catecismo da primeira
comunhão, e olhe lá. O Espírito Santo conhece Jesus porque o ama. Que o
Espírito Santo nos mostre quem é Jesus realmente e nos mova a procurar
conhecê-lo melhor.
O mundo conhece os segredos da natureza, das ciências e da
técnica, mas conhece pouco o seu autor. O homem moderno é vítima do seu próprio
invento. Por isso, o elevado desencanto entre os jovens e adultos pela
sociedade em que vivemos; desemprego, violência, discriminação social, ruptura
familiar e conjugal, drogas, alcoolismo fome...
Em seguida João fala: “Eu não mereço desamarrar a correia de suas
sandálias”. Nas famílias, era o escravo ou a escrava que desamarrava as
sandálias dos donos da casa, quando chegavam das estradas empoeiradas. Nem
disso João Batista se julgava digno, em relação a Jesus!
Desse jeito, é claro, o povo ia deixando João e se reunindo em
torno de Jesus. Era justamente isso que João queria: “É preciso que ele cresça
e eu diminua” (Jo 3,30). Não só João, mas é isso que todo profeta deve querer.
O sal e o fermento desaparecem no meio da comida. Nós não olhamos
para a luz, nem nos lembramos dela, a não ser quando falta luz. Assim deve ser
o profeta. Comportar-se no meio da sociedade como o sal, o fermento e a luz. A
glória do profeta é fazer o povo aproximar-se de Cristo, não de si próprio. Às
vezes, para o profeta sobra a cruz. Cristo veio para acabar com os corações
dilacerados. Ele é o dom de Deus, é o nosso companheiro, amigo e irmão.
“Irmãos, estai sempre alegres! Rezai sem cessar. Dai graças em
todas as circunstâncias... Aquele que vos chamou é fiel; ele cumprirá o que
prometeu” (1Ts 5,16-18.24). A nossa sociedade precisa urgentemente de pessoas
que lhe mostrem os autênticos valores espirituais e humanos: o desprendimento,
a solidariedade, o amor, a fé, a oração, a coerência, a responsabilidade, a
honestidade, a paixão pela verdade...
A única coisa que pode vencer a insatisfação profunda do homem
atual é o testemunho pessoal e comunitário de alegria e esperança, oxigenadas
na fé em Cristo, o “Deus conosco”. Assim, os obstáculos se transformam em
trampolim.
A exemplo de João Batista, o testemunho é um impacto que provoca
interrogações, as quais resultam em esperança e alegria. Ser testemunha é criar
mistérios em volta, fazendo com que a vida sem Deus se torne um absurdo.
Como nos tempos de João Batista, há no nosso povo uma difusa
esperança de que está para chegar algo mais seguro do que o que está aí; algo
transcendente, mas com enorme força no contingente. Aí está o ambiente propício
para o testemunho dos cristãos. Testemunho corajoso, explícito e vivencial,
como o de João. Diante do relativismo estéril, esse testemunho apresenta o
caminho, a verdade e a vida.
“Quem és tu?” Será que se alguém nos fizesse essa pergunta, nós
responderíamos corretamente, como fez João Batista?
Certa vez, uma família ganhou um cachorrinho de raça. Quando ele
chegou à casa, já havia lá um gato siamês, muito querido pelo pessoal da
família. O cachorrinho logo sentiu que aquele povo gostava muito de gatos, e
ficou com a sensação de que, se fosse gato, seria mais aceito pela família. E
ele começou a ensaiar um jeitinho de gato... e foi percebendo que as pessoas
achavam isso muito legal. Estava emplacando! E por aí foi. Com o tempo ele até
já estava conseguindo miar como o gato. O disfarce ia se ajustando bem no seu
corpo de cachorro. Isto lhe rendia mimos e aprovação das pessoas.
Assim foi crescendo o cachorrinho. Mas algo começou a não
funcionar! De vez em quando as pessoas iam percebendo que na realidade ele não
era igual aos gatos. De vez em quando escapava um latido, sem que ele
percebesse. Lentamente as pessoas foram desconfiando... Pensando bem, só não
via quem não queria. Enquanto ele era pequeno, até que a máscara de gato
passava, mas agora...
Os anos se passaram... e as pessoas foram percebendo que ele era
um cachorro; só ele não percebia. Quando ele via um cachorro, às vezes sentia
vontade de ser cachorro. Ele começou a ficar triste. Pior quando lhe puseram o
nome de Fachada. Então um dia teve coragem e voltou a assumir a sua identidade
de cachorro.
“Quem és tu?” A resposta a esta pergunta é longa, e inclui a nossa
vocação específica, isto é, aquilo para o qual Deus nos colocou no mundo. Que
abracemos com amor a nossa identidade.
“O Senhor olhou para a humildade de sua serva”, disse Maria
Santíssima. Ela foi uma testemunha completa: clara, vivencial, humilde e
perseverante. Que Maria e João Batista nos ajudem a ser bons e humildes
profetas do Senhor.
No
meio de vós está aquele que vem depois de mim; eu não mereço desamarrar suas
sandálias.
MUNDO ANIMAL
Como
ensinar um filhote a fazer xixi e cocô no jornal
Com pequenas variações na idade, raça e sexo do cãozinho, temos
recebido inúmeros pedidos de ajuda para resolver um problema comum: Ensinar o
cachorro a fazer xixi e cocô no jornal. Aí vai a pergunta feita pela Juliana A.
Queiroz, que vamos responder de forma abrangente para atingir o maior número de
casos possíveis. A todos que têm enviado perguntas, sugestões, elogios e
críticas, o nosso muito obrigado. Obrigado também ao Demetrius A. Nunes, Sonia
Jonas e Fernanda Suhet.
O meu Poodle Toy - PUPPY - estava habituado a fazer suas
necessidades na área de serviço, pois assim foi acostumado desde pequeno,
porém, de uns tempos para cá só está fazendo na sala de visitas. O que devo
fazer para que ele volte a usar a área de serviço e dar um alívio à minha mãe?
Eu particularmente não acho boa idéia treinar um cachorro para
fazer xixi e cocô dentro de casa. A sua casa deveria fazer parte da
"toca" do seu cachorro. Ou seja, a sua casa é a sua "toca",
onde você permite que ele more (é assim que o seu cachorro entende). Um
cachorro selvagem (e também o domesticado), aprende primeiro com a mãe (e
depois desenvolve seu próprio instinto) de que a "toca" é um lugar
que deve ser mantido limpo, e por isso mesmo ele nunca deve fazer xixi ou cocô
dentro da toca/casa.
Além disso, machos desenvolvem com a idade a necessidade de marcar
o território e aí, um dia, ele vai fazer xixi no pé da mesa, na geladeira, no
fogão, na sala de visitas...
Os filhotes só começam a desenvolver o controle da bexiga e do
intestino por volta dos 5 meses de idade e já aos 6 meses os machos começam a
levantar a perninha (justamente para marcar território). Poucas fêmeas
desenvolvem o hábito de urinar pelos cantos com a intenção de marcar território
ou demonstrar dominância sobre os membros da família, mas isto também acontece.
Filhotes que foram removidos muito cedo da companhia da mãe também
parecem encontrar mais dificuldade em aprender a manter a casa limpa e fazer
suas necessidades no lugar certo.
Meu conselho é que não se permita que o cachorro faça xixi ou cocô
dentro de casa e que seus donos comecem a levá-los para fazer as necessidades
na rua. Aproveitem para dar um longo passeio, fazer exercício, descobrir coisas
novas, treinar comandos básicos de obediência e estreitar ainda mais este laço de
amizade. Os médicos e veterinários agradecerão!
Algumas dicas que podem ajudar são, controle a quantidade de água
e comida que o cão consome, não deixando a vasilha de água nem o prato de
comida o dia inteiro no chão. Quando você colocar a comida, espere cerca de 20
minutos e retire o prato. Isso é tempo mais do suficiente para que seu cachorro
comer. Ofereça água após as refeições, e se você só está alimentando ele 2
vezes por dia, ofereça também no meio do dia, ou após exercícios.
Leve-o para passear assim que você acordar, depois de cada
refeição dele e antes dele dormir. Se for filhotinho, leve-o para fora após
cada sessão de brincadeiras. Conforme ele for ficando mais velho e com maior
capacidade de segurar o xixi, você poderá levá-lo 2 vezes por dia. Pela manhã e
a noite.
Seja bastante consistente com os horários, até ele estar bem
treinado.
Procure levá-lo sempre no mesmo lugar. Cachorros parecem ter
preferência por áreas com grama.
Sempre que ele fizer xixi ou cocô onde você espera (seja na rua ou
em casa no jornal) faça a maior festa para ele. Deixe-o saber que você está
feliz com o comportamento certo, e não só chateado com o comportamento errado.
Se mesmo assim você preferir que ele faça xixi e cocô no jornal,
procure manter sempre o jornal limpo, deixando apenas um pedacinho do jornal
velho por cima do novo, pois isso ajuda o cachorro a se guiar para o lugar
certo. Também já existem alguns produtos no Brasil que você coloca no jornal
para estimular o cachorro a fazer xixi lá, ou você pode usar umas gotinhas de
amônia sobre o jornal.
Faça festa quando ele fizer xixi ou cocô no jornal. Você pode
também utilizar a técnica de restrição de espaço, ou seja, fique com ele nos
horários perigosos perto do jornal ou na área em que ele pode fazer o serviço
sujo. Vá liberando outras partes da casa aos poucos, uma semana a cozinha, na
outra a sala, depois um quarto e assim por diante. Toda vez que ele fizer
sujeira numa área proibida, leve-o de volta para a última área que ele manteve
limpa, e comece a liberar aos poucos novamente, até ele ter direito a casa
toda. Evite deixá-lo preso sozinho na área a ser usada como banheiro, pois a
tendência é que o bichinho fique com medo de ir lá fazer xixi ou cocô
voluntariamente e acabe ficando "preso". O resultado é que ao invés
de usar o lugar desejado, o filhote fica desconfiado e com medo e não usa a
área.
Mantenha os lugares por onde ele já tenha "visitado"
rigorosamente limpo. Você pode usar produtos a base de enzimas que destroem os
cheiros de urina e fezes e não estragam móveis e tapetes, nem fazem mal para o
seu bichinho.
NUNCA bata no seu cachorro, nem tente corrigi-lo se a sujeira já
foi feita há algum tempo. Cachorros não entendem fatos passados. Sim, eles
parecem culpados, mas é só porque você parece zangado, e eles não têm a menor
idéia de que é pelo xixi ou cocô. Se você bater no seu cão, ele vai ficar com
medo de você e as coisas vão piorar, pois ele vai tentar fazer xixi/cocô só
quando você não estiver por perto (principalmente quando você tiver ido ao
cinema, namorar, jantar fora e chegar bem tarde sem a menor vontade de limpar
sujeira). Para que a correção seja eficaz, você deve pegar o malandrinho no
ato. Para a grande maioria dos cães um belo "NÃO", dito em tom bem
forte, será o suficiente para ele interromper os negócios. Pegue-o correndo e
ponha no jornal (ou do lado de fora) e espere ele acabar de fazer o que tinha
começado. Quando ele acabar faça toda a festa que ele merece. Dê muito carinho,
beijos e abraços.
Você vai ficar surpreso com a rapidez com que ele vai entender o
que você espera dele.
Se ainda assim o problema de xixi ou cocô fora do lugar persistir,
procure um veterinário para descartar a possibilidade de algum problema de
saúde, tal como infecção urinária, diabetes ou verminose.
Lembre-se tenha muito amor e paciência que vai valer a pena.
Ah! Só mais uma dica: Que tal levar um saquinho plástico com você
quando vocês forem passear na rua? Da mesma forma que você não gosta do
"cheirinho" dentro da sua casa, é muito chato ter que ficar fazendo
prova de obstáculos quando se está querendo dar um passeio com a família. Você
vai ver que não é tão ruim assim recolher o cocô do seu cachorrinho e como todo
mundo responde com um grande sorriso para você na rua.
MOMENTO
DE REFLEXÃO
A nossa vida é marcada por começos e recomeços... A cada novo dia,
a cada amanhecer, nos é dado um tempo para desenvolvermos nossos trabalhos,
estudos, lazer, afazeres domésticos, enfim, qualquer coisa que quisermos. Para
muitas pessoas, cada novo dia é uma grande oportunidade para desenvolver
grandes tarefas, ter grandes aprendizados, fazer novas amizades (ou aproveitar
das antigas)... Para outras pessoas, cada amanhecer é apenas mais um amanhecer,
dentre tantos outros que já passaram e outros que ainda virão... Para algumas
pessoas, o início da semana é que marca o recomeço de uma nova etapa, para
outras é o início do mês, e ainda para outras, é o início do ano... E é aí que
eu gostaria de parar um pouco para refletir: onde está o meu ponto de recomeço?
A cada novo dia? A cada nova semana? A cada novo mês? A cada novo ano? Ou eu
não estou recomeçando, e estou vivendo minha vida de qualquer jeito, sem nenhum
objetivo?
Por mais óbvio que possa parecer, eu preciso ter metas para o ano,
o mês, a semana e para cada dia. Para intervalos de tempo maiores: objetivos
maiores. Ou seja, para o ano: preparar-se para um novo curso/concurso, juntar
dinheiro para uma viagem de férias no final do ano, escrever um livro... Para o
mês, metas menores, como por exemplo: concluir um dos assuntos do estudo, ou
dos capítulos do livro. Para a semana, metas ainda menores. E para cada dia
então... Ah, para cada dia, a meta deve ser a mais simples, mas que nunca deve
deixar de existir. Nem que seja com relação a algo que a não fazer, como fazem
os ex-dependentes químicos, que comemoram cada dia que conseguem não consumir
drogas... Ou os da geração PHN, que ficou conhecida em todo o mundo pela Canção
Nova: Por Hoje Não vou mais pecar!
No primeiro dia desse ano, a mensagem é de Paz, e a escolhida para
ser a representante é a Rainha da Paz: Maria, Mãe de Jesus. E no Evangelho de
hoje ela aparece como aquela que escuta as maravilhas que os pastores vieram
contar, guarda no seu coração, e veio refletindo ao longo da vida. Maria é um
belo exemplo de pessoa que teve uma grande meta na vida: ser serva de Deus. Mas
isso é muito vago, vejamos algo mais concreto... Maria teve a missão de ser mãe
de Jesus. Ah, melhorou, mas isso é uma missão que leva vários anos... Sim, mas
a cada ano, a cada mês, a cada semana, a cada dia, a cada hora, a cada minuto,
a meta era diferente, e para cada intervalo de tempo menor, as metas eram mais
simples e objetivas, mas sempre visando alcançar um objetivo maior: servir a
Deus.
E nós? Estamos somente sobrevivendo neste mundo, ou estamos
fazendo a nossa passagem por esta vida valer a pena?
Que Deus abençoe este ano que se inicia, nos proporcione
abundância de desafios, e nos mande o Espírito Santo para nos dar a sabedoria
necessária para superar todas as dificuldades.
Jailson Ferreira
UM
ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até
que nos encontremos novamente,
que Deus
lhe guarde serenamente
na palma
de Suas mãos.
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