"Lembra
sempre de esquecer os problemas que já passaram, porém nunca esqueças de
lembrar as bênçãos de cada dia." Benção Celta
EVANGELHO
DE HOJE
Jo 1,35-42
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus, segundo João
Glória a vós, Senhor!
Naquele
tempo, 35João estava de novo com dois de seus discípulos 36e, vendo Jesus
passar, disse: "Eis o Cordeiro de Deus!" 37Ouvindo essas palavras, os
dois discípulos seguiram Jesus. 38Voltando-se para eles e vendo que o estavam
seguindo, Jesus perguntou: "Que estais procurando?" Eles disseram:
"Rabi (que quer dizer: Mestre), onde moras?" 39Jesus respondeu:
"Vinde ver". Foram pois ver onde ele morava e, nesse dia,
permaneceram com ele. Era por volta das quatro da tarde. 40André, irmão de
Simão Pedro, era um dos dois que ouviram as palavras de João e seguiram Jesus.
41Ele foi logo encontrar seu irmão Simão e lhe disse: "Encontramos o
Messias (que quer dizer: Cristo)". 42Então André conduziu Simão a Jesus.
Jesus olhou bem para ele e disse: "Tu és Simão, filho de João; tu serás
chamado Cefas" (que quer dizer: Pedra)
Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.
MEDITAÇÃO
DO EVANGELHO
Padre Antonio
Quairoz
Foram
ver onde Jesus morava e permaneceram com ele.
Este Evangelho narra a vocação de três
Apóstolos: João, André e Pedro. É uma bela amostra de como Deus chama a todos
os homens e mulheres, para as mais diversas vocações: ao sacerdócio
ministerial, á vida religiosa, ao matrimônio, a uma profissão assumida para
servir o povo, à vida política quando assumida para buscar o bem comum... Deus
chama pessoas porque está preocupado com o seu Reino, que é um Reino de
igualdade, de fraternidade, de justiça e de fé.
“João estava com dois de seus
discípulos.” Os dois seguiam João Batista porque estavam preocupados em servir
a Deus e aos irmãos. Deus só chama quem está procurando servir.
“Vendo Jesus passar, João Batista
disse a eles: eis o Cordeiro de Deus”, expressão que significa Messias. Ele é o
Cordeiro que se sacrifica pelos pecados do povo, como faziam com o cordeiro no
Templo.
Indicar Jesus para seus discípulos foi
um gesto bonito de desapego de João Batista. Não se prendeu aos jovens que o
seguiam, nem quis prendê-los em torno de si. Por isso que Jesus o chamou de “o
maior dos profetas”.
Todas as pessoas que Jesus chamou,
eram antes conhecidas dele. Deus só chama quem já está caminhando com ele.
“O que estais procurando?” Esta é a
pergunta que Deus faz a todos nós, antes de nos chamar. O que nós buscamos na
vida? Não adianta querer abraçar um caminho, até de serviço a Deus, mas por
motivos egoístas. É interessante: nós queremos saber quem é Jesus e ele quer
saber quem somos nós.
“Onde moras? Jesus respondeu: Vinde
ver.” Antes de responder ao chamado de Deus, há sempre um processo de
conhecimento da missão para a qual está sendo chamado. E não adiantam
explicações teóricas, é preciso ver e conviver.
É interessante a mudança de nome que
Jesus recebe. Antes: Mestre. Depois: Messias. E logo na frente: Filho de Deus.
O nosso conhecimento de Jesus vai evoluindo durante a nossa vida.
“Foram, pois, ver, e permaneceram com
ele.
“André era um dos dois discípulos...
Ele foi encontrar primeiro seu irmão Simão e lhe disse: Encontramos o Messias.”
Deus sempre chama através de uma testemunha dele. Antes, o mediador foi João
Batista, que disse: “Eis o Cordeiro de Deus”. Agora, o instrumento que Deus usa
para chamar Pedro é seu irmão André. “Tu és Simão, filho de João; tu serás
chamado Cefas (que quer dizer: Pedra)”. A vocação transforma tanto a pessoa,
que ela muda até de nome. No casamento, um assume o nome de família do outro;
na vida religiosa, a pessoa geralmente muda de nome... A nossa vida sempre gira
em torno de algo. A vida do vocacionado gira em torno de Deus, naquele lugar em
que Deus o colocou.
O processo da vocação acontece, não
isoladamente, mas em Comunidade. Dificilmente Deus chama alguém que não
participa da Comunidade cristã. Os que vivem no mundo recebem outros chamados,
nem sempre cristãos e construtivos.
Sófocels foi um dos maiores poetas e
dramaturgos de todos os tempos. Ele viveu em Atenas, na Grécia, no Séc. V A/C.
Sófocles tinha dois filhos rapazes.
Estes, ávidos de pegar logo a herança do pai, foram à justiça e o acusaram de
louco. Isso porque, pela lei da Grécia, se o pai fosse declarado louco, os
filhos podiam pegar logo a herança.
No dia do julgamento, Sófocles
compareceu no tribunal. Reuniu-se muita gente, porque o povo estava curioso
para ver como que Sófocles ia se defender.
Depois que os filhos terminaram a
acusação, o juiz deu a palavra a ele. Sófocles, calmamente, se levantou e
recitou sua última poesia, que não tinha nada a ver com a defesa.
Quando terminou, todos o aplaudiram de
pé, pois era mais uma obra prima de arte.
Ao invés de condená-lo, o juiz condenou
os dois filhos e os mandou para a prisão. E as pessoas presentes colocaram na
cabeça de Sófocles uma coroa de louro, e o declararam o poeta da cidade.
Quando João Batista mandou seus
discípulos perguntarem a Jesus se ele era o Messias, Jesus também respondeu com
ações. Disse aos discípulos: “Ide contar a João o que estais ouvindo e vendo:
cegos recuperam a vista...”
A melhor maneira de dizer quem somos é
através das nossas ações. “Onde moras? Jesus respondeu: Vinde ver.”
A vocação de Maria Santíssima é,
depois de Jesus, a vocação mais bonita da Bíblia. Mãe das vocações, rogai por
nós!
Foram ver onde Jesus morava e permaneceram com ele.
CASA, LAR E FAMÍLIA
Tudo
sobre panelas
Por Alberto Zambrana
Aço inox, barro,
alumínio, cobre, pedra-sabão ou ferro fazem muita diferença quando o assunto é
a cozinha de um restaurante.
Instrumento básico de qualquer cozinha, as
panelas, frigideiras & cia. merecem toda atenção no momento da escolha. O
formato, as dimensões e, principalmente, o material de que são feitas, fazem
muita diferença na manipulação e no preparo de qualquer prato que exija
cozimento ou fritura.
Segundo Marcelo Bergamo, coordenador do curso de
Tecnologia em Gastronomia da Universidade Metodista de São Paulo, panela é
também uma questão de preferência. O fundamental é sua qualidade. "O
importante é que não dissipe o calor rapidamente, tenha boa durabilidade e seja
fácil de limpar", afirma.
Em relação às dimensões e aos formatos, não há
grandes mistérios. Os fatores determinantes são os volumes e tipo do preparo.
Arroz, feijão, purês, pirão etc., normalmente feitos em maiores quantidades,
exigem panelas grandes. Já pratos como molhos e caldos pedem panelas fundas ou
caçarolas. Para frituras e refogados usam-se as frigideiras ou a sauteuse, um
tipo de frigideira de laterais mais altas e arredondadas, ideal para saltear
legumes ou preparar as tradicionais batatas sautées.
O segredo mesmo está no material do qual é feita a
panela. As de alumínio são ainda presença constante na maior parte dos
restaurantes, apesar de suas restrições, como não conservar o calor depois que
a panela é retirada do fogo, pouca durabilidade e, o que é mais grave, a
contaminação. Substância tóxica, o alumínio se desprende pelo atrito com uma
colher de metal ou pela reação com substâncias ácidas, como o molho de toma te,
contaminando os alimentos. "Há estudos que relacionam a ingestão de
alumínio ao mal de Alzheimer", conta Bergamo.
Rogério Neiva Domingues, vendedor da área de
Equipamentos para Cozinhas Industriais da Libermac é taxativo, "99% dos
restaurantes compram panelas de alumínio. Leveza, boa condutibilidade térmica
e, principalmente, o baixo custo determinam a escolha". Essa
característica permite também que sejam encontradas em tamanhos grandes, algo
economicamente inviável em panelas de outros materiais como aço inoxidável, por
exemplo.
Uma alternativa ao alumínio é o aço inoxidável que
tem como vantagem a facilidade de limpeza e a higiene, pois não absorve
bactérias, por isso mesmo é usado nos mais diversos recipientes em laboratórios
clínicos.
Pesa ainda contra o aço inoxidável ser mau condutor
de calor. Por conta disso, a opção é sua combinação com o cobre. Essa
dobradinha reúne o que cada um tem de melhor. "O cobre, além de excelente
condutor térmico, distribui o calor uniformemente, possibilitando um cozimento
homogêneo dos alimentos", explica Albert Warwick, diretor da Saveiro
Warwick. O peso é uma de suas maiores desvantagens. Uma panela para
acompanhamento pesa cerca de 300 g. Já uma paellera pode ultrapassar os 2 kg.
Após o uso, a parte interna deve ser lavada com
água morna e detergente. A externa deve ser limpa, pelo menos uma vez por
semana, com uma esponja dura e uma pasta feita de sal e sumo de limão ou
vinagre para retirar as marcas do fogo. As panelas fabricadas por Warwick têm
garantia de três anos. "Mas se bem cuidadas são eternas, como os
diamantes", diz Warwick.
A novidade Saveiro Warwick é a cataplana, uma
panela com formato esférico, cuja tampa móvel é fixada à borda. Muito utilizada
para o preparo de bacalhau, pode ser levada à mesa e mantida fechada para
conservar a temperatura do alimento.
Guilhermo Ávila, proprietário do restaurante
Ávila, especializado na parrilla argentina, só utiliza panelas de cobre
revestidas com aço inox e panelas de aço inoxidável. "Apesar de mais
caras, ambas têm uma durabilidade incomparável, compensam o investimento",
assegura.
Flávio Fernandes Santos, da Net's Panelas, integra
a terceira geração de uma família que há 65 anos fabrica panelas de barro
pretas. Tudo começou com sua avó dona Domingas. A tradição é passada desde
então. Todo trabalho é feito artesanalmente, usando uma técnica indígena, com
queima a céu aberto.
As peças mais vendidas para os restaurantes são o
caldeirão para feijão, as panelas para arroz e pirão e a moquequeira. As
panelas de barro conservam a temperatura da comida, por mais de 15 minutos,
mesmo depois de retiradas do fogo. Esse aspecto, porém, demanda um cuidado,
pois a comida continua cozinhando mesmo com o fogo apagado. O custo é muito
baixo em comparação com qualquer outro tipo de panelas. Pesa contra elas a fragilidade.
"São como louça, precisam ser manipuladas com muita atenção",
recomenda Fernandes. A limpeza é simples, água e detergente, cuidando apenas
para não raspar eventuais restos de comida que fiquem grudados no fundo. Nesse
caso, a dica é deixar de molho na água até que se desprendam. As panelas devem
ser guardadas muito bem secas, para que não criem bolor.
Rita Gava, proprietária e chef da cozinha do
restaurante Panela de Barro, especializado em culinária capixaba, localizado na
praia da Pipa, em Tibal do Sul (RN), utiliza panelas de barro no preparo de
todos os pratos, das massas à moqueca. A exceção é a panela de alumínio usada
no preparo do arroz e do pirão, feitos em grandes quantidades. Ela reconhece
que há desvantagens como a fragilidade, o tempo de cozimento maior, portanto, o
consumo de gás também, mas garante que as panelas de barro são parte do sucesso
da casa. "Mais de 70% de nossos clientes são turistas estrangeiros que se
encantam com o sabor da comida e a beleza das panelas. Eles sempre querem
fotografá-las e muitos querem comprá-las."
Igualmente charmosas são as panelas de ferro
fundido. Além do baixo custo, distribuem muito bem o calor. Outra vantagem é o
fato de enriquecer o alimento com o ferro. "O consumo freqüente de
alimentos feito nessas panelas supre 5% das necessidades do organismo",
garante Elder Mendes de Farias Pinto, da Panela Mineira, empresa da fundição
Fumil. Além do peso que dificulta a manipulação, as panelas de ferro enferrujam
com facilidade, por isso, depois de lavadas, devem ser secas no fogo e receber
uma suave aplicação de óleo. As panelas da Panela Mineira têm cabos de madeira
ou espiral feitos de arame que não propagam o calor.
Mônica Rangel, chef do restaurante Gosto com
Gosto, especializado em culinária mineira, trabalha com três tipos de panelas:
pedra-sabão, alumínio grosso e aço inoxidável. As primeiras são usadas para
pratos como frango e refogados. As segundas, para o arroz e alguns tipos de
carnes, como o lombo; as terceiras, para alimentos que podem queimar, como o
purê de batatas. Mônica usa também o tacho de cobre para fazer doces.
Para armazenar as panelas, a
dica é organizálas por tipo e tamanho. Guardar panelas menores dentro das
maiores é solução para a falta de espaço. Para suas panelas, Mônica Rangel mandou
construir, em sua ampla cozinha, armários de alvenaria, com prateleiras de
mármore, próximos aos fogões. As panelas são acondicionadas por tamanho e tipo.
Num paneleiro de ferro, preso ao teto, ficam dependuradas as panelas de inox e
outros utensílios.
MOMENTO DE REFLEXÃO
O aço de melhor qualidade é aquele que é submetido
a tratamentos extremos de intenso calor e frio.
Os operários de uma cutelaria aquecem as lâminas
das facas para em seguida forjá-las.
Depois as aquecem novamente e as colocam dentro de
um recipiente com água gelada. O
objetivo disso é dar-lhes a forma e a têmpera adequadas.
Nessas fábricas, é normal haver uma pilha de
lâminas rejeitadas.
Elas estão ali porque não suportaram o processo da
forja. Algumas delas revelaram pequenos defeitos ao serem amoladas.
Outras não agüentaram o tratamento dado ao
aço. Nossa alma também é aquecida na
fornalha da aflição, colocada na água gelada das tribulações e nas pedras de
amolar das adversidades e dos transtornos.
Algumas pessoas terminam esse tratamento
preparadas para um serviço mais elevado.
Outras se mostram inadequadas.
Só servem para as tarefas mais inferiores.
Você deseja estar entre as forças que trabalham
para um mundo melhor?
Não fique quieto quando o DEUS estiver forjando
sua vida. "Chega disso!" diz a faca para o cuteleiro. "Você já
me levou ao fogo muitas vezes! Quer acabar com minha vida?" E outra vez o
artesão a leva ao fogo até deixá-la embranquecida pelo calor. "Pare de me
martelar!" insiste ela. “Já me martelou o suficiente!".
Todavia ele continua a forjá-la.
"Não me ponha nessa água gelada, não! Uma
hora você me põe na fornalha; e em seguida, na água gelada.
Isso mata qualquer um!".
Entretanto o processo continua.
"Não me ponha nessa pedra de amolar, não! Vai me arranhar tanto que
acabará me matando!". E o cuteleiro a submete à pedra até se dar por
satisfeito. Olhemos para essa lâmina agora. Podemos dobrá-la quase que
totalmente, mas ela sempre volta à posição normal. Seu polimento é tal que
parece de prata! Está dura como um diamante e corta como uma espada fina! Ela
foi forjada, temperada e polida. Agora tem um alto valor! Aquietemo-nos quando
formos submetidos ao fogo da fornalha. Deixemos que o Espírito Santo nos molde
e nos dê polimento.“Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por
meio daquele que nos amou”.
UM ABENÇOADO DIA
PRA VOCÊ...
E até que nos
encontremos novamente,
que Deus lhe guarde
serenamente
na palma de Suas
mãos.
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