sexta-feira, 30 de julho de 2021

Domingo, 31/07/2021

 Domingo, 31 de julho de 2021

 

" Alguns causam felicidade onde quer que vão, outros quando se vão.” (Oscar Wilde).

 

 

 

EVANGELHO DE HOJE

Mt 14,1-12

 

 

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus

— Glória a vós, Senhor!

                                                                             

 

1Naquele tempo, a fama de Jesus chegou aos ouvidos do governador Herodes. 2Ele disse a seus servidores: "É João Batista, que ressuscitou dos mortos; e, por isso, os poderes miraculosos atuam nele". 3De fato, Herodes tinha mandado prender João, amarrá-lo e colocá-lo na prisão, por causa de Herodíades, a mulher de seu irmão Filipe.

 

4Pois João tinha dito a Herodes: "Não te é permitido tê-la como esposa". 5Herodes queria matar João, mas tinha medo do povo, que o considerava como profeta. 6Por ocasião do aniversário de Herodes, a filha de Herodíades dançou diante de todos, e agradou tanto a Herodes 7que ele prometeu, com juramento, dar a ela tudo o que pedisse.

 

8Instigada pela mãe, ela disse: "Dá-me aqui, num prato, a cabeça de João Batista". 9O rei ficou triste, mas, por causa do juramento diante dos convidados, ordenou que atendessem o pedido dela. 10E mandou cortar a cabeça de João, no cárcere. 11Depois a cabeça foi trazida num prato, entregue à moça e esta a levou a sua mãe. 12Os discípulos de João foram buscar o corpo e o enterraram. Depois foram contar tudo a Jesus.

 

 

Palavra da Salvação

Glória a vós Senhor

 

 

 

 

MEDITAÇÃO DO EVANGELHO

Padre Antonio Queiroz

 

 

A fama de Jesus é comparada com a de João Batista

O Evangelho narra a denúncia que João Batista fez ao rei Herodes, por viver com Herodíades, a esposa do seu irmão Filipe. E narra a conseqüência desse seu profetismo, que foi o martírio.

Naquele tempo, o povo imitava o rei. O que o rei fazia, isso era o certo. E alguns reis se julgavam quase como deuses, passando por cima da Lei de Deus e dos princípios morais. “A lei sou eu”, disse uma vez um rei.

Herodes se ajuntou com a cunhada, desprezando a Lei de Deus sobre a família, e não estava nem aí. A vida continuou normal no palácio e no reino, sem ninguém abrir a boca, de medo. Medo principalmente de Herodíades que era inteligente, perspicaz, cruel e dominadora do amante.

Mas felizmente havia no seu reino um profeta corajoso, que era João Batista. Foi até ele e disse: “Não te é permitido tê-la como esposa”.

Não foi bem Herodes, mas a sua amante Herodíades que se vingou. E João Batista tornou-se um mártir da família.

Nós somos convidados a imitar João Batista, como profetas e profetizas. Pois o profeta não só anuncia o caminho de Deus, mas também denuncia as situações contrárias. E ele não pode ser teórico, tem de colocar os pingos nos “is” e dar nomes aos bois. E se atingir algum poderoso ou poderosa, o que fazer? O profeta e a profetiza falam sempre a verdade, doa a quem doer.

O pecado do sexo degrada a pessoa e gera outros pecados. Veja o caso de Davi com Betsabéia, narrado em 2Sm 11-12.

Logo após o Evangelho de hoje, S. Mateus narra a multiplicação dos pães. São os dois banquetes, tão comuns na sociedade, o da vida e o da morte. Os banquetes da morte são palcos de conspirações contra aqueles que promovem a vida. A justiça do mundo nunca é objetiva e muito menos isenta. Ela vive condenando inocentes, apresentando “crimes” inventados para ocultar os verdadeiros motivos. Que bom seria se houvessem muitos João Batistas na nossa sociedade!

Aqueles que pretendem implantar no mundo um sistema de morte, antes querem apagar a Luz, que é Jesus e seus enviados. “Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la” (Jo 1,4-5).

O mundo continua não suportando a Luz, que é Jesus, porque vive nas trevas da mentira, da ganância, da corrupção e do pecado. Nós cristãos até aprendemos a “fechar um olho”, porque temos medo de perder cargos, oportunidades, a vida. Como João Batista faz falta!

Certa vez, havia um circo numa cidade, e este circo pegou fogo. Foi terrível. Era à tardezinha, e o palhaço já estava com o rosto pintado e a maquiagem pronta para o espetáculo.

Como a equipe não conseguia apagar o fogo, o palhaço saiu pelas ruas gritando, desesperado, pedindo ajuda para apagar o fogo.

Mas as pessoas, ao vê-lo, em vez de atender ao seu apelo, davam risada, pensando que era mais uma palhaçada dele.

Assim, não houve jeito. Em pouco tempo o circo se transformou em um montão de cinzas.

O nosso comportamento influi fortemente no peso das nossas palavras e do nosso testemunho. Se uma pessoa não dá bom exemplo de vida, quando fala de Jesus Cristo, não convence muito. Que sejamos profetas autênticos, como foi João Batista.

Maria Santíssima, imaculada, exerceu um profetismo completo. Por isso é a Rainha dos profetas. Que ela nos ajude!

 

 

 

 

 

 

MOMENTO DE REFLEXÃO

 

Conta uma lenda que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno.

Foram primeiro ao inferno.

Ao abrirem uma porta, o homem viu uma sala em cujo centro havia um caldeirão de substanciosa sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.

Cada uma delas segurava uma colher, porém de cabo muito comprido, que lhes possibilitava alcançar o caldeirão mas não permitia que colocassem a sopa na própria boca.

O sofrimento era grande.

Em seguida, deus levou o homem para conhecer o céu.

Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta e as colheres de cabo comprido.

A diferença é que todos estavam saciados.

Não havia fome, nem sofrimento.

Eu não compreendo, disse o homem a Deus, por que aqui as pessoas estão felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?

Deus sorriu e respondeu:

Você ainda não percebeu?

É porque aqui eles aprenderam a dar comidas uns aos outros.

Temos situações que merecem profunda reflexão:

Egoísmo:

As pessoas no "inferno" estavam altamente preocupadas com a sua própria fome, impedindo que se pensasse em alternativas para equacionar a situação;

Criatividade:

Como todos estavam querendo se safar da situação caótica que se encontravam, não tiveram a iniciativa de buscar alternativas que pudessem resolver o problema;

 

Equipe:

Se tivesse havido o espírito solidário e ajuda mútua, a situação teria sido rapidamente resolvida.

Dificilmente o individualismo consegue transpor barreiras.

O espírito de equipe é essencial para o alcance do sucesso.

Uma equipe participativa, homogênea, coesa, vale mais do que um batalhão de pessoas com posicionamentos isolados.

Isso vale para qualquer área de sua vida, especialmente a profissional.

E, lembre-se sempre.

 

A alegria faz bem à saúde; estar sempre triste é morrer aos poucos.

 

 

 

 

UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...

 

E até que nos encontremos novamente,

que Deus lhe guarde serenamente

na palma de Suas mãos.

 

 

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