Sábado, 10 de julho de 2021
“Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho.“ (Regina Brett-
90 anos)
EVANGELHO DE HOJE
Mt 10,24-33
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus
— Glória a vós, Senhor!
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 24"O discípulo não
está acima do mestre, nem o servo acima do seu senhor. 25Para o discípulo,
basta ser como o seu mestre, e para o servo, ser como o seu senhor. Se ao dono
da casa eles chamaram de Belzebu, quanto mais aos seus familiares!
26Não tenhais medo deles, pois nada há de encoberto que não seja
revelado, e nada há de escondido que não seja conhecido. 27O que vos digo na
escuridão, dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o
sobre os telhados! 28Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem
matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo
no inferno!
29Não se vendem dois pardais por algumas moedas? No entanto, nenhum
deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. 30Quanto a vós, até os
cabelos da cabeça estão todos contados. 31Não tenhais medo! Vós valeis mais do
que muitos pardais.
32Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens,
também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus.
33Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do
meu Pai que está nos céus".
Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Jailson Ferreira
Teste sua Coragem
Baseado no Evangelho de hoje, vou propor algumas situações e gostaria
que você pensasse em como você se sentiria em cada uma.
1ª Situação: Você está sendo convidado para falar sobre Jesus em uma
reunião do seu grupo da igreja, com 10 a 15 pessoas que participam das missas,
do seu grupo de oração, e que você só encontra na igreja.
2ª Situação: Você está sendo convidado para falar sobre Jesus para
pessoas que você não conhece, em uma escola de ensino médio, com adolescentes
de 11 a 16 anos, dos quais a maioria nunca teve contato com a igreja, e além
disso ironizam e escarnecem de quem toca nesse assunto, entre os seus próprios
colegas.
3ª Situação: Você percebe que o seu ambiente de trabalho precisa
melhorar o clima, a relação inter-pessoal, e sente falta de Deus nas pessoas.
Você sabe o que está faltando, tem a solução, mas sabe que vai encontrar
resistência de um lado, e apoio de outro. E no desenrolar do assunto, a sua
própria posição pode ser ameaçada e a sua imagem denegrida.
4ª Situação: Você está sendo convidado a falar sobre Jesus na sua casa,
com a sua família. Sabendo que, dependendo da forma que abordar o assunto,
poderá passar por ridículo (e receber o deboche ou a indiferença), ou poderá
encontrar abertura (e começar um tempo de graça no seu lar).
Você já passou por quantas situações assim? Eu sei... Muitas, muitas,
muuuitas!!! E quantas vezes você sentiu receio em situações assim? Eu posso
responder por você... QUASE TODAS AS VEZES. Talvez a primeira situação seja
muito fácil. É muito fácil falar de Jesus na igreja. Mas as outras situações
são bastante desafiadoras! Entre os amigos de colégio, ninguém quer ser
excluído dos grupinhos, e para isso têm que se adequar às regras do grupo que
quer integrar. No trabalho, quem não tem medo de ser estereotipado? A regra que
vale na maior parte do mundo dos negócios é não misturar trabalho com religião.
E em casa, para muitos, é ainda mais difícil... No ambiente de casa, cada um se
julga profundo conhecedor da vida do outro (principalmente os mais velhos em
relação aos mais novos). Em casa, cada um se mostra como é de verdade, e
defeitos como o orgulho, a competição e a impaciência são capazes de criar uma
casca dura em torno de um frágil coração.
É sabendo disso que Jesus diz no Evangelho de hoje: "Não tenhais
medo!" Na época dEle, os discípulos poderiam ser condenados à morte só por
falar em Jesus. Hoje, não chegamos a ser ameaçados de morte, mas somos
ameaçados de exclusão. E é pelo medo de exclusão que tantas vezes evitamos
falar de Deus. Repare se não é isso o máximo que pode acontecer: você ser
excluído de um grupo. Até mesmo da própria família! Jesus já dizia:
"Filhos vão se voltar contra os pais, e pais vão se voltar contra os
filhos, por causa de mim!" E diante dessa possibilidade, o que você
prefere? Ficar do lado de Jesus e correr todos os riscos? Ou omitir Jesus para
poder continuar fazendo parte do grupo?
"Todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também
eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. Aquele,
porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai
que está nos céus." (Mt 10,32-33)
jailsonfisio@hotmail.com
www.reflexaoliturgiadiaria.blogspot.com
MOMENTO DE REFLEXÃO
O
fato de médicos e hospitais de vários municípios do Rio Grande do Sul terem se
recusado a fazer o abortamento em uma adolescente de 14 anos, apesar da
autorização judicial que trazia consigo, foi manchete nas mídias.
Segundo
as notícias, a jovem disse que sua gravidez foi fruto de estupro e obteve do
Juiz a permissão para realizar o aborto, isentando médicos e hospitais que se
dispusessem a eliminar a vida que pulsava em seu ventre.
Embora
o Juiz tenha autorizado o aborto, não lhe caberia o direito de obrigar ninguém
a realizar o feito, pois nem sempre a legalidade de um ato o torna moral.
O
que vale ressaltar na atitude desses médicos é a consciência do dever. O dever
assumido, perante si mesmos, de defender a vida.
“O dever é a obrigação moral da criatura para
consigo mesma, primeiro, e, em seguida, para com os outros.”
Ao
concluírem o curso os médicos fazem um juramento, o mesmo juramento feito por
Hipócrates, um sábio grego que viveu no século V antes de cristo, e é
considerado o pai da medicina.
O
juramento diz o seguinte:
"Eu,
solenemente, juro consagrar minha vida a serviço da humanidade. Darei como
reconhecimento a meus mestres, meu respeito e minha gratidão. Praticarei a
minha profissão com consciência e dignidade."
"A saúde dos meus pacientes será a minha
primeira preocupação. 'Respeitarei os segredos a mim confiados."
"Manterei, a todo custo, no máximo
possível, a honra e a tradição da profissão médica. Meus colegas serão meus
irmãos."
"Não permitirei que concepções
religiosas, nacionais, raciais, partidárias ou sociais intervenham entre meu
dever e meus pacientes."
"Manterei o mais alto respeito pela vida
humana, desde sua concepção."
"Mesmo sob ameaça, não usarei meu
conhecimento médico em princípios contrários às leis da natureza."
"Faço estas promessas, solene e
livremente, pela minha própria honra."
Ao
fazer tal juramento, o médico passa a ter um dever moral consigo mesmo. E, se o
violar, estará ferindo a própria consciência.
Ao se comprometer com esse ideal, o médico
também estabelece o dever para com os outros, que é o segundo passo do dever
ético-moral.
Lamentável
é que muitos desses homens e mulheres que juraram, solene e livremente, que
manteriam o mais alto respeito pela vida humana, desde sua concepção, usem seus
conhecimentos médicos para eliminar a vida que pulsa no santuário do ventre
materno.
Por outro lado, é admirável a coragem e a
honra desses homens e mulheres que não se permitem sujar as mãos com sangue
inocente, mesmo sob qualquer pressão.
Isso
porque sabem que, se agirem em desacordo com o juramento feito por livre
vontade, não terão como se olhar no espelho da consciência e enxergar um
cidadão honrado.
UM
ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que
nos encontremos novamente,
que Deus
lhe guarde serenamente
na palma
de Suas mãos.
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