Sexta-feira, 02 de julho de 2021
“A alegria te mantém doce, desafios te mantém forte, tristezas te mantém
humano, falhas te mantém humilde, sucesso te mantém reluzente.”
EVANGELHO DE HOJE
Mt 9,9-13
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus
— Glória a vós, Senhor!
Naquele tempo, 9Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria
de impostos, e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu Jesus.
10Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos
cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus
discípulos. 11Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que
vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?”
12Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não
precisam de médico, mas sim os doentes. 13Aprendei, pois, o que significa:
‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os
justos, mas os pecadores”.
Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Fernando Santamaria
A escola da misericórdia e comunhão
O Evangelho de hoje tem como contexto as diversas manifestações do poder
de Deus em Jesus Cristo. Por isso, ao chamar um publicano, ou seja, alguém
considerado pecador público, o Senhor acaba por revelar o tipo de poder que,
realmente, Lhe é próprio: o amor misericordioso!
Jesus Cristo, como revelador do Pai das Misericórdias, na unção do
Espírito Santo, não somente chamou a Mateus – “Segue-me” (v.9) -, mas aceitou
entrar em sua casa e tomar a refeição com ele e muitos outros convidados, que
também eram desprezados pelos líderes religiosos do Seu tempo.
Interessante o texto também dizer que, juntamente a Jesus, estavam os
Seus discípulos; tanto assim, que foram eles os questionados pelos que se
autodenominavam “justos”, “Por que vosso mestre come com os cobradores de
impostos e pecadores” (v.11). Quem respondeu a questão foi o próprio Jesus, não
como uma pessoa intrometida num assunto que não lhe diz respeito, mas como a
Razão fundamental do ser e do agir do discípulo: “Aqueles que têm saúde não
precisam de médico, mas sim os doentes” (v.12). Desta maneira, o senhor se
apresenta como o Médico dos médicos, que veio sarar a todos, inclusive aqueles
que O escutam com um coração fechado à revelação plena do Amor que salva, cura
e liberta! Quer pior doença?
Jesus Cristo não veio para alguns, mas para todos, uma vez que não
existe um ser humano naturalmente são depois que o pecado entrou no mundo. Até
a Virgem Maria, criada imaculada, somente o foi por aplicação antecipada dos
méritos de Cristo! Um milagre, tendo em vista a Encarnação do Verbo! Deus assim
O quis! Também ela teve de passar pela escola da misericórdia e da comunhão.
Com certeza, nunca houve melhor aluna tornada mestra!
Por isso, ouvir, hoje e sempre, de Jesus e “aprendei pois, o que
significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’” (v.13), significa que Ele não
esteve contra os sacrifícios rituais, tampouco ciente de que esta vida pede
sacrifícios habituais. Mas revela-se opositor da prática de qualquer rito ou
ato humano vazio do verdadeiro amor. Também quer dizer que a nossa escola de
misericórdia e comunhão comum será sempre o ser e agir do próprio Cristo. Ele
não somente ensina, mas, pela ação do Espírito Santo, nos capacita à escuta e à
prática da Palavra. Quanto à matrícula? Não é necessário a competição ou
vigílias para conseguir uma vaga, apenas crer e reconhecer que o próprio Jesus
preencheu, com o mistério de sua vida, Paixão, Morte e Ressurreição, o
indispensável para sermos admitidos em Sua Igreja, sinal e canal de
misericórdia e comunhão.
Sei que não merecemos tanto! Mas Ele nos ama, porque nos ama mereceu
tudo isso e muito mais para nós! Basta agora, livremente aceitar-se amado (a) e
assinar com uma vida, a qual se deixa melhorar pelo amor de Deus. E mais: será
preciso não nos esquecermos de que, infelizmente, ainda somos ou estamos
pecadores, porque pecamos. E quando isso acontecer, retomemos o aprendizado,
ainda que seja humilhante por parte das nossas fragilidades. Mas não tem por
que ficar no pecado nem perder a esperança, pois “De fato, eu não vim para
chamar os justos, mas os pecadores” (v.13).
Numa escola assim, as férias são desnecessárias, pois o ano letivo
começa nesta vida e a formatura nos aguarda em Céu Novos e numa Terra Nova!
(cf. 1Pd 1,3-5).
MOMENTO DE REFLEXÃO
-
Você gosta do meu vestido? ela perguntou à uma estranha que passava.
-
Minha mãe fez para mim. Ela disse com uma lágrima nos olhos.
- Bem, eu acho que é muito bonito, mas me
conta, por que você está chorando?
Com um ligeiro tremor na voz a menina
respondeu.
-
Depois que mamãe me fez este vestido, ela teve que ir embora.
- Bem,
disse a senhora, agora você deve ficar esperando por ela, estou certa
que ela voltará em breve.
- Não senhora, você não entendeu, disse a
criança, meu pai disse que ela agora está lá em cima, no céu, com meu avô.
Finalmente a mulher percebeu o que a criança
quis dizer e por que ela estava chorando.
Ajoelhando-se suavemente embalou a criança nos
braços e a acariciava enquanto juntas
choravam.
Então, de repente, a menina fez algo que a
mulher achou muito estranho.
Ela
parou de chorar e começou a cantar.
Ela cantava tão suavemente que era quase um
sussurro.
Era
o mais doce som que a mulher já tinha ouvido, quase como uma canção de um
pássaro.
Quando a criança parou de cantar, explicou à
senhora,
-
Minha mãe cantou esta canção para mim antes de ir-se embora, e ela me fez
prometer sempre cantar quando começasse a chorar, que isso me faria parar.
Veja,
ela exclamado, cantei e agora meus olhos estão secos!
Quando a mulher virou-se para ir embora, a pequena
menina agarrou sua roupa,
-
Senhora, você pode ficar apenas mais um minuto?
Eu quero mostrar-lhe algo.
- Claro que sim.
Ela
respondeu, o que você quer que eu veja?
Apontando a uma mancha no vestido, ela disse,
-
Aqui está a marca de onde minha mãe beijou meu vestido, e aqui, disse apontando outra mancha, é outro beijo,
e aqui, e aqui, a mamãe disse que colocou todos esses beijos em meu vestido de modo que eu sempre tenha seus beijos se algo me fizer chorar.
Então
a senhora percebeu que não estava apenas olhando para um vestido.
Não,
ela estava olhando para uma mãe que sabia que ia partir e que não estaria
presente para beijar as lesões que a filha viesse a ter.
Assim
ela pegou todo o amor que tinha por aquela pequena menina bonita e os colocou no
vestido, vestido que agora a criança usava tão orgulhosamente.
Ela
já não via apenas uma pequena menina dentro de um simples vestido, ela via uma criança
embrulhada no amor de sua mãe.
(Tradução
Sergio Barros)
UM
ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que
nos encontremos novamente,
que Deus
lhe guarde serenamente
na palma
de Suas mãos.
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