Quinta-feira, 28
de setembro de 2017
“Quando a tristeza
bater a sua porta, abra um belo sorriso e diga:
Desculpa, mas hoje
a felicidade chegou primeiro.”
EVANGELHO DE HOJE
Lc 9,7-9
— O Senhor esteja
convosco.
— Ele está no meio
de nós.
— PROCLAMAÇÃO do
Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós,
Senhor!
Naquele tempo, o
tetrarca Herodes ouviu falar de tudo o que estava acontecendo, e ficou
perplexo, porque alguns diziam que João Batista tinha ressuscitado dos mortos.
Outros diziam que Elias tinha aparecido; outros ainda, que um dos antigos
profetas tinha ressuscitado. Então Herodes disse: “Eu mandei degolar João. Quem
é esse homem, sobre quem ouço falar essas coisas?” E procurava ver Jesus.
Palavra da
Salvação
Glória a vós
Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade
Bom dia!
Herodes estava curioso por saber quem era esse homem que causava tanto
alvoroço por onde passava. O imagino se questionando: Quem então é esse homem
de que falam tanto? “(…) Herodes, o governador da Galiléia, ouviu falar de tudo
o que estava acontecendo e ficou sem saber o que pensar. Pois alguns diziam que
João Batista tinha sido ressuscitado, outros diziam que Elias tinha
aparecido…”.
Imagino tantas pessoas que querem conhecer Jesus e não o encontram, em
contrapartida os “Herodes” que precisam ser avisados sobre a presença de Jesus
no mundo. Tenho então refletido muito esses dias o discurso de Bento XVI aos
bispos do nordeste (e do Brasil também).
“(…) Diante deste quadro emerge, por um lado, a clara necessidade que a
Igreja católica no Brasil se empenhe NUMA NOVA EVANGELIZAÇÃO QUE NÃO POUPE
ESFORÇOS NA BUSCA DE CATÓLICOS AFASTADOS BEM COMO DAQUELAS PESSOAS QUE POUCO OU
NADA CONHECEM SOBRE A MENSAGEM EVANGÉLICA, CONDUZINDO-OS A UM ENCONTRO PESSOAL
COM JESUS CRISTO, VIVO E OPERANTE NA SUA IGREJA”. (Bento XVI)
Há um povo curioso e sedento de Deus, mas que não teve a oportunidade
de reconhecê-lo ao seu lado, no seu caminhar, em sua vida. Como o evangelho de
domingo nos bem alerta, talvez que nossa criatividade ou empenho não tenham
sido do administrador infiel quando se viu em uma enrascada e de fato também
somos assim…
Esforçamo-nos em ter Deus ao nosso lado quando estamos em apuros, mas
facilmente o esquecemos quando estamos numa posição privilegiada ou de
conforto.
“(…) Todos somos tentados como Cristo: tentados de voltar às costas a
Deus Criador; de pararmos diante das coisas para possuí-las; de querer dominar
sobre os outros, de colocar-nos no centro do mundo: pessoas e povos, caídos na
tentação. Situações de violência e prepotência onde um exaltado demonstra uma
irreprimível vontade de poder” (Dom Geraldo Majella)
Precisamos estar atentos para não nos colocar a frente da graça como
Herodes. Ele não tinha intenção de matar João Batista, mas o fez para
demonstrar que “manda” e muita gente também não tem a intenção, mas afasta as
pessoas de Deus. Muita gente a frente de movimentos e pastorais e também por
vezes sacerdotes, ministros, seminaristas, (…) esquecem da ovelha perdida caso
sua vontade pessoal não seja feita, cumprida, realizada…
Grupos de jovens têm acabado, mas ninguém se atenta; jovens tentam
adentrar nos movimentos e pastorais, mas não sabemos como falar com eles;
conclui-se turmas de crisma, mas poucos desejam ficar e os que ficam, sem
preparo, já são incorporados a messe… Será que nossos planos precisam de uma
revisada ou recall?
Devemos valorizar o que temos de mais precioso que é nossa tradição,
mas temos dado muito mais atenção a criticar aquele que proclamou gaguejando a
primeira leitura do que incentivá-lo a continuar. A igreja não precisa de
músicos, mas é muito triste sem eles, pois como diz o missal, eles também são
comunidade.
A base de nossas comunidades esta envelhecendo, pois poucos líderes estão
sendo formados; poucos seminaristas são suscitados por serem atraídos pelo
mundo e não pelo encanto de se levar a palavra de Deus, pois os nossos irmãos
padres e catequistas também precisam reaprender a encantar e talvez seja essa a
grande mensagem implícita no discurso de Bento XVI.
“(…) Dirigiu-se Jesus ao templo. E, enquanto ensinava, os príncipes dos
sacerdotes e os anciãos do povo aproximaram-se e perguntaram-lhe: Com que
direito fazes isso? Quem te deu esta autoridade”? (Mateus 21, 23)
Hoje celebramos uma pessoa que humildemente agüentou a calúnia. Que foi
lembrado por muitos, não só por suas palavras, por suas ações e por sua vida
como um grande Santo. Que Padre Pio sempre olhe por nós e leve nossos pedidos e
clamores a Jesus.
Um imenso abraço fraterno
MUNDO ANIMAL
Herança dos lobos
Postado por Cão Cidadão
O que faz de certas raças, como
rottweiler, dobermann, pastor alemão e mastim, entre outros, verdadeiros
vigilantes natos? Diversas especulações têm sido feitas a respeito do
temperamento naturalmente agressivo de certos cachorros. É fato que cães exibem
comportamentos agressivos diante de dor, medo ou frustração, numa interação
competitiva e, principalmente, na tentativa de defender seu território ou uma
posição hierárquica ameaçada. Fatores como idade, sexo, ambiente e até alguns
hormônios exercem influência.
Quando são treinados para isso e,
principalmente, quando a herança genética ajuda, o desempenho deles é ainda mais
eficiente, e tais cães tornam-se agressores em potencial. Entretanto, o que faz
de certos animais grandes guardiões de sua casa, sua família e seu dono é o
fato de apresentarem uma natureza protetora. Ou seja, eles defendem a casa e a
família mesmo sem terem sido treinados para tal.
Para tentarmos entender a origem
dessa agressividade territorial e protetora tão evidente em alguns cães é
preciso rememorar as origens de algumas raças caninas e, principalmente,
investigar e compreender melhor como se dá esse comportamento entre os lobos,
já que esses são os ancestrais caninos. Os lobos se organizam em alcateias e,
normalmente, o lobo que poderíamos chamar de “líder” é responsável pela
segurança, guarda e proteção de todo o grupo, além da vigilância do território.
Na tentativa de manter o grupo unido, ele exibe comportamentos desafiadores aos
intrusos, o que causa ainda mais admiração por parte do outros membros da
alcateia. Assim, essa habilidade presente nos cães domésticos pode ter sido
herdada de seus ancestrais.
E por que algumas raças são mais
agressivas que outras? Embora não possamos generalizar, a maior aptidão de
certas raças para a vigilância territorial e proteção teve origem nos
antepassados. O rottweiler, por exemplo, foi inicialmente usado como boiadeiro
de rebanhos, puxador de carroça e, principalmente, como guarda do Império
Romano. Já os tataravôs do fila brasileiro caçavam escravos fugidos. Os
antepassados do pit bull tiveram grande participação na luta contra touros em
espetáculos semelhantes às touradas. Mais tarde, o palco foi substituído pela
arena das rinhas de cães. Assim, o temperamento de cada raça foi sendo
selecionado através de diversas gerações, aumentando ou diminuindo determinadas
habilidades e potenciais agressores.
Felizmente, essa predisposição
genética pode ser, até certo ponto, moldada por treinamento e pelo
proprietário. Não se iluda que qualquer cão pode se tornar manso e 100%
confiável simplesmente porque você irá dar muito carinho e contratar um bom
adestrador. Se você já tem um micro poodle que ataca toda a família e ninguém
tem coragem de tirá-lo do sofá, pense duas vezes antes de comprar um filhotinho
de rottweiler. Os melhores cães de guarda costumam ser os mais dominantes e os
mais destemidos. Portanto, o controle muitas vezes é dificílimo para donos não
muito rigorosos e firmes.
Por Alexandre Rossi, especialista em
comportamento animal. Colaborou Daniela Ramos.
MOMENTO DE REFLEXÃO
Recebi uma mensagem muito
interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque
ela nem precisa dos meus comentários.
Lá vai: "Prezado Max, meu nome
é Sérgio, tenho 61 anos e pertenço a uma geração azarada: Quando era jovem as
pessoas diziam para escutar os mais velhos, que eram mais sábios. Agora dizem
que tenho que escutar os jovens, porque são mais inteligentes.
Na semana passada li numa revista um
artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para
qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa... Aprendi, por exemplo, que
se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os
últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de
comer uma pizza por mês, teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante.
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas, então descobri, para
minha surpresa, que hoje eu poderia estar milionário.
Bastava não ter tomado as
caipirinhas que tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter
comprado algumas das roupas caras que comprei e, principalmente, não ter
desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que
hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária.
É claro que eu não tenho este
dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me
esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu
quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso acho que me sinto absolutamente
feliz em ser pobre.
Gastei meu dinheiro com prazer e por
prazer, porque hoje, aos 61 anos, não tenho mais o mesmo pique de jovem, nem a
mesma saúde. Portanto, viajar, comer pizzas e cafés, não faz bem na minha idade
e roupas, hoje, não vão melhorar muito o meu visual!
Recomendo aos jovens e brilhantes
executivos que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário, chegarão aos 61
anos com um monte de dinheiro em suas contas bancárias, mas sem ter vivido a
vida".
"Não eduque o seu filho para
ser rico, eduque-o para ser feliz.
Assim, ele saberá o valor das
coisas, não o seu preço."
Max Gehringer
UM ABENÇOADO DIA
PRA VOCÊ...
E até que nos
encontremos novamente,
que Deus lhe
guarde serenamente
na palma de Suas
mãos.
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