quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Sábado 23/09/2017

Sábado 23 de setembro de 2017





“A derrota depende de nós, tanto quanto a vitória. Entretanto, a pior derrota é a de quem desanima. Não desanime jamais. Siga à frente corajosamente porque a vitória sorri somente àqueles que não param no meio da estrada.




EVANGELHO DE HOJE
Lc 8,4-15



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!



Uma grande multidão, vinda de várias cidades, veio ver Jesus. Quando todos estavam reunidos, ele contou esta parábola:
- Certo homem saiu para semear. E, quando estava espalhando as sementes, algumas caíram na beira do caminho, onde foram pisadas pelas pessoas e comidas pelos passarinhos. Outras sementes caíram num lugar onde havia muitas pedras, e, quando começaram a brotar, as plantas secaram porque não havia umidade. Outra parte caiu no meio de espinhos, que cresceram junto com as plantas e as sufocaram. Mas algumas sementes caíram em terra boa. As plantas cresceram e produziram cem grãos para cada semente.
E Jesus terminou, dizendo:
- Quem quiser ouvir, que ouça!
Os discípulos de Jesus perguntaram o que ele queria dizer com essa parábola. Jesus respondeu:
- A vocês Deus mostra os segredos do seu Reino. Mas aos outros tudo é ensinado por meio de parábolas, para que olhem e não enxerguem nada e para que escutem e não entendam.
- O que essa parábola quer dizer é o seguinte: a semente é a mensagem de Deus. As sementes que caíram na beira do caminho são as pessoas que ouvem a mensagem. Porém o Diabo chega e tira a mensagem do coração delas para que não creiam e não sejam salvas. As sementes que caíram onde havia muitas pedras são as pessoas que ouvem a mensagem e a recebem com muita alegria. Elas não têm raízes e por isso crêem somente por algum tempo; e, quando chega a tentação, abandonam tudo. As sementes que caíram no meio dos espinhos são as pessoas que ouvem a mensagem. Porém as preocupações, as riquezas e os prazeres desta vida aumentam e sufocam essas pessoas. Por isso os frutos que elas produzem nunca amadurecem. E as sementes que caíram em terra boa são aquelas pessoas que ouvem e guardam a mensagem no seu coração bom e obediente; e, porque são fiéis, produzem frutos.





Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade




Fr. Lucas Emanuel Almeida. CSsR


“Quem tem ouvidos para ouvir, ouça”!
Olá gente querida!
No evangelho de hoje, Jesus nos conta a parábola do semeador e chama-nos a atenção para o modo com o qual nós recebemos a Palavra de Deus em nossa vida como uma prática cotidiana.
A parábola contada no evangelho é simples e direta. Com ela, Jesus que abrir o nosso coração para a acolhida da Palavra que nos dá o conhecimento dos mistérios do Reino de Deus. Assim, o SEMEADOR é Deus; as SEMENTES são a sua Palavra e o TERRENO é o coração humano!
O nosso coração é comparado à terra na qual caem as sementes. Como vimos, uma parte das sementes caíram à beira do caminho e logo foram pisadas e comida pelos pássaros; outra parte caiu sobre as pedras e apesar de terem brotado secaram por falta de umidade; outra, ainda, caiu no meio dos espinhos e acabaram sufocadas por eles e, por último, uma parte caiu em terra boa onde deu muitos frutos!
Percebam que Jesus termina a parábola dizendo: “QUEM TEM OUVIDOS PARA OUVIR OUÇA” (v. 8). Isso nos mostra que SÓ DEPENDE DE NÓS. Nós é que escolhemos o terreno que queremos ser! É uma questão de consciência: queremos dar frutos ou não? Que tipo de pessoas queremos ser? A ESCOLHA É NOSSA!
Seguindo essa reflexão, podemos pensar e comparar esse terreno à vida de nossas comunidades. COMO SÃO NOSSAS COMUNIDADES? São como o terreno pedregoso e os outros que não geram a vida da semente ou são como a terra boa que acolhe e faz frutificar? Nesse sentido, a Palavra de Jesus nos ajuda a pensar a vida de nossas comunidades e, a partir de nós mesmos, buscar caminhos para as mudanças necessárias. É PRECISO ADUBAR A TERRA (nossos corações/comunidades) PARA PRODUZIR MUITOS FRUTOS! É preciso ter PERSEVERANÇA!

Que, Maria, aquela que soube, tão bem, acolher a Palavra de Deus em seu coração, ajude-nos a ter um coração como o seu: cheio de amor, simples, humilde, e acolhedor!



lc_viola@yahoo.com.br




CASA, LAR E FAMÍLIA



A firmeza e a solidez do relacionamento



Um dos quisitos básicos da instituição do casamento é o o sexo e a procriação , mas nem de longe é a única base para o casamento, pois não são os ingredientes unicos para consolidar um relacionamento dentro dos principios eternos do casamento. Antes de qualquer assunto, o casamento exige compromisso. O Amor sem esse ingrediente dessa atividade sólida vale tanto quanto o ódio. O cerimonial de um casamento religioso demora alguns minutos, mas
para construir um relacionamento dentro do padrão do casamento como instituição divina requer uma vida inteira de dedicação e empenho.

Durante muitos anos se tem ensinado que o adultério acaba com o casamento. Isso não é verdade, pois se o sexo não tem base fundamental numa relação como isso pode ocorrer?
O casamento e o sexo estão relacionados no casamento, mas não é a mesma coisa. É preciso distinguir o que seja relação sexual e relação conjugal. De acordo com a Biblia o adultério é a única razão legitima para um divórcio, mesmo assim não é obrigatório. A ruptura de um
relacionamento é uma escolha.
O divórcio torna-se uma opção por causa da dureza do coração. A raiz da palavra no hebraico “casamento” é “gameo” lteralmente significa “fundir”.
A Fusão de diversos elementos que tornam-se um, é um processo lento assim como as joias preciosas são formadas nas profundezas da terra. Elementos simples que se encontram no fundo do solo rochoso por causa da intensa pressão ao qual são submetidos e o tempo
trabalhando em conjunto, vão tornando-se cada vez mais consistentes e inerentes.
Pegue como exemplo o carvão quando a madeira passa pelo processo de decomposição em outra matéria da planta misturada com umidade e o intenso calor e pressão no decorrer de muito tempo transforma-se em diamante.

Ao passar por uma analise o diamante é carbono puro, os diferentes componentes na sua formação não podem mais ser identificados, o calor e a pressão torna o carvão no mais forte dos cristais, o diamante tornando-o inseparavel em sua constituição.

Assim é o casamento como Deus o projetou, como uma pedra preciosa. Ele se desenvolve através dos anos por um prolongado tempo. Ele deve ser um relacionamento por uma vida toda. Assim como a pressão purifica um diamante, da mesma forma os problemas e desafios
da vida purificam um casamento dentro do propósito divino.

Não é facil colidir a história de um com o outro e fundir as culturas experiencias e hábitos e memórias, deixando de ser solteiro com uma vida independente para compartilhar uma
existencia a dois. O casamento não é apenas união de dois seres, mas a fusão. Surge em detrimento disso a solidez e a consistencia criando a raiz familiar de uma nova família, porque nenhum casado entra num relacionamento em “branco” cada um vem com sua bagagem
emocional, psicológica e espiritual e familiar.
Na medida em que superam as dificuldades de um para com o outro, o casal passa a sofrer as pressões desse encontro de culturas. As circunstancias , fatos e atos de um e do outro começam a colidir. A pressão é imensa. O calor desses atritos vai se tornando cada vez mais
intenso. O desejo de desistir e sair dessa relação se acentua. Mas, os principios de Deus e as promessas de Deus concernentes ao casamento vão sedimentando a união criando a fusão e transformando os elementos em jóia preciosa. Sentes a pressão?
É sinal que o processo de ser uma só carne teve inicio. O resulatdo disso é o que Deus ajunta não separa o homem
Esse texto tem a ver comigo e com você com qualquer casal que quer experimentar o melhor de Deus em seu relacionamento. Aprenda a viver com a incoerência do outro sem ser incoerente. A residência vai criando a sedimentação na relação. A tolerância, a paciência, o perdão são ingredientes básicos que ajudarão a criar a fusão. Não temas as pressões internas. Em Cristo somos depurados a construir uma relação em pura Sinergia.

Pedro Luiz Almeida







MOMENTO DE REFLEXÃO




Há muitos anos, Tom era funcionário de uma empresa muito preocupada com a educação.
Um dia, o executivo principal decidiu que ele e todo grupo gerencial – um total de 12 pessoas – deveriam participar de um curso de sobrevivência, que tinha a forma de uma longa corrida de obstáculos. A prova era cruzar um rio violento e impetuoso.
Para a surpresa de todos pela primeira vez o grupo gerencial foi solicitado a dividir-se em três grupos menores de quatro pessoas para a superação daquele obstáculo.
O grupo A, recebeu quatro tambores de óleos vazios, duas grandes toras de madeiras, uma pilha de tábuas, um grande rolo de corda grossa e dois remos.
O grupo B recebeu dois tambores, uma tora e um rolo de barbante.
Já o grupo C não recebeu recurso nenhum para cruzar o rio; eles foram solicitados a usarem os recursos fornecidos pela natureza, caso conseguissem encontrar algum perto do rio ou na floresta próxima.
Não foi dada nenhuma instrução a mais. Simplesmente foi dito aos participantes que todos deveriam atravessar o rio dentro de quatro horas.
Tom teve a “sorte” de estar no grupo A, que não levou mais do que meia hora para construir uma maravilhosa jangada. Um quarto de hora mais tarde, todo o grupo estava em segurança e com os pés enxutos no outro lado do rio, observando os grupos em sua luta desesperada.
O Grupo B, ao contrário, levou quase duas horas para atravessar o rio. Havia muito tempo que Tom e sua equipe não riam tanto como no momento em que a tora e dos dois tambores viraram com os gerentes: do financeiro, de computação, de produção e de pessoal.
E o melhor estava por vir.
Nem mesmo o rugido das águas do rio era suficiente para sufocar o riso dos oito homens quando o grupo C tentou lutar contra as águas espumantes. Os coitados agarraram-se a um emaranhado de galhos, que estavam se movendo rapidamente com a correnteza.
O auge da diversão foi quando o grupo bateu em um rochedo, quebrando os galhos. Somente reunindo todas as forças que lhes restavam foi que o último membro do grupo C, o gerente de logística, todo arranhado e com os óculos quebrados conseguiu atingir a margem, 200 metros rio abaixo.
 Quando o líder do curso voltou, depois de quatro horas, perguntou:
- Então como vocês se saíram?
O grupo A respondeu em coro:
- Nós vencemos! Nós vencemos!
O líder do curso respondeu:
- Vocês devem ter entendido mal. Vocês não foram solicitados a vencer os outros. A tarefa seria concluída quando os três grupos atravessassem o rio dentro de quatro horas.

Nenhum deles pensou em ajuda mútua, nem sonhou em dividir os recursos (tambores, toras, corda e remos) para atingirem uma meta comum.
Não ocorreram a nenhum dos grupos coordenarem os esforços e ajudar os outros.
Foi uma lição para todos no grupo gerencial. Todos caíram direto na armadilha. Mas naquele dia, o grupo aprendeu muito a respeito de trabalho em equipe e de lealdade em relação aos outros.
 Se parássemos de encarar a vida e as pessoas como um jogo e milhões de adversários, muito provavelmente sofreríamos menos, compreenderíamos mais os problemas alheios e encontraríamos muito mais conforto no abraço de cada um.

Mas, infelizmente, nos enxergamos como rivais, como se estivéssemos em busca de um tesouro tão pequeno que só poderia fazer vitorioso a uma única pessoa. Ledo engano: o maior prêmio de nossa existência está na capacidade de compartilharmos a vida!
Estamos todos no mesmo barco!
Experimente acolher ao invés de julgar, perdoar ao invés de acusar e compreender ao invés de revidar!
É difícil, sem dúvida! Mas é possível e extremamente gratificante.
A vida fica mais leve, o caminho fica mais fácil e a recompensa, muito mais valiosa.

A EQUIPE FAZ A FORÇA.



UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.

                                                                                                                          




Nenhum comentário:

Postar um comentário