quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Segunda-feira 25/09/2017

Segunda-feira, 25 de setembro de 2017





“Que o vento leve, que a chuva lave, que a alma brilhe, que o coração acalme, que a harmonia se instale e a felicidade permaneça.”





EVANGELHO DE HOJE
Lc 8, 16-18



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!



Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 16“ninguém acende uma lâmpada para cobri-la com uma vasilha ou colocá-la debaixo da cama; ao contrário, coloca-a no candeeiro, a fim de que todos os que entram vejam a luz. 17Com efeito, tudo o que está escondido deverá tornar-se manifesto; e tudo o que está em segredo deverá torna-se conhecido e claramente manifesto.

18Portanto, prestai atenção à maneira como vós ouvis! Pois a quem tem alguma coisa, será dado ainda mais; e àquele que não tem, será tirado até mesmo o que ele pensa ter”.






Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade




Bom dia!
Tenho refletido muito esse evangelho e por vezes me questiono quanto a minha conduta. Explico…
Como outros tantos cristãos, nos assoberbamos de trabalhos dentro da igreja e é nesse ponto que me interrogo: Será que estar atuante em tantas áreas é o correto, pois ao ocupar um espaço talvez não permita que outros surjam? Mas como não questionar a situação que a messe continua a crescer, mas os operários não?
É um fato que grande parte das pastorais se “especializou” em “pescar o peixe que esta dentro do aquário”, ou seja, aquele que já esta aqui dentro; outro fato é que falar de Deus para quem já o conhece, creio que não seja uma tarefa tão árdua como é ser luzeiro no mundo. Falar de Deus talvez não seja tão complexo como viver sua palavra todos os dias, cansado, voltando do longo dia de trabalho, sem descanso…
Mas se paro, como fica aquele que aprendeu a me procurar?
O capitão do barco quando avista o farol sabe que duas coisas existem ali: Um caminho seguro e um perigo eminente (rochas, corais, pouca profundidade) ou o farol foi por acaso construído apenas para iluminar o mar? Surge então a grande dúvida: Será que um farol pode estar em todo lugar ao mesmo tempo?
A indagação surge do fato que por maior que seja meu, o seu, o nosso empenho, possivelmente será pequeno mediante a crescente messe. Nosso esforço parece sempre andar em progressão aritmética (PA) e a messe em geométrica (PG).
Quantos servos, filhos de Deus, pais, mães, (…) se sentem assim? Mas o estranho é que é nessa hora que Deus se supera em nós! “(…) PORQUE QUEM TEM RECEBERÁ MAIS; mas quem não tem, até o que pensa que tem será tirado dele”.
Deus na verdade não precisaria de nós, mas espera com muita ansiedade um gesto concreto de fé resiliente.
Resiliência deriva de uma propriedade química ou física em que uma substância tem, após estresse ou de uma adversidade, de conseguir se adaptar ou retornar ao estado original. Por analogia (comparação) imaginemos um fino galho de goiabeira que mesmo sobre forte peso, nega-se a quebrar. Fé resiliente é aquela que se nega a desistir e que após longo estresse é recompensada com os frutos.
Não! Não vale a pena desistir do projeto de Deus por falta de operários, pois se fomos edificados faróis para alguma coisa precisamos servir. O gesto de um único farol pode mudar a vida de um navio perdido no mar, claro que não salvaremos a todos. Ambicionamos a coisas muito grandes; reclamamos muito das coisas pequenas que somadas começam a nos pesar, mas preciso voltar a ver a gama de dons que Deus dá aos que estão assoberbados em Seu nome
“(…) Aquele que é fiel nas coisas pequenas será também fiel nas coisas grandes. E quem é injusto nas coisas pequenas, sê-lo-á também nas grandes Se, pois, não tiverdes sido fiéis nas riquezas injustas, quem vos confiará as verdadeiras”? (Lucas 16, 10-11)
Vamos continuar!
Um imenso abraço fraterno






MOTIVAÇÃO NO TRABALHO



Gostar do que faz
Professor Luiz Marins



 Tenho visto, com certa preocupação, pessoas que sentem-se "desiludidas" com o trabalho, achando-se "injustiçadas" e "desmotivadas" e tendo uma atitude de fazer cada vez menos, dedicar-se cada vez menos, economizar-se cada vez mais. Isso tem criado um círculo vicioso muito perigoso. Quanto menos essas pessoas se dedicam e se comprometem, mais ficam à mercê de serem demitidas ou substituídas.

 É preciso repensar o trabalho. Trabalho não é castigo. Passamos no trabalho, as oito melhores horas de cada dia e os 35 melhores anos de nossa vida, no mínimo. Temos que transformar as horas de trabalho em horas de crescimento, de desenvolvimento, de satisfação, de alegria. Uma atitude negativa em relação ao trabalho é a própria morte em vida.

 Há pessoas que têm a ilusão de que elas devem fazer só o que gostam. Isso, me perdoem, não existe. É preciso gostar do que se faz. Essa idéia ingênua de fazer só o que se gosta é sonhadora e irreal. Temos que fazer tudo o que pudermos, com nossa inteligência e vontade para gostar do que fazemos. Muitas vezes, isso pode significar transformar o limão em limonada como se diz popularmente. Na idéia ingênua de fazer só o que se gosta, as pessoas ficam eternamente buscando uma coisa que lhes dê ânimo, alegria, satisfação e, é claro, nunca encontram, pois nunca dedicam-se a gostar do que fazem, transformando o que fazem, naquilo que lhe dará prazer, satisfação, crescimento, orgulho, etc.

 Ficar "brigando" com o trabalho o tempo todo é uma atitude insana e só nos trará crescentes desilusões. É preciso repensar o trabalho como uma forma de realização pessoal e profissional e que no fundo são a mesma coisa, pois que somos reconhecidos na sociedade pelo que fazemos profissionalmente.

 Nesta semana, gostaria que você repensasse suas relações pessoais com o seu trabalho. Será que você não está procurando o impossível? Será que a solução não seria dedicar-se mais, comprometer-se mais, procurando gostar do que faz ao invés de viver atrás do sonho de só fazer o que gosta?

 Pense nisso. Boa Semana. Sucesso!






MOMENTO DE REFLEXÃO




Por que temos às vezes a impressão que a oração não passa do teto da casa?
Por que tantas palavras parecem inúteis ou imensos gritos mudos, onde a resposta fica em algum lugar, mas sempre distante daquele que estamos?
Não é a quantidade de palavras que usamos, nem o tempo que passamos de joelhos que torna nossa oração mais verdadeira, ou mais acessível a Deus.
Deus não vê palavras bonitas, não se interessa por vocabulários ricos e citações difíceis.
Ele ouve o coração.
O que a boca diz, o que a mente recita podem ser meros desejos humanos e, por essa mesma razão, não passam dessa esfera em que nos encontramos.
Nossa ansiedade e urgência por respostas colocam barreiras entre Deus e nós.
Pedimos o que queremos e perdemos a humildade de aceitar o que Ele tem para nos oferecer, se isso vai de encontro ao que desejamos. Oração é petição, mas nosso orgulho transforma o pedido em desejo único e incontestável.
Muitas respostas que não veem são somente "nãos" que não quisemos interpretar como tal, o que torna nosso calvário mais longo, pois continuamos esperando e esperando... e carregamos no peito essa amarga sensação de que Ele não nos ouve, que nossa oração é vazia e inútil.

Mas aprendi nesse caminho que a oração que Deus ouve é aquela que vai do nosso coração ao Seu coração,
ela não vai a Deus, mas O traz a nós, e que faz uma grande diferença para nosso crescimento espiritual e pessoal.
Assim nosso coração aceita que talvez tenhamos nos enganado de caminho, como tantas vezes nos enganamos na vida, mas que Deus, na Sua infinita sabedoria soube agir por nós.

Letícia Thompson



UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.




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