sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Sábado 09/09/2017

Sábado, 09 de setembro de 2017
 
 
 
"A coragem é a primeira das qualidades humanas, porque é a qualidade que garante as demais."- (Winston Churchill)
 
 
 
 
EVANGELHO DE HOJE
Lc 6, 1-5
 

 
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
 
 
5Nos dias de Herodes, rei da Judeia, vivia um sacerdote chamado Zacarias, do grupo de Abia. Sua esposa era descendente de Aarão e chamava-se Isabel. 6Ambos eram justos diante de Deus e obedeciam fielmente a todos os mandamentos e ordens do Senhor. 7Não tinham filhos, porque Isabel era estéril, e os dois já eram de idade avançada.
8Em certa ocasião, Zacarias estava exercendo as funções sacerdotais no Templo, pois era a vez do seu grupo. 9Conforme o costume dos sacerdotes, ele foi sorteado para entrar no Santuário, e fazer a oferta do incenso. 10Toda a assembleia do povo estava do lado de fora rezando, enquanto o incenso estava sendo oferecido.
11Então apareceu-lhe o anjo do Senhor, de pé, à direita do altar do incenso. 12Ao vê-lo, Zacarias ficou perturbado e o temor apoderou-se dele. 13Mas o anjo disse: “Não tenhas medo, Zacarias, porque Deus ouviu tua súplica. Tua esposa, Isabel, vai ter um filho, e tu lhe darás o nome de João. 14Tu ficarás alegre e feliz, e muita gente se alegrará com o nascimento do menino, 15porque ele vai ser grande diante do Senhor. Não beberá vinho nem bebida fermentada e, desde o ventre materno, ficará repleto do Espírito Santo. 16Ele reconduzirá muitos do povo de Israel ao Senhor seu Deus. 17E há de caminhar à frente deles, com o espírito e o poder de Elias, a fim de converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à sabedoria dos justos, preparando para o Senhor um povo bem disposto”.
18Então Zacarias perguntou ao anjo: “Como terei certeza disto? Sou velho e minha mulher é de idade avançada”. 19O anjo respondeu-lhe: “Eu sou Gabriel. Estou sempre na presença de Deus, e fui enviado para dar-te esta boa notícia. 20Eis que ficarás mudo e não poderás falar, até o dia em que essas coisas acontecerem, porque não acreditaste nas minhas palavras, que se hão de cumprir no tempo certo”.
21O povo estava esperando Zacarias, e admirava-se com a demora no Santuário. 22Quando saiu, não podia falar-lhes. E compreenderam que ele tinha tido uma visão no Santuário. Zacarias falava por sinais e continuava mudo.
23Depois que terminou seus dias de serviço no Santuário, Zacarias voltou para casa. 24Algum tempo depois, sua esposa Isabel ficou grávida, e escondeu-se durante cinco meses. 25Ela dizia: “Eis o que o Senhor fez por mim, nos dias em que ele se dignou tirar-me da humilhação pública!”
 
 
Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor
 
 
 
 
 

MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Canção Nova
 
 

Bom dia!
Antigamente, anterior ao concilio vaticano II, ela era venerada como Nossa Senhora da Vitória, em virtude de ter sido creditado a ela os méritos de uma grande vitória em uma batalha, que acontecia SIMULTANEAMENTE em que os fieis faziam a procissão do rosário. A ela ainda é atribuída a concepção de vitória sobre os problemas, pois vê-se nela a mulher destemida que aceita sem medo encarar das situações adversas.
De que temos medo? Que batalhas precisam ser vencidas?
Fisiologicamente nosso corpo responde aos medos com uma descarga de adrenalina na corrente sanguínea. Ela ( a adrenalina) gera em nós respostas físicas como o “suor frio”, a dilatação das pupilas e principalmente a resposta de fuga. Essa resposta é diferente em cada um de nós. Em alguns, a adrenalina gera a idéia convicta de correr ou fugir do agressor a outros a resposta é a posição estática, ou seja, nada consegue fazer.
Um exemplo: Ao vermos nosso filho quase caindo do berço, da cama ou do sofá, alguns ainda conseguem ter a reação de correr e alcançar antes que o fato que se consuma, porém outros não conseguem nada fazer a não ser gritar e por as mãos a cabeça…
Esse exemplo é muito comum em casa, mas existem outros exemplos que poderiam se simplificar num questionamento: Como eu respondo aos medos e as tempestades? CORRO OU ENFRENTO?
Problemas não devem ser encarados como uma disputa de carros num racha – onde o que chegar à frente ganha –  NÃO É BEM ASSIM. Quando encaro medos e problemas como racha não observo as pessoas, tão pouco ligo para elas, pois quero sair vencedor. Essa é a forma mais comum de vermos as pessoas responder: resolvo meu problema e bananas para os outros.
Antes de encarar o medo (ou problema) devo mudar a forma como respondo a ele. A resposta ao meu problema não pode ferir quem esta ao meu redor, mas também não pode limitar na vontade do outro. Como assim? A mulher que apanha em casa covardemente não pode ficar com “dó” de denunciar seu agressor. Por mais que queira bem ao seu amado, cessando as alternativas de dialogo, querer bem é preservar-se da agressão. A fisiologia humana parece conspirar contra nossa vontade de se defrontar com o agressor, que denota que precisamos treinar mais para termos a melhor resposta ao estimulo.
Treinar mais não é viver agora a procurar encrenca, ok?
Alguém fala, retruco! Brigam comigo, imediatamente respondo! Isso não é treino, é intempestividade.
Maria, hoje, é relembrada pela forma que respondeu aos seus medos. Ela bem sabia que ter um filho sem um marido poderia lhe ocorrer. Engraçado, ela nem correu e tão pouco ficou estática como a pessoa que levou um grande susto, Maria respondeu e melhor que isso, deu a melhor resposta. “(…) Eu sou uma serva de Deus; que aconteça comigo o que o senhor acabou de me dizer! “.
Realmente, Maria deu a melhor resposta, pois treinava muito o “sim” a Deus, sendo assim, não teve medo. Maria era como o jovem que estuda e enfrenta o vestibular com naturalidade; ou como um cirurgião diante às dificuldades e complicações de uma cirurgia delicada; ou como uma mãe ou pai que pula na frente de um carro pra salvar a vida do filho (…); ela responde como muitos de nós responderíamos ao vermos algo que queremos muito. Ela sonhava com o reino de Deus e tinha um propósito em toda sua criação
“(…).Eis as ordenações, as leis e os preceitos que o Senhor, vosso Deus, me ordenou ensinar-vos, a fim de que os pratiqueis na terra aonde ides entrar para tomar posse dela Assim, temerás o Senhor, teu Deus, observando todos os dias de tua vida, tu, teu filho e o filho de teu filho, todas as leis e os mandamentos que te prescrevo, e teus dias serão prolongados. Tu os ouvirás, pois, ó Israel, e cuidarás de cumpri-los, para que sejas feliz e te multipliques copiosamente na terra que mana leite e mel, como te prometeu o Senhor, o Deus de teus pais. Ouve, ó Israel! O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças”. (Deuteronômio, 6, 1-5)
Ela amava a Deus de toda sua alma.
O que quero e tenho hoje vale à pena a luta? De um passo na fé hoje e de a melhor resposta! “(…) Não tenha medo! Deus está contente com você.
Que Nossa Senhora nos ajude a conquistar a vitória!
Um imenso abraço fraterno.  
 
 
 
 
CASA, LAR E FAMÍLIA
 
 
Música cristã precisa de honestidade, não de rótulos, afirma Bono, do U2
Segundo o líder do U2, uma honestidade brutal é a raiz tanto do relacionamento com Deus quanto da arte Saiba mais sobre esse mal que
 
 
Se você é fã do U2, deve saber que o vocalista Bono Vox ama os salmos. O músico irlandês falou várias vezes sobre a inspiração que os hinos bíblicos lhe dão. E, em uma entrevista ao Fuller Studio publicada no fim de abril, asseverou que os salmos têm uma grande lição a oferecer aos músicos cristãos: se você quer criar arte de verdade, precisa ser bem mais honesto do que a típica música cristã da atualidade.
 
“Não temos que agradar a Deus de nenhuma outra maneira senão sendo brutalmente honestos”, disse o músico de 57 anos, em conversa com o professor de teologia e cultura David Taylor. “Essa é a raiz não apenas do relacionamento com Deus, mas de uma boa música. De fato, é o único lugar onde você pode encontrar uma boa música ou qualquer obra de arte que mereça esse nome”. Bono se dirigiu especificamente aos artistas “que não estão dando expressão para o que está realmente acontecendo em suas vidas porque acham que isso vai dar uma impressão errada sobre eles”.
 
“Quando olho para as Escrituras, encontro um grupo das pessoas mais desonestas já reunidas em um só lugar. Tem assassinos, adúlteros, egocêntricos… Sabe, parece a maioria dos meus amigos, parece eu mesmo”, disse Bono. O cantor vê o caminho de conversão do rei Davi – um adúltero e assassino – refletido na profunda honestidade dos salmos.
 
Fazem falta as músicas religiosas com crítica social, diz padre Zezinho
“Tenho um leve pressentimento de que Deus não está interessado em propaganda”, ironizou Bono. “A criação grita o nome de Deus. Então não precisamos pôr uma placa em cada árvore, certo? ‘Não, esta não é uma árvore cristã, não tem uma placa nela dizendo isso’. Esta não é uma música cristã; aquela é. Entende? Isso realmente precisa parar. Precisa parar”, disse o músico.
 
“Quero ouvir uma música sobre a ruptura do seu casamento, quero ouvir músicas sobre justiça, quero ouvir a raiva diante da injustiça, quero ouvir uma música tão boa que faça as pessoas desejarem fazer algo a respeito de seu tema”, defendeu Bono.
 

 
 
 
MOMENTO DE REFLEXÃO
 
 

 
Havia, certa vez, uma tribo de índios, cujo cacique era admirados por todos, devido à sua sabedoria, honestidade e bondade. Desejando que seus súditos vivessem em segurança, ele criou leis abrangendo todos os aspectos da vida tribal.
 
Um dia, surgiu um problema na tribo. Alguém estava cometendo pequenos furtos. O cacique reuniu a tribo e, com tristeza no olhar, frisou que não havia necessidade de furtos, pois todos tinham o necessário para viver. Assim, ele frisou que o responsável teria o castigo habitual: 20 chibatadas.
 
Os furtos, entretanto, continuaram. O cacique reuniu a tribo novamente e aumentou para 30 chibatadas. Apesar disso, os furtos não cessaram.
 
Por favor – suplicou o cacique – estou suplicando para o bem de vocês! Os furtos precisam parar. Eles estão causando sofrimento entre vocês! E aumentou o castigo para 40 chibatadas. Aqueles que estavam próximos dele viram que uma lágrima escorreu pela sua face.
 
Finalmente, um índio veio dizer que havia identificado o autor dos furtos. A notícia se espalhou e todos se reuniram para ver quem era. Um murmúrio de espanto percorreu a pequena multidão, quando a pessoa foi trazida por dois guardas. A face do cacique empalideceu de susto e sofrimento. Era sua mãe, uma senhora idosa e frágil.
 
Todos pensaram: E agora? Será que o cacique, mesmo assim, será imparcial? Seria o amor à sua mãe capaz de impedir o cumprimento da lei? O cacique disse:
- Meu amado povo, as 40 chibatadas serão aplicadas. Faço isso pela nossa segurança e pela nossa paz.
 
Acenou com a cabeça e os guardas fizeram sua mãe dar um passo à frente. Um deles retirou o manto dela, deixando à mostra suas costas ossudas e arqueadas. O carrasco, armado de chicote, aproximou-se e começou a desenrolar o seu instrumento de punição.
 
Nesse momento, o cacique deu um passo à frente, retirou o seu manto e todos puderam ver seus ombros largos e bronzeados. Com muito carinho, passou os braços ao redor de sua querida mãe, protegendo-a por inteiro com o próprio corpo. Encostou o seu rosto ao dela, misturando suas lágrimas. Fez sinal afirmativo ao carrasco e este desferiu 40 chibatadas nos ombros fortes do cacique.
 
Foi um momento inesquecível para toda a tribo, que aprendeu, naquele dia, como se podem harmonizar o amor e a justiça.
 
O amor tudo vence e encontra saída para as situações mais complicadas, sem quebrar a justiça. Este mesmo gesto fez Deus Pai conosco, enviando-nos seu Filho. Assim ele harmonizou a justiça com o amor. “Deus amou tanto o mundo que lhe deu seu Filho único” (Jo 3,16).
 
Só que Deus foi mais longe: Em vez de apenas levar chibatadas, deu a vida. Isso porque a nossa pena era a morte.
 
(Fonte: Pe. Jesus Bringas)
 
 

 

 

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