domingo, 10 de setembro de 2017

Segunda-feira 11/09/2017

Segunda-feira, 11 de setembro de 2017



"Amor ao próximo é quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos."




EVANGELHO DE HOJE
Lc 6, 6-11



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.


Aconteceu num dia de sábado que 6Jesus entrou na sinagoga e começou a ensinar. Aí havia um homem cuja mão direita era seca. 7Os mestres da Lei e os fariseus o observavam, para ver se Jesus iria curá-lo em dia de sábado, e assim encontrarem motivo para acusá-lo. 8Jesus, porém, conhecendo seus pensamentos, disse ao homem da mão seca: “Levanta-te, e fica aqui no meio”. Ele se levantou, e ficou de pé. 9Disse-lhes Jesus: “Eu vos pergunto: O que é permitido fazer no sábado: o bem ou o mal, salvar uma vida ou deixar que se perca?” 10Então Jesus olhou para todos os que estavam ao seu redor, e disse ao homem: “Estende a tua mão”. O homem assim o fez e sua mão ficou curada. 11Eles ficaram com muita raiva, e começaram a discutir entre si sobre o que poderiam fazer contra Jesus.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor







 
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade



Bom dia!
Vejamos o que a reflexão proposta pelo site da CNBB propõe para hoje:
“(…) Duas perguntas podem ser feitas a partir do Evangelho de hoje: a primeira é sobre o motivo da existência da lei, e a segunda é sobre a nossa atitude em relação ao modo de agir das outras pessoas. No primeiro caso, a lei pode existir tanto para garantir direitos como para ser instrumento de opressão e de dominação. Os fariseus e os mestres da Lei fizerem da Lei de Deus não um meio para garantir o bem, mas um meio de estabelecerem relações de poder e dominação. No segundo caso, quando uma pessoa faz algo que nos surpreende, nós podemos condená-la e excluí-la porque não segue os padrões da normalidade ou podemos buscar os seus motivos, e talvez aprendamos novas formas de amar“.
Esse texto me fez refletir muito quanto à forma que respondemos as necessidades dos irmãos. Será que ao ver alguém retornar ou “cair na real” após uma falta, deslize ou fraqueza o recebemos? Será que seus erros são mais importantes que o seu desejo de voltar? Que conceitos ou pré-conceitos temos antes de ajudar?
Um exemplo. Aqui na cidade nossos semáforos estão tomados por malabares e artistas de rua que em troca de uma moeda, fazem aquele tempo do sinal vermelho ficar mais curto. Ao passar o chapéu, colaboramos? Por que não? E por que deveríamos? Uns dirão que não dão para não incentivar esse trabalho e esse tipo de vida; alguns já não ajudam, pois dizem que o dinheiro se converterá em bebida ou drogas; outros ajudam reconhecendo o esforço, mas uma coisa é certa, todas as opiniões são possíveis dentro do SEU PONTO DE VISTA.
Será que Jesus fez mal em curar no Sábado? Será que o Senhor deveria ter indagado sobre a vida do rapaz da mão seca, sobre os motivos que levaram a ficar daquele jeito; se ele mereceria ou não ser curado?
Bem sabemos que a esmola não ajuda na mudança de vida daquele rapaz do sinaleiro, mas se deu, foi dado, foi uma recompensa, ponto! Sabemos que esse gesto não o ajudará a sair dessa e agarrar a uma nova proposta, um trabalho formal, a busca de horizontes, mas quem foi que disse que todos nós precisamos ser empregados de alguém? Um cigano precisa trabalhar de carteira assinada? Um índio tem que falar português?
Jesus ao curar aquele homem nota em seu coração a vontade que querer mudar aquilo que vivia, pois o orgulhoso, mesmo vivendo a pior das situações não reconhece, não “levanta à mão”, não baixa a crista! A vontade de curar de Jesus se baseia no fato que aquele simples gesto poderia encorajar aquele homem a mudar de vida e muitas vezes não permitimos o milagre apenas embasado no MEU PONTO DE VISTA, no que penso, no que acho…
“(…) O olhar de Cristo esconde nas entrelinhas complexos fenômenos intelectuais e uma delicadeza emocional. Mesmo no extremo da sua dor ele se preocupava com a angústia dos outros, sendo capaz de romper o instinto de preservação da vida e acolher e encorajar as pessoas, ainda que fosse com um olhar… Quem é capaz de se preocupar com a dor dos outros no ápice da sua própria dor? Se muitas vezes queremos que o mundo gravite em torno de nossas necessidades quando estamos emocionalmente tranqüilos, imagine quando estamos sofrendo, ameaçados, desesperados”. (Augusto Cury – Mestre dos mestres)
Jesus questiona os motivos daqueles que desejam que o milagre não aconteça e ao deparar com a inveja e os falsos valores, possivelmente se entristece, mas não deixa de cumprir sua missão.
Não permitamos que nossos pré-conceitos nos afastem de realizar ou sermos o milagre na vida dos irmãos!
Um imenso abraço fraterno.






 

MOTIVAÇÃO NO TRABALHO


Festina Lente - Apressa-te Devagar
Luiz Marins


Octavius Augustus (Caivs Jvlivs Caesar Octavivs Avgvstvs), Imperador Romano - 27 a.C. a 14 d.C. é considerado pela Dicta Sapientia Latina o autor desta frase atribuída a muitos Festina Lente "Apressa-te Devagar".
Esta sabedoria milenar deve nos levar a uma reflexão profunda nos dias de hoje. Tanta correria. Globalização. Rapidez. Velocidade....
Sem dúvida a disponibilidade e velocidade da informação global nos dá uma sensação irresistível de "pressa". Porém, temos que ter a sabedoria para distinguir "velocidade" de "pressa". Não há dúvida que, hoje, os velozes vencerão os lentos. Mas "velocidade" não é "pressa". Ser "veloz" é saber adequar a velocidade às condições da estrada (no caso de um automóvel, por exemplo) ou do tempo (no caso de um avião) ou do mar (no caso de um barco ou navio).  Ter "pressa" sem atentar para as condições de segurança é buscar um acidente que poderá ser fatal. E a maioria dos acidentes por falha humana ocorre justamente pela imprudência da  "pressa".
Assim é na vida pessoal e profissional de cada um de nós. Assim é na vida empresarial e na própria empresa como organização. Temos que ser velozes, ágeis, rápidos no decidir e no agir. Mas, sem "pressa".    A pressa é inimiga da perfeição  a velocidade, não.
É preciso saber dar tempo ao tempo para que as coisas realmente amadureçam e aconteçam. É preciso compreender que a aprendizagem de novos conceitos, atitudes e comportamentos leva algum tempo. É preciso compreender que para que nossa empresa e nossos produtos sejam realmente conhecidos e absorvidos pelo mercado, leva algum tempo  às vezes, alguns anos. E não há como "atropelar" o tempo. E como dizia Alexis Carrel, "ninguém ultrapassa impunemente os limites da natureza". Os que querem atropelar o tempo pagarão por essa imprudência.
Nos estudos que temos feito, constatamos que uma empresa, hoje, leva, no mínimo cinco anos para ser realmente "reconhecida" pelo mercado e começar a dar resultados positivos. Isso se ela se mantiver no seu foco e fizer tudo muito bem feito.
Vejo empresários que ficam ansiosos querendo resultados imediatos. Querem que o mercado prestigie sua marca, sua empresa. Isso não acontecerá a não ser depois de algum tempo. A maioria dos empresários e empreendedores não agüentam esperar esse tempo. Fecham antes. Têm pressa e mudam de ramo, setor. Mudam sua filosofia, sua postura frente ao mercado. Quando isso ocorre, o mercado simplesmente ignora suas empresas, não as reconhece. É preciso dar tempo ao tempo. É preciso ser veloz, mas sem pressa.
Repito que não há dúvida que, hoje, os velozes vencerão os lentos. Temos que ter agilidade e velocidade em tudo o que fizermos. Mas lembre-se que alguns dos maiores problemas que temos podem ter como causa a pressa. A pressa é inimiga da perfeição. Comer com pressa faz mal à saúde. Uma fruta com seu amadurecimento "acelerado e apressado" pelas modernas técnicas agrícolas não tem o mesmo gosto gostoso que só o crescimento natural pode proporcionar. E assim é a vida.
Será que temos a sabedoria para distinguir velocidade de "pressa"? Planejamos nossa vida e nossas atividades para sermos velozes e não precisarmos ter "pressa"? E em nossa empresa? Sabemos e vivemos essa distinção? Ou fazemos tudo "apressadamente" com as conseqüências que já conhecemos?
Para vencer nos dias de hoje a receita é: Apressa-te devagar!









MOMENTO DE REFLEXÃO



Gente fina é aquela que é tão especial que a gente nem percebe se é gorda, se é magra, se é velha, se é moça, se é loira, se é morena, se é alta ou se é baixa.
Ela é gente fina, ou seja, está acima de qualquer classificação.
Todos a querem por perto.
Tem um astral leve, mas sabe aprofundar as questões quando necessário.
É simpática, mas não bobalhona.
É uma pessoa direita, mas não escravizada pelos certos e errados: sabe transgredir sem agredir.
Gente fina diz mais sim do que não, e faz isso naturalmente, não somente para agradar.
Gente fina não julga ninguém.
Tem opinião, apenas.
Gente fina é elegante e sincera.
É o que mais se pode querer!
Gente fina não esnoba, não humilha, não trapaceia, não compete,não é invejosa, e, como o próprio nome diz, não é grossa.
Gente fina não veio ao mundo para colocar areia no projeto dos outros.
Gente fina é amável, honesta, verdadeira e confiável.
Gente fina não se ama por ser fácil, se ama porque é de Deus!
E Deus é amor.

Dedicado a todas as pessoas que julgam as outras!
E não gostam de ser julgadas....





E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.


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