Terça-feira, 19 de Setembro de 2017
“Senhor, protegei-nos, porque a vida é a única maneira que temos
para manifestar o teu milagre.”
EVANGELHO DE HOJE
Lc 7,11-17
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!
Jovem, eu te ordeno levanta-te!
11No dia seguinte dirigiu-se Jesus a uma cidade chamada Naim.
Iam com ele diversos discípulos e muito povo.12Ao chegar perto da porta da
cidade, eis que levavam um defunto a ser sepultado, filho único de uma viúva;
acompanhava-a muita gente da cidade.13Vendo-a o Senhor, movido de compaixão
para com ela, disse-lhe: Não chores!14E aproximando-se, tocou no esquife, e os
que o levavam pararam. Disse Jesus: Moço, eu te ordeno, levanta-te.15Sentou-se
o que estivera morto e começou a falar, e Jesus entregou-o à sua
mãe.16Apoderou-se de todos o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: Um grande
profeta surgiu entre nós: Deus voltou os olhos para o seu povo.17A notícia
deste fato correu por toda a Judéia e por toda a circunvizinhança
Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade
Alexandre
Soledade
Bom dia
“(…) Os
milagres que Jesus realiza não possuem uma finalidade em si, mas são a
expressão de uma realidade maior. Quando vemos o caso do Evangelho de hoje,
percebemos duas coisas: primeiro: o nosso Deus é o Deus da vida e da vida em
abundância, e tem poder sobre a morte; segundo: o que motiva Jesus a agir é a
compaixão com os que sofrem, e isso nos mostra um aspecto muito importante da
sua missão, que é a solidariedade com os mais pobres e necessitados. E tudo
isso nos revela que Deus veio visitar o seu povo, ser solidário com ele, e ESTA
NOTÍCIA PRECISA SER ESPALHADA PARA TODOS OS HOMENS A FIM DE QUE TODOS POSSAM
PERCEBER A PRESENÇA AMOROSA DE DEUS EM SUAS VIDAS”. (site da CNBB)
Em outra
passagem que retrata esse momento descreve-se que Jesus tocou o esquife do
caixão e não o rapaz, mas o que esse detalhe nos chama a atenção, se independentemente
do local onde foi tocado o rapaz voltou à vida?
De que
valeria tocar um corpo sem vida? O que por ventura ele sentiria? Nada! Quantas
pessoas não se encontram assim, mortas ao sentimento, ao toque, ao carinho?
Como podem atestar o toque de Deus se nada podem sentir? Como diz o texto da
CNBB é preciso que alguém continue insistindo em acreditar levando a mensagem,
essa “notícia” a todas as pessoas para que o ouçam.
Recentemente
a CNBB publicou as diretrizes de ação evangelizadora até 2015 e um parágrafo me
chamou muita a atenção:
“(…) A
Conferência de Aparecida nos convocou a ser uma Igreja toda missionária e em
estado permanente de missão: “Ai de mim se não evangelizar!” (1Cor 9,16). A
Igreja nasce da missão e existe para a missão. EXISTE PARA OS OUTROS E PRECISA
IR A TODOS. No processo de evangelização, o testemunho é condição para o
anúncio. A própria comunidade cristã precisa ser ela mesma anúncio, POIS O
MENSAGEIRO É TAMBÉM MENSAGEM. Os mensageiros de Jesus Cristo são, ANTES DE TUDO,
TESTEMUNHAS DAQUILO QUE VIRAM, ENCONTRARAM E EXPERIMENTARAM. Este fato implica
irradiar a presença de Deus, de Jesus Cristo, Deus-Conosco, e, na força do
Espírito Santo, proclamar com a palavra e com a vida que Cristo está vivo entre
nós. Vendo a comunidade cristã reunida no amor e em oração, as pessoas de hoje
exclamarão, como o visitante de quem fala Paulo aos Coríntios:
“Verdadeiramente, Deus está entre vós!” (1Cor 14,25). ( §76 doc 94 CNBB)
Dias atrás
nos deparamos com a reflexão do servo infiel que muito foi perdoado e não
permitiu o perdão aos que o feriram, se assim voltarmos a refletir, quantas
pessoas estão por ai “mortas” por falta do nosso perdão? Quantas esperam ouvir
algo concreto que as encante a voltar? Uma pessoa não se convence se não sentir
que aquilo que ouve seja verdade. Pergunto: como é que estou fazendo o meu
trabalho?
Ouço muita
gente me chamar de “irmão”, “amado”, (…), mas será que esse título vai além da
saudação? Será que ao chamar alguém assim sou DE FATO irmão ou amado por essa
pessoa? A nossa demagogia não nos permite aproximar nem do esquife dos que
sofrem.
Sabemos que
mudar um pensamento deve partir de dentro para fora e nós conseguiremos, por
mais que sejamos eloqüentes ou de fácil falar, tocar apenas o esquife dessas
pessoas. Sentir o tocar de Deus dependerá do conseguir fazer mover o Espírito
Santo que habita nela. Dom Bosco dizia “fazer a corda vibrar…”
Façamos
como Tiago disse
“(…) De que
aproveitará, irmãos, a alguém dizer que tem fé, se não tiver obras? Acaso esta
fé poderá salvá-lo? Se a um irmão ou a uma irmã faltarem roupas e o alimento
cotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos,
mas não lhes der o necessário para o corpo, de que lhes aproveitará? Assim
também a fé: se não tiver obras, é morta em si mesma. Mas alguém dirá: Tu tens
fé, e eu tenho obras. MOSTRA-ME A TUA FÉ SEM OBRAS E EU TE MOSTRAREI A MINHA FÉ
PELAS MINHAS OBRAS”. (Tiago 2, 14-18)
Precisamos
permitir que Deus nos toque para que possamos de coração aberto anunciar a
mensagem que convença. Devemos permitir esse toque em nossa fé para que nossa
ação seja efetiva.
Um imenso
abraço fraterno
COMPORTAMENTO
4 verdades que muitos cristãos precisam saber para cessarem as
INJUSTIÇAS contra os divorciados
Por causa dessa visão distorcida, muitas pessoas morrem aos poucos em
casamentos abusivos ou vivem anos a fio carregando uma culpa que não é sua!
Erika Strassburger
Uma parcela significativa dos cristãos só aceita o divórcio em
caso de abandono e adultério (alguns deles, nem nestes casos). Para esses
grupos, o divórcio por outros motivos tão ou mais graves, levam à perda da
salvação. Esse é um assunto polêmico, mas necessário de ser abordado, pois
muitos divorciados necessitam saber como está sua situação perante Deus, e
outros querem saber o que aconteceria se saíssem do inferno em que vivem.
Seu casamento vai bem? Que ótimo! Infelizmente, nem todos são
assim!
É muito fácil se posicionar radicalmente contra o divórcio
quando a pessoa tem um cônjuge esforçado que, apesar das dificuldades, luta
lado a lado com ela para superá-las. Ou mesmo um cônjuge desleixado com as
coisas de Deus, mas é um bom marido ou mulher. Essas pessoas não estão
apanhando do cônjuge, não são mulheres que passam fome com os filhos porque o
marido não quer trabalhar, não estão sendo chamadas de nomes feios nem sendo
tratadas como lixo. Elas não precisam ficar acordadas a noite toda esperando o
marido chegar bêbado em casa para quebrar as coisas que ela comprou com tanto
sacrifício. Os filhos delas não precisam ter vergonha dos amiguinhos por ter um
pai violento e pela gritaria dentro de casa todos os dias.
Ao defender que os cristãos têm obrigação de "aguentar no
osso" os abusos que sofrem no casamento até serem traídos, abandonados ou
ficarem viúvos, está sendo dito, indiretamente, que as vítimas de abuso que
pedem divórcio estão em pior situação perante Deus do que seus abusadores.
Será, mesmo, que Deus seria mais misericordioso com o abusador
do que com a vítima que quer sair de uma situação de risco?
Por causa de pensamentos como este, muitas pessoas,
principalmente mulheres, definham lentamente nas mãos de quem deveria amá-las e
protegê-las. E algumas das que criam coragem para sair de um relacionamento
abusivo acabam carregando, desnecessariamente, um fardo pesado de culpa pelo
resto da vida.
Embora condene o divórcio quando há meios de salvar o casamento,
Deus não é um carrasco para preferir ver seus filhos deprimidos e amedrontados
por sofrerem nas mãos de um cônjuge tirano, infiel, manipulador e negligente, a
vê-los divorciados. Ele, acima de tudo, defende o que é correto e justo. Quem
duvida disso, precisa conhecer melhor o Deus que professa seguir. "Deus é
amor" (1 João 4:16).
Duas justificativas que são bastante usadas acabam transferindo
a culpa do abusador para a vítima:
"Seu casamento não deu certo porque você escolheu mal.
Portanto, está apenas colhendo o que plantou. Deveria ter escolhido melhor.
Agora, precisa conviver com isso até a morte."
"Em vez de se divorciar, você deveria continuar em oração e
jejum por seu cônjuge. Optar pelo divórcio é colocar em dúvida o poder de Deus
para restaurar um casamento".
Mas, há quatro verdades que estão sendo ignoradas:
1. As pessoas podem mudar
Temos apenas controle sobre o que nós mesmos fazemos, jamais
sobre o outro. As pessoas podem mudar, tanto para melhor quanto para pior.
Imagine-se na seguinte situação: no início seu cônjuge era
amoroso, fiel a você e fiel a Deus. Mas algo aconteceu e ele virou a cabeça.
Que culpa você tem de ter se casado com alguém que decidiu mudar?
Será que você é culpado por não ter orado o suficiente para seu
cônjuge voltar a ser o que era antes? De jeito nenhum! Você jamais deve aceitar
ser responsabilizado por qualquer coisa que fuja da sua alçada. Cada um é
responsável pelos próprios atos.
Será que você se tornou uma pessoa insuportável, por isso ele
mudou? Neste caso, você precisa se esforçar para melhorar, senão será tanto
quanto responsável perante Deus pela destruição da sua família. Mesmo assim,
isso não lhe dá direito de agredir você. Ele precisa exercer autocontrole,
precisa saber que nada justifica uma reação violenta. Mas se você se tornou uma
pessoa totalmente difícil de conviver - e não quer mudar - é ele quem tem o
direito de sair desse casamento, e não de usar de coação com meio de tentar
corrigir você.
2. As pessoas tentam parecer bem melhor ou diferente do que são
quando querem conquistar o coração de alguém
Quem nunca tentou parecer uma pessoa bem melhor na presença de
quem gosta? Ou se esforçou honestamente para melhorar por causa de alguém. Isto
é sinal de que a pessoa por quem se apaixonou o inspira a realizar boas coisas
e a se tornar alguém melhor.
Mas, infelizmente, algumas dessas pessoas simplesmente desistem
de perseverar, cansam de lutar contra suas fraquezas e se afastam de Deus. E
acabam dando vazão aos seus piores sentimentos.
Há pessoas com temperamento rebelde e agressivo. Se com a ajuda
do Senhor já é difícil lutar contra as suas fraquezas, imagina sem Ele. Então,
como permanecer ao lado de um cônjuge agressivo que cansou de lutar contra sua
tendência de cometer abusos? E, pior de tudo, se afastou daquele que mais
poderia ajudá-lo - o Senhor?
Há casos, também, de cristãos (homens e mulheres) com tendências
homoafetivas que se casaram com alguém do sexo oposto para ver no que iria dar,
ou por ser um mandamento, ou apenas para satisfazer as expectativas da família
e do povo da igreja. Eles podem até ter se esforçado para amar o cônjuge, mas
acabam desistindo de lutar contra seus instintos e fraquezas. Será que a pessoa
é obrigada a manter um vínculo com ele até a morte?
3. Algumas pessoas usam máscaras
Infelizmente, qualquer um de nós pode ser vítima de uma pessoa
dissimulada ou, mesmo, com um transtorno de personalidade, como a psicopatia.
Ela faz de tudo para conquistá-lo. E com esse propósito, tenta convencê-lo de
que é uma pessoa maravilhosa, corretíssima. Ela é expert em fingir. E você, como
um bom cristão que é, acredita nela. Você pode até sentir-se estranho algumas
vezes, mas teme julgá-la injustamente. A pessoa preenche todos os requisitos
que você procura. E quando descobre quem ela realmente é, é tarde demais, já
estão casados.
4. Deus não viola o arbítrio de ninguém - a pessoa apenas muda
se desejar
Confio plenamente no poder de Deus! Sei que milagres acontecem
quando oramos, jejuamos e trabalhamos com afinco para melhorar o casamento. Mas
existe uma lei nos céus e na terra, desde o princípio, instituída pelo próprio
Senhor: o arbítrio do homem não pode ser violado, nem mesmo por Deus. Então,
Ele até pode interferir de alguma forma, colocando obstáculos no caminho
daquela pessoa para ver se ela acorda para o mal que está cometendo, mas jamais
a forçará a mudar.
Portanto, a mudança do cônjuge não depende de quanta fé seu
marido e mulher exerce em seu favor. É uma decisão pessoal. E muitos decidem
não melhorar.
É preciso ter empatia
Amigos, sejamos mais empáticos com aqueles que estão sofrendo em
um relacionamento abusivo! Se o casamento de vocês anda às mil maravilhas, que
ótimo! Quem dera todos fossem assim! Mas dentro de muitos lares cristãos há
cônjuges e filhos que molham seus travesseiros à noite rogando a Deus para dar
um fim a seu sofrimento. Eles apenas precisam saber que Deus chora com eles e
quer que eles saibam que SIM, eles podem sair da situação terrível em que estão
vivendo sem se sentirem culpados. Se eles já fizeram tudo que estava ao seu alcance
e nada mudou, eles estão livres para seguir sua vida, longe dessa pessoa cruel
que está lhe causando tanta dor!
O mundo dá tantas voltas! Muitos que atiram pedra e não mostram
compaixão para com os que sofrem hoje, são fortes candidatos a passarem por
isso amanhã. Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão
misericórdia (Mateus 5:7).
Nota importante!
Percebam que em nenhum momento está sendo afirmado que Deus
aprova divórcio por qualquer motivo, como incompatibilidade de gênios, ou afastamento
um do outro, ou enfraquecimento do amor, principalmente quando há crianças
envolvidas. Coisas assim podem ser resolvidas com uma boa dose de esforço
mútuo. Mas apenas circunstâncias graves, principalmente depois de ter-se
esgotado todos os meios de remediá-lo.
A melhor saída para um casamento em declínio não é o divórcio,
mas o arrependimento
Mas os esforços só surtem efeito quando AMBOS se empenham em
resgatá-lo.
Mesmo em casos sérios, cabe apenas à vítima decidir - depois de
ponderar muito, orar, jejuar, e se aconselhar com sua família e seus líderes
eclesiásticos - se continua no casamento ou não. Se sentir que ainda não lutou
o bastante, ela deve seguir seu coração e continuar lutando. Isso é apenas
entre ela e Deus.
Mas, a mensagem principal desse artigo é que pessoa nenhuma deve
se sentir culpada pelos abusos que sofre e por seu cônjuge não querer mudar. Se
ela estiver sendo honesta em suas alegações de abuso (Deus conhece o seu
coração), Ele jamais irá culpá-la por querer desistir desse casamento que tem
sido (provavelmente há bastante tempo) um inferno para ela e seus filhos. Ele
jamais irá privá-la de receber a recompensa eterna reservada aos justos.
MOMENTO DE REFLEXÃO
Você já andou de trem/comboio alguma vez? Numa viagem de trem
podemos notar uma grande diversidade de situações, ao longo do percurso.
E a nossa existência terrena, bem pode ser comparada a uma
dessas viagens, mais ou menos longa.
Primeiro, porque é cheia de embarques e desembarques, alguns
acidentes, surpresas agradáveis em alguns embarques, e grandes tristezas em
algumas partidas.
Quando nascemos, entramos no trem/comboio e nos deparamos com
algumas pessoas que desejamos, estejam sempre conosco: São nossos pais.
Infelizmente, isso não é verdade; em alguma estação eles
descerão e nos deixarão órfãos dos seus carinhos, amizade e companhia
insubstituíveis.
Mas, isso não impede, que durante a viagem, outras pessoas
especiais embarquem para seguir viagem conosco: são nossos irmãos, amigos,
amores e filhos.
Algumas pessoas fazem dessa viagem um passeio. Outras
encontrarão tristezas, e algumas circularão pelo trem/combóio, prontas para
ajudar a quem precise.
Muitas descem e deixam saudades eternas... Outras passam de uma
forma que, quando desocupam seu acento, ninguém percebe.
Curioso é constatar que alguns passageiros, que nos são caros,
se acomodam em vagões distantes do nosso, o que não impede, é claro, que
durante o percurso nos aproximemos deles e os abracemos, embora jamais possamos
seguir juntos, porque haverá alguém a seu lado ocupando aquele lugar.
Mas isso não importa, pois a viagem é cheia de atropelos,
sonhos, fantasias, esperas, despedidas. O importante, mesmo, é que façamos
nossa viajem da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com os
demais passageiros, vendo em cada um deles o que têm de melhor.
Devemos lembrar sempre que, em algum momento do trajeto, eles
poderão fraquejar e, provavelmente, precisemos entendê-los, porque nós também
fraquejaremos muitas vezes e, certamente, haverá alguém que nos entenda e
atenda.
A grande diferença, afinal, é que no trem da vida, jamais
saberemos em qual parada teremos que descer, muito menos em que estação
descerão nossos amores, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado.
É possível que quando tivermos que desembarcar, a saudade venha
nos fazer companhia... Porque não é fácil nos separar dos amigos, nem deixar
que os filhos sigam viagem sozinhos. Com certeza será muito triste.
No entanto, em algum lugar, há uma estação principal para onde
todos seguimos. E quando chegar a hora do reencontro, teremos grandes emoções
em poder abraçar nossos amores e matar a saudade que nos fez companhia por um
longo, tempo...
Que nossa breve viagem seja uma grande oportunidade de aprender
e ensinar, entender e atender aqueles que viajam ao nosso lado, porque não foi
o acaso que os colocou ali...
Que aprendamos a amar e a servir, compreender e perdoar, pois
não sabemos quanto tempo ainda nos resta até a estação onde teremos que deixar
o trem/comboio.
Se a sua viagem não está acontecendo exatamente como você
esperava, dê a ela uma nova direção. Se é verdade que você não pode mudar de
vagão, é possível mudar a situação do seu vagão.
Observe a paisagem maravilhosa com que DEUS enfeitou todo
trajeto... Busque uma maneira de dar utilidade às horas.
Preocupe-se com aqueles que seguem viajem ao seu lado.
Deixe de lado as queixas e faça algo para que sua estrada fique
marcada com rastros de luz.
Pense nisso... E, boa viagem
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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