segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Terça-feira 19/09/2017

Terça-feira, 19 de Setembro de 2017



“Senhor, protegei-nos, porque a vida é a única maneira que temos para manifestar o teu milagre.”





EVANGELHO DE HOJE
Lc 7,11-17



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!



Jovem, eu te ordeno levanta-te!
11No dia seguinte dirigiu-se Jesus a uma cidade chamada Naim. Iam com ele diversos discípulos e muito povo.12Ao chegar perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto a ser sepultado, filho único de uma viúva; acompanhava-a muita gente da cidade.13Vendo-a o Senhor, movido de compaixão para com ela, disse-lhe: Não chores!14E aproximando-se, tocou no esquife, e os que o levavam pararam. Disse Jesus: Moço, eu te ordeno, levanta-te.15Sentou-se o que estivera morto e começou a falar, e Jesus entregou-o à sua mãe.16Apoderou-se de todos o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta surgiu entre nós: Deus voltou os olhos para o seu povo.17A notícia deste fato correu por toda a Judéia e por toda a circunvizinhança





Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade


Alexandre Soledade

Bom dia

“(…) Os milagres que Jesus realiza não possuem uma finalidade em si, mas são a expressão de uma realidade maior. Quando vemos o caso do Evangelho de hoje, percebemos duas coisas: primeiro: o nosso Deus é o Deus da vida e da vida em abundância, e tem poder sobre a morte; segundo: o que motiva Jesus a agir é a compaixão com os que sofrem, e isso nos mostra um aspecto muito importante da sua missão, que é a solidariedade com os mais pobres e necessitados. E tudo isso nos revela que Deus veio visitar o seu povo, ser solidário com ele, e ESTA NOTÍCIA PRECISA SER ESPALHADA PARA TODOS OS HOMENS A FIM DE QUE TODOS POSSAM PERCEBER A PRESENÇA AMOROSA DE DEUS EM SUAS VIDAS”. (site da CNBB)

Em outra passagem que retrata esse momento descreve-se que Jesus tocou o esquife do caixão e não o rapaz, mas o que esse detalhe nos chama a atenção, se independentemente do local onde foi tocado o rapaz voltou à vida?

De que valeria tocar um corpo sem vida? O que por ventura ele sentiria? Nada! Quantas pessoas não se encontram assim, mortas ao sentimento, ao toque, ao carinho? Como podem atestar o toque de Deus se nada podem sentir? Como diz o texto da CNBB é preciso que alguém continue insistindo em acreditar levando a mensagem, essa “notícia” a todas as pessoas para que o ouçam.

Recentemente a CNBB publicou as diretrizes de ação evangelizadora até 2015 e um parágrafo me chamou muita a atenção:

“(…) A Conferência de Aparecida nos convocou a ser uma Igreja toda missionária e em estado permanente de missão: “Ai de mim se não evangelizar!” (1Cor 9,16). A Igreja nasce da missão e existe para a missão. EXISTE PARA OS OUTROS E PRECISA IR A TODOS. No processo de evangelização, o testemunho é condição para o anúncio. A própria comunidade cristã precisa ser ela mesma anúncio, POIS O MENSAGEIRO É TAMBÉM MENSAGEM. Os mensageiros de Jesus Cristo são, ANTES DE TUDO, TESTEMUNHAS DAQUILO QUE VIRAM, ENCONTRARAM E EXPERIMENTARAM. Este fato implica irradiar a presença de Deus, de Jesus Cristo, Deus-Conosco, e, na força do Espírito Santo, proclamar com a palavra e com a vida que Cristo está vivo entre nós. Vendo a comunidade cristã reunida no amor e em oração, as pessoas de hoje exclamarão, como o visitante de quem fala Paulo aos Coríntios: “Verdadeiramente, Deus está entre vós!” (1Cor 14,25). ( §76 doc 94 CNBB)

Dias atrás nos deparamos com a reflexão do servo infiel que muito foi perdoado e não permitiu o perdão aos que o feriram, se assim voltarmos a refletir, quantas pessoas estão por ai “mortas” por falta do nosso perdão? Quantas esperam ouvir algo concreto que as encante a voltar? Uma pessoa não se convence se não sentir que aquilo que ouve seja verdade. Pergunto: como é que estou fazendo o meu trabalho?

Ouço muita gente me chamar de “irmão”, “amado”, (…), mas será que esse título vai além da saudação? Será que ao chamar alguém assim sou DE FATO irmão ou amado por essa pessoa? A nossa demagogia não nos permite aproximar nem do esquife dos que sofrem.

Sabemos que mudar um pensamento deve partir de dentro para fora e nós conseguiremos, por mais que sejamos eloqüentes ou de fácil falar, tocar apenas o esquife dessas pessoas. Sentir o tocar de Deus dependerá do conseguir fazer mover o Espírito Santo que habita nela. Dom Bosco dizia “fazer a corda vibrar…”

Façamos como Tiago disse

“(…) De que aproveitará, irmãos, a alguém dizer que tem fé, se não tiver obras? Acaso esta fé poderá salvá-lo? Se a um irmão ou a uma irmã faltarem roupas e o alimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, mas não lhes der o necessário para o corpo, de que lhes aproveitará? Assim também a fé: se não tiver obras, é morta em si mesma. Mas alguém dirá: Tu tens fé, e eu tenho obras. MOSTRA-ME A TUA FÉ SEM OBRAS E EU TE MOSTRAREI A MINHA FÉ PELAS MINHAS OBRAS”.  (Tiago 2, 14-18)

Precisamos permitir que Deus nos toque para que possamos de coração aberto anunciar a mensagem que convença. Devemos permitir esse toque em nossa fé para que nossa ação seja efetiva.

Um imenso abraço fraterno 






COMPORTAMENTO



4 verdades que muitos cristãos precisam saber para cessarem as INJUSTIÇAS contra os divorciados
Por causa dessa visão distorcida, muitas pessoas morrem aos poucos em casamentos abusivos ou vivem anos a fio carregando uma culpa que não é sua!
Erika Strassburger



Uma parcela significativa dos cristãos só aceita o divórcio em caso de abandono e adultério (alguns deles, nem nestes casos). Para esses grupos, o divórcio por outros motivos tão ou mais graves, levam à perda da salvação. Esse é um assunto polêmico, mas necessário de ser abordado, pois muitos divorciados necessitam saber como está sua situação perante Deus, e outros querem saber o que aconteceria se saíssem do inferno em que vivem.

Seu casamento vai bem? Que ótimo! Infelizmente, nem todos são assim!

É muito fácil se posicionar radicalmente contra o divórcio quando a pessoa tem um cônjuge esforçado que, apesar das dificuldades, luta lado a lado com ela para superá-las. Ou mesmo um cônjuge desleixado com as coisas de Deus, mas é um bom marido ou mulher. Essas pessoas não estão apanhando do cônjuge, não são mulheres que passam fome com os filhos porque o marido não quer trabalhar, não estão sendo chamadas de nomes feios nem sendo tratadas como lixo. Elas não precisam ficar acordadas a noite toda esperando o marido chegar bêbado em casa para quebrar as coisas que ela comprou com tanto sacrifício. Os filhos delas não precisam ter vergonha dos amiguinhos por ter um pai violento e pela gritaria dentro de casa todos os dias.

Ao defender que os cristãos têm obrigação de "aguentar no osso" os abusos que sofrem no casamento até serem traídos, abandonados ou ficarem viúvos, está sendo dito, indiretamente, que as vítimas de abuso que pedem divórcio estão em pior situação perante Deus do que seus abusadores.

Será, mesmo, que Deus seria mais misericordioso com o abusador do que com a vítima que quer sair de uma situação de risco?

Por causa de pensamentos como este, muitas pessoas, principalmente mulheres, definham lentamente nas mãos de quem deveria amá-las e protegê-las. E algumas das que criam coragem para sair de um relacionamento abusivo acabam carregando, desnecessariamente, um fardo pesado de culpa pelo resto da vida.

Embora condene o divórcio quando há meios de salvar o casamento, Deus não é um carrasco para preferir ver seus filhos deprimidos e amedrontados por sofrerem nas mãos de um cônjuge tirano, infiel, manipulador e negligente, a vê-los divorciados. Ele, acima de tudo, defende o que é correto e justo. Quem duvida disso, precisa conhecer melhor o Deus que professa seguir. "Deus é amor" (1 João 4:16).

Duas justificativas que são bastante usadas acabam transferindo a culpa do abusador para a vítima:

"Seu casamento não deu certo porque você escolheu mal. Portanto, está apenas colhendo o que plantou. Deveria ter escolhido melhor. Agora, precisa conviver com isso até a morte."

"Em vez de se divorciar, você deveria continuar em oração e jejum por seu cônjuge. Optar pelo divórcio é colocar em dúvida o poder de Deus para restaurar um casamento".

Mas, há quatro verdades que estão sendo ignoradas:



1. As pessoas podem mudar

Temos apenas controle sobre o que nós mesmos fazemos, jamais sobre o outro. As pessoas podem mudar, tanto para melhor quanto para pior.

Imagine-se na seguinte situação: no início seu cônjuge era amoroso, fiel a você e fiel a Deus. Mas algo aconteceu e ele virou a cabeça. Que culpa você tem de ter se casado com alguém que decidiu mudar?

Será que você é culpado por não ter orado o suficiente para seu cônjuge voltar a ser o que era antes? De jeito nenhum! Você jamais deve aceitar ser responsabilizado por qualquer coisa que fuja da sua alçada. Cada um é responsável pelos próprios atos.

Será que você se tornou uma pessoa insuportável, por isso ele mudou? Neste caso, você precisa se esforçar para melhorar, senão será tanto quanto responsável perante Deus pela destruição da sua família. Mesmo assim, isso não lhe dá direito de agredir você. Ele precisa exercer autocontrole, precisa saber que nada justifica uma reação violenta. Mas se você se tornou uma pessoa totalmente difícil de conviver - e não quer mudar - é ele quem tem o direito de sair desse casamento, e não de usar de coação com meio de tentar corrigir você.



2. As pessoas tentam parecer bem melhor ou diferente do que são quando querem conquistar o coração de alguém

Quem nunca tentou parecer uma pessoa bem melhor na presença de quem gosta? Ou se esforçou honestamente para melhorar por causa de alguém. Isto é sinal de que a pessoa por quem se apaixonou o inspira a realizar boas coisas e a se tornar alguém melhor.
Mas, infelizmente, algumas dessas pessoas simplesmente desistem de perseverar, cansam de lutar contra suas fraquezas e se afastam de Deus. E acabam dando vazão aos seus piores sentimentos.

Há pessoas com temperamento rebelde e agressivo. Se com a ajuda do Senhor já é difícil lutar contra as suas fraquezas, imagina sem Ele. Então, como permanecer ao lado de um cônjuge agressivo que cansou de lutar contra sua tendência de cometer abusos? E, pior de tudo, se afastou daquele que mais poderia ajudá-lo - o Senhor?

Há casos, também, de cristãos (homens e mulheres) com tendências homoafetivas que se casaram com alguém do sexo oposto para ver no que iria dar, ou por ser um mandamento, ou apenas para satisfazer as expectativas da família e do povo da igreja. Eles podem até ter se esforçado para amar o cônjuge, mas acabam desistindo de lutar contra seus instintos e fraquezas. Será que a pessoa é obrigada a manter um vínculo com ele até a morte?



3. Algumas pessoas usam máscaras


Infelizmente, qualquer um de nós pode ser vítima de uma pessoa dissimulada ou, mesmo, com um transtorno de personalidade, como a psicopatia. Ela faz de tudo para conquistá-lo. E com esse propósito, tenta convencê-lo de que é uma pessoa maravilhosa, corretíssima. Ela é expert em fingir. E você, como um bom cristão que é, acredita nela. Você pode até sentir-se estranho algumas vezes, mas teme julgá-la injustamente. A pessoa preenche todos os requisitos que você procura. E quando descobre quem ela realmente é, é tarde demais, já estão casados.



4. Deus não viola o arbítrio de ninguém - a pessoa apenas muda se desejar


Confio plenamente no poder de Deus! Sei que milagres acontecem quando oramos, jejuamos e trabalhamos com afinco para melhorar o casamento. Mas existe uma lei nos céus e na terra, desde o princípio, instituída pelo próprio Senhor: o arbítrio do homem não pode ser violado, nem mesmo por Deus. Então, Ele até pode interferir de alguma forma, colocando obstáculos no caminho daquela pessoa para ver se ela acorda para o mal que está cometendo, mas jamais a forçará a mudar.

Portanto, a mudança do cônjuge não depende de quanta fé seu marido e mulher exerce em seu favor. É uma decisão pessoal. E muitos decidem não melhorar.


É preciso ter empatia


Amigos, sejamos mais empáticos com aqueles que estão sofrendo em um relacionamento abusivo! Se o casamento de vocês anda às mil maravilhas, que ótimo! Quem dera todos fossem assim! Mas dentro de muitos lares cristãos há cônjuges e filhos que molham seus travesseiros à noite rogando a Deus para dar um fim a seu sofrimento. Eles apenas precisam saber que Deus chora com eles e quer que eles saibam que SIM, eles podem sair da situação terrível em que estão vivendo sem se sentirem culpados. Se eles já fizeram tudo que estava ao seu alcance e nada mudou, eles estão livres para seguir sua vida, longe dessa pessoa cruel que está lhe causando tanta dor!

O mundo dá tantas voltas! Muitos que atiram pedra e não mostram compaixão para com os que sofrem hoje, são fortes candidatos a passarem por isso amanhã. Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia (Mateus 5:7).


Nota importante!


Percebam que em nenhum momento está sendo afirmado que Deus aprova divórcio por qualquer motivo, como incompatibilidade de gênios, ou afastamento um do outro, ou enfraquecimento do amor, principalmente quando há crianças envolvidas. Coisas assim podem ser resolvidas com uma boa dose de esforço mútuo. Mas apenas circunstâncias graves, principalmente depois de ter-se esgotado todos os meios de remediá-lo.

A melhor saída para um casamento em declínio não é o divórcio, mas o arrependimento

Mas os esforços só surtem efeito quando AMBOS se empenham em resgatá-lo.

Mesmo em casos sérios, cabe apenas à vítima decidir - depois de ponderar muito, orar, jejuar, e se aconselhar com sua família e seus líderes eclesiásticos - se continua no casamento ou não. Se sentir que ainda não lutou o bastante, ela deve seguir seu coração e continuar lutando. Isso é apenas entre ela e Deus.


Mas, a mensagem principal desse artigo é que pessoa nenhuma deve se sentir culpada pelos abusos que sofre e por seu cônjuge não querer mudar. Se ela estiver sendo honesta em suas alegações de abuso (Deus conhece o seu coração), Ele jamais irá culpá-la por querer desistir desse casamento que tem sido (provavelmente há bastante tempo) um inferno para ela e seus filhos. Ele jamais irá privá-la de receber a recompensa eterna reservada aos justos.​





MOMENTO DE REFLEXÃO


Você já andou de trem/comboio alguma vez? Numa viagem de trem podemos notar uma grande diversidade de situações, ao longo do percurso.
E a nossa existência terrena, bem pode ser comparada a uma dessas viagens, mais ou menos longa.
Primeiro, porque é cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, surpresas agradáveis em alguns embarques, e grandes tristezas em algumas partidas.
Quando nascemos, entramos no trem/comboio e nos deparamos com algumas pessoas que desejamos, estejam sempre conosco: São nossos pais.
Infelizmente, isso não é verdade; em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos dos seus carinhos, amizade e companhia insubstituíveis.
Mas, isso não impede, que durante a viagem, outras pessoas especiais embarquem para seguir viagem conosco: são nossos irmãos, amigos, amores e filhos.
Algumas pessoas fazem dessa viagem um passeio. Outras encontrarão tristezas, e algumas circularão pelo trem/combóio, prontas para ajudar a quem precise.
Muitas descem e deixam saudades eternas... Outras passam de uma forma que, quando desocupam seu acento, ninguém percebe.
Curioso é constatar que alguns passageiros, que nos são caros, se acomodam em vagões distantes do nosso, o que não impede, é claro, que durante o percurso nos aproximemos deles e os abracemos, embora jamais possamos seguir juntos, porque haverá alguém a seu lado ocupando aquele lugar.
Mas isso não importa, pois a viagem é cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas. O importante, mesmo, é que façamos nossa viajem da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com os demais passageiros, vendo em cada um deles o que têm de melhor.
Devemos lembrar sempre que, em algum momento do trajeto, eles poderão fraquejar e, provavelmente, precisemos entendê-los, porque nós também fraquejaremos muitas vezes e, certamente, haverá alguém que nos entenda e atenda.
A grande diferença, afinal, é que no trem da vida, jamais saberemos em qual parada teremos que descer, muito menos em que estação descerão nossos amores, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado.
É possível que quando tivermos que desembarcar, a saudade venha nos fazer companhia... Porque não é fácil nos separar dos amigos, nem deixar que os filhos sigam viagem sozinhos. Com certeza será muito triste.
No entanto, em algum lugar, há uma estação principal para onde todos seguimos. E quando chegar a hora do reencontro, teremos grandes emoções em poder abraçar nossos amores e matar a saudade que nos fez companhia por um longo, tempo...
Que nossa breve viagem seja uma grande oportunidade de aprender e ensinar, entender e atender aqueles que viajam ao nosso lado, porque não foi o acaso que os colocou ali...
Que aprendamos a amar e a servir, compreender e perdoar, pois não sabemos quanto tempo ainda nos resta até a estação onde teremos que deixar o trem/comboio.

Se a sua viagem não está acontecendo exatamente como você esperava, dê a ela uma nova direção. Se é verdade que você não pode mudar de vagão, é possível mudar a situação do seu vagão.
Observe a paisagem maravilhosa com que DEUS enfeitou todo trajeto... Busque uma maneira de dar utilidade às horas.
Preocupe-se com aqueles que seguem viajem ao seu lado.
Deixe de lado as queixas e faça algo para que sua estrada fique marcada com rastros de luz.
Pense nisso... E, boa viagem




UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.

                                                                                                                          




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