domingo, 11 de março de 2018

Sábado 16/03/2018

Sábado, 17 de março de 2018


“A gente conhece as pessoas pela maneira como elas saem da nossa vida, e não pela maneira que elas entram.”



EVANGELHO DE HOJE
Jo 7,40-53


O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João
— Glória a vós, Senhor!



Ouvindo as suas palavras, alguns dentre o povo disseram: "Certamente este homem é o Profeta".
Outros disseram: "Ele é o Cristo". Ainda outros perguntaram: "Como pode o Cristo vir da Galiléia?
A Escritura não diz que o Cristo virá da descendência de Davi, da cidade de Belém, onde viveu Davi? "
Assim o povo ficou dividido por causa de Jesus.
Alguns queriam prendê-lo, mas ninguém lhe pôs as mãos.
Finalmente, os guardas do templo voltaram aos chefes dos sacerdotes e aos fariseus, os quais lhes perguntaram: "Por que vocês não o trouxeram? "
"Ninguém jamais falou da maneira como esse homem fala", declararam os guardas.
"Será que vocês também foram enganados? ", perguntaram os fariseus.
"Por acaso alguém das autoridades ou dos fariseus creu nele?
Não! Mas essa ralé que nada entende da lei é maldita".
Nicodemos, um deles, que antes tinha procurando Jesus, perguntou-lhes:
"A nossa lei condena alguém, sem primeiro ouvi-lo para saber o que ele está fazendo? "
Eles responderam: "Você também é da Galiléia? Verifique, e descobrirá que da Galiléia não surge profeta".
Então cada um foi para a sua casa.

Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.




MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz (In Memorian)
.

        Porventura o Messias virá da Galiléia?
Este Evangelho mostra que o povo estava dividido a respeito de Jesus: uns achavam que ele era um profeta, ou até o Messias, e outros objetavam, pelo fato de ele ser galileu: “Da Galiléia não surge profeta”. Também a cidade dele era vista com preconceito: “De Nazaré pode sair algo de bom?”.
Preconceito, como a própria palavra diz, é um conceito formado antecipadamente, sem maior ponderação ou conhecimento da pessoa, baseado em fatores externos a ela. É um prejulgamento. A pessoa preconceituosa baseia-se nas aparências, e forma já o seu julgamento sobre a pessoa.
Entre nós, há preconceito entre Estados, entre cidades, entre pessoas que tem a pele de outra cor, entre os que têm estudo e os que não têm, até entre os que moram na cidade e os que moram na roça. Quanta gente sofre por causa do preconceito!
Nós cristãos não devíamos ter preconceito de ninguém, pois o batismo nos igualou a todos. “Vós todos sois filhos de Deus... Vós todos que fostes batizados em Cristo, vos revestistes de Cristo... Não há mais judeu ou grego, escravo ou livre, homem ou mulher, pois todos vós sois um só, em Cristo Jesus” (Gl 3,26-28).
O preconceito é um tabu difícil de combater, porque ele cega a pessoa. Veja a resposta que deram a Nicodemos, que tentou combater o preconceito contra Jesus, foi também atacado: “Também tu és galileu, porventura? Vai estudar...”
O encontro do humano com o divino na pessoa de Jesus é paradoxal. É o encontro do relativo com o absoluto, do imperfeito com o perfeito, do limitado com o absoluto. A humanidade nunca entendeu direito, nem assimilou esse encontro. Houve épocas na história em que divinizavam tanto a Jesus que sacrificavam a sua humanidade, e houve épocas contrárias.
Também a Igreja carrega em si esse paradoxo, pois ela é, ao mesmo tempo, humana e divina, santa e pecadora. Há pessoas que querem fazer dela um grande movimento social no mundo. Outro, ao contrário, a espiritualizam demais, distanciando-a da vida humana do dia a dia. Inclusive o padre, muitos querem que ele viva só na sacristia, outros querem que ele viva só na rua, envolvendo-se no temporal e nos problemas sociais.
Conta-se que Santo Afonso Maria de Ligório, o fundos dos missionários redentoristas, no final de sua vida ficou acamado durante um tempo.
Um dia ele pediu ao Irmão que cuidava dele que o levasse até a capela. O Irmão lhe disse: “Não precisa! Jesus está em toda parte, e está aqui neste quarto também”. O velho bispo respondeu: “Sim, ele está aqui. Mas lá na capela ele está fisicamente presente, na eucaristia, e eu quero visitá-lo”. E o Irmão teve de levá-lo, na cadeira de rodas, até a capela.
Vendo o Evangelho de hoje, nós pesamos: se eu estivesse lá, não ia desprezar Jesus. Mas o mesmo Jesus que estava lá está em todas as nossas igreja, na eucaristia. Que não o desprezemos!
Campanha da fraternidade. O meio ambiente e a natureza também têm sido alvo de violência. A exploração econômica sem critérios, a situação em que se encontram as florestas, a poluição dos rios e das águas em geral, a contaminação do ar, a extinção de espécies vegetais e animais são resultantes da ação predatória dos seres humanos e sintomas de grave doença que avança sobre nossa civilização.
Hoje, estamos sofrendo sérias conseqüências das ações contra o meio ambiente como o efeito estufa, o aquecimento global, a indisponibilidade cada vez maior de água potável e o aumento dos diversos tipos de poluição nas grandes cidades. Tudo isso gera medo crescente em relação ao futuro e ao agravamento dessas conseqüências. O próprio planeta torna-se inseguro para todos.
Maria Santíssima viveu numa sociedade que tinha vários preconceitos contra a mulher, a qual tinha de ser caseira e não podia nem falar em público. Ela, porém, passou por cima de tudo isso. Que ela nos ajude a vencer os preconceitos e a entender o seu Filho como ele realmente é: verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
Porventura o Messias virá da Galiléia?




CASA, LAR E FAMÍLIA



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(Continuação)



41. Admitem-se vendedores (certo)/ Admite-se vendedores (errado)



No exemplo, o verbo “admitir” é transitivo direto. Como tal, não exige preposição entre ele e o objeto da frase e concorda em número com o sujeito. Portanto, o correto é dizer “admitem-se vendedores”.



42. Precisa-se de vendedores (certo)/ Precisam-se de vendedores (errado)



Já nesse exemplo, a maneira correta é “precisa-se de vendedores”. Quem precisa, precisa “de” algo, daí a necessidade da preposição. Como verbo transitivo indireto, portanto, “precisar” permanece no singular.



43. Supor/Transpor



Os verbos derivados do verbo “pôr” serão conjugados como o verbo primitivo.



Errado: Se você supor que o seu plano dará certo, nós poderemos executá-lo.



Certo: Se você supuser que o seu plano dará certo, nós poderemos executá-lo.



44. Manter/Conter



Os verbos derivados do verbo “ter” serão conjugados como o verbo primitivo.



Errado: Se você manter a rotina de treinos, alcançará excelentes resultados.



Certo: Se você mantiver a rotina de treinos, alcançará excelentes resultados.



45. Tinha chego/Tinha chegado



Existem alguns verbos, chamados de abundantes, que admitem duas formas de particípio passado, entre eles “aceitar” (aceitado e aceito), “imprimir” (imprimido e impresso) e “eleger” (elegido e eleito). “Por analogia, obtêm-se formas como ‘chego’, ainda não acolhidas pela norma culta”, explica o professor Eduardo Calbucci. Ou seja, vá de “tinha chegado”.



46. Na minha opinião (certo)/ Na minha opinião pessoal (errado)



“Na minha opinião pessoal” é um pleonasmo, ou seja, a repetição desnecessária de uma informação, uma redundância: sua opinião já é pessoal. Por isso, diz-se apenas “na minha opinião”.



47. Anos atrás (certo)/ Há anos atrás (errado)



“Há anos atrás” também é um pleonasmo, pois o verbo “há”, nesse sentido, já indica passagem do tempo. Diga apenas “há anos” ou “anos atrás”.



48. De encontro a/Ao encontro de



Aqui temos praticamente opostos em termos de sentido. “De encontro a” expressa conflito, como em “sua opinião foi de encontro ao que ele acreditava”. Já “ao encontro de” expressa satisfação, “estar de acordo com”, ir “em direção a”: “Uma lei que vem ao encontro dos menos favorecidos”.



49. Por hora/Por ora



As duas expressões existem, mas dependem do contexto. “Por hora” está relacionada a um intervalo de 60 minutos: “Pedala 20 km por hora”. “Por ora” significa, simplesmente, “por enquanto”.



50. Ratificar/Retificar



Verbos com sentidos bem diferentes: “ratificar” é confirmar; “retificar” é corrigir.




MOMENTO DE REFLEXÃO



O Pastor C. L. Paddock conta-nos uma história que ilustra a maneira como Deus revela Sua voz em obras providenciais. Um navio naufragou no Oceano Pacífico, e um único sobrevivente conseguiu alcançar uma ilhota deserta.

Construiu para si uma pequena cabana dos destroços encontrados na praia, prendeu uma coberta num alto mastro — na esperança de atrair a atenção de algum navio que por ali passasse — e orou todos os dias para que Deus enviasse um navio para tirá-lo dali.

Os dias se transformaram em semanas. Ele ainda orava e esperava. Então, um dia, quando voltava de caçar ovos de aves marinhas e cará silvestre, ficou horrorizado ao ver sua cabaninha em chamas!

Você pode imaginar sua decepção, depois de orar e esperar por dias e dias, ansiando o livramento, ver seu único conforto destruído! Mas, passadas apenas algumas horas, surgiu ao longe um navio! Foi se aproximando cada vez mais! Um barco a remo foi lançado ao mar e resgatou o náufrago. O capitão do navio disse:


— Vimos seu sinal de fumaça e concluímos que deveria ser alguém em dificuldade depois de um naufrágio recente!

Depois disto, é claro, seus olhos foram abertos, e ele agradeceu muitas vezes a Deus pelo incêndio de sua cabaninha.

Quando você tiver de enfrentar um desapontamento, e o dia parecer sombrio e desanimador, ore simplesmente: “Senhor, abre os meus olhos.” E você também será capaz de perceber a voz de Deus revelada em Suas obras providenciais.



- Extraído de Eric B. Hare, Começando Com Deus, Inspiração Juvenil de 1987.




UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.




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