domingo, 11 de março de 2018

Sexta-feira 16/03/2018

Sexta-feira, 16 de março de 2018


“Na vida deixe pegadas, nunca cicatrizes.”



EVANGELHO DE HOJE
Jo 7,1-2.10.25-30


O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João
— Glória a vós, Senhor!



Naquele tempo:
1Jesus andava percorrendo a Galiléia.
Evitava andar pela Judéia,
porque os judeus procuravam matá-lo.
2Entretanto, aproximava-se a festa judaica das Tendas.
10Quando seus irmãos já tinham subido,
então também ele subiu para a festa,
não publicamente mas sim, como que às escondidas.
25Alguns habitantes de Jerusalém disseram então:
'Não é este a quem procuram matar?
26Eis que fala em público e nada lhe dizem.
Será que, na verdade, as autoridades reconheceram
que ele é o Messias?
27Mas este, nós sabemos donde é.
O Cristo, quando vier, ninguém saberá donde ele é.'
28Em alta voz, Jesus ensinava no Templo, dizendo:
'Vós me conheceis e sabeis de onde sou;
eu não vim por mim mesmo,
mas o que me enviou é fidedigno.
A esse, não o conheceis,
29mas eu o conheço,
porque venho da parte dele,
e ele foi quem me enviou.'
30Então, queriam prendê-lo,
mas ninguém pôs a mão nele,
porque ainda não tinha chegado a sua hora.


Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.




MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz (In Memorian)
.

        Queriam prendê-lo, mas ainda não tinha chegado a sua hora.
Este Evangelho mostra que Deus é o Senhor do mundo e dos acontecimentos. Nada foge ao seu poder e controle. Também com Jesus foi assim: “Queriam prendê-lo, mas ninguém pôs a mão nele, porque ainda não tinha chegado a sua hora”.
Neste momento duro de forte perseguição, vemos dois sentimentos, quase que opostos, em Jesus. O primeiro é que ele não queria morrer; pelo contrário, queria continuar vivendo ainda muitos e muitos anos na terra, a fim de trabalhar pelo Reino de Deus e fazer o bem. Esse sentimento aparece quando o evangelista diz: Jesus “evitava andar pela Judéia, porque os judeus procuravam matá-lo”. O evangelista fala ainda: “Também ele subiu para a festa, não publicamente mas sim como que às escondidas”.
O segundo sentimento, muito maior que o primeiro, era o seu grande amor ao Pai, concretizado no desejo de ser fiel à missão que recebera dele. Este sentimento aparece nos comentários do evangelista: “Aproximava-se a festa das Tendas... também ele subiu a Jerusalém”. Jesus era um homem religioso e via na festa uma ocasião para louvar a Deus Pai.
Aparece também quando o evangelista fala: “Em alta voz, Jesus ensinava no Templo, dizendo...” Era cutucar a onça com vara curta. Mas ele não suportou ouvir os comentários errados das pessoas que diziam: “Este, nós sabemos donde é. O Cristo, quando vier, ninguém saberá donde é”. No Templo, em alta voz, Jesus desmente, dizendo: “Vós sabeis de onde sou... No entanto, eu vim do Pai e a ele vós não conheceis”.
Foi devido a essa afirmação que queriam matá-lo, e só não o fizeram porque Deus Pai interveio, libertando-o. Jesus falava sem medo porque confiava em Deus Pai e sabia que ele domina e controla todos os acontecimentos, de modo que só permitiria a morte de Jesus quando chegasse a sua hora, isto é, quando esse pecado contribuísse para a realização dos planos do Pai.
O profeta é corajoso. Ele anuncia abertamente a verdade e denuncia a mentira, pois sabe que Deus o protege. Ele não provoca a perseguição sobre si, pelo contrário, procura evitá-la, mas isso sem abrir mão do seu amor maior, que é a Deus, e da sua missão recebida de Deus.
A oração de Jesus no Jardim das Oliveiras reflete os seus dois sentimentos: a vontade de continuar vivendo, e a vontade muito maior de ser fiel ao Pai: “Meu pai, se possível, que este cálice passe de mim. Contudo, não seja feito como eu quero, mas como tu queres” (Mt 26,39).
É interessante observar que Deus Pai não fez a vontade de seu Filho, envolvido nas limitações humanas, na hora em que ele pediu, mas a fez de modo pleno e definitivo, três dias depois, pela ressurreição. O que Deus quer é sempre melhor do que o que nós queremos. Por isso que rezamos no Pai Nosso: “Seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus”.
O importante é que Jesus, mesmo sem entender direito os acontecimentos, foi fiel a Deus Pai. “Tornei o meu rosto duro como pedra. Ofereci minhas costas aos que queriam me bater, e o meu rosto aos que me arrancavam a barba. Porque sei que meu Pai me ajuda” (Is 50,4-7).
Certa vez, um homem telefonou, do serviço, para a sua esposa e disse: “Querida, eu quero avisar a você que hoje eu vou levar um amigo para o jantar aí em casa”. “Tudo bem” – disse ela. Isto era pelas quatro da tarde. A mulher largou o programa que estava vendo na televisão e se pôs logo a preparar um delicioso jantar.
Às dezoito e trinta, chegou o esposo sozinho. Na mesa estava um verdadeiro banquete. Ela estranhou e perguntou logo: “Onde está o seu amigo?”
O esposo a abraçou e disse: “Querida, hoje me deu vontade de comer umas coisas diferentes, por isso inventei esta mentira. Desculpe!”
No fundo ele não mentiu, porque o maior amigo dela era ele mesmo, que merecia, pelo menos de vez em quando, depois de um dia estafante de trabalho, comer algo diferente do que a comida esquentada de sempre.
Nós precisamos ser fiéis a Deus Pai, que quer que os esposos se amem muito. Ele deve amar o seu marido acima de todos os amigos, e vice versa. Quaresma é tempo de rever e renovar a nossa maneira de amar as pessoas mais próximas de nós.
Campanha da fraternidade. A violência no campo é um sério problema brasileiro, que tem causado muitas mortes, além de milhares de família expulsas de suas terras pelo poder privado. Entre as causas dessa violência se destacam: a morosidade nos processos de reforma agrária e de assentamento; os interesses internacionais em relação à exportação da soja e ao biodiesel; a exploração predatória das florestas para o crescimento do agronegócio; os grandes latifúndios; a diminuição da agricultura familiar e de subsistência; a pouca disponibilidade de empregos; o surgimento e o crescimento de organizações de resistência; a ausência do Estado nas regiões mais interioranas.
O poder do latifúndio continua forte, agindo por conta própria, e sempre punindo trabalhadores que se levantam na defesa de seus direitos. Sem justiça no campo, a sociedade não vive em paz.
Maria Santíssima foi também uma mulher muito firme nas adversidades que sofreu. Basta ver o seu comportamento nas sete dores. Que ela nos ensine como seguir o seu Filho nas horas difíceis.
Queriam prendê-lo, mas ainda não tinha chegado a sua hora.




CULINÁRIA



Musse tres chocolates


Musse de Chocolate Meio Amargo

4 claras
2 gemas
1 pitada de sal
150g de chocolate meio amargo
1 colher (sopa) de manteiga sem sal em temperatura ambiente


Musse de Chocolate ao Leite

4 claras
2 gemas
1 pitada de sal
150g de chocolate ao leite derretido
1 colher (sopa) de manteiga sem sal em temperatura ambiente

Musse de Chocolate Branco

4 claras
2 gemas
1 pitada de sal
150g de chocolate branco
1 colher (sopa) de manteiga sem sal em temperatura ambiente


Modo de Preparo - Musse de Chocolate Meio Amargo e ao Leite


Numa batedeira, coloque as claras e bata até ficar em ponto de neve. Acrescente 1 pitada de sal e reserve.
Misture o chocolate derretido com a manteiga e reserve.
Coloque na batedeira as gemas e bata até ficar um creme claro. Desligue a batedeira e acrescente o chocolate derretido, mexendo bem com um batedor de arame (fouet), até ficar homogêneo. Junte delicadamente as claras em neve e reserve.


Modo de Preparo - Musse de Chocolate Branco


Numa batedeira, coloque as claras e bata até ficar em ponto de neve. Acrescente 1 pitada de sal e reserve.
Coloque na batedeira as gemas e bata até ficar um creme claro. Desligue a batedeira e acrescente o chocolate derretido, mexendo bem com um batedor de arame (fouet), até ficar homogêneo. Junte delicadamente as claras em neve e reserve.
Coloque na batedeira as gemas e bata até ficar um creme claro. Desligue a batedeira e acrescente o chocolate derretido, mexendo bem com um batedor de arame (fouet), até ficar homogêneo. Junte delicadamente as claras em neve e reserve.


Montagem
Distribua as musses em taças começando pela musse de chocolate branco, no meio a de chocolate ao leite e por cima a de chocolate meio amargo. Leve à geladeira por +/- 3 horas ou até firmar. Retire da geladeira, decore com raspas de chocolate e sirva.


Muffin de Banana

Massa


1 xícara (chá) de óleo (240 ml)
5 ovos
7 bananas prata descascadas e picadas (650 g)
3 xícaras (chá) de farinha de rosca (430 g)
3 xícaras (chá) de açúcar (600 g)
4 colheres (sopa) de chocolate em pó (35 g)
1 colher (chá) de bicarbonato
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 xícara (chá) de Castanha-do-Pará picada (100 g)


Massa- Preparo


Num liquidificador, coloque 1 xícara (chá) de óleo, 5 ovos, 7 bananas prata picadas e bata bem. Reserve.
Numa tigela, misture 3 xícaras (chá) de farinha de rosca, 3 xícaras (chá) de açúcar, 4 colheres (sopa) de chocolate em pó, 1 colher (chá) de bicarbonato, 1 colher (sopa) de fermento em pó e 1 xícara (chá) de castanha-do-Pará picada. Adicione o creme batido do liquidificador e misture bem.
Coloque forminhas de papel dentro de uma forma de alumínio para cupcake (ou forma para bom-bocado), distribua a massa nas forminhas de papel e leve para assar em forno preaquecido a 180°C por +/- 30 minutos. Retire do forno e sirva com a cobertura.


Ingredientes – Cobertura


200g de chocolate branco derretido
1 caixinha de creme de leite (200 g)
2 colheres (sopa) de canela em pó
Bananas cortadas em rodelas e grelhadas para decorar


Modo de Preparo – Cobertura


Numa tigela, coloque 200 g de chocolate branco derretido, 1 caixinha de creme de leite, 2 colheres (sopa) de canela em pó, misture tudo e despeje sobre os muffins (quente ou frio). Decore com bananas cortadas em rodelas e grelhadas e sirva.




MOMENTO DE REFLEXÃO



O querido e velho Pastor Spicer, costumava contar a história de um fazendeiro adventista do sétimo dia, que morava no nordeste dos Estados Unidos, e que queria comprar algumas vacas.

Sendo que não tinha condições de pagar à vista, o vendedor quis saber que garantias ele lhe forneceria de que realmente teria suas vacas pagas no tempo determinado. O comprador mostrou-lhe os documentos do carro e do maquinário da fazenda. O homem olhou aquilo e disse:

— Tudo bem, mas isto é garantia suficiente para você comprar apenas seis vacas. Venha amanhã cedo às dez horas, para assinarmos os papéis.

— Mas amanhã é sábado — disse nosso irmão — e você sabe que eu sou um daqueles adventistas que não fazem negócios no sábado.

— Você é adventista?

— Sim.

— Ah, bem, isto é diferente! Sabe? Tive moças adventistas trabalhando para mim nos últimos cinco anos. E se você é adventista também, pode levar todas as vacas que quiser. Não há problema.
Aquelas jovens, trabalhando fielmente nos deveres diários, mal sonhavam que seu chefe estava medindo sua religião e sua igreja pelo modo como viviam e trabalhavam. Mas estava! E sentiu-se seguro de que poderia confiar naquele senhor adventista que queria comprar suas vacas, porque podia confiar naquelas moças que trabalhavam para ele.

Quando seus vizinhos e amigos veem você trabalhando, estudando e brincando, o que pensam da sua religião, da sua igreja e do seu Deus?


- Extraído de Eric B. Hare, Começando Com Deus, Inspiração Juvenil de 1987.



UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.




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