terça-feira, 27 de março de 2018

Segunda-feira 26/03/2018

Segunda-feira, 26 de março de 2018



“Dificuldades preparam pessoas para destinos espetaculares.”(C.S Lewis)




EVANGELHO DE HOJE
Jo 12,1-11


O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João
— Glória a vós, Senhor!



Foi, pois, Jesus seis dias antes da páscoa a betânia, onde estava Lázaro, o que falecera, e a quem ressuscitara dentre os mortos.
Fizeram-lhe, pois, ali uma ceia, e Marta servia, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele.
Então Maria, tomando um arrátel de ungüento de nardo puro, de muito preço, ungiu os pés de Jesus, e enxugou-lhe os pés com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do ungüento.
Então, um dos seus discípulos, Judas Iscariotes, filho de Simão, o que havia de traí-lo, disse:
Por que não se vendeu este ungüento por trezentos dinheiros e não se deu aos pobres?
Ora, ele disse isto, não pelo cuidado que tivesse dos pobres, mas porque era ladrão e tinha a bolsa, e tirava o que ali se lançava.
Disse, pois, Jesus: Deixai-a; para o dia da minha sepultura guardou isto;
Porque os pobres sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes.
E muita gente dos judeus soube que ele estava ali; e foram, não só por causa de Jesus, mas também para ver a Lázaro, a quem ressuscitara dentre os mortos.
E os principais dos sacerdotes tomaram deliberação para matar também a Lázaro;
Porque muitos dos judeus, por causa dele, iam e criam em Jesus.



Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.




MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Canção Nova



Nosso Senhor amava Lázaro, Marta e Maria. Ele volta a Betânia seis dias antes da Páscoa: “Jesus visita de novo os Seus amigos de Betânia. Comove ver como o Senhor tem esta amizade, tão divina e tão humana, que se manifesta num convívio freqüente”.

Cristo Jesus sempre foi muito bem recebido por Lázaro, Marta e Maria, em qualquer dia e a qualquer hora, com alegria e afeto. Havia grande respeito, atenção e caridade entre eles. E meu irmão, minha irmã qual tem sido o teu comportamento ante, os que não têm por onde reinclinar a cabeça? Assim como Lázaro, Marta e Maria recebiam o Senhor em sua casa com alegria e amor, abramos também o nosso coração para recebê-lO.

São milhares aqueles que negam hospedagem para Cristo Jesus em seus corações, mas escancara-os para o mundo e suas vaidades; esses vivem com a alma cheia de vícios: a alma, sem a presença de seu Deus e dos anjos que nela jubilavam, cobre-se com as trevas do pecado, de sentimentos vergonhosos e de completa ignomínia. Ai da alma se lhe falta Cristo, que a cultive com diligência, para que possa germinar os bons frutos do Espírito! Deserta, coberta de espinhos e de abrolhos terminará por encontrar, em vez de frutos, a queimada. Ai da alma, se seu Senhor, o Cristo, nela não habitar! Abandonada, encher-se-á com o mau cheiro das paixões, virará moradia dos vícios” diz São Macário.

Era costume da hospitalidade do Oriente honrar um hóspede ilustre com água perfumada depois de se lavar. Mas mal se sentou Jesus, Maria tomou um frasco de alabastro que continha uma libra de perfume muito caro, de nardo puro. Aproximou-se por detrás do divã onde estava recostado Jesus e ungiu os seus pés e secou-lhes com os seus cabelos: Trata-se de Maria Madalena que, pela segunda vez, unge o corpo santíssimo do nosso divino Salvador.

O nardo era um perfume raríssimo, de grande valor, que ordinariamente se encerrava em pequenos vasos de boca estreita e apertada. Quebrar este vaso e derramar o conteúdo sobre a cabeça de alguém, era, entre os antigos, sinal de grande honra e distinção.

Maria ofereceu o melhor para Cristo Jesus. Ela não ofereceu um perfume barato, e sim, o melhor e o mais caro. E tu o que tens oferecido ao teu Senhor?

Façamos também nós o mesmo; ofereçamos para Nosso Senhor aquilo que temos de melhor e precioso: o melhor cálice, a mais bela patena, o mais piedoso ostensório, os melhores paramentos, a nossa vida, tudo o que somos e temos. Pois, todo o luxo, majestade e beleza são poucos, perante a tamanha grandeza de Jesus no Mestre.

Àquele, toda a honra, todo o louvor, adoração, o domínio pelos séculos dos séculos. Amén!




MOTIVAÇÃO NO TRABALHO



Modelos mentais afetam nossas decisões
Professor Marins


Conheci uma família europeia que veio ao Brasil num voo fretado diretamente para uma praia do Nordeste. Foram do aeroporto ao hotel à beira da praia e lá ficaram por uma semana. Como só ficaram nessa praia e na vila ao lado, viram poucas pessoas usando sapatos fechados. Quando os encontrei na Europa eles me disseram ter ficado surpresos ao ver que no Brasil as pessoas não têm o hábito de usar sapatos. Surpreso, ri do comentário deles, e eles disseram ter comprovado pessoalmente essa realidade.
Modelos mentais, ideias preconcebidas, juízos baseados em poucas experiências passadas,  afetam nosso processo de tomada de decisões. Ficamos presos a modelos mentais, muitas vezes, falsos ou ultrapassados e corremos o risco de tomar decisões erradas.
Nossos modelos mentais são formados por nossa história de vida, nossa formação, pela influência de outras pessoas, por fatos acontecidos, por opiniões alheias, enfim através da nossa vida. Nem sempre os modelos mentais que temos correspondem à realidade. Muitas vezes, tomamos um evento único que presenciamos como se fosse sempre daquela maneira.  Ou mesmo tomamos a opinião de alguém como sendo totalmente verdadeira, sem analisarmos o contexto ou mesmo a pessoa que emitiu tal opinião.
Assim, é preciso tomar cuidado com nossos modelos mentais e com ideias preconcebidas. Quando conhecemos uma pessoa desde sua infância ou juventude e a vemos em um posto muito elevado, podemos ter a tendência a julgá-la com o nosso conhecimento dela na infância ou juventude e emitir um juízo falso em relação à realidade presente. Uma empresa que, no passado, tenha tido dificuldades financeiras, pode ter sua imagem comprometida por longos anos após ter saído de suas dificuldades, exatamente porque as pessoas conservam seu conceito antigo.
Para não cairmos na armadilha dos modelos mentais é preciso que façamos um esforço de pesquisa, de análise fria e desapaixonada da situação. É preciso que nos lembremos que as pessoas mudam; as empresas mudam; as situações mudam. Se olharmos no espelho e fizermos uma autorreflexão, veremos que nós mesmos mudamos nos últimos anos e ainda assim nos deparamos com pessoas que nos veem da mesma forma de quando nos conheceram. Nunca se esqueça: modelos mentais afetam nossas decisões. Não caia nessa armadilha.
Pense nisso. Sucesso!



MOMENTO DE REFLEXÃO



A Palavra de Deus nos surpreende com seus acontecimentos e revelações. Creio que todo leitor já deva ter se deparado com um texto que lhe chamou mais a atenção.


Quando me deparo com o texto de Mateus (27: 11-26), e vejo o povo mandando soltar a “Barrabás” e crucificar a “Jesus, o Cristo”, mesmo sabendo das profecias, mesmo entendendo que era inevitável que isso acontecesse para que o pecado fosse tirado do mundo, reflito e me espanto com a cegueira de todo aquele povo.


A impressão que se tem é a seguinte, pelo menos da minha percepção: Não importava o fato de Barrabás ser conhecido pelos seus delitos, que mal teria em se soltar alguém que com certeza voltaria a cometer os mesmos crimes. Indagado, o povo não teve dúvidas, estava decidido, em coro responderam a Pilatos: Seja crucificado a Jesus! Acredito que qualquer comentário a mais sobre esse assunto da minha parte é desnecessário visto a contextualização dos fatos.


Infelizmente, muitas das vezes temos soltado as atitudes que condenaram a Barrabás dentro de nós e ignorado a Cristo. Barrabás simboliza por meio de suas ações o pecado, a desobediência e toda obra da carne. Sabemos quais são os frutos do Espírito Santo, mas ao soltar Barrabás damos liberdade à ira, discórdia, inveja e a todo tipo de pecado. Ficamos cegos, sabemos no íntimo o que é o certo, mas fazemos o errado. Diz a Palavra que o povo foi persuadido pelos principais sacerdotes e anciãos a tomarem tal decisão, assim também, a nossa carne em embate diário contra o espírito quer que soltemos Barrabás e que façamos aquilo que desagrada a Deus. Que ao olhar para Barrabás vejamos um exemplo do que não deve ser feito em nossas vidas.


Quero deixar uma pergunta de reflexão não apenas para este dia, mas para a vida toda:


Jesus ou Barrabás?

Que Deus nos dê a graça de carregarmos a nossa cruz.

Em Cristo,



 Anderson Vieira




UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





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