terça-feira, 3 de março de 2020

Terça-feira 31/03/2020


Terça-feira, 31 de março de 2020

"Acreditar que basta ter filhos para ser um pai é tão absurdo quanto acreditar que basta ter instrumentos para ser músico."  (Mansour Chalita)



EVANGELHO DE HOJE
Jo 8,21-30

O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus, segundo João
Glória a vós, Senhor!

De novo, Jesus lhes disse: "Eu me vou, e vós me procurareis; mas morrereis no vosso pecado. Para onde eu vou, vós não podeis ir". Os judeus, então, comentavam: "Acaso ele irá se matar? Pois ele diz: 'Para onde eu vou, vós não podeis ir'". Ele continuou a falar: "Vós sois daqui de baixo; eu sou do alto. Vós sois deste mundo; eu não sou deste mundo. Eu vos disse que morrereis nos vossos pecados. De fato, se não acreditais que 'eu sou', morrereis nos vossos pecados". Eles lhe perguntaram: "Quem és tu, então?". Jesus respondeu: "De início, isto mesmo que vos estou falando. Tenho muitas coisas a dizer a vosso respeito... Mas, aquele que me enviou é verdadeiro, e o que ouvi dele é o que eu falo ao mundo... Quando tiverdes elevado o Filho do Homem, então sabereis que 'eu sou', e que nada faço por mim mesmo, mas falo apenas aquilo que o Pai me ensinou. Aquele que me enviou está comigo. Ele não me deixou sozinho, porque eu sempre faço o que é do seu agrado". Como falasse estas coisas, muitos passaram a crer nele.


Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.



MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz CSsR

Quando tiverdes elevado o Filho do Homem, então sabereis que eu sou.
Este Evangelho mostra como que o preconceito obscurece a inteligência. Os fariseus não entendiam nada que Jesus falava, ou entendiam errado, sempre contra Jesus. Pensaram até que ele deu a entender que ia se matar! Esse pecado da incredulidade radical vai levá-los ao crime mais cruel: matar o Filho de Deus!
Entretanto, Jesus chama a sua crucifixão de elevação. “Quando tiverdes elevado o Filho do Homem, então sabereis que eu sou”. Ele será elevado em dois sentidos: na cruz, ficando a um metro e meio do chão, e justamente naquele momento ele será elevado a Rei do Universo, realeza que conquistou com o seu sangue.
Jesus foi-se revelando aos poucos. Primeiro se revelou como água viva e como luz do mundo. Aqui ele diz: “Vós sois daqui de baixo, eu sou do alto”; e revela claramente a sua divindade.
Só neste Evangelho de hoje Jesus usa duas vezes a expressão “eu sou”. Quando Moisés perguntou a Deus qual é o seu nome, Deus respondeu que seu nome é “Eu Sou”. Por isso que os hebreus chamavam a Deus de “Aquele que é”, em hebraico: Javé. Vejamos a pergunta de Moisés:
“Moisés disse a Deus: ‘Mas, se eu for aos israelitas e lhes disser: ‘O Deus de vossos pais enviou-me a vós’, e eles me perguntarem: ‘Qual é o seu nome?’, o que devo responder? Deus disse a Moisés: ‘Eu sou aquele que sou’. E acrescentou: ‘Assim responderás aos israelitas: ‘Eu sou’ envia-me a vós” (Ex 3,13-14). Vemos, então, que, ao se chamar de “eu sou”, Jesus está declarando que é Deus, junto com o Pai e o Espírito Santo.
Jesus “É”, assim como Deus Pai “É”, mas não se confunde com Deus Pai, pois ele disse: “O Pai me enviou”. E fala também: “O testemunho de duas pessoas é digno de fé”.
“Se não acreditais que eu sou, morrereis nos vossos pecados.” Para nós, o pecado não está somente em fazer algo errado. É também pecado quando nos fechamos em nossos critérios humanos e não nos abrimos a outros horizontes, à sabedoria infinita que é Deus.
É aqui que os homens se dividem entre “aqueles que são lá de cima” e “aqueles que são aqui de baixo”. Não há linguagem comum entre eles, e Jesus perderia o tempo em ficar discutindo com eles. A sabedoria divina se manifestará melhor do que com palavras, quando ele morrer na cruz. “Quando tiverdes elevado o Filho do Homem, então sabereis que eu sou”.

O mesmo acontece com a santa Igreja, em relação àqueles que a caluniam: quando ela se identifica com essa parte da humanidade que é perseguida e marginalizada, então o seu testemunho causa impacto na humanidade, e a salva.
“Enquanto Jesus assim falava, muitos acreditaram nele.” São os que procuravam a verdade. Outros, porém, permaneciam cegos diante dos sinais da identidade messiânica de Jesus. Ele é sinal de contradição; diante de Jesus, os homens têm de se decidir por ele ou contra ele. Essa decisão compromete definitivamente o destino da pessoa. Neste dia da quaresma, Deus nos convida à conversão, antes que seja demasiado tarde.
“Digo-vos com lágrimas: há muitos que andam como inimigos da cruz de Cristo. O seu fim é a perdição; o seu deus é o ventre; as suas glórias, as suas vergonhas. Só aspiram a coisas terrenas” (Fl 3,18s). Por outro lado, quem olha a cruz com fé e com espírito de conversão, como os hebreus olhavam para a serpente de bronze, fica curado do veneno da serpente, alcança a salvação e têm a vida eterna.
Certa vez, um senhor idoso que morava na roça estava indo para a cidade. Ele em cima de um burro e o netinho na frente, puxando o animal.
Passaram dois homens e comentaram entre si: “Um marmanjo desse em cima do burro e a pobre criança a pé!”
O velho escutou. Quando os homens desapareceram na curva, ele disse ao menino: “Filho, venha você aqui e eu vou a pé”.
Logo passaram dois e comentaram: “Engraçado: o velho doente a pé e o moleque a cavalo!”
Quando viravam a curva, o velho falou: “Filho, vamos nós dois em cima do burro”. E assim fizeram.
Dois homens cruzaram com eles e comentaram entre si: “Dois marmanjos nesse burrinho. Como não têm dó do pobre animal!
Quando se distanciaram, o homem disse ao neto: “Filho, vamos nós dois a pé”. Logo passaram uns viajantes e comentaram: “Aqueles dois não são muito certinhos da cabeça. Onde já se viu caminhar a pé, puxando um burro, sem ninguém em cima!”
Quando desapareceram, o homem disse ao neto: “Filho, vamos levar este burro nas costas”. Passaram dois e comentaram: “Olhe lá três burros; dois carregando um!”
Quando estavam sós, os dois largaram o animal e o homem disse ao neto: “Filho, não se importe com o que os outros disserem. Siga a sua opinião”.
A nossa conversão é algo pessoal, entre nós e Deus, e ninguém tem de por o bico. Vivemos numa sociedade eclética, mas para Deus a verdade é uma só, e para nós também.

Campanha da fraternidade. Fomos criados à imagem e semelhança de Deus, que é amor. Assim, a exemplo da Santíssima Trindade, comunhão perfeita de três Pessoas em um só Deus, devemos buscar a comunhão com Deus e entre nós. Sem esta comunhão no seu duplo sentido, não pode haver Cristianismo.
A confiança em Deus e comunhão com os irmãos conduzem à paz. Paz é conceito básico na Bíblia. A palavra hebraica Shalom é saudação que comunica uma paz completa, resumo de tudo de bom que Deus quer oferecer quando faz aliança com o povo. É um termo que abrange bem estar, felicidade, saúde, segurança, relação amorosa consigo mesmo, com a natureza. “Aparta-te do mal e faze o bem: Busca a paz e vai atrás dela” (Sl 34,15). “Como são belos os pés do mensageiro que anuncia a paz!”
Graças à Encarnação, o Filho de Deus nos tornou também filhos de Deus e até participantes da natureza divina: “Quando se completou o tempo previsto, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sujeito à Lei, para resgatar os que eram sujeitos à Lei, e todos recebermos a dignidade de filhos. E a prova de que sois filhos é que Deus enviou aos nossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: ‘Abbá, Pai!’ Portanto, já não és mais escravo, mas filho. E, se és filho, és também herdeiro. Tudo isso, por graça de Deus” (Gl 4,4-7). Nós agradecemos isso a Deus Pai, a Jesus e a Maria Santíssima que colaborou muito de perto nesta nossa elevação.
Quando tiverdes elevado o Filho do Homem, então sabereis que eu sou.



COMPORTAMENTO

Os 7 defeitos por trás de uma pessoa teimosa
Fabiano de Abreu

Na realidade, seriam oito defeitos, já que avalio a teimosia como um defeito, então vamos colocar a teimosia como o tema e não contabilizá-la, e enumerar os sete defeitos por trás de uma pessoa teimosa.
Lembrando que em minha concepção, a teimosia é “sinônimo” de ignorância. Ignorância que não é a mesma coisa que burrice. Burrice é a qualidade ou a condição daquele que demonstra ser pouco inteligente, e o ignorante é aquele que ignora, que não tem ou não busca conhecimento.
O teimoso pode ser inteligente ou pode ser burro, mas não deixará de ser ignorante, pois ignora o essencial, que é a humildade de saber escutar para poder chegar a um raciocínio lógico comum dentro de uma razão.

Confira os sete defeitos de um teimoso:

1. Soberba
Falta de flexibilidade. Não está disponível nem disposto a ser flexível e avaliar as opiniões.

2. Insegurança
Receio de estar errado, confirmando assim uma própria certeza, sem avaliar outras possíveis certezas e assim chegar a um denominador comum.

3. Tornar-se egoísta
Acha que detém a razão. Não está aberto e centraliza somente em si mesmo a condição da sua certeza.

4. Falta de humildade
Não averigua a opinião alheia para chegar a uma conclusão. Ter humildade não é baixar a cabeça nem ser gentil, ter humildade é saber escutar os outros, é entender que não somos melhores do que ninguém e também podemos errar. O humilde tende a ser mais inteligente, pois aprende mais com os outros e costuma ser observador; absorve mais conhecimento por meio dessas qualidades.

5. Falta de autoconhecimento
A garantia da solução vem da segurança de perceber a capacidade de manobra. Quando conhecemos a nós mesmos, temos a segurança de saber errar e ter a humildade de reconhecer o erro. O autoconhecimento revela a autossuficiência pela certeza da capacidade e competência.

6. Manipulador e autoritário
Tenta manipular para que sua certeza seja única e soberana sobre o tema, e não aceita opiniões contrárias, tentando assim convencer com a autoridade.

7. Ira
Quando encurralado, sente-se com raiva.



MOMENTO DE REFLEXÃO

Um professor encontra um rapaz q diz q foi aluno dele;
E aí o cara pergunta: lembra de mim? E ele diz q não.
Aí o cara conta q foi aluno dele.
E ele pergunta: o q anda fazendo?
Sou professor. 
Ah que legal. Como eu?
Sim. Virei professor porque vc me inspirou..
aí ele pergunta pro cara qual foi o momento em q ele o inspirou a ser professor. E aí o aluno conta a história
“Um dia um amigo meu, estudante também, chegou com um relógio novo, lindo, e eu decidi q queria pra mim e roubei, peguei do bolso dele. Aí este meu amigo percebeu o roubo e reclamou com vc (professor). Ai vc disse: o relógio do colega de vcs foi roubado, quem roubou devolva. Nao devolvi porque não queria. Aí vc trancou a porta, falou pra todo mundo ficar em pé que vc passaria de um por um para revistar os bolsos de todos até achar o relógio. Mas vc falou pra todos fecharem os olhos q vc faria isso com os alunos de olhos fechados...
 ... todos fecharam os olhos e vc foi indo de bolso em bolso e quando chegou no meu encontrou o relógio e pegou. Continuou revistando todos e aí quando terminou disse: podem abrir os olhos. Já temos o relógio.
Vc não me disse nada. Não mencionou o episódio nunca. Não falou quem tinha roubado pra ninguém. E naquele dia vc salvou a minha dignidade para sempre
Foi O dia mais vergonhoso da minha vida. Mas o dia em q minha dignidade foi salva de eu não ter me tornado um ladrao, uma má pessoa Etc...
Vc nunca falou nada. Não me deu lição de moral. E eu entendi a mensagem
E entendi q é isso q um verdadeiro educador deve fazer.
Vc não lembra disso professor?
E o prof responde: eu lembro da situação, do relógio roubado, de eu ter revistado todos etc.
Mas não lembrava de vc. Porque eu tb fechei meus olhos ao revistar








UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...

E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





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