Quarta-feira,
04 de novembro de 2020
“A mente
cria, o desejo atrai e a fé realiza.”
EVANGELHO DE
HOJE
Lc
14,25-33
— O Senhor
esteja convosco.
— Ele está
no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO
do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas
— Glória a
vós, Senhor!
Grandes
multidões acompanhavam Jesus. Voltando- se, ele lhes disse: “Se alguém vem a
mim, mas não me prefere a seu pai e sua mãe, sua mulher e seus filhos, seus
irmãos e suas irmãs, e até à sua própria vida, não pode ser meu discípulo. Quem
não carrega sua cruz e não caminha após mim, não pode ser meu discípulo. De
fato, se algum de vós quer construir uma torre, não se senta primeiro para
calcular os gastos, para ver se tem o suficiente para terminar? Caso contrário,
ele vai pôr o alicerce e não será capaz de acabar. E todos os que virem isso
começarão a zombar: ‘Este homem começou a construir e não foi capaz de
acabar!’. Ou ainda: um rei que sai à guerra contra um outro não se senta
primeiro e examina bem se com dez mil homens poderá enfrentar o outro que
marcha contra ele com vinte mil? Se ele vê que não pode, envia uma delegação,
enquanto o outro ainda está longe, para negociar as condições de paz. Do mesmo
modo, portanto, qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode
ser meu discípulo!”.
Palavra da
Salvação
Glória a
vós Senhor
MEDITAÇÃO DO
EVANGELHO
Alexandre
Soledade
Bom dia!
“(…) Bendizemos ao Pai porque,
mesmo entre dificuldades e incertezas, todo homem aberto sinceramente à verdade
e ao bem comum, pode chegar a descobrir na lei natural escrita em seu coração”.
( (Doc. de Aparecida §123)
Temos colocado durante essa
semana que a santidade é uma longa estrada a ser percorrida e como tal, nem
sempre tem um percurso fácil ou acessível. Olhando sob esse ângulo, ou seja,
pelas dificuldades naturais de se realizar o trajeto, como então não perceber
que quanto mais peso levo mais difícil será terminar o caminho? “(…) Se um de
vocês quer construir uma torre, primeiro senta e calcula quanto vai custar,
para ver se o dinheiro dá. Se não fizer isso, ele consegue colocar os
alicerces, mas não pode terminar a construção. Aí todos os que virem o que
aconteceu vão caçoar dele, dizendo: “Este homem começou a construir, mas não
pôde terminar”.
Precisamos com todas as forças
e atenção lutar para que não levemos nada que não nos pertence, pois o mal tem
a estranha mania de se agarrar em nós como carrapichos. Quem já andou por uma
mata ou terreno baldio deve entender essa situação. Mas que carrapichos são
esses?
A vaidade, o medo, a soberba, o
orgulho, a arrogância, a prepotência, a indiferença, o ciúme, a inveja, (…)
todos eles tem a propriedade de furar as nossas defesas mais sólidas e no nosso
coração depositar sua semente. É bem comum vermos capim nascendo em meio a
fendas no concreto. Não precisam de muita coisa; precisam apenas de uma fresta.
A bem da verdade me parece que
Jesus queria nos alertar é desses apegos indesejáveis que acabam nos
acometendo. Não vejo Jesus de fato querendo que famílias se desfizessem, mas
que os filhos não decretassem sua permanência no pecado individual e social
pela ignorância dos seus pais e de suas tradições.
Jesus queria ofertar um bem
maior, mas os medos impregnados pelos anos de violência a aquele povo tampavam
os olhos dos mais velhos, que nitidamente, já haviam sofrido muito. A descrença
é, portanto comum naquele que muito sofreu e que mesmo hoje vivendo um período
de paz, teme revoltar-se (ou mudar).
A revolta proposta por Jesus
com o “VEM E SEGUE-ME”; ela era (e é) uma revolução de dentro para fora. O
chamado não permitia (ou permite) que outra pessoa responda por ele , recorde
então a passagem de Zaqueu, quando Jesus olhando para aquele franzino em cima
de uma árvore (Zaqueu), requer uma tomada de decisão pessoal e intransferível.
“(…) Jesus entrou em Jericó e
ia atravessando a cidade. Havia aí um homem muito rico chamado Zaqueu, chefe
dos recebedores de impostos. Ele procurava ver quem era Jesus, mas não o
conseguia por causa da multidão, porque era de baixa estatura. Ele correu
adiande, subiu a um sicômoro para o ver, quando ele passasse por ali. Chegando
Jesus àquele lugar e levantando os olhos, viu-o e disse-lhe: ZAQUEU, DESCE
DEPRESSA, PORQUE É PRECISO QUE EU FIQUE HOJE EM TUA CASA. ELE DESCEU A TODA A
PRESSA E RECEBEU-O ALEGREMENTE “. (Lucas 19, 1-6)
Se a caminhada, como já
enfatizamos, será longa, quanto mais peso levo mais complicada será para me
manter nela. O peso das coisas que carrego fatalmente ou me farão parar mais
vezes ou nos motivará a desistir. Zaqueu tinha tanto por “perder”, mas preferiu
perder para ganhar.
Quando éramos jovens nossos
pais sabiam por onde andávamos pela cor da roupa que chegávamos em casa e
quantas vezes tentamos mentir mas os sinais no corpo denunciavam, inclusive os
carrapichos. Mais que nossos pais, Deus sabe por onde andamos e conhece cada um
dos carrapichos que tememos retirar. Quem nunca espetou o dedo tentando
arrancá-los?
Deixa hoje Deus tirar o que não
é necessário.
Receba essa mensagem de Deus em
seu coração.
Um imenso abraço fraterno.
CURIOSIDADES
8 partes
do seu corpo que foram ‘esquecidas’ pela evolução
Ao longo da história, como a
seleção natural desempenhou o seu papel no desenvolvimento do homem moderno,
muitas das funções e partes do nosso corpo humano, foram perdendo as suas
respectivas utilidades, até chegarem a um nível de ‘estorvo’ para nós, homens
modernos do século XXI. Ou você acha que os sisos tem alguma função, além de
dar dor de cabeça (e de dente) nas pessoas?
Mas o que é mais fascinante de
tudo isso, é que muitas dessas partes do corpo humano, permanecem em nosso
corpo, agindo como figurantes, perto das outras partes, que possuem uma função
específica e pertinente a nossa evolução. Tá afim de ver esses parasitas da
evolução, que permanecem no seu organismo e que tem funções relativamente
inúteis?
Confira conosco 8 dessas partes
do corpo e veja se você enxerga alguma ‘função’ nesse emaranhado de pedaços
remanescentes dos nossos primórdios primitivos:
1.
Arrepios
Os seres humanos sentem arrepio
quando estão com frio, com medo, com raiva, ou quando sentem admiração.
Muitas outras criaturas também
sentem arrepios pela mesma razão, é por isso que um gato ou um cão ficam de
cabelos em pé e os espinhos de um porco-espinho levantam abruptamente quando se
sentem ameaçados. Os pelos se arrepiam, como uma resposta ao medo, para
aparentarmos maiores e assustarmos os ‘inimigos’. Isso se vivêssemos em
condições selvagens, como os demais animais. Os arrepios não tem mais essas
funções em nós, por vivermos com roupas e não precisarmos ‘parecer maiores’,
pois não temos predadores naturais.
2.
Irritabilidade a sons agudos
De acordo com os cientistas, a
frequência sonora emitida por esse tipo de sonoridade é parecida com a mesma
que é pertinente ao grito de alerta dos macacos. Nos tempos primórdios, esses
gritos eram uma excepcional defesa quando vivíamos em grupos e a nossa fala não
era aprimorada. Portanto, essa é uma explicação extremamente viável de existir
essa relação, afinal a gastura, e o sentimento que concebemos ao sermos
expostos ao ruído do gênero, é insuportável.
3. A
terceira pálpebra
A terceira pálpebra, é uma
membrana muito rara em mamíferos, mas comum em aves, répteis e peixes. Os seres
humanos têm um remanescente (mas não-trabalhado) da terceira pálpebra . Ao
longo dos anos, ela tornou-se bastante pequena em nós humanos, mas algumas populações
têm porções mais visíveis do que outras. 4. Os músculos auriculares
4. Os
músculos auriculares
Também conhecidos como os
músculos da orelha extrínsecos, os músculos auriculares são usados por animais
para rodar e manipular os ouvidos (independentemente da sua cabeça), afim de
centrar a sua audição de sonoridades particulares.
O uso destes músculos em gatos
é muito visível (como eles podem transformar os seus ouvidos quase
completamente para trás) – especialmente quando eles estão perseguindo um
pássaro e a necessidade de se fazer os movimentos mais pequenos possíveis para
não assustarem a sua futura refeição. Em nós, o músculo é ‘fraco’ e de pouca
movimentação, pois ao longo dos anos, e com a nossa evolução, fomos diminuindo
o hábito de ‘caçar para sobreviver’, portanto a peculiaridade da movimentação
das nossas orelhas, através desses músculos, se tornou mio ‘inútil’.
5. Cóccix
O cóccix é o remanescente do
que foi outrora, em tempos remotos, uma cauda humana. Ao longo do tempo nós
perdemos a necessidade de termos uma
cauda, mas não perdemos a necessidade de termos um cóccix, que agora funciona
como uma estrutura de suporte para vários músculos e ajuda ao sentarmos, não
causarmos desconforto ao ânus.
6.
Apêndice
O apêndice não tem nenhum uso
conhecido nos humanos modernos e muitas vezes é removida quando é acometida por
inflamações. Embora seu uso original ainda seja especulado, o apêndice
tornou-se menos útil, cada vez mais que ao longo dos anos fomos variando nossa
dieta. Já que uma das teorias para o uso do apêndice do nosso corpo, seja que
ele ajuda a filtrar impurezas, provenientes de alimentos do reino vegetal que
ingerimos.
7. Dente
Siso
Os primeiros seres humanos
comiam um monte de plantas – e eles precisavam para comê-las rapidamente, pelo
menos o suficiente para que eles obterem todos os nutrientes de que precisavam.
Por esta razão, tivemos um conjunto extra de molares para tornar a nossa boca
maior e mais produtiva. Mas a nossa dificuldade para nos alimentarmos foi
diminuindo, até porque ao longo dos séculos surgiram os preparos mais
sofisticados de comidas, talhes e aparatos do tipo. O que fizeram o siso se
tornar, literalmente, um ‘incômodo inútil’. Muito especula-se que o apêndice
tenha funcionalidade voltada para o auxílio do sistema imunológico. 8.
Planta dos
Pés -
A planta dos pés é usada por
animais para agarrar e manipular os objetos com os pés. Algo que você vê
comumente nos macacos, que podem executar perfeitamente os movimentos dos
membros superiores e inferiores. Os seres humanos têm esse músculo, mas agora
ele é tão subdesenvolvido que muitas vezes é somente usado por médicos quando
precisam de tecido para a reconstrução em outras partes do corpo.
E você, caro leitor? Teve siso
ou é um ser hipoteticamente evoluído?
MOMENTO DE
REFLEXÃO
Praticar atos gratuitos de amor
- que tal?
Disse ao meu marido que o amo.
Não custou nada. Pus um bilhete na lancheira do meu filho dizendo como ele é
especial. Não custou nada. Abri a porta da loja para uma senhora em cadeira de
rodas. Não custou nada.
Deixei uma lata de biscoitos
para o carteiro. Não custou nada. Dei minha vez na fila no supermercado. Não
custou nada. Telefonei para meu irmão dizendo que estava com saudades. Ele
também estava! Pedi desculpas a um amigo com quem tinha sido agressiva. Custou
um pouco, mas deu muita alegria.
Levei flores e chocolates para
uma tia velha. Não custou nada. Dei passagem para um carro no cruzamento e
sorri para o motorista. Não custou nada e ele sorriu de volta. Comprei um
presentinho para minha filha. Era uma coisa de nada, mas ela ficou feliz.
Agradeci ao rapaz que embalou minhas compras. Ele ficou satisfeito.
Dei um dia de folga ao meu
assistente, mas lhe paguei. Custou só um pouquinho, mas nós dois ficamos
contentes. Convidei uma amiga para um passeio e um cinema. Nós nos divertimos.
Fiz uma massagem relaxante. Me
senti maravilhosa. Atos gratuitos de amor - como me fizeram bem!
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
Para comentários, sugestões ou cadastro de um amigo
Nenhum comentário:
Postar um comentário