Terça-feira,
01 de dezembro de 2020
“O Natal
dos sonhos é aquele que você idealiza no espírito, sente no coração e partilha
na solidariedade!”
EVANGELHO DE
HOJE
Lc
10,21-24
— O Senhor
esteja convosco.
— Ele está
no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO
do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas
— Glória a
vós, Senhor!
Naquele
mesma hora, ele exultou no Espírito Santo e disse: “Eu te louvo, Pai, Senhor do
céu e da terra, porque escondeste essas coisas aos sábios e entendidos e as
revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, assim foi do teu agrado. Tudo me foi
entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, a não ser o Pai; e ninguém
conhece o Pai, a não ser o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”. E
voltando-se para os discípulos em particular, disse-lhes: “Felizes os olhos que
veem o que vós estais vendo! Pois eu vos digo: muitos profetas e reis quiseram
ver o que vós estais vendo, e não viram; quiseram ouvir o que estais ouvindo, e
não ouviram”.
Palavra da
Salvação
Glória a
vós Senhor
MEDITAÇÃO DO
EVANGELHO
Alexandre
Soledade
Bom dia!
Ainda recordo de uma homilia
onde um dos nossos freis (frei Nédio) disse: “(…) quando conhecemos a Deus, Seu
amor, caem às escamas dos nossos olhos”. Se observarmos bem o que esse frei diz
notaremos que conhecer o amor de Deus denota uma inevitável mudança de
comportamento pessoal e individual; e para que ela ocorra pouco interessa quem
sabe muito ou pouco, quem fez faculdade ou aquele que nem estudos têm. Mas por
que aqueles que sabem muito são os que mais fogem da mudança?
“(…) Ó Pai, Senhor do céu e da
terra, eu te agradeço porque tens mostrado às pessoas sem instrução aquilo que
escondeste dos sábios e dos instruídos. Sim, ó Pai, tu tiveste prazer em fazer
isso”.
Mas por onde começar?
1) EVITEMOS PERPETUAR OS
PENSAMENTOS PESSIMÍSTAS SOBRE A VIDA
Ter pensamentos pesados ou
pessimistas sobre a vida nos encarcera, nos prendem, (…); eles fecham nossos
olhos a grandeza e a beleza construída por Deus e nos dão a sensação de
impotência sobre mudar o hoje pensando no amanhã. Todos sabem que um dia tudo
isso que conhecemos poderá vir a terminar, mas por que causar pânico, temor,
medo nas pessoas, sabendo que muitas delas não tem nem mais motivos para viver?
Por que não nos empenhar em levar a boa mensagem do evangelho de domingo? Domingo
acendemos a vela verde da coroa do advento, que representa a esperança nossa e
a de Isaias, como diz frei Alceu, um dos padrinhos do advento.
“(…) Quando essas coisas
começarem a acontecer, fiquem firmes e de cabeça erguida, pois logo vocês serão
salvos”. (Lucas 21, 28)
2) ENCONTRAR MOTIVOS PARA VIVER
ESSE DIA…
Algo me fez lembrar Jonas, o
personagem bíblico, que insatisfeito pela não destruição da cidade de Nínive
(Jonas 4), sentou emburrado embaixo de uma mamoneira. Essa analogia serve para
todos nós quando desistimos do mundo ou quando passamos a agourá-lo, quando nos
fazemos de coitado para chamar atenção dos outros e hoje de forma especial quando
me revisto de vaidades, arrogância e prepotência, pensando eu ser sabedoria, e
na verdade são coisas que evitam que eu cresça como pessoa.
3) BUSCAR A DEUS DE TODO
CORAÇÃO E COM TODA NOSSA FORÇA
Todo cristão tem uma missão,
seja ele evangélico ou católico, de procurar a Deus com todo coração, com toda
sua alma e com toda a força, mas não se ajunta folhas secas assoprando o monte,
ou seja, não será fácil juntar em meio a um vendaval pessoal, em meio a
tormentas, por isso é crucial que tenhamos empenho também em resolver o que nos
aflige por dentro.
4) SER HUMILDE AS
CORREÇÕES E ACEITAR AS MUDANÇAS.
Não sei bem se o que temos nos
fará chegar ao céu, ou seja, o estudo não nos credencia a sermos mais
importantes e sim mais habilidosos em um determinado assunto. Ter faculdades e
conhecimento do mundo de nada valem se não estivermos dispostos a dar, nos
empenhar, conduzir e a sermos corrigidos… Também não posso me valer desse
evangelho para justificar parar de estudar, pois o estudo nos oferece mais
recursos ao trabalho da messe. Fugir da capacitação é como insistir em lavrar a
terra com um boi enquanto outros usam tratores.
Estamos no advento, peçamos
perdão pelas vezes que me esqueci de ter um coração aberto ao amor; por ter nos
achado acima de tudo; por ter mais afastado do que ajuntado; por meu orgulho
ter soprado mais forte que minha humildade.
Reflitamos: “Preciso impregnar
o mundo com Cristo, a começar em mim”!
Um imenso abraço fraterno.
COMPORTAMENTO
Você é uma
mãe superprotetora?
Eliana Lee
Impor limites e cuidar da
segurança é normal e aceitável. A própria sociedade e o papel de mãe exigem de
você uma postura que protege e cuida. Ainda mais se você é a mãe e quer o
melhor para se filho, certo? Entretanto, o excesso de cuidados e o exagero na
hora de proteger a criança podem ser extremamente prejudicial para ambos os
lados. Tanto você quanto seu filho precisam respeitar o espaço um do outro.
Proteger demais acaba podando momentos de aprendizagem e crescimento;
refletindo inclusive na vida adulta.
A percepção da proteção
exagerada
Muitas mulheres não percebem
que estão indo além do ideal na hora de proteger seus pequenos. Elas fazem o
que acham que está certo na hora de cuidar e educar, mas não conseguem perceber
até que ponto suas atitudes estão sendo nocivas. As mulheres mais propensas a
desenvolverem atitudes superprotetoras são as que tiveram um relacionamento
difícil com a própria mãe, na infância (e querem evitar qualquer lembrança ruim
para seus filhos, agora que são elas as mães) ou as que possuem relações complicadas
com o parceiro, com a família ou ainda consigo mesmas, cobrando-se demais e
exigindo perfeccionismo em todos os níveis de sua vida.
Sempre por perto, mas sem
interferir demais
notar que está “cercando”
demais seu filho ou evitando que ele descubra novas experiências, comece a
rever algumas atitudes do dia a dia. Algumas dicas básicas e muito simples
podem ser uma ajuda na hora de começar a praticar o “desapego”. Mas atenção:
ninguém está pedindo que você deixe de cuidar com dedicação de seu filho, pelo
contrário, você estará cuidando e ao mesmo tempo, ajudando-o a crescer.
Se perceber que seu filho está
tentando algo novo sozinho como comer com talheres, beber em copos maiores ou
amarrar os sapatos, não o interrompa para fazer as coisas por ele. Você pode
até observar ou ficar por perto, mas deixe que ele conclua a tarefa sozinho.
Quando você faz tudo pela criança ela acaba se condicionando à sua presença,
tendo “preguiça” de tentar e não descobrindo por si mesma as suas capacidades.
Bebes aprendendo a caminhar
estão sujeito a quedas. Ande ao lado dele, ou atrás, mas nunca interrompa suas
tentativas de se levantar e andar sozinho.
A mesma regra vale para
playgrounds e parques de diversões: você pode ficar sempre por perto, mas é
necessário deixar que seu filho “corra alguns riscos” e também interaja com
outras crianças.
Quando seu filho fizer algo
errado, diga “não” sem culpa e sem receio de que ele fique frustrado ou
chateado. Ensine a ele o que é correto fazer e também aja com firmeza. Você é a
mãe dele e não pode privá-lo de ouvir negativas e correções. Isso faz parte da
vida. Crianças que ouvem “sim” o tempo todo crescem sem entender negativas,
correm o risco de ficarem mimadas e frustradas quando não forem aceitas ou
tiverem de passar por situações complexas.
Crianças e adolescentes também
precisam de espaço. Se eles já possuem celulares e regras em casa não há
motivos para não dar um voto de confiança uma vez ou outra e deixá-los sair com
amigos. Combine um horário para que seu filho chegue em casa ou a hora de ir
buscá-lo e respeite isso. E nada de ficar telefonando o tempo inteiro. Se ele
estiver cumprindo sua parte obedecendo os limites impostos por você, fique
tranquila. Preocupação excessiva pode deixá-la ainda mais estressada e isso
refletirá no comportamento de seu filho, o que pode ocasionar, inclusive, o efeito
contrário ao que você espera.
MOMENTO DE
REFLEXÃO
Dezembro. O tempo é próprio às
reclamações, começa a enxurrada dos “não deu”. Não deu para chegar, não deu
para passar, não deu para comprar, não deu para ligar, não deu para lembrar.
Não deu.
Frente às duas maiores datas
geradoras de expectativas, o ser humano veste a camiseta do não deu.
No Natal, você dá nota ao outro
e o outro dá nota para você. Um presente caro, maior a nota; um barato, menor a
nota.
No revéillon, a pessoa julga a
si própria. E a resposta é aquela de todo ano: não deu. Não deu para cumprir as
promessas, eu queria, mas não deu...
Frente à necessidade de
concretizar as impossibilidades, as pessoas montam o teatro do problema: o
trânsito não anda, o filho em recuperação, as férias coletivas, as lojas
abarrotadas, os papais-noéis magros e queimados do sol.
Um consolo popular é sempre
lançado nesta época: um novo disco do Roberto Carlos, no mesmo tom, na mesma
capa, na mesma afinação, no mesmo título, mostrando que o novo não é fruto de
invencionice, nem de tentativa de preenchimento de expectativas novidadeiras. O
novo é como o Real, volta sempre ao mesmo lugar, tal qual o 25 de dezembro e o
1º de janeiro – Natal e Ano Novo. Que lição!
Jorge
Forbes
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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