Quinta-feira
19 de novembro de 2020
“Os contos
de fadas não afirmam que os dragões existem. Isto todos já sabem. Eles
demonstram que os dragões podem ser mortos."(Gilbert Keith Chesterton)
EVANGELHO DE
HOJE
Lc
19,41-44
— O Senhor
esteja convosco.
— Ele está
no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO
do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas
— Glória a
vós, Senhor!
Quando
Jesus se aproximou de Jerusalém e viu a cidade, começou a chorar. E disse: “Se
tu também compreendesses hoje o que te pode trazer a paz! Agora, porém, está
escondido aos teus olhos! Dias virão em que os inimigos farão trincheiras, te
sitiarão e te apertarão de todos os lados. Esmagarão a ti e a teus filhos, e não
deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não reconheceste o tempo em que foste
visitada”.
Palavra da
Salvação
Glória a
vós Senhor
MEDITAÇÃO DO
EVANGELHO
Alexandre
Soledade
Bom dia!
Hoje o texto narra uma
afirmação de Jesus quanto ao destino trágico da cidade de Jerusalém que de fato
foi invadida e saqueada pelos bárbaros e depois por outros povos. Talvez Jesus
tenha falado também de cada invasão que cada um de nós é acometido de tempos em
tempos.
“(…) A cidade de Jerusalém abre
as suas portas para Jesus, mas não abre o seu coração. Não aceita as suas
palavras e rejeita a sua doutrina, pois os seus olhos estão voltados para outra
direção, a direção que a levará até a destruição e a morte. É necessário que
abramos o nosso coração e reconheçamos que somos visitados pelo Deus da Vida e
que rejeitar essa visita significa para nós trilharmos os caminhos da morte,
resultado de uma vida de quem apenas está preocupado em olhar para seus
interesses mesquinhos e não para os verdadeiros bens que são destinados a quem
acolhe o Senhor e vive segundo os valores do Evangelho”. (reflexão segundo a
CNBB)
Um fato: Não sabemos também
quando nossa Jerusalém será invadida, essa Jerusalém que representa nossa vida,
nossa saúde, nosso serviço (…). Hoje estou bem e amanhã não sei, ou melhor,
ninguém sabe. Duro é ver após um acontecimento (demissão, doença, surgimento de
uma dívida, o despejo, o fim do casamento, do namoro, de uma amizade) que
parecia que já sabíamos que algo iria acontecer, mas que não nos atentamos aos
sinais. E como os sinais são grandes agora!! “(…) Mas agora você não pode ver
isso. Pois chegarão os dias em que os inimigos vão cercá-la com rampas de
ataque, e vão rodeá-la, e apertá-la de todos os lados… porque você não
reconheceu o tempo em que Deus veio para salvá-la”
E Jesus, não distante, mas
ainda mais próximo do que nunca, chora ao nosso lado. Ampara-nos no sofrimento,
no sentimento, na “culpa”, na saudade.
Nas invasões bárbaras foram
subtraídas (roubadas) relíquias e peças sagradas do povo; artefatos que lhe
diziam muito e faziam falta. Quantos de nós também temos a impressão, que após
um acontecimento, um grande sofrimento, uma grande perca, algo em nós também é
roubado. Não é a perca de algo físico, material (…), mas de algo que também
fazia parte de nós e que sentimos falta?
Jesus também chorava porque
nada podia fazer. Sim! O Senhor não podia fazer nada. Ele, mesmo sendo 100%
Deus, não poderia ferir ou negar o livre arbítrio humano. A dádiva dada por
Deus que nos eleva acima dos anjos, mas também nos condena se o usarmos sem a
sabedoria.
Mesmo tendo feito tanto aos
olhos de todos, de ter curado a tantos, ter resgatado ou transformado a vida de
tantos outros, as pessoas preferiam não mudar. Imagine-se no trabalho, em casa,
na faculdade onde você com tanto conteúdo e conhecimento para repassar, mas os
colegas não quererem aprender, melhorar, mudar… Quando mesmo sendo novo em
idade, sabe ou percebe, que seus pais, amigos, irmãos estão prestes a tomar uma
atitude errada, mas não consegue ser ouvido (a) por eles… Duro isso, mas é
fruto do livre arbítrio e deve ser respeitado, pois Jesus também respeitou.
De fato nossa vida não é um
“mar de rosas” o tempo todo, mas ainda não é o fim. Sinais são apresentados todos
os dias e em todas as horas, mas nossos olhos se recusam a vê-los. È preciso se
antecipar aos fatos a começar pela remoção do que nos impede de vê-los. No dia
que conseguirmos isso a tempestade acalmará e voltaremos a navegar no mar que
escolhi
“(…) Isto foi obra do Senhor, é
um prodígio aos nossos olhos. Este é o dia que o Senhor fez: seja para nós dia
de alegria e de felicidade“. (Salmo 117, 23-24)
Precisamos buscar a maturidade
na fé!
Um imenso abraço fraterno.
MUNDO ANIMAL
Medo de
trovões
Entenda porque para alguns cães
certos barulhos podem ser tão aterrorizantes e aprenda como amenizar esse
problema
Medo de RaioEm dias de chuva
alguns cães podem se comportar de forma um tanto estranha. Babam, tremem, ficam
ofegantes e quase sempre tentam se esconder em espaços em que não cabem.
Essa reação a princípio
esquisita pode ser porque seu cão tem medo dos grandes barulhos causados nesses
dias.
Esse medo também ocorre com o
barulho de fogos de artifícios comuns em dias de fogos de futebol e comemorações.
Por que isso acontece?
Diferente do que muitos
imaginam, um comportamento aflito diante de fogos ou trovões não se deve a uma
possível dor de ouvido. Apesar da ótima audição, os cães se assustam associam o
barulho à aproximação de perigo.
Estrondos passam a ideia de que
algo grande e poderoso se aproxima, por isso, mesmo dentro de casa, muitos cães
se sentem ameaçados.
Pets traumatizados
Em situações onde o susto é
muito grande, o cão pode acabar desenvolvendo um trauma. Nesses casos, mesmo
ruídos mais brandos podem deixar o cão em pânico, porque estão associados com o
susto inicial. Há casos em que a umidade do ar, o vento e a mudança da
luminosidade são associados com o perigo de barulhos altos. Ou seja, antes
mesmo de a tempestade começar, o cão já pode estar sofrendo.
Como ajudar seu cãozinho
Esse realmente é um problema
difícil de resolver. Mas algumas podem amenizar e até mesmo curar o medo que
seu animal de estimação tem de certos barulhos.
1- Um local seguro e agradável
- Se o seu cão procura um lugar para se abrigar quando está com medo, permita
que ele fique lá. Além disso, se possível, crie um espaço para ele ficar nesses
dias, com janelas e portas vedadas para abafar o som externo.
Se esse lugar for seu quarto,
ótimo! Um ambiente associado a uma pessoa que ele adora, pode ajudar seu amigo
a se sentir mais seguro. Habitue-o a ouvir sons altos da TV, rádio ou música
mesmo. Esses sons podem ser usados para “mascarar” os barulhos de fogos e
trovões. Brincar e divertir o seu cão nesse ambiente, também em dias sem
barulhos, pode ajudá-lo a associar o local com sensações agradáveis.
2- Não demonstre medo – Abaixar
e tentar protegê-lo nos momentos de aflição, ao contrário do que muitos imaginam,
não é uma boa solução. Sua postura corporal significa muito para os cães e
quando você agacha pode transmitir a ele que também está com medo do perigo que
se aproxima. Diante de um estrondo, mantenha-se em pé e caminhe firme, falando
naturalmente com o seu cão.
3 – Ajude-o a se acostumar aos
poucos – Para que seu pet aprenda a lidar com barulhos que o assustam é preciso
que ele faça associações positivas com esses momentos. Quando ouvirem um
barulho parecido com o que o assusta, comemore com ele: dê petiscos, elogie-o,
faça carinho ou brinque com ele. Você pode simular ocasiões parecidas com as de
tensão, gravando sons que o desagradam e reproduzindo esses sons em momentos
agradáveis, aumentando o volume de forma gradativa para não assustá-lo, respeitando
seus limites.
Aos poucos ele pode a associar
o barulho, que antes representava perigo, a situações muito prazerosas.
Converse com seu veterinário!
Em alguns casos o uso de
medicamentos pode ser indicado paralelamente ao treinamento. Consulte seu veterinário
para que ele receite um remédio para ajudar a tranquilizar o seu cão em dias
barulhentos, evitando novos traumas.
Texto:
Tarsis Ramão (Adestradora Cão Cidadão)
Revisão e
Edição: Alex Candido
MOMENTO DE
REFLEXÃO
Primeira lição: Durante meu
segundo mês na escola de enfermagem, nosso professor nos deu um questionário.
Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a última que
era:
"Qual o primeiro nome da
mulher que faz a limpeza da escola ?"
Sinceramente, isso parecia uma
piada. Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes. Ela era alta, cabelo
escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela ?
Eu entreguei meu teste deixando
essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se
a última pergunta do teste ia contar na nota.
“É claro!”, respondeu o
professor. “Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas. Todas têm seu grau
de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso
ou um simples "alô".”
Eu nunca mais esqueci essa lição
e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era Dorothy.
Segunda lição: Na chuva, numa
noite, estava uma senhora negra, americana, do lado de uma estrada no estado do
Alabama enfrentando um tremendo temporal. O carro dela tinha enguiçado e ela precisava,
desesperadamente, de uma carona.
Completamente molhada, ela
começou a acenar para os carros que passavam. Um jovem branco, parecendo que
não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos dos anos 60, parou para
ajudá-la. O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e
chamou um táxi para ela.
Ela parecia estar realmente com
muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradecê-lo. Sete dias se
passaram quando bateram à porta da casa do rapaz.
Para a surpresa dele, uma
enorme TV colorida estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que
dizia:
"Muito obrigada por me
ajudar na estrada naquela noite. A chuva não só tinha encharcado minhas roupas
como também meu espírito. Aí, você apareceu. Por sua causa eu consegui chegar
ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse. Deus o abençoe por ter
me ajudado!
Sinceramente, Mrs. Nat King
Cole"
Terceira lição: Numa época em
que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de 10 anos entrou na
lanchonete de um hotel e sentou-se a uma mesa. Uma garçonete colocou um copo de
água na frente dele.
- "Quanto custa um
Sundae?" - ele perguntou.
- “50 centavos” - respondeu a
garçonete.
O menino puxou as moedas do
bolso e começou a contá-las.
- "Bem, quanto custa o
sorvete simples?" - perguntou o garoto.
A essa altura, mais pessoas
estavam esperando por uma mesa e a garçonete perdendo a paciência...
- "35 centavos" -
respondeu ela, de maneira brusca.
O menino, mais uma vez, contou
as moedas e disse: - "Eu vou querer, então, o sorvete simples".
A garçonete trouxe o sorvete
simples, a conta, colocou na mesa e foi atender outros clientes. O menino
acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou,
começou a chorar a medida que ia limpando a mesa pois ali, do lado do prato,
tinham 15 centavos em moedas... – ou seja, o menino não pediu o Sundae porque
queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.
Quarta lição: Em tempos bem
antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada. Então, ele se
escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do
caminho.
Alguns mercadores e homens
muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra.
Alguns até esbravejaram contra
o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas, mas, nenhum deles tentou
sequer mover a pedra dali.
De repente, passa um camponês
com uma boa carga de vegetais. Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado
a sua carga e tentou remover a rocha dali.
Após muita força e suor, ele
finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada. Ele, então, voltou a
pegar a sua carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa no local onde
estava a pedra.
A bolsa continha muitas moedas
de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que
tivesse removido a pedra do caminho.
O camponês aprendeu o que
muitos de nós nunca entendeu:
"Todo obstáculo contém uma
oportunidade para melhorarmos nossa condição".
Quinta lição: Há muitos anos
atrás, quando eu trabalhava como voluntário em um hospital, eu vim a conhecer
uma menininha chamada Liz, que sofria de uma terrível e rara doença.
A única chance de recuperação
para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho
dela, de apenas 5 anos que, milagrosamente, tinha sobrevivido à mesma doença e
parecia ter, então, desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la.
O médico explicou toda a
situação para o menino e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele
para a irmã.
Eu vi ele hesitar um pouco,
mas, depois de uma profunda respiração ele disse: - "Tá certo, eu topo...
Se é para salvá-la..."
À medida que a transfusão foi
progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da cama da irmã e sorria, assim
como nós também, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor.
De repente, o sorriso dele
desapareceu e o garotinho empalideceu... Olhou para o médico e perguntou com a
voz trêmula:
- "Eu vou começar a morrer
logo?"
Por ser tão pequeno e novo, o
menino tinha interpretado mal as palavras do médico, e pensou que teria que dar
todo o sangue dele para salvar a irmã!
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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