segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

Segunda-feira, 31/01/2022

 Segunda-feira 31 de janeiro de 2022

 

“A malícia de uns nasce, quase sempre, da inocência de outros.”

 

 

EVANGELHO DE HOJE

Mc 5,1-20

 

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos

— Glória a vós, Senhor!

                                                                             

 

Naquele tempo, 1Jesus e seus discípulos chegaram à outra margem do mar, na região dos gerasenos. 2Logo que saiu da barca, um homem possuído por um espírito impuro, saindo de um cemitério, foi a seu encontro.

3Esse homem morava no meio dos túmulos e ninguém conseguia amarrá-lo, nem mesmo com correntes. 4Muitas vezes tinha sido amarrado com algemas e correntes, mas ele arrebentava as correntes e quebrava as algemas. E ninguém era capaz de dominá-lo.

5Dia e noite ele vagava entre os túmulos e pelos montes, gritando e ferindo-se com pedras. 6Vendo Jesus de longe, o endemoninhado correu, caiu de joelhos diante dele 7e gritou bem alto: "Que tens a ver comigo, Jesus, Filho do Deus altíssimo? Eu te conjuro por Deus, não me atormentes!" 8Com efeito, Jesus lhe disse: "Espírito impuro, sai desse homem!" 9Então Jesus perguntou: "Qual é o teu nome?" O homem respondeu: "Meu nome é 'Legião', porque somos muitos". 10E pedia com insistência para que Jesus não o expulsasse da região.

11Havia aí perto uma grande manada de porcos, pastando na montanha. 12O espírito impuro suplicou, então: "Manda-nos para os porcos, para que entremos neles". 13Jesus permitiu. Os espíritos impuros saíram do homem e entraram nos porcos. E toda manada — mais ou menos uns dois mil porcos — atirou-se monte abaixo para dentro do mar, onde se afogou. 14Os homens que guardavam os porcos saíram correndo e espalharam a notícia na cidade e nos campos. E as pessoas foram ver o que havia acontecido. 15Elas foram até Jesus e viram o endemoninhado sentado, vestido e no seu perfeito juízo, aquele mesmo que antes estava possuído por Legião. E ficaram com medo.

16Os que tinham presenciado o fato explicaram-lhes o que havia acontecido com o endemoninhado e com os porcos. 17Então começaram a pedir que Jesus fosse embora da região deles. 18Enquanto Jesus entrava de novo na barca, o homem que tinha sido endemoninhado pediu-lhe que o deixasse ficar com ele. 19Jesus, porém, não permitiu. Entretanto, lhe disse: "Vai para casa, para junto dos teus e anuncia-lhes tudo o que o Senhor, em sua misericórdia, fez por ti". 20E o homem foi embora e começou a pregar na Decápole tudo o que Jesus tinha feito por ele. E todos ficavam admirados.

 

 

 

Palavra da Salvação

Glória a vós Senhor

 

 

 

 

MEDITAÇÃO DO EVANGELHO

Pe. Antonio Queiroz

 

 

Espírito impuro, sai desse homem!

Este Evangelho narra o primeiro encontro de Jesus com o mundo pagão. O episódio mostra o poder de Jesus sobre o demônio

Possesso é alguém que não é dono de si mesmo, mas é possuído, conduzido pelas forças do mal: Paixões, posses, dinheiro, vícios... O espírito impuro é a força do mal que tira de nós a pureza de coração, que é uma bem-aventurança. É a malícia, a licenciosidade, a libertinagem, a maldade, as segundas intenções, enganos, mentiras.

“Nem correntes”: O vício da impureza é difícil de ser vencido.

“Vieste aqui para nos destruir?” Ele percebeu que se não enfrentasse a Jesus, este o destruiria.

O porco era considerado um animal impuro, porque vive na lama e anda sempre sujo. Por isso os porcos foram escolhidos pelos espíritos impuros para sua morada. “Dize-me com quem andas e te direi quem és”.

“E toda a manada de porcos atirou-se no mar e se afogou”. Os espíritos impuros são assim: só querem prejudicar as pessoas.

O demônio é um vírus terrível, que se aloja no nosso espírito, no nosso pensamento, na nossa mentalidade, e contamina a sociedade inteira, criando uma cultura de pecado. É daí que nascem todos os males do mundo.

Aquele possesso vivia no meio dos túmulos. Os mortos querem viver entre os mortos, isto é, em más companhias. Os perversos facilmente se agrupam, em quadrinhas etc. Ele tem medo da luz, por isso preferem lugares escuros.

“Qual é o teu nome? O homem respondeu: Meu nome é Legião”. Os perversos não querem se identificar, tem medo da verdade. Jesus quer transparência, quer que se tire o véu do engano e da mentira. Uma sociedade anônima atual, que pratica injustiças com os funcionários ou com os que usam seus produtos, às vezes chega perto dessa “Legião”. Se o funcionário vai reclamar, aquele que executou a injustiça fala que a ordem veio de cima; o gerente fala que veio do comitê gestor da empresa; o comitê gestor fala que a determinação veio da assembléia dos acionistas...

O possesso era tão violento que ninguém conseguia amarrá-lo. Os possuídos são violentos, praticam a violência física ou moral. Já quem tem Deus no coração é pacífico.

“Que tens a ver comigo, Jesus, Filho do Deus altíssimo?” Os possessos não querem ser curados. As estruturas do mal conhecem quem é mais forte que elas e tem poder de destruí-las. A sociedade opressora se une para combater a Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica. Até as religiões se unem contra ela. Aliás, este é o único ponto em que as “religiões” se unem. As pessoas possessas de hoje não querem o terço, as rezas, a leitura da Bíblia, a oração às refeições...

“Gritando e ferindo-se com pedras”. É uma referência ao tormento do inferno, que já é antecipado aqui na terra pelos possessos.

Os porcos se atiraram no mar e morreram. A criação de porcos era a principal economia daquela região. A libertação do pecado tem um preço: a diminuição da renda em dinheiro, especialmente se esta era ilícita.

Os habitantes preferiram ficar com o “deus dinheiro”, por isso pediram a Jesus que se retirasse. Jesus já estava sendo rejeitado em seu país, agora também no país vizinho.

Na verdade, todos os habitantes da cidade eram possessos. Eles preferiram o dinheiro (porcos) a Jesus. Colocaram o bem material acima do espiritual. Deus é Pai, nunca vai deixar faltar o que comer e tudo o que for necessário para que seus filhos e filhas tenham uma vida digna. “Quem não renuncia a tudo o que possui não pode ser meu discípulo”.

“Vai para casa, para junto dos teus e anuncia-lhes tudo o que o Senhor fez por ti. O homem foi e começou a pregar...” A situação ali se inverteu. Agora só não é possesso o ex-possesso, que quer seguir a Jesus.

A presença do mal dentro e fora de nós é, infelizmente, algo sempre atual. São legiões de “demônios” do mal que tentam avassalar-nos e com freqüência o conseguem: o consumismo, o rendimento econômico, a alienação, a exploração dos pobres, a violência...

Mas Jesus é mais forte que o nosso pecado e os nossos erros. Junto com Jesus, nós temos condições e nos libertar e de colaborar na libertação dos nossos irmãos e irmãs.

Certa vez, uma folha de papel estava em cima de uma mesa, junto com outras folhas exatamente iguais a ela. De repente alguém pegou uma caneta de pena, mergulhou-a no tinteiro ao lado e sujou toda a folha de tinta, escrevendo diversas palavras. “Será que você não podia ter me poupado dessa humilhação?”, disse o papel para a tinta.

“Espere”, respondeu a tinta. Eu não estraguei você, mas fiz o contrário. Agora você não é mais uma simples folha de papel, mas um documento precioso.

Pouco depois, alguém foi arrumar a mesa e apanhou todas as filhas de papel e as jogou na lareira, menos esta que se transformara em um documento.

Agora sim, ela entendeu que não existia para si, mas para servir, mesmo que perdesse um pouco de sua beleza. Nós não queremos ser escravos do egoísmo, o qual não realiza a pessoa humana.

Maria Santíssima acolhia sempre seu Filho com amor de mãe. Que ela nos ajude a recebê-lo bem e segui-lo.

Espírito impuro, sai desse homem!

 

 

 

MOMENTO DE REFLEXÃO

 

Conta-se que um monge eremita viajava através das aldeias, ensinando o bem.

Chegando a noite e estando nas montanhas, sentiu muito frio. Buscou um lugar para se abrigar. Um discípulo jovem ofereceu-lhe a própria caverna. Cedeu-lhe a cama pobre, onde uma pele de animal estava estendida.

O monge aceitou e repousou. No dia seguinte, quando o sol estava radiante e ele deveria prosseguir a sua peregrinação, desejou agradecer ao jovem pela hospitalidade.

Então, apontou o seu indicador para uma pequena pedra que estava próxima e ela se transformou em uma pepita de ouro.

Sem palavras, o velho procurou fazer que o rapaz entendesse que aquela era a sua doação, um agradecimento a ele. Contudo, o rapaz se manteve triste.

 

Então, o religioso pensou um pouco. Depois, num gesto inesperado, apontou uma enorme montanha e ela se transformou inteiramente em ouro.

O mensageiro, num gesto significativo, fez o rapaz entender que ele estava lhe dando aquela montanha de ouro em gratidão.

Porém, o jovem continuava triste. O velho não pôde se conter e perguntou:

Meu filho, afinal, o que você quer de mim? Estou lhe dando uma montanha inteira de ouro.

O rapaz apressado respondeu: Eu quero o vosso dedo.

A inveja é um sentimento destruidor e que nos impede de crescer.

Invejamos a cultura de alguém, mas não nos dispomos a permanecer horas e horas estudando, pesquisando. Simplesmente invejamos.

Invejamos a capacidade que alguns têm de falar em público com desenvoltura e graça. Contudo, não nos dispomos a exercitar a voz e a postura, na tentativa de sermos semelhantes a eles.

Invejamos aqueles que produzem textos bem elaborados, que merecem destaque em publicações especializadas. No entanto, não nos dispomos ao estudo da gramática, muito menos a longas leituras que melhoram o vocabulário e ensinam construção de frases e imagens poéticas.

Enfim, somos tão afoitos quanto o jovem da história que desejava o dedo do monge para dispor de todo o ouro do mundo, sem se dar conta de que era a mente que fazia as transformações.

 

Pensar é construir. Pensar é semear. Pensar é produzir.

Vejamos bem o que semeamos, o que produzimos, nas construções de nossas vidas, com as nossas ondas mentais.

No lugar da inveja, manifestemos a nossa vontade de lutar para crescer, com a certeza de que cada um de nós é inigualável. O que equivale a dizer que somos únicos e que ninguém poderá ser igual ao outro.

Cada um tem seus tesouros íntimos a explorar, descobrir e mostrar ao mundo.

 

Quando pensamos, projetamos o que somos. Pensemos melhor. Pensamento é vida

 

 

 

 

 

 

 

UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...

 

E até que nos encontremos novamente,

que Deus lhe guarde serenamente

na palma de Suas mãos.

 

 

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domingo, 30 de janeiro de 2022

Domingo 30/01/2022

 Domingo, 30 de janeiro de 2022

 

“Vive em vão o homem que não leva a cabo a tarefa que lhe foi assinalada na vida.”

 

 

EVANGELHO DE HOJE

Lc 4, 21-30

 

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas

— Glória a vós, Senhor!

                                                                             

 

Naquele tempo, estando Jesus na sinagoga, começou a dizer: 21“Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir”.

22Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca. E diziam: “Não é este o filho de José?”

23Jesus, porém, disse: “Sem dúvida, vós me repetireis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Faze também aqui, em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum”.

24E acrescentou: “Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria.

25De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia.

27E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio”.

28Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. 29Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até ao alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício. 30Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.

 

 

Palavra da Salvação

Glória a vós Senhor

 

 

 

 

MEDITAÇÃO DO EVANGELHO

Pe. Antonio Queiroz

 

 

Quem recebe aquele que eu enviar, me recebe a mim.

Este Evangelho narra as palavras de Jesus após o lava-pés. São orientações fundamentais aos Apóstolos e a todos os líderes de Reino de Deus, de todos os tempos e lugares. Esses líderes vão continuar o trabalho que ele fez nos seus três anos de vida pública.

“O servo não está acima do seu senhor e o mensageiro não é maior que aquele que o enviou”. Se ele, o senhor e mestre, agiu como uma empregada doméstica lavando os pés da família que chega da viagem, nós, os líderes cristãos, devemos preocupar-nos, não com honras, mas em servir as pessoas com humildade.

“Se sabeis isto, e o puserdes em prática, sereis felizes.” Essa atitude de serviço humilde nos faz felizes. “Descubra a felicidade de servir.” Mas não basta saber que é assim; a felicidade começa quando colocamos em prática.

Jesus nos pede também que apoiemos os seus líderes: “Quem recebe aquele que eu enviar, me recebe a mim; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou”. Em outras palavras, quem receber e tratar bem um líder cristão, estará recebendo e tratando bem o próprio Cristo, o próprio Deus.

Jesus inverteu o sentido da autoridade. É estar por baixo, não por cima; é servir, não ser servido. Toda autoridade é poder para servir. Jesus nunca condenou a busca do poder, pois ele é necessário na sociedade. O chefe é o centro de unidade de qualquer grupo humano. O que Jesus fez foi direcionar e orientar quem exerce o cargo de coordenação e de poder, em todos os níveis da sociedade. O chefe encontra a sua felicidade quando lava os pés, não quando os outros lhe lavam os pés. “Aquele que manda seja como aquele que serve” (Lc 22,26).

O poder é uma realidade muito ampla e diversificada na sociedade. Todos nós temos poder: Os pais, os professores, o motorista de ônibus, o ascensorista de elevador, a secretária, o guarda, o porteiro, o chefe de sessão, o médico, a enfermeira... E na Igreja o papa, o bispo, o padre, a religiosa, o líder leigo, a catequista etc. Até uma criança exerce poder sobre seus irmãos menores. Há momentos em que coordenamos e há momentos em que somos coordenados.

Em outra ocasião, Jesus nos mostrou, através de uma comparação, como ser o maior: “Na hora da refeição, quem é o maior: quem está sentado à mesa, ou quem está servindo? Não é quem está sentado à mesa? Eu, porém, estou no meio de vós como aquele que serve” (Lc 22,27). Está expressa aí, de modo claro, a inversão que Jesus fez no exercício da autoridade.

Certa vez, houve numa paróquia uma palestra para os casais sobre a educação dos filhos. Quem deu a palestra foi um casal da pastoral familiar. A primeira coisa que o casal fez foi distribuir todos um papelzinho no qual estava escrito: “O melhor modo de educar os filhos é ser:” E embaixo uma linha para cada um completar a frase.

Alguns casais, em vez de completar, expressaram a sua discordância com a formulação da frase. Para eles, o correto seria deixar fora a palavra “ser”, pois educar é uma ação, não um modo de ser.

Na hora de ler as frases completadas, o casal palestrante explicou: Os filhos aprendem mais com os olhos do que com os ouvidos. Por isso, a educação acontece noventa por cento pelo exemplo, pelo modo de ser dos pais, e só dez por cento pelas suas palavras e conselhos. Se os pais procuram ser pessoas exemplares, mesmo que os filhos não os imitem na hora, mais tarde vão fazê-lo. Aliás, isso vale para todo tipo de educação, não só a familiar. Quem se coloca como primeiro, como líder, influi muito mais pelo exemplo do que pelas palavras. “A palavra convence, o exemplo arrasta”.

Maria Santíssima é chamada a mulher servidora. Ela não se deixava levar pelos tabus da época, que obrigavam a mulher a passar a vida fechada dentro de casa. Pelo contrário, ela viajava, fazia até longas viagens, unicamente para servir, como foi o caso da prima Isabel, das Bodas de Cana, do serviço ao Filho na cruz, da presença junto à Igreja primitiva etc. Santa Maria, a mulher servidora, rogai por nós!

Quem recebe aquele que eu enviar, me recebe a mim.

 

 

 

 

MOMENTO DE REFLEXÃO

 

Quando ele nasceu lhe deram o nome de Eugene. Seu sonho era voar, embora seu pai desejasse que ele se formasse em engenharia.

Ele atravessou a infância e a adolescência sonhando com o espaço.

Formou-se em engenharia elétrica e se transformou em um piloto dedicado da marinha americana.

Quando, em abril de 1961, a corrida espacial se intensificou com

Yuri Gagarin, o primeiro homem a ir ao espaço, Eugene se apaixonou definitivamente pelas estrelas.

Finalmente candidatou-se a astronauta, participando do treinamento intensivo e depois de longa espera foi escalado para uma missão.

Quando deu seu primeiro passeio no espaço saindo da Gemini 9 sua primeira expressão foi:

"Deus do céu. Que paisagem! É mesmo lindo aqui!"

O que ele viu, descreveu em entusiasmadas palavras, falando da água azul de ambos os lados da península da baixa Califórnia, no México, e do metal polido de que parecia ser feito o deserto do sudoeste.

Observando tantas maravilhas, ele foi se extasiando e chegou a dizer que era como estar sentado na varanda de Deus.

Em 1969 ele participou da missão da Apollo 10, que abriu caminho para o pouso da Apollo 11 na lua.

A 185 km de altitude, ele pode ver a terra e sua alma assim definiu o espetáculo: "ao olhar a terra dali, vi apenas um astro azul e branco a distância. Ao meu redor, as estrelas e a escuridão eterna envolviam tudo. Ninguém em juízo perfeito pode ter essa visão e negar a existência de um ser supremo. Algum poder superior colocou nosso planeta, nosso sol e nossa luz no vazio negro por onde vagam. Tudo é tão perfeito e bonito que sua existência não pode ser um acaso."

Eugene Cernan foi o último homem a pisar na lua, em dezembro de 1972, a bordo da Apollo 17, realizando definitivamente o seu sonho.

Hoje, os netos apontam a lua e lhe dizem: "vovô, olha lá a sua Lua."

Ele lhes fala então que a lua fica muito, muito distante.

Que ele esteve lá, sentindo-se mais perto de Deus.

Que na poeira lunar escreveu as iniciais do nome de sua filha, sabendo que elas ficariam ali, intocadas por mais tempo do que qualquer um poderia imaginar.

Fala-lhes da grandeza de Deus e da pequenez do Planeta azul.

Dia desses, sua netinha de apenas cinco anos, ouvindo a história fantástica do pouso na lua e dos passeios durante três dias em nosso satélite, o olhou profundamente e lhe disse: "vovô, eu não sabia que você tinha ido até o paraíso." E ele completou: "nem eu mesmo sabia. Mas estive lá."

 

Todos os grandes homens conseguem reconhecer a sua pequenez e a grandiosidade de Deus.

Cientistas que descobrem o mundo microscópico ou os que atentam para o universo, descobrindo novos mundos, outros astros, quanto mais se dedicam à pesquisa, mais têm a capacidade de afirmar que Deus existe.

Em verdade, nenhum homem que olhe o céu repleto de estrelas, que se banhe com os raios da lua em plena noite, pode prosseguir no mundo a dizer que não crê em Deus.

 

 

 

 

 

UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...

 

E até que nos encontremos novamente,

que Deus lhe guarde serenamente

na palma de Suas mãos.

 

 

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sábado, 29 de janeiro de 2022

Sexta-feira 24-06-2022

Sexta-feira, 24 de junho de 2022

 

“Uma pessoa opaca é destruída pela dor, uma pessoa brilhante é construída pela dor.” (Augusto Cury)

 

 

EVANGELHO DE HOJE

LC 15,3-7

 

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.­

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas

— Glória a vós, Senhor!

 

 

E ele lhes propôs esta parábola, dizendo:

Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove, e vai após a perdida até que venha a achá-la?

E achando-a, a põe sobre os seus ombros, jubiloso;

E, chegando a casa, convoca os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida.

Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.

 

 

Palavras da Salvação

Glória a vós Senhor

 

 

 

MEDITAÇÃO DO EVANGELHO

Helena

www.umnovocaminho.com

 

 

“a mentalidade do céu”

 

Como é diferente da nossa, a mentalidade de Deus! Por isso, é que os ensinamentos que o mundo prega, são totalmente contrários às normas vividas no céu. Jesus nos diz que o céu se alegra com a conversão dos pecadores, no entanto, nós podemos constatar que aqui na terra os “pecadores” são para nós os mais dignos de castigo. Como disse Jesus, aqui na terra têm mais valor as coisas que nos proporcionam lucro e prosperidade do que o ser humano que, muitas vezes, vítima do mundo, transgride a lei. Quando sabemos de alguém que cometeu uma falha grave, nós nunca rezamos para que essa pessoa se emende e volte atrás, pelo contrário, desejamos que esta, seja punida e receba o castigo que merece. Muitas pessoas falam até em pena de morte como se elas pudessem ser o juiz! Jesus veio nos ensinar que a ovelha transviada é justamente aquela que o Pastor busca para fazê-la reviver. Por isso, todos nós, em família, em comunidade, no trabalho, dentro da realidade em que vivemos temos também a oportunidade de vivenciar esta palavra. Às vezes, podemos ser essa ovelha perdida que se sente sem rumo, afastada de Deus, fora dos Seus mandamentos e precisa ser recolhida pelo Pastor. Em outras ocasiões experimentamos a mesma dor do pastor quando sentimos a falta de alguém que, de repente e sem explicações, se afasta do nosso convívio, da fraternidade, do caminho do bem. O pastor deixa tudo para procurar a ovelha perdida até encontrá-la e trazê-la para junto dele. Assim também deve acontecer conosco: não podemos desistir de resgatar para Deus, atraindo para o bem, aquelas ovelhas que se afastaram. Se queremos seguir os ensinamentos de Jesus precisamos rezar pelos pecadores, por aqueles que cometem as maiores atrocidades, na certeza de que é assim que o Pai deseja que façamos. Só Deus pode mensurar o pecado e a conversão de alguém, porém, um dia a nossa alegria também será grande no céu, porque “mais um pecador se converteu” por causa da nossa oração. Reflita – Você costuma rezar pelos “PECADORES” ou deseja que eles sejam punidos? – Como você se encontra atualmente? – Você é a ovelha perdida ou o pastor que sente falta de alguém? – Você sente alegria quando percebe que alguém voltou para perto de Deus? – Existe alguém que no momento precisa de você para ser resgatado para Deus? – O que você deve fazer, então?

 

 

 

MOMENTO DE REFLEXÃO

 

Eu já tive milhares de companheiros e colegas.

Dentre eles, fiz centenas de bons amigos.Mas nem todas as amizades duraram.

Algumas pareciam sólidas como rochas,mas não resistiram aos tempose às circunstâncias.

Assim sobraram poucos amigos de infância,pouquíssimos amigos de escola, poucos amigos de adolescência, poucos amigos de juventude.

E pensar que a gente brincava todos os dias, via-se todos os dias e não saia da casa um do outro... De repente, outros afetos, outros amigos,outros interesses, outro tipo de vida,longos anos de distância e mil preocupações da vidanos afastaram totalmente.

Agora não sei onde andam e os que vejo aqui e acolásão amigos de "Bom dia"...Mas nada acontece. A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância,de juventude não volta. Mudaram eles ou mudei eu?

 

Ou foi a vida que nos mudou a todos?

Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo... O que sei é que fiz muitos amigose não conservei aquelas amizades.De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos que se saúdam de passagem e se respeitam.

Às vezes nem isso. Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado.E eu digo a mim mesmo:

"Feliz o homem que sabe cultivar sua roseira!Talvez não seja tarde... Roseiras velhas também produzem rosas lindas e viçosas. Basta recultivá-las..."

 

Padre Zezinho

 

 

 

 

 

UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...

 

 

 

E até que nos encontremos novamente,

 

que Deus lhe guarde serenamente

 

na palma de Suas mãos.

 

 

 

 

 

 

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Sábado 29/01/2022

 Sábado, 29 de janeiro de 2022

 

“Aquilo que prende a atenção determina a ação.” (William James)

 

 

EVANGELHO DE HOJE

Mc 4,26-34

 

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos

— Glória a vós, Senhor!

                                                                             

 

Naquele tempo, 26Jesus disse à multidão: “O Reino de Deus é como quando alguém espalha a semente na terra. 27Ele vai dormir e acorda, noite e dia, e a semente vai germinando e crescendo, mas ele não sabe como isso acontece.

28A terra, por si mesma, produz o fruto: primeiro aparecem as folhas, depois vem a espiga e, por fim, os grãos que enchem a espiga. 29Quando as espigas estão maduras, o homem mete logo a foice, porque o tempo da colheita chegou”.

30E Jesus continuou: “Com que mais poderemos comparar o Reino de Deus? Que parábola usaremos para representá-lo? 31O Reino de Deus é como um grão de mostarda que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes da terra. 32Quando é semeado, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças, e estende ramos tão grandes, que os pássaros do céu podem abrigar-se à sua sombra”.

33Jesus anunciava a Palavra usando muitas parábolas como estas, conforme eles podiam compreender. 34E só lhes falava por meio de parábolas, mas, quando estava sozinho com os discípulos, explicava tudo.

 

 

 

Palavra da Salvação

Glória a vós Senhor

 

 

 

 

MEDITAÇÃO DO EVANGELHO

Pe. Antonio Queiroz

 

 

É a menor de todas as sementes e se torna maior do que todas as hortaliças.

Neste Evangelho, Jesus nos conta duas parábolas: a da semente que cresce sozinha e a do grão de mostarda. Elas são complementares. O Reino de Deus, cuja expressão maior é a santa Igreja, a qual se concretiza em nossas Comunidades cristãs, é parecido com uma semente de mostarda. Nos dois há um contraste entre a pequenês e fraqueza em seu início e a sua força transformadora e de crescimento. A Comunidade é assim, graças ao Espírito Santo que a assiste.

As nossas Comunidades geralmente são pequenas, em comparação com a população do bairro onde ela vive. Seus membros são na maioria gente fraca, simples, pobre e de pouco estudo. Mas a sua influência é enorme.

Com o próprio Jesus foi assim. Ele era pobre, seus Apóstolos eram na maioria simples pescadores, mas essa sementinha de mostarda tornou-se uma grande árvore que hoje cobre a face da terra. Na humilde gruta de Belém, jaz, colocado em cima de um pouco de palha, o grão de mostarda que, morrendo, deu muito fruto

(Cf Jo 12,24).

Precisamos ter fé, acreditar na força da graça de Deus, e não desanimar ou querer queimar etapas, por exemplo, entrando no esquema do mundo pecador, que coloca a eficácia (o resultado) acima do testemunho (o exemplo de vida). Não podemos ser lobo no meio de lobos, ou revidar quando alguém nos bate numa face ou rouba a nossa capa.

Nós sabemos que o reino da Besta Fera (Cf Ap 13,1ss) está agindo no mundo e luta para implantar outro reino. Esse reino tem, aparentemente, uma força enorme, e cresce rápido. Ao ver isso, a Comunidade cristã é tentada a usar os mesmos recursos que a Besta usa: O poder, o dinheiro e até a corrupção, deixando de lado o testemunho. Outras Comunidades são tentadas ao desânimo, perdem a alegria e o entusiasmo próprios dos cristãos.

No Reino de Deus, o testemunho está acima da eficácia, e o modo como fazemos as coisas está acima dos resultados. E o que Jesus quis com essas duas parábolas foi dar-nos ânimo, confiança, esperança e perseverança na nossa luta pelo Reino de Deus. Devemos ter paciência histórica, acreditando na força de Deus, que transforma o que é pequeno e fraco, em grande e forte. Afinal, com Deus ninguém pode.

“Não tenhais medo, pequenino rebanho, pois foi do agrado do vosso Pai dar a vós o Reino. Vendei vossos bens e daí esmola. Fazei para vós bolsas que não se estraguem, um tesouro no céu que não se acabe” (Lc 12,32-33).

Quem tem poder não tem pressa; a pressa é própria de quem não tem o controle total dos acontecimentos, por isso é inseguro e quer ver logo os resultados. Quanta gente não persevera na Comunidade, ou numa pastoral, porque não vê resultados imediatos!

Basta que a semente seja jogada em terra boa e úmida, que ela cresce por si mesma, e vai até os frutos. O homem “vai dormir e acorda, noite e dia, e a semente vai germinando e crescendo, mas ele não sabe como isso acontece. A terra, por si mesma, produz o fruto: primeiro aparecem as folhas, depois vem a espiga e, por fim, os grãos que enchem a espiga”. Esta mesma força vemos na ação da graça em nossas Comunidades.

Já o poder e a força do reino da Besta é como o sonho de Nabucodonosor. Ele, em sonho, viu uma estátua “de terrível aparência. A cabeça da estátua era de ouro maciço, o peito e os braços de prata, o ventre e as coxas de bronze, as canelas de ferro e os pés eram parte de ferro e parte de barro” (Dn 2,32-33). Bastou uma pedra cair nos pés da estátua, que eram de barro, que ela caiu no chão e se espatifou.

Certa vez, um casal foi ao escritório da paróquia pedir o batismo para o seu bebezinho, mas os dois não eram casados na Igreja. A secretária tentava convencê-los a se casarem, falando-lhes da importância da graça de Deus. Mas não estava conseguindo convencer os dois. Depois que o casal saiu, para voltar mais tarde, o padre, que escutou uma parte da conversa, disse para a secretária: “Filha, ninguém liga para a graça de Deus! Se você quer convencê-los a se casarem, diga-lhes, por exemplo: ‘Se vocês não se casarem na Igreja, vai constar na certidão de batismo da criança: 'Filho ilegítimo de fulano e fulana'. Imaginem quando esta criança crescer e ler isso em sua certidão de batismo! Poderá até pensar mal de vocês! Então é melhor vocês se casarem agora.” Quando o casal voltou, foi só a secretária usar esse argumento que os dois se convenceram e decidiram se casar Igreja.

Que pena! Nós cristãos valorizamos pouco o principal fator que faz a semente de mostarda crescer, que é a graça de Deus!

Peçamos a Maria Santíssima, a Mãe da Igreja, que nos ajude a perseverar no caminho de Deus, sem perder a esperança, mesmo que esse caminho seja lento.

É a menor de todas as sementes e se torna maior do que todas as hortaliças.

 

 

 

 

MOMENTO DE REFLEXÃO

 

Muitas das grandes descobertas da humanidade surgiram na contramão dos pensamentos que eram comuns na sua época. Os pioneiros dessas ideias tiveram que quebrar paradigmas, enfrentar críticas conservadoras e passar por cima do preconceito de muitas pessoas.

A maioria desses que resistiam à inovação só queriam que essas novas descobertas não fossem verdadeiras, pela simples razão de que temiam as mudanças – acomodados ao velho modo de pensar, não estavam dispostos a empreender esforços para mudar.

No entanto, se Da Vinci tivesse se conformado com os conhecimentos da sua época, se Galileu não tivesse a curiosidade de conhecer os astros, se tantos outros homens brilhantes não tivessem a ousadia e a coragem de defender suas ideias, provavelmente ainda estaríamos na idade medieval.

Porém, essa resistência ao novo ainda acontece, todos os dias. Diariamente deixamos de lado pequenas coisas, porém coisas importantes, que poderiam dar luz a certas situações, resolver muitos problemas, ou criar novas maneiras de se fazer algo. Deixamos de lado e não levamos nossas ideias adiante, apenas para manter a nossa posição cômoda, para manter o nosso “bem-estar”, ou mesmo para não contrariar alguém.

O que precisamos realmente perceber é que, agindo dessa maneira, vamos contra aquilo que acreditamos e deixamos de ser autênticos. Tudo devido ao medo… Medo de mudar e das consequências que toda mudança traz.

Precisamos ter mais confiança em nós mesmos e investir com vontade naquilo que acreditamos. Não podemos deixar que o medo se torne o nosso estilo de vida.

Lógico que não devemos ser iguais a um passarinho que, ao tentar sair de uma sala, bate a cabeça em uma vidraça até morrer, sem nem ao menos perceber que alguns metros ao lado daquela janela há uma porta aberta.

 

É necessário ter a coragem de arriscar novos caminhos, bom senso para analisar novas possibilidades e confiança em si mesmo, para seguir em frente e superar os desafios. Assim, estaremos prontos para descobrir novos caminhos e descobrir novos mundos e, acima de tudo, aprenderemos a lidar melhor com os nossos medos.

Medo e confiança são duas forças que atuam em nossa vida, mas que nos levam para caminhos opostos. Mas é você quem tem que decidir em qual dos dois vai colocar a sua energia. No meu novo livro, A Coragem de Confiar, falo exatamente sobre como desenvolver a confiança e superar o medo. O livro vai ser lançado em setembro.

 

Roberto Shinyashiki

 

 

 

 

 

 

UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...

 

E até que nos encontremos novamente,

que Deus lhe guarde serenamente

na palma de Suas mãos.

 

 

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