sábado, 1 de novembro de 2025

DIÁRIO DE DOMINGO 02/11/2025

 

Domingo 02/11/2025.

 

"A compaixão para com os animais é das mais nobres virtudes da natureza humana." (Charles Darwin)

 

 

EVANGELHO DE HOJE

Lc 7,11-17

 

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas

— Glória a vós, Senhor!

 

Pouco tempo depois Jesus foi para uma cidade chamada Naim. Os seus discípulos e uma grande multidão foram com ele. Quando ele estava chegando perto do portão da cidade, ia saindo um enterro. O defunto era filho único de uma viúva, e muita gente da cidade ia com ela. Quando o Senhor a viu, ficou com muita pena dela e disse:

- Não chore.

Então ele chegou mais perto e tocou no caixão. E os que o estavam carregando pararam.

Então Jesus disse:

- Moço, eu ordeno a você: levante-se!

O moço sentou-se no caixão e começou a falar, e Jesus o entregou à mãe. Todos ficaram com muito medo e louvavam a Deus, dizendo:

- Que grande profeta apareceu entre nós! Deus veio salvar o seu povo!

Essas notícias a respeito de Jesus se espalharam por todo o país e pelas regiões vizinhas.

 

 

Palavra da Salvação

Glória a vós Senhor.               

 

 

MEDITAÇÃO DO EVANGELHO

Professor Isaias Costa

 

LEVANTA-TE!

ENTENDENDO O EVANGELHO

Naim era uma cidade que ficava a sete quilômetros do Monte Tabor e possuía uma única porta tanto para a entrada quanto para a saída. No evangelho há uma narração de um enterro em Naim. Normalmente os enterros eram feitos ao cair da tarde. E o enterro aqui citado era referente a um jovem , filho único de uma viúva.

Quando Jesus observa o sofrimento desta viúva vai ao seu encontro e a consola, pois o coração do mestre transborda de compaixão e misericórdia. Então, Jesus ordena ao jovem que se levante. Assim sendo, o jovem ouvindo a voz de Jesus, se levanta. Ao ver isso a multidão fica intrigada. Sem dúvida muitas pessoas se questionaram da realidade do que viram. Muitos não conseguiram conter em seus corações o que viram. Por isso, foram contar a outras pessoas. Com certeza alguns distorceram os fatos para enaltecer Jesus ou para desfigurar sua pessoa. Esta ressurreição, assim como a de Lázaro, foram temporárias tempo depois eles voltaram a morrer.

VIVENDO O EVANGELHO

Você está vivo? Deve estar pensando que sim, uma vez que está lendo esta reflexão. Porém, não basta estar vivo apenas com o corpo. Nosso espírito deve estar vivo com todo o nosso ser. Jesus vem chamar você a vida. Às vezes pela rotina do mundo nos esquecemos de Deus e pouco a pouco nosso espírito vai se decompondo.

Todavia, pensamos que ninguém está preocupado conosco. Porém, isso é irreal, uma vez que, existem pessoas que estão ao seu redor, pois querem te ver bem. Querem que você volte a vida.

Porém, se você está vivo é necessário fazer com que outras pessoas possam voltar a viver. Diga a eles “... eu te ordeno, levanta-te” e ele levantará. Isso não é coisa de outro mundo, não é algo impossível que você não consiga fazer e viver. Tudo está ao seu alcance, basta se levantar.

Você pode, você consegue.

SEJA SIMPLESMENTE FELIZ.

 (isaiasdacosta@hotmail.com)

 

 

MOMENTO DE REFLEXÃO 

 

No mês de agosto de 2001, Moshê (nome fictício), um bem sucedido empresário judeu, viajou para Israel a negócios.

Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém.

 O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa - mas ele não dispunha de tanto tempo.

Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu.

Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente.

Mais do que agradecido, Moshê aceitou.

Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.

Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador.

Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera.

O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s...

Moshê ficou branco.

Por apenas dois minutos ele escapara do atentado.

Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila.

Certamente ele ainda estava na pizzaria.

Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto.

Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local.

 A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo.

Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas.

As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada. Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma.

Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários.

Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército.

Moshê procurou seu "salvador" entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo.

Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele.

Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida.

O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava.

Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado.

Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de vida.

Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera.

Disse que faria tudo que fosse preciso por ele. Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida.

Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo.

Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em

Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência.

Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets.

Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias.

Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu  amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque.

Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão.

Outra pessoa poderia ter dito "Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila " ... Mas não Moshê. Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado.

E ele sabia como retribuir um favor.

Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo - e deixou de ir trabalhar.

Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001, Moshê não estava no seu escritório no 101º andar do World Trade Center Twin Towers.

 (Relatado em palestra do Rabino Issocher Frand)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ!

 

E até que nos encontremos novamente,

que Deus lhe guarde serenamente

na palma de Suas mãos.

 

 

 

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