Quinta-feira
06/11/2025.
"Durante
a nossa vida. Conhecemos pessoas que vem e ficam...Outras que, vem e passam. Existem
aquelas que, vem, ficam e depois de algum tempo se vão. Mas existem aquelas que
vem e se vão com uma enorme vontade de ficar..."( Charles Chaplin )
EVANGELHO DE HOJE
Lc 15,1-10
— O
Senhor esteja convosco.
—
Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO
do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas
—
Glória a vós, Senhor!
Certa
ocasião, muitos cobradores de impostos e outras pessoas de má fama chegaram
perto de Jesus para o ouvir. Os fariseus e os mestres da Lei criticavam Jesus,
dizendo:
-
Este homem se mistura com gente de má fama e toma refeições com eles.
Então
Jesus contou esta parábola:
- Se
algum de vocês tem cem ovelhas e perde uma, por acaso não vai procurá-la?
Assim, deixa no campo as outras noventa e nove e vai procurar a ovelha perdida
até achá-la. Quando a encontra, fica muito contente e volta com ela nos ombros.
Chegando à sua casa, chama os amigos e vizinhos e diz: "Alegrem-se comigo
porque achei a minha ovelha perdida."
-
Pois eu lhes digo que assim também vai haver mais alegria no céu por um pecador
que se arrepende dos seus pecados do que por noventa e nove pessoas boas que
não precisam se arrepender.
A
moeda perdida
Jesus
continuou:
- Se
uma mulher que tem dez moedas de prata perder uma, vai procurá-la, não é? Ela
acende uma lamparina, varre a casa e procura com muito cuidado até achá-la. E,
quando a encontra, convida as amigas e vizinhas e diz: "Alegrem-se comigo
porque achei a minha moeda perdida."
-
Pois eu digo a vocês que assim também os anjos de Deus se alegrarão por causa
de um pecador que se arrepende dos seus pecados.
Palavra
da Salvação
Glória
a vós
Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz
Haverá
alegria no céu por um só pecador que se converte.
No
Evangelho de hoje, Jesus nos fala da alegria que existe no céu, quando um só
pecador se converte. Foi uma resposta dele aos fariseus, porque estavam
criticando Jesus por ele comer na casa de pecadores e viver no meio deles.
Jesus está explicando que o objetivo dele é atrair esses pecadores, porque o
céu se alegra pela conversão deles, mesmo de um só.
Com
as duas parábolas – da ovelha perdida e da moeda de prata – Jesus nos adverte
sobre um pecado nosso: Somos mais cuidadosos com os bens materiais do que com a
conversão das pessoas. Se alguém perde um bem material – ovelha, moeda... –
logo sai procurando e não sossega até encontrar. Por que não fazemos o mesmo
quando a nossa Comunidade perde um de seus membros?
Já
lá no céu – Deus, seus anjos e santos – são o contrário: fazem festa quando
alguém que estava afastado volta à Comunidade. “Deus não quer a morte do
pecador, mas que se converta e viva” (Ez 33,11).
O
livro da Sabedoria diz que Deus se compadece de todos porque pode tudo. Ele
fecha os olhos aos pecados do homem para que se arrependa. Perdoa e ama todos
os seres que ele mesmo criou (Cf Sb 11,23ss). É a misericórdia de Deus que nos
dá tranqüilidade, mesmo conscientes dos nossos pecados e defeitos. Sabemos que
somos culpados, mas o amor de Deus é maior.
O
fato de o homem deixar as noventa e nove ovelhas no deserto não significa
desprezo a elas, pois cada uma delas, se acontecer de se perder, ele fará o
mesmo.
A
quarenta anos atrás, noventa e cinco por cento dos brasileiros eram católicos.
Hoje não passam de setenta por cento. São, portanto, milhares e milhões de
ovelhas que deixaram o rebanho de Jesus, que é a Igreja. Isso nos inquieta e
nos leva, pelo menos a rezar e pedir a Deus que nós católicos sejamos mais
firmes à Igreja que Jesus fundou, que Una, Santa, Católica e Apostólica.
Leva-nos
também a, quem sabe, sair por aí, visitando as famílias e rezando o terço nas
casas, ou expandindo os grupos da Mãe Rainha etc. São momentos privilegiados de
catequese, especialmente sobre a Igreja.
Diziam
os santos padres que Jesus seria capaz de morrer novamente na cruz, se isso
fosse necessário, para salvar uma só pessoa. E nós, temos este mesmo anseio?
A
mulher que perdeu as dez moedas de prata, acendeu a lâmpada e varreu a casa. A
lâmpada é a nossa fé que precisa ser reativada e crescer mais. Varrer a casa é
libertar-nos dos nossos pecados. A festa que os dois fazem representa a
Eucaristia, o ponto de encontro semanal dos cristãos. Tudo isso em meio a muita
alegria, virtude própria do cristão.
Quantos
líderes cristãos têm estas parábolas em mente ao enfrentar dificuldades para
ire atrás dos irmãos afastados! Compensa.
Não
podemos ficar em casa, ou na nossa Comunidade, esperando que os afastados
voltem espontaneamente. Precisamos ir buscá-los, como o Filho de Deus que veio
do Céu para nos salvar.
Diz
o provérbio: “Não temas as trevas, se trazes dentro de ti a luz”. A luz foi
feita para brilhar onde não há luz. Não tem sentido acender luz onde já está
claro.
Certa
vez, um senhor muito briguento estava em um bar. Chegou ali um líder da
Comunidade e o homem, que já estava meio alto na bebida, perguntou: “Existe céu
e inferno?” “Sim”, disse o líder. “Então eu quero que você me explique o que é
céu e o que é inferno”. O líder achou difícil explicar, ainda mais devido ao
estado em que o homem estava, e disse: “É difícil explicar”.
Nessa
hora, o homem ficou nervoso, começou a dizer palavrões e estava a ponto de
partir para a briga. Então o líder lhe pediu calma e disse: “Você quer saber o
que é inferno? É isto que você está fazendo”.
O
homem caiu em si e, no mesmo momento, ajoelhou-se na frente do líder e pediu
perdão. O líder lhe perdoou e disse: “E quer saber o que é o céu? É isto que
você está fazendo agora”.
Céu
é paz, é obediência a Deus, é perdão e muito amor. Inferno é desobediência a
Deus e falta de amor ao próximo, com todos os males que daí decorrem, inclusive
briga e alcoolismo. Nós queremos aproveitar todas as oportunidades para
catequizar e ensinar às pessoas as coisas de Deus.
Maria
Santíssima é a nossa Rainha, coroada de doze estrelas (Cf Ap 12,4). Ela amava
tanto a Deus, que foi escolhida para nos dar a Grande Estrela que é Jesus. Que
nós também sejamos estrelas, a fim de que o mundo tenha mais luz.
Haverá
alegria no céu por um só pecador que se converte.
MOMENTO DE REFLEXÃO
Quando Joey tinha
somente cinco anos, a professora do jardim de infância pediu aos alunos que
fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam. Joey desenhou a sua
família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das
figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, ele saiu de sua
mesinha e foi até à mesa da professora e disse:
- Professora, como a
gente escreve...? Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o
seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula.
Joey dobrou o papel e
o guardou no bolso. Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou
do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até
sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho.
Sua mãe estava
preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Ele queria
terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela e disse.
- Mamãe, como a gente
escreve...?
- Menino, não dá para
ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta, foi a
resposta dela. Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso.
Naquela noite, ele
tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi
até à cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo
para seu pai. Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto
da poltrona reclinável do seu pai e disse .
- Papai, como a gente
escreve...?
- Joey, estou lendo o
jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta. O
garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua mãe
separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho enrolados num
papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude. Todos os
tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel.
Atirou tudo no lixo.
Os anos passaram...
Quando Joey tinha 28
anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua
família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e
ela disse.
- Este aqui é você,
papai! A garota também riu. O pai olhou para o grande círculo vermelho feito
por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre
o círculo.
Annie desceu
rapidamente do colo do pai e avisou: eu volto logo! E voltou. Com um lápis na
mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis
perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou.
- Papai, como a gente
escreve amor? Ele abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e a foi conduzindo,
devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia: amor, querida, amor se
escreve com as letras T...E...M...P...O (TEMPO).
Conjugue o verbo amar
todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extra para amar, não
esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e
opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive.
Não espere seu filho
ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição.
Por fim, lembre: se
você não tiver tempo para amar, crie.
Afinal, o ser humano
é um poço de criatividade e o tempo...bom, o tempo é uma questão de escolha.
UM
ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ!
E
até que nos encontremos novamente,
que
Deus lhe guarde serenamente
na
palma de Suas mãos.
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