Sexta-feira, 02 de novembro de 2018
“O tempo não cura tudo. Aliás, o tempo não cura nada, o tempo apenas tira o incurável do centro das atenções.”
EVANGELHO DO DIA
Jo 6,37-40
O Senhor esteja convosco
Ele está no meio de nós!
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
Glória a vós Senhor!
Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora.
Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.
E a vontade do Pai que me enviou é esta: Que nenhum de todos aqueles que me deu se perca, mas que o ressuscite no último dia.
Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.
Palavras da salvação
Glória a vós Senhor!
MEDITANDO O EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz CSsR
Esta é a vontade do meu Pai: toda pessoa que vê o Filho tenha a vida eterna.
Este Evangelho sublinha a vontade salvadora de Deus Pai, através do seu Filho. Ver Jesus é mais do que olhar fisicamente para ele, pois ele reclamou: “Vós me vistes, mas não acreditais”. Temos de vê-lo com coração aberto e com o desejo de segui-lo.
Assim como Jesus procurou ser fiel à vontade de Deus Pai sobre ele, fazendo tudo para que aqueles que o Pai lhe deu não se percam, nós também, como Igreja, fazemos de tudo para que não se perca nenhum daqueles que Jesus confiou a nós. E conseguimos isso recebendo e distribuindo a Eucaristia, que nos torna “outros Cristos” no mundo.
Quem pára de comungar, precisa pensar bem o que está acontecendo; será que o “agricultor” não está cortando o galho da videira, porque este galho não está produzindo frutos?
“Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede.” Comungar é unir-se com Cristo numa aliança eterna, de vida e de ideais.
Duas vezes neste Evangelho Jesus fala que, se morrermos unidos com ele, ele vai nos ressuscitar no último dia, isto é, após a nossa morte. Esta é a vontade de Deus Pai: vivermos eternamente unidos com ele no céu. E é também, claro, a nossa vontade.
A Igreja faz a Eucaristia e a Eucaristia faz a Igreja. A Igreja faz a Eucaristia porque é o padre que, obedecendo a Jesus, preside à Missa na qual acontece a transubstanciação do pão e do vinho no corpo e sangue de Cristo. E a Eucaristia faz a Igreja porque a Eucaristia é a vida da Igreja. Ela faz na Igreja o que o alimento faz no nosso corpo. Uma Comunidade que não tem Missa nem Culto dominical, no qual se distribui a Comunhão, vai enfraquecendo cada vez mais até morrer.
Há uma grande diferença entre a Eucaristia e os outros seis sacramentos. Nestes recebemos a graça de Deus; na Eucaristia recebemos o próprio Deus. E Cristo nos vem com todas as graças, com toda a sua força e o seu amor. Nos outros sacramentos recebemos a força de Deus para determinadas situações concretas da nossa vida: Nascer (batismo), crescer (crisma), pecar (confissão), tornar-se padre (ordem), casar-se (matrimônio) e ficar doente (unção dos enfermos). Já na eucaristia é toda a vida cristã que é revigorada.
Havia, certa vez, um menino de oito anos que adorava ouvir o pai tocar violão. À noite, ele sempre levava o violão para o pai tocar. Na verdade, o pai não sabia tocar violão, apenas fazia alguns acordes.
Como o pai chegava sempre cansado em casa, um dia ele comprou para o filho um toca CD e lhe deu de presente, junto com vários CDs de grandes violonistas. Mas o garoto, em vez de ligar o toca discos, levava o violão para o pai tocar.
Numa noite, o pai lhe disse: “Filho, você não gosta de ouvir CD?” “Gosto” – respondeu o menino – mas eu quero ouvir o senhor tocar!”
Mais importante que o violão era a amizade com o pai, e os dois ficarem juntos. Como é bom ter Cristo junto conosco na Eucaristia! Nós dialogamos com ele, ficamos mais felizes e adquirimos forças para continuar a caminhada.
Maria Santíssima estava unida, não só ao seu Filho, mas também à santa Igreja que, após a ascensão de Jesus, reuniu-se no Cenáculo. Depois, obedecendo ao Filho, foi para a casa do evangelista João e lá participava da Comunidade cristã. Que ela nos ajude a amar mais a Eucaristia, o Cristo vivo no meio de nós, transformado em alimento.
Esta é a vontade do meu Pai: toda pessoa que vê o Filho tenha a vida eterna.
CULINÁRIA
Pão com Creme de Avelã (Babka)
INGREDIENTES
1envelope de fermento biológico seco (10 g)
1xícara (chá) de leite morno (240 ml)
¼ xícara (chá) + 2 colheres (sopa) de manteiga sem sal em temperatura ambiente (75 g)
½ xícara (chá) de açúcar (100 g)
2ovos levemente batidos
1colher (chá) de sal
4xícaras (chá) de farinha de trigo (600 g)
350g de creme de avelã
200g de chips de chocolate
CALDA
¾ xícara (chá) de açúcar (160 g)
½ xícara (chá) de água (120 ml)
MODO DE PREPARO
Em uma tigela, coloque 1 envelope de fermento biológico seco, 1 xícara (chá) de leite morno e misture até dissolver o fermento. Adicione ¼ xícara (chá) + 2 colheres (sopa) de manteiga sem sal em temperatura ambiente, ½ xícara (chá) de açúcar, 2 ovos levemente batidos, 1 colher (chá) de sal e misture bem. Acrescente, aos poucos, 4 xícaras (chá) de farinha de trigo e sove bem a massa até ficar lisa e homogênea. Deixe descansar por 1 hora numa tigela fechada com plástico filme. Dica: Se a massa estiver grudando nas mãos, adicione um pouco mais de farinha de trigo.
Depois de 1 hora, retire a massa da tigela e divida em 2 partes. Em uma superfície enfarinhada e com auxílio de um rolo, abra uma das massas formando um retângulo de 50 cm x 30 cm. Com uma espátula, espalhe cuidadosamente metade do creme de avelã sobre a massa, salpique metade dos chips de chocolate e enrole formando um rocambole.
Com uma faca, corte o rocambole ao meio, no sentido do comprimento. Pegue cada metade do rocambole e vire de maneira que fique com o corte voltado para cima. Cruze cada metade formando uma cruz. Faça uma trança inteira e depois cruze novamente as pontas e coloque numa forma de bolo inglês untada (9 cm de largura x 22,5 cm de comprimento x 6,5 cm de altura) forrada com papel manteiga untado. Deixe num lugar protegido do vento até dobrar de tamanho. Repita o procedimento com a outra metade da massa.
Leve ao forno pré-aquecido a 170º C por 45 minutos. Quando estiver assado, retire do forno, desenforme e coloque sobre uma grade. Pincele a calda de açúcar, deixe amornar e sirva em seguida.
CALDA
Numa frigideira, coloque ¾ xícara (chá) de açúcar, ½ xícara (chá) de água e leve ao fogo baixo até dissolver o açúcar e formar uma calda rala.
Arroz com camarão ao creme
INGREDIENTES
500g de camarão rosa grande
azeite a gosto
4dentes de alho picados
1cebola picada
1maço de cheiro verde e cebolinha picadinhos
1caixa de creme de leite
1copo de requeijão
500g de arroz branco cozido
200g de queijo parmesão ralado
glutamato monossódico a gosto
MODO DE PREPARO
Limpe os camarões e refogue com azeite, alho, cebola, cheiro verde e cebolinha.
Acrescente o creme de leite e o requeijão.
No final, junte ao arroz já pronto.
Para finalizar, coloque o queijo parmesão e umas pitadas de glutamato monossódico para realçar o sabor.
MOMENTO DE REFLEXÃO
Certa vez, na Babilônia, viveu um pobre e modesto alfaiate chamado Enedim, homem inteligente e trabalhador, que não perdia a esperança de vir a ser rico.
Um dia, parou na porta de sua humilde casa, um velho mercador da fenícia, que vendia uma infinidade de objetos extravagantes.
Por curiosidade, Enedim começou a examinar as bugigangas oferecidas, quando descobriu, entre elas, uma espécie de livro de muitas folhas, onde se viam caracteres estranhos e desconhecidos.
Era uma preciosidade aquele livro, afirmava o mercador, e custava apenas três dinares!
Enedim negociou e acabou comprando o livro por apenas dois dinares.
Logo que ficou sozinho, Enedim tratou de examinar, sem demora, o bem que havia adquirido.
Qual não foi sua surpresa quando conseguiu decifrar, na primeira página, a seguinte legenda: "o segredo do tesouro de Bresa."
Que tesouro seria esse?
Enedim recordava vagamente de já ter ouvido qualquer referência a ele, mas não se lembrava onde, nem quando.
Mais adiante decifrou: "o tesouro de Bresa, enterrado pelo gênio do mesmo nome entre as montanhas do Harbatol, foi ali esquecido, e ali se acha ainda, até que algum homem esforçado venha encontrá-lo."
Muito interessado, o esforçado tecelão dispôs-se a decifrar todas as páginas daquele livro, para apoderar-se de tão fabuloso tesouro.
Mas, as primeiras páginas eram escritas em caracteres de vários povos, o que fez com que Enedim estudasse os hieróglifos egípcios, a língua dos gregos, os dialetos persas e o idioma dos judeus.
Em função disso, ao final de três anos Enedim deixava a profissão de alfaiate e passava a ser o intérprete do rei, pois não havia na região ninguém que soubesse tantos idiomas estrangeiros como ele.
Passou a ganhar muito mais e a viver em uma confortável casa.
Continuando a ler o livro encontrou várias páginas cheias de cálculos, números e figuras.
Para entender o que lia, estudou matemática com os calculistas da cidade e, em pouco tempo, tornou-se grande conhecedor das transformações aritméticas.
Graças aos novos conhecimentos, calculou, desenhou e construiu uma grande ponte sobre o rio Eufrates, o que fez com que o rei o nomeasse prefeito da Cidade.
Ainda por força da leitura do livro, Enedim estudou profundamente as leis e princípios religiosos de seu país, sendo nomeado primeiro-ministro daquele reino, em decorrência de seu vasto conhecimento.
Passou a viver em suntuoso palácio e recebia visitas dos príncipes mais ricos e poderosos do mundo.
Graças a seu trabalho e ao seu conhecimento, o reino progrediu rapidamente, trazendo riquezas e alegria para todo seu povo.
No entanto, ainda não conhecia o segredo de Bresa, apesar de ter lido e relido todas as páginas do livro.
Certa vez, teve a oportunidade de questionar um venerando sacerdote a respeito daquele mistério, que sorrindo esclareceu:
- O tesouro de Bresa já está em seu poder Enedim, pois graças ao livro você adquiriu grande saber, que lhe proporcionou os invejáveis bens que possui. Afinal, Bresa significa saber e Harbatol quer dizer trabalho.
Um abençoado dia pra você
E até que nos encontremos novamente
Que Deus lhe guarde serenamente
Na palma de suas mãos.
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