quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Sexta-feira 23/11/2018

Sexta-feira, 23 de novembro de 2018


" Não se arrependa jamais de ter conhecido determinadas pessoas em sua vida, porque as pessoas boas te trazem felicidade, as pessoas ruins te trazem experiências e as pessoas más te trazem uma lição."




EVANGELHO DO DIA
Lc 19,45-48


O Senhor esteja convosco
Ele está no meio de nós!
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas
Glória a vós Senhor!



E, entrando no templo, começou a expulsar todos os que nele vendiam e compravam,
Dizendo-lhes: Está escrito: A minha casa é casa de oração; mas vós fizestes dela covil de salteadores.
E todos os dias ensinava no templo; mas os principais dos sacerdotes, e os escribas, e os principais do povo procuravam matá-lo.
E não achavam meio de o fazer, porque todo o povo pendia para ele, escutando-o.




Palavras da salvação
Glória a vós Senhor!




MEDITANDO O EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Fizestes da casa de Deus um antro de ladrões.
Este Evangelho narra Jesus expulsando os vendedores do Templo. E cita o Antigo Testamento: “Está escrito: A minha casa é casa de oração (Is 56,7); mas vós fizestes dela um antro de ladrões” (Jr 7,11). O episódio é fruto do grande zelo que Jesus tem pela casa de Deus. “O zelo por tua casa me há de devorar” (Jo 2,17).
Essa expulsão dos vendedores do Templo é um sinal profético de Jesus que, por um lado, denuncia a corrupção do culto realizado no Templo, por outro anuncia o fim da religião da antiga aliança. Isso desagradou os chefes do povo, que tentaram eliminar Jesus. Esse fim da religião praticada no Templo foi bem simbolizado na cena acontecida na hora da morte de Jesus: “O véu do templo rasgou-se de alto a baixo no momento em que Jesus morre na Gólgota” (Mt 27,51). O próprio Jesus será o novo templo da nova religião que brotará da nova aliança no seu sangue.
Os nossos templos, altares, ritos e oferendas têm valor cultual, mas não se bastam a si sós. Para que o culto seja vivo, precisa ser autêntico, correspondendo à vida da Assembléia celebrante. A vida e o culto devem ser ligados, senão ele se torna uma provocação a Deus.
“Assim fala o Senhor: Conheço a tua conduta. Não és frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas porque és morno, nem frio nem quente, estou para vomitar-te de minha boca” (Ap 3,15-16).
Por outro lado, a vivência da fé, sem deixar de ser pessoal, tem de ser comunitária e celebrativa. A dinâmica da vida cristã é circular: ver > julgar > agir > celebrar > rever > ver...
Vamos zelar pelo bom ambiente da nossa igreja ou capela, tornando-a realmente uma casa de oração, de respeito a Deus e de fraternidade.
Assim, com certeza, ela será um manancial da Água Viva da graça de Deus, onde todos os que entram encontram a paz, o caminho, a verdade e a vida.
Mesmo que venha perseguição sobre nós, como aconteceu com Jesus, compensa fazer isso, porque “a minha casa será chamada casa de oração”.
Havia, certa vez, uma aldeia de plantas no fundo de um rio. A correnteza era forte e as plantas se agarravam às pedras com todas as raízes, para não serem despedaçadas. Era sempre igual a vida das plantas daquela aldeia: segurar-se nas pedras do fundo do rio, com medo de serem arrastadas pela correnteza. Todo dia era sempre igual: a luta pela sobrevivência, sem nunca verem a luz do sol.
Um dia, uma das plantas disse: “Eu não aguento mais! Não tem sentido viver desse jeito. Eu vou soltar as raízes das pedras, quero ver a superfície da água.
As outras plantas riram dela. “Você é louca! Se você soltar as raízes, a correnteza vai despedaçar você contra as pedra das margens. Não invente. Não queira ser diferente. Sempre vivemos assim, por que mudar?”
A planta respondeu: “Não importa. Prefiro morrer despedaçada contra as pedras a morrer aqui de tédio aqui, sempre presa a essas pedras”. E, respirando fundo, soltou as raízes.
Logo a correnteza tomou-a, jogou-a contra as pedras das margens, precipitou-a nas cachoeiras, machucou-a. Mas a planta resistiu e, bebeu a luz do sol. Com o tempo, o rio chegou a lugares tranquilos e ela conseguiu parar numa margem. Acostumou-se logo a viver bem mais livre, na superfície. Enquanto isso, as outras plantas continuavam presas às pedra do fundo rio, na mesma luta e monotonia de sempre.
Jesus veio propor uma mudança, um novo tipo de templo. Mas o povo do seu país preferiu ficar agarrado às estruturas arcaicas, sem soltar as raízes. E o pior: Mataram aquela Planta que quis modificar e que Deus mandou à terra para isso. É sempre assim: quem não quer caminhar procura impedir que os outros caminhem.
Maria Santíssima é chamada Templo de Deus, porque nela Deus Filho morou durante nove meses. Peçamos a ela que nos ajude a obedecer ao seu Filho, respeitando a casa de Deus.
Fizestes da casa de Deus um antro de ladrões.




CULINÁRIA



Creme de Pudim de Baunilha


INGREDIENTES

1 pacote pequeno de amido de milho (em torno de 3 colheres)
1 pacote de gelatina diet de morango
1 pacote de pudim de baunilha diet
1 lata de leite condensado
2 xícaras de leite desnatado
500 g de morango


MODO DE PREPARO


Em uma panela, dissolva o pudim de baunilha, conforme a instrução da embalagem, junto com 2 colheres de amido de milho. Acrescente metade da lata do leite condensado e o leite. Mexa em fogo médio até virar uma consistência de creme e o gosto de amido de milho. Acrescente mais leite se for preciso, caso o creme fique muito consistente.
Em outra panela, faça a gelatina de morango conforme as instruções da embalagem. Leve para a geladeira.
Em uma taça, corte pedaços de morango e decore o lado de dentro. Despeje um pouco do creme de pudim em cima, na largura de 1 dedo mais ou menos. Depois espalhe pedaços de morango cortado. Acrescente mais um pouco do creme, deixando espaço suficiente para colocar por cima a mesma medida de gelatina. Coloque morangos inteiros dentro da gelatina. Coloque na geladeira. A gelatina tomará consistência e poderá ser servida. A gelatina vai ser posta como se fosse sangue na taça, para fechar o ciclo gastronômico de terror.



Saltimboca Alla Romana


INGREDIENTES


300g do rabo do filé
150g de presunto cru em fatias
40g de sálvia grande (folhas longas)
120g de massa cabelo de anjo
60ml de vinho branco seco
sal e pimenta-do-reino moída a gosto
60g de manteiga


MODO DE PREPARO


Corte o rabo do filé em bifes de +/- 1 cm de altura, coloque o bife entre 2 plásticos e bata com um batedor de carne (formando escalopinhos). Retire as pontas e reserve para usar em outra preparação. Abra os escalopinhos, distribua 1 fatia de presunto cru em cada um, 1 folha de sálvia e prenda com 1 palito de madeira. Tempere com sal e pimenta-do-reino moída e reserve.
Cozinhe o macarrão cabelo de anjo em uma panela em fogo médio com água fervente salgada até que fique al dente. Apague o fogo, escorra e reserve.
Em uma frigideira antiaderente em fogo alto, coloque os escalopinhos com o lado do presunto em contato com o fundo da frigideira, adicione a manteiga e sele bem dos dois lados. Acrescente vinho branco e deixe reduzir. Retire os escalopinhos e o molho formado da frigideira e deixe que a sálvia solte o aroma. Acrescente a massa, acerte o sal e sirva os escalopinhos juntos com a massa.





MOMENTO DE REFLEXÃO



Eu ouvi.
Ninguém me contou.
Escutei com esses ouvidos "que a terra há de comer" , como se dizia lá em Minas.
Escutei a madame ao meu lado dizer para a outra: "sua roupa está muito "feinha" para vir à Missa" , e depois ainda emendou "me desculpe mas eu sou muito franca".
O comentário nem foi assim tão maldoso, afinal que diferença faz o estilo da roupa que coloco para isso ou para aquilo.
O que realmente me preocupa é essa afirmação: "é porque eu sou muito franca" .
Facilmente as pessoas confundem grosseria com franqueza e por isso maltratam os outros e as tratam como se fosse animais que devem ser açoitados, neste caso com palavras, ditas, "francas" .
Nunca aceitei muito essa coisa de dizer tudo que me vem à cabeça, muitas pessoas acham isso uma virtude, eu acho um defeito.
Aquele que diz tudo o que pensa extrapola o limite do razoável e se coloca numa posição intolerante.
Ora, porque tenho que escutar todas as baboseiras que saem da boca daquele que se acha o máximo?
Não é porque você diz tudo que pensa que tenho que escutar coisas que poderiam ser guardadas na sua mente e não nos ofender com baixarias em nome da franqueza.
Justificar-se dizendo que "falo o que dá vontade" é se achar melhor do que os outros submetendo todos às suas opiniões e convicções. Nem tudo que você pensa é bonito e deve ser acolhido por todos.
Nem todas as pessoas têm obrigação de ouvir aquilo que você acha que todos têm que ouvir.
A tal franqueza é, muitas vezes, utilizada para disfarçar uma falta de educação.
Pessoas que agem grosseiramente e não querem admitir que são indelicadas justificam-se dizendo serem francas e falarem sempre a verdade.
Há ainda aqueles que usam a pseudo-franqueza para humilhar os demais e utilizam essa desculpa para apontar um erro e menosprezar o outro em público.
A tal franqueza é, também, utilizada para esconder uma falta de tato no relacionamento social.
Pessoas que não sabem se comportar com o outro, em sociedade, se arvoram em se dizer francas para agir da maneira que elas bem entendem.
Não quero dizer aqui, que não devamos falar sempre a verdade ou expor as nossas opiniões, mas nem toda verdade precisa ser dita em determinadas horas, e vamos ser sinceros, há lugares e momentos certos para se falar a verdade.
Havia um ditado entre os romanos que pode muito bem nos orientar como agir: "aos amigos se chama atenção em silêncio, mas se for pra elogiar que se faça em público".
Esta é uma regra de ouro.
Se você realmente considera aquela pessoa como amiga e por ela tem apreço e carinho, corrija-a em silêncio, com respeito, caridade e ternura.
Mas se for pra elogiar, que isso seja feito aos quatro ventos e diga pra todos as qualidades desta pessoa.
Isso sim é uma atitude digna e respeitosa e não se travestir de justiceiro e usar aquela pseudo-franqueza para diminuir e humilhar quem está ao seu lado.
Na próxima vez que você precisar corrigir alguém lembre disso que acabamos de conversar, mas lembre-se também que na nossa boca sempre soa melhor um elogio do que uma crítica ácida e maldosa .

Padre Juarez de Castro







Um abençoado dia pra você




E até que nos encontremos novamente
Que Deus lhe guarde serenamente
Na palma de suas mãos.



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