quarta-feira, 1 de abril de 2020

Sexta-feira 02/04/2021

 Sexta-feira, 02 de abril de 2021

 

“Os grandes homens parecem muito maiores de longe do que de perto.” (Marquês de Maricá)

 

 

 

EVANGELHO DE HOJE

Jo 18,1-19,42

 

 

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João

— Glória a vós, Senhor!

                                                                             

 

Naquele tempo, 1Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cedron. Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos. 2Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus costumava reunir-se aí com os seus discípulos. 3Judas levou consigo um destacamento de soldados e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus, e chegou ali com lanternas, tochas e armas. 4Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer, saiu ao encontro deles e disse: A quem procurais? 5Responderam: A Jesus, o nazareno. Ele disse: Sou eu. Judas, o traidor, estava junto com eles. 6Quando Jesus disse "sou eu", eles recuaram e caíram por terra. 7De novo lhes perguntou: A quem procurais? Eles responderam: A Jesus, o nazareno. 8Jesus respondeu: Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, então deixai que estes se retirem. 9Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito: "Não perdi nenhum daqueles que me confiaste". 10Simão Pedro, que trazia uma espada consigo, puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco. 11Então Jesus disse a Pedro: Guarda a tua espada na bainha. Não vou beber o cálice que o Pai me deu?"

 

 

12Então, os soldados, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram. 13Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro de Caifás, o sumo sacerdote naquele ano. 14Foi Caifás que deu aos judeus o conselho: "É preferível que um só morra pelo povo". 15Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do sumo sacerdote e entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote.

 

 

16Pedro ficou fora, perto da porta. Então o outro discípulo, que era conhecido do sumo sacerdote, saiu, conversou com a encarregada da porta e levou Pedro para dentro. 17A criada que guardava a porta disse a Pedro: Não pertences também tu aos discípulos desse homem? Ele respondeu: Não. 18Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira e estavam se aquecendo, pois fazia frio. Pedro ficou com eles, aquecendo-se. 19Entretanto, o sumo sacerdote interrogou Jesus a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento. 20Jesus lhe respondeu: Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na sinagoga e no templo, onde todos os judeus se reúnem. Nada falei às escondidas. 21Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que falei; eles sabem o que eu disse. 22Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava deu-lhe uma bofetada, dizendo: É assim que respondes ao sumo sacerdote? 23Respondeu-lhe Jesus: Se respondi mal, mostra em quê; mas, se falei bem, por que me bates? 24Então, Anás enviou Jesus amarrado para Caifás, o sumo sacerdote.

 

 

25Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se. Disseram-lhe: Não és tu, também, um dos discípulos dele? Pedro negou: Não! 26Então um dos empregados do sumo sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha, disse: Será que não te vi no jardim com ele? 27Novamente Pedro negou. E na mesma hora, o galo cantou.

 

 

28De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador. Era de manhã cedo. Eles mesmos não entraram no palácio, para não ficarem impuros e poderem comer a páscoa. 29Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse: Que acusação apresentais contra este homem? 30Eles responderam: Se não fosse malfeitor, não o teríamos entregue a ti! 31Pilatos disse: Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo com a vossa lei. Os judeus lhe responderam: Nós não podemos condenar ninguém à morte. 32Assim se realizava o que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer. 33Então Pilatos entrou de novo no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe: Tu és o rei dos judeus

 

 

34Jesus respondeu: Estás dizendo isto por ti mesmo, ou outros te disseram isto de mim? 35Pilatos falou: Por acaso, sou judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste? 36Jesus respondeu: O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui. 37Pilatos disse a Jesus: Então tu és rei? Jesus respondeu: Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz. 38Pilatos disse a Jesus: O que é a verdade? Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus e disse-lhes: Eu não encontro nenhuma culpa nele. 39Mas existe entre vós um costume, que pela páscoa eu vos solte um preso. Quereis que vos solte o rei dos judeus? 40Então, começaram a gritar de novo: Este não, mas Barrabás! Barrabás era um bandido.

 

 

19,1Então Pilatos mandou flagelar Jesus. 2Os soldados teceram uma coroa de espinhos e colocaram-na na cabeça de Jesus. Vestiram-no com um manto vermelho, 3aproximavam-se dele e diziam: Viva o rei dos judeus! E davam-lhe bofetadas. 4Pilatos saiu de novo e disse aos judeus: Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós, para que saibais que não encontro nele crime algum. 5Então Jesus veio para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho. Pilatos disse-lhes: Eis o homem! 6Quando viram Jesus, os sumos sacerdotes e os guardas começaram a gritar: Crucifica-o! Crucifica-o! Pilatos respondeu: Levai-o vós mesmos para o crucificar, pois eu não encontro nele crime algum. 7Os judeus responderam: Nós temos uma lei, e, segundo esta lei, ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus. 8Ao ouvir estas palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda. 9Entrou outra vez no palácio e perguntou a Jesus: De onde és tu? Jesus ficou calado. 10Então Pilatos disse: Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar? 11Jesus respondeu: Tu não terias autoridade alguma sobre mim, se ela não te fosse dada do alto. Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior.

 

 

12Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. Mas os judeus gritavam: Se soltas este homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César. 13Ouvindo estas palavras, Pilatos levou Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado "Pavimento", em hebraico "Gábata". 14Era o dia da preparação da páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus: Eis o vosso rei! 15Eles, porém, gritavam: Fora! Fora! Crucifica-o! Pilatos disse: Hei de crucificar o vosso rei? Os sumos sacerdotes responderam: Não temos outro rei senão César. 16Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado, e eles o levaram.

 

 

17Jesus tomou a cruz sobre si e saiu para o lugar chamado "Calvário", em hebraico "Gólgota". 18Ali o crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Jesus no meio. 19Pilatos mandou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava escrito: "Jesus, o nazareno, o rei dos judeus". 20Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego. 21Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos: Não escrevas "o rei dos judeus", mas sim o que ele disse: "Eu sou o rei dos judeus". 22Pilatos respondeu: O que escrevi, está escrito.

 

 

23Depois que crucificaram Jesus, os soldados repartiram a sua roupa em quatro partes, uma parte para cada soldado. Quanto à túnica, esta era tecida sem costura, em peça única de alto a baixo. 24Disseram então entre si: Não vamos dividir a túnica. Tiremos a sorte para ver de quem será. Assim se cumpria a escritura que diz: "Repartiram entre si as minhas vestes e lançaram sorte sobre a minha túnica". Assim procederam os soldados.

 

 

25Perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: Mulher, este é o teu filho. 27Depois disse ao discípulo: Esta é a tua mãe. Dessa hora em diante, o discípulo a acolheu consigo.

 

 

28Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a escritura se cumprisse até o fim, disse: Tenho sede. 29Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. 30Ele tomou o vinagre e disse: Tudo está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.

 

 

Todos se ajoelham e ficam em silêncio

 

 

31Era o dia da preparação para a páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. 32Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. 33Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 34mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. 35Aquele que viu, dá testemunho e seu testemunho é verdadeiro; e ele sabe que fala a verdade, para que vós também acrediteis. 36Isso aconteceu para que se cumprisse a escritura, que diz: "Não quebrarão nenhum dos seus ossos". 37E outra escritura ainda diz: "Olharão para aquele que transpassaram".

 

 

38Depois disso, José de Arimatéia, que era discípulo de Jesus - mas às escondidas, por medo dos judeus - pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus. Pilatos consentiu. Então José veio tirar o corpo de Jesus. 39Chegou também Nicodemos, o mesmo que antes tinha ido de noite encontrar-se com Jesus. Levou uns trinta quilos de perfume feito de mirra e aloés. 40Então tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho, como os judeus costumam sepultar. 41No lugar onde Jesus, foi crucificado, havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado. 42Por causa da preparação da páscoa, e como o túmulo estava perto, foi ali que colocaram Jesus.

www.paulinas.org.br/diafeliz

 

 

 

Palavra da Salvação

Glória a vós Senhor

 

 

 

 

MEDITAÇÃO DO EVANGELHO

Humberto Selau Inácio

 

 

HOJE JESUS MORRE POR VOCÊ!

 

Você já parou pra pensar o que faria se soubesse que sua mãe, esposa, marido ou alguém que você diz amar, tivesse apenas mais algumas horas de vida? Como você viveria esses últimos momentos?

 

"Ah, eu não sairia de perto nem por um segundo!", talvez fosse sua resposta. Isso é importante, mas no fundo reflete uma sensação de dever não cumprido, de tarefa mal feita, pois você viveu bons anos ao lado daquela pessoa e pelo "fuzuê" do dia-a-dia, acabou não convivendo (vivendo com) tal pessoa! Se você, ultimamente, não tem estado muito com Jesus, o Pai lhe dá mais uma chance: nesta semana a Igreja nos convida, através da liturgia, a passarmos mais tempo com Jesus, com-vivendo mais com Ele. Por isso temos tantas celebrações.

 

Ontem, depois da ceia, Jesus com seus apóstolos segue para o Jardim das Oliveiras e convida Pedro, Tiago e João para vigiarem e orarem com Ele. Ao chegarmos à igreja hoje, notaremos, entre outras coisas, o sacrário vazio, o altar descoberto e não haverá celebração da missa. Por quê? Porque hoje refletiremos os últimos momentos de Jesus antes de sua morte e poderemos experimentar na pele sua ausência. O "vazio" na igreja quer simbolizar o vazio de uma vida sem Jesus, vida sem sentido.

 

Hoje Jesus morre por você! Morre por amor a você! E sabe onde? Na cruz? Claro que não! Jesus morre no Monte das Oliveiras assim que decide, no mais profundo de seu íntimo, fazer a vontade do Pai e não a sua própria. Enquanto ser humano, a vontade dEle está baseada no instinto de sobrevivência, que nada mais é do que o apelo egoísta da nossa natureza pela manutenção da vida. Jesus verdadeiramente morre por amor porque renuncia ao egoísmo de zelar pela própria vida, cedendo-a em nosso favor. Pense, num minuto, nas pessoas que você diz amar. Agora pergunte-se: por quais dessas pessoas eu teria a coragem de morrer se preciso fosse? Seja sincero consigo mesmo e não se envergonhe se não sobrarem muitas pessoas. ELE TEVE CORAGEM DE MORRER POR VOCÊ! Espelhe-se nEle! Ele sabe o que você sente porque já passou por isso! Peça-lhe essa graça hoje: SENHOR, FAZ-ME MORRER PARA O MEU EGOÍSMO E ME RESSUSCITE PARA O AMOR! Se assim viveres, serás feliz!

 

humberto@ciser.com.br

 

 

 

 

 

MOMENTO DE REFLEXÃO

 

 

Toda sexta-feira à noite começa o shabat para a tradição judaica. Shabat é o conceito que propõe descanso ao final do ciclo semanal de produção, inspirado no descanso divino, no sétimo dia da Criação.Muito além de uma proposta trabalhista, entendemos a pausa como fundamental para a saúde de tudo o que é vivo. A noite é pausa, o inverno é pausa, mesmo a morte é pausa. Onde não há pausa, a vida lentamente se extingue.Para um mundo no qual funcionar 24 horas por dia parece não ser suficiente, onde o meio ambiente e a terra imploram por uma folga, onde nós mesmos não suportamos mais a falta de tempo, descansar se torna uma necessidade do planeta. Hoje, o tempo de 'pausa' é preenchido por diversão e alienação. Lazer não é feito de descanso, mas de ocupações 'para não nos ocuparmos'. A própria palavra entretenimento indica o desejo de não parar. E a incapacidade de parar é uma forma de depressão. O mundo está deprimido e a indústria do entretenimento cresce nessas condições. Nossas cidades se parecem cada vez mais com a Disneylândia. Longas filas para aproveitar experiências pouco interativas. Fim de dia com gosto de vazio. Um divertido que não é nem bom nem ruim. Dia pronto para ser esquecido, não fossem as fotos e a memória de uma expectativa frustrada que ninguém revela para não dar o gostinho ao próximo.Entramos no milênio num mundo que é um grande shopping. A Internet e a televisão não dormem. Não há mais insônia solitária; solitário é quem dorme. As bolsas do Ocidente e do Oriente se revezam fazendo do ganhar e perder, das informações e dos rumores, atividade incessante. A CNN inventou um tempo linear que só pode parar no fim. Mas as paradas estão por toda a caminhada e por todo o processo. Sem acostamento, a vida parece fluir mais rápida e eficiente, mas ao custo fóbico de uma paisagem que passa. O futuro é tão rápido que se confunde com o presente. As montanhas estão com olheiras, os rios precisam de um bom banho, as cidades de uma cochilada, o mar de umas férias, o domingo de um feriado.Nossos namorados querem 'ficar', trocando o 'ser' pelo 'estar'. Saímos da escravidão do século XIX para o leasing do século XXI - um dia seremos nossos? Quem tem tempo não é sério, quem não tem tempo é importante. Nunca fizemos tanto e realizamos tão pouco. Nunca tantos fizeram tanto por tão poucos.Parar não é interromper. Muitas vezes continuar é que é uma interrupção. O dia de não trabalhar não é o dia de se distrair - literalmente, ficar desatento. É um dia de atenção, de ser atencioso consigo e com sua vida. A pergunta que as pessoas se fazem no descanso é 'o que vamos fazer hoje?' - já marcada pela ansiedade. E sonhamos com uma longevidade de 120 anos, quando não sabemos o que fazer numa tarde de domingo. Quem ganha tempo, por definição, perde. Quem mata tempo, fere-se mortalmente. É este o grande 'radical livre' que envelhece nossa alegria - o sonho de fazer do tempo uma mercadoria. Em tempos de novo milênio, vamos resgatar coisas que são milenares. A pausa é que traz a surpresa e não o que vem depois. A pausa é que dá sentido à caminhada. A prática espiritual deste milênio será viver as pausas. Não haverá maior sábio do que aquele que souber quando algo terminou e quando algo vai começar. Afinal, por que o Criador descansou? Talvez porque, mais difícil do que iniciar um processo do nada, seja dá-lo como concluído.

  

Rabino Nilton Bonder

 

 

 

 

 

UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...

 

E até que nos encontremos novamente,

que Deus lhe guarde serenamente

na palma de Suas mãos.

 

 

Visite nosso blog, você vai gostar

https://florescersempre2017.blogspot.com/

 

 

 

Para comentários, sugestões ou cadastro de um amigo

veraborro@gmail.com

 

 

Quinta-feira 30/04/2020


Quinta-feira, 30 de abril de 2020


Aprendi o silêncio com os faladores, a tolerância com os intolerantes, a bondade com os maldosos; e, por estranho que pareça, sou grato a esses professores. (Khalil Gibran)



EVANGELHO DE HOJE
Jo 6,44-51


O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus, segundo João
Glória a vós, Senhor!


Disse Jesus à multidão: "Ninguém pode vir ter comigo, se o Pai, que me enviou, o não trouxer. E eu lhe darei a vida eterna. Está escrito nos livros dos Profetas: Todos hão-de ser ensinados por Deus. Por isso, todo aquele que ouvir o Pai e compreender o seu ensinamento vem ter comigo. Isto não quer dizer que já alguém tenha visto o Pai. Só aquele que veio de Deus é que viu o Pai. Reparem bem no que vos digo: aquele que acredita em mim tem a vida eterna. Eu sou o pão que dá vida. Os vossos antepassados comeram o maná no deserto, e morreram, mas aqui está o pão que desceu do céu; quem o comer não morre. Eu sou esse pão vivo que veio do céu. Quem comer deste pão viverá para sempre. E o pão que eu dou é o meu próprio corpo, oferecido para que tenham vida."

Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.



MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz CSsR

Eu sou o pão vivo descido do céu.
Neste Evangelho Jesus nos ensina duas importantes verdades: 1) A origem da fé nele, que brota de uma graça de Deus Pai. 2) Jesus é o pão vivo que dá vida ao que dele come.
“Quem crê possui a vida eterna.” Cristo fala no presente: o que responde à atração do Pai, o que crê, já tem a vida eterna. Esta começa aqui e agora: o eterno entrou no tempo. É a escatologia realizada. Mas esse dom da fé está condicionado a uma atitude responsável: escutar Deus. “Todo aquele que escuta o Pai e por ele foi instruído, vem a mim”. E a nossa salvação é completada no futuro: “Eu o ressuscitarei no último dia”.
“Eu sou o pão vivo descido do céu.” Com a expressão “eu sou” (Javé em hebraico), Jesus se auto define como o pão que dá a vida eterna ao que dele se alimentar. Essa é a diferença do maná do deserto, que além de ser perecível, quem dele comia depois morria.
Há uma íntima relação entre a Eucaristia e a Morte e Ressurreição de Jesus. São os seus dois grandes gestos de amor a nós. Por isso que ele instituiu a Eucaristia um dia antes de sua morte, e ao instituí-la disse: “Isto é o meu corpo que será entregue por vós”, e também: “Isto é o meu sangue que será derramado por vós e por todos”.

A Eucaristia atualiza para nós a redenção. Cada vez que a celebramos, nós nos envolvemos mais no mistério pascal, participando da ressurreição de Jesus, que passou pela cruz.
A celebração eucarística, além de banquete, isto é, de alimento dos cristãos, e de encontro semanal da Comunidade, tem também esta dimensão: Ela torna presente, em termos de tempo e de lugar, o gesto redentor de Jesus, com todos os seus efeitos. Por isso que a chamamos memorial da redenção. Memorial é mais que memória ou recordação. É vivência hoje, revitalização daquilo que aconteceu no passado. Quando celebramos a Eucaristia, a Morte e Ressurreição de Jesus acontece misteriosamente ali, com todos os seus efeitos salvadores. A Assembléia eucarística torna-se ao mesmo tempo beneficiária e agente da redenção. A Igreja bebe toda a sua força de amar, e todo o seu dinamismo nesta fonte inesgotável q é a Eucaristia.
Trazendo para o aqui e agora o mistério redentor, a Eucaristia envolve a Assembléia participante, tornando-a Corpo Místico de Cristo e torna cada cristão “outro Cristo” no mundo. É assim que o sacrifício de Cristo se torna sempre vivo e atuante em todos os cantos da terra. Ao recebermos a Eucaristia, nós nos tornamos eucaristia para o mundo
Certa vez, uma jovem mãe estava com o seu bebê no portão da sua casa. Passou uma senhora, parou e disse: “Como é bonita esta criança!” A mãe falou: “Espere um pouquinho, eu vou lá dentro buscar a fotografia dela para a senhora ver que é mais bonita ainda!”
Na verdade, o que aquela jovem mãe fez foi uma coisa ridícula, porque hoje em dia os fotógrafos podem falsificar fotografias, “melhorando” as pessoas. Mas há algo parecido com a nossa redenção. Ela foi além e tornou o original, isto é, o homem criado por Deus, melhor e mais bonito ainda. Foi por isso que cantamos no sábado santo, referindo-nos ao pecado original: “Ó culpa tão feliz que há merecido a graça de um tão grande Redentor”
Quando Maria Santíssima ouvia, ao participar da santa Missa, estas palavras do seu Filho: “Tomai todos e comei: Isto é o meu corpo que será entregue por vós. Tomai todos e bebei...” certamente ela pensava: Este corpo foi gerado no meu útero. E quando ela comungava, era quase que uma nova encarnação. Aquele coração que batia em seu ventre, volta agora ao seu ventre, para sustentá-la na caminhada. Claro que Maria se lembrava também dos maus tratos que Jesus recebeu e continuava a receber dos homens, e voltava a sentir a espada que, no Calvário, transpassou o seu coração. Por isso lhe pedimos: “Ouvi nossos rogos, Mãe dos pecadores!”
Eu sou o pão vivo descido do céu.


MUNDO ANIMAL

“Vida de Cão” – Os cães e a terceira idade

Não tem jeito nem escapatória, porque isso acontece com tudo e todos no mundo inteiro, um hora os nossos amigos peludos vão ficar velhinhos. E, assim como com os humanos, as mudanças de temperamento e comportamento também são visíveis nos cães que chegam à terceira idade.
Segundo o doutor Marcelo Quinzani, diretor clínico do Pet Care Morumbi, um cachorro idoso apresenta diminuição acentuada da atividade física e do interesse em disputar território, por conta da diminuição de hormônios reprodutivos.
Mas essa perda do vigor físico pode ter seu lado bom. "Um filhote requer muita paciência e treinamento para se adequar à rotina da casa e aprender os comandos. O adulto já esta adaptado à casa e já esta mais tranquilo e tende e requerer menos cuidados. Já o idoso, é como se voltasse a ser criança, pois requer mais atenção e cuidados médicos, com a vantagem de serem mais tranquilos", diz.
À medida que os cães ficam mais velhos, eles podem continuar fazendo todas as atividades normalmente, como passear e brincar, mas é importante que os donos estejam atentos para respeitar o novo ritmo do animal. Em média, os cães entram na terceira idade aos sete anos, mas isso é relativo, pois as raças e o porte dos animais influenciam muito.
Com o tempo, a queda da atividade física vai se acentuando, tanto que alguns bichos deixam até de gostar de passear, e portanto não fazem tanta bagunça em casa. Segundo Quinzani, o tempo de convivência do cão com "seus humanos" traz uma tranquilidade e uma dedicação maior ao dono e à casa.
Mas, como lembra o médico veterinário, "um cão idoso merece respeito e cuidados mais intensivos, pois fica mais frágil". Neste episódio do "Vida de Cão", aprenda como lidar com seu amigo, agora velhinho.



MOMENTO DE REFLEXÃO

Crescer não significa só aprender. É preciso que os conhecimentos transformem-se em atitudes. E muitas vezes isso não acontece porque não queremos abandonar velhos comportamentos.
Faz tanto tempo que convivemos com eles que parecem fazer parte de nossa identidade, de nossa natureza. No entanto, pensamentos, sentimentos e atitudes são como roupas: estão em você, mas não são você. Se já não servem mais, abandone-os e procure idéias novas que lhe tragam os resultados desejados.
Você tem de ser dono de seus pensamentos, e não escravo deles. Os maiores escravizadores dos seres humanos são:

1.Os hábitos. Aquela frase "eu sempre fui assim" condena você a continuar assim. Você sempre foi assim porque o ensinaram. Escolha ser de outra maneira e descobrirá que, aos poucos, vai agir de modo diferente. Não seja escravo do passado. Se tiver de ser escravo, seja escravo dos seus sonhos.
2. A auto-imagem. A maneira como você se vê o impede de ser você mesmo. Quando alguém diz "eu sou assim", não consegue descobrir que é muito maior do que sua imagem. Quando alguém diz "eu sou tímido", não consegue deixar de ser tímido. Não crie rótulos para você. Rótulos são bons para refrigerantes. Você é muito mais do que uma marca de refrigerante. Preste atenção em você e descubra-se maior do que os seus rótulos.
3. A opinião dos outros. Há muita gente que sempre muda de caminho porque quer agradar a todo o mundo. É importante escutar opiniões e sugestões alheias, mas uma vez decidido o seu caminho avance por ele sem olhar para trás. Escolha seus orientadores e mantenha a sua rota. Confie em você, mesmo que ninguém confie. Esteja sempre pronto a reavaliar sua estratégia, mas não deixe os outros pilotarem o barco da sua vida.
Para mudar nossa mentalidade e nossas atitudes, é preciso que estejamos dispostos a encarar o desconhecido. E é freqüentemente aí que começam os problemas, porque, mesmo enfrentando dificuldades, as pessoas preferem dizer: "Eu sempre fiz assim e sempre funcionou!!!"
Mas o "sempre foi assim" é uma ilusão e, na maioria das vezes, desculpa para não evoluir. Os campeões adoram o desafio de fazer diferente, têm prazer em ser diferentes, são fascinados pelo pensar diferente, porque sabem que os desafios os obrigam a crescer. Enquanto isso, os perdedores dizem que "já está bom". E ficam parados no mesmo lugar. Para os perdedores, a acomodação é fácil. Para os campeões, é uma sentença de morte.
Comprometa-se com o que você se propõe, pois assim terá forças para as mudanças que forem necessárias. Mais importante do que o desejo de mudar é o comprometimento com a mudança.
Há líderes que se desesperam quando os obstáculos começam a aparecer. Não têm sabedoria suficiente para compreender que as dificuldades fazem parte das grandes conquistas. Precisamos ter prazer em superar as barreiras à medida que elas aparecerem. Não podemos agir como um adolescente que se desespera ao primeiro problema com a namorada. Criticar, reclamar ou acusar só serve para aumentar o problema da equipe.
Mas muitas pessoas demoram anos para perceber que as coisas vão mal ou que não estão funcionando adequadamente. Os resultados vão-se deteriorando, as derrotas começam a aparecer, e a pessoa não nota que está ficando para trás. Só se dá conta disso quando é demitida.
Não hesite em deixar para trás a bagagem acumulada. Se você chegar mesmo à conclusão de que esse emprego, essa empresa, esse amor já deram o que tinham que dar, é hora de dizer adeus e procurar um lugar no qual você possa retomar a sua trajetória de campeão.
Mas, principalmente, saiba deixar para trás as formas de pensar e de resolver problemas que não servem mais. É fundamental que você seja o inovador. Senão, será sempre arrastado pelas inovações dos outros. É importante que, quando os desafios chegarem, eles o encontrem preparado.

Roberto Shinyashik







UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...

E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





Visite nosso blog, você vai gostar





Para comentários, sugestões ou cadastro de um amigo
veraborro@gmail.com



Quarta-feira 29/04/2020


Quarta-feira, 29 de abril de 2020


“A amizade começa quando, estando juntas, duas pessoas podem permanecer em silêncio sem se sentirem constrangidas.” (Tyson Gentry)




EVANGELHO DE HOJE
Jo 6,35-40


O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus, segundo João
Glória a vós, Senhor!


Jesus lhes disse: "Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede. Contudo, eu vos disse que me vistes, mas não credes. Todo aquele que o Pai me dá, virá a mim, e quem vem a mim eu não lançarei fora, porque eu desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum daqueles que ele me deu, mas os ressuscite no último dia. Esta é a vontade do meu Pai: quem vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna. E eu o ressuscitarei no último dia".


Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.



MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz CSsR

Esta é a vontade do meu Pai: toda pessoa que vê o Filho tenha a vida eterna.
Este Evangelho sublinha a vontade salvadora de Deus Pai, através do seu Filho. Ver Jesus é mais do que olhar fisicamente para ele, pois ele reclamou: “Vós me vistes, mas não acreditais”. Temos de vê-lo com coração aberto e com o desejo de segui-lo.
Assim como Jesus procurou ser fiel à vontade de Deus Pai sobre ele, fazendo tudo para que aqueles que o Pai lhe deu não se percam, nós também, como Igreja, fazemos de tudo para que não se perca nenhum daqueles que Jesus confiou a nós. E conseguimos isso recebendo e distribuindo a Eucaristia, que nos torna “outros Cristos” no mundo.
Quem pára de comungar, precisa pensar bem o que está acontecendo; será que o “agricultor” não está cortando o galho da videira, porque este galho não está produzindo frutos?
“Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede.” Comungar é unir-se com Cristo numa aliança eterna, de vida e de ideais.
Duas vezes neste Evangelho Jesus fala que, se morrermos unidos com ele, ele vai nos ressuscitar no último dia, isto é, após a nossa morte. Esta é a vontade de Deus Pai: vivermos eternamente unidos com ele no céu. E é também, claro, a nossa vontade.
A Igreja faz a Eucaristia e a Eucaristia faz a Igreja. A Igreja faz a Eucaristia porque é o padre que, obedecendo a Jesus, preside à Missa na qual acontece a transubstanciação do pão e do vinho no corpo e sangue de Cristo. E a Eucaristia faz a Igreja porque a Eucaristia é a vida da Igreja. Ela faz na Igreja o que o alimento faz no nosso corpo. Uma Comunidade que não tem Missa nem Culto dominical, no qual se distribui a Comunhão, vai enfraquecendo cada vez mais até morrer.
Há uma grande diferença entre a Eucaristia e os outros seis sacramentos. Nestes recebemos a graça de Deus; na Eucaristia recebemos o próprio Deus. E Cristo nos vem com todas as graças, com toda a sua força e o seu amor. Nos outros sacramentos recebemos a força de Deus para determinadas situações concretas da nossa vida: Nascer (batismo), crescer (crisma), pecar (confissão), tornar-se padre (ordem), casar-se (matrimônio) e ficar doente (unção dos enfermos). Já na eucaristia é toda a vida cristã que é revigorada.
Havia, certa vez, um menino de oito anos que adorava ouvir o pai tocar violão. À noite, ele sempre levava o violão para o pai tocar. Na verdade, o pai não sabia tocar violão, apenas fazia alguns acordes.
Como o pai chegava sempre cansado em casa, um dia ele comprou para o filho um toca CD e lhe deu de presente, junto com vários CDs de grandes violonistas. Mas o garoto, em vez de ligar o toca discos, levava o violão para o pai tocar.
Numa noite, o pai lhe disse: “Filho, você não gosta de ouvir CD?” “Gosto” – respondeu o menino – mas eu quero ouvir o senhor tocar!”
Mais importante que o violão era a amizade com o pai, e os dois ficarem juntos. Como é bom ter Cristo junto conosco na Eucaristia! Nós dialogamos com ele, ficamos mais felizes e adquirimos forças para continuar a caminhada.
Maria Santíssima estava unida, não só ao seu Filho, mas também à santa Igreja que, após a ascensão de Jesus, reuniu-se no Cenáculo. Depois, obedecendo ao Filho, foi para a casa do evangelista João e lá participava da Comunidade cristã. Que ela nos ajude a amar mais a Eucaristia, o Cristo vivo no meio de nós, transformado em alimento.
Esta é a vontade do meu Pai: toda pessoa que vê o Filho tenha a vida eterna.



CURIOSIDADES

Vocè Sabia?

1-No Brasil, até o final dos anos 20, os jogos tinham tempos de apenas 40 minutos”, conta o jornalista esportivo Celso  Unzelte, estudioso da História do Futebol. De acordo com ele, apenas em 1930, com a primeira Copa do Mundo, todos os países adotaram a regra dos 90 minutos de jogo, estabelecida nos livros oficiais da FIFA – Federação Internacional de Futebol.

2-Apesar de ter convocado Maradona para alguns amistosos preparatórios, o técnico César Menotti resolveu, na última hora, tirá-lo da lista dos convocados para a Copa de 1978. Achava-o muito novo e imaturo (Maradona tinha apenas 17 anos).

3-Muitos goleiros jogam as Copas do Mundo com números diferentes do tradicional 1 porque algumas seleções preferem numerar seus jogadores pela ordem de inscrição, que obedece ao critério alfabético. Gilmar foi campeão do mundo em 1958 usando a camisa 3, mas foi um acidente: a CBD(antecessora da CBF) havia esquecido de relacionar a numeração das camisas e o Comitê Organizador e numerou os brasileiros aleatoriamente. Só Pelé deu sorte: acabou ficando com o 10.

4-A seleção do Brasil começou a usar o uniforme azul  porque na final da Copa de 1958, Brasil e Suécia usavam uniformes iguais. Por isso, houve um sorteio para decidir quem usaria o uniforme reserva. O Brasil perdeu o sorteio e deveria usar um uniforme azul. Só que as camisas não eram oficiais. Foram compradas em Estocolmo e depois bordados os números e os escudos. O chefe da delegação, Paulo Machado de Carvalho, não perdeu a pose e disse aos jogadores: "Era isso que eu queria: jogar de azul. Nossa Senhora Aparecida está conosco". Azul é a cor do manto de Nossa Senhora. Como o Brasil venceu a final e conquistou seu primeiro título, o azul foi oficializado como uniforme número 2.


MOMENTO DE REFLEXÃO

Desde os primórdios dos tempos os animais são subjugados à condição de inferioridade pela raça humana, como se tivessem papel desprezível ou insignificante na vida, meros coadjuvantes no teatro das ambições, vaidades e espetáculos de almas aflitas, no palco das ilusões.
O homem dominou a terra e dela fez a sua morada, com isso, pensa-se superior.
Derrubou árvores, mudou o curso de rios, criou lagos artificiais, modificando habitats de animais a seu bel-prazer, como se fossem senhores absolutos da vida, algozes de destinos sombrios para seus companheiros de jornada, alimentando a dor e a aflição de sua própria existência.
Durante milênios o ser humano se digladia em embates sangrentos, com objetivos de conquistas, apoderar-se daquilo que é de seu semelhante, almas agonizantes , ávidas de ambição, senhores do mundo, senhores da vida, senhores de sua própria... derrocada.
Esquece que nada nos pertence, apenas nos é emprestado nesta vida de aprendizados.
Os séculos atravessaram o tempo e a ganância referenda a destruição, modificando apenas o cenário, antes campos de batalha sob a força e égide de espadas e lanças para um cenário mais perigoso e destruidor de arsenais nucleares,  além da força mutilante das motosserras, devastando as florestas e  habitats.
O senhor do mundo caminha destruindo tudo à sua volta. A natureza, os animais e até os seus próprios irmãos são vítimas dos algozes da dor, um flagelo da alma.  O maior inimigo do ser humano é ele mesmo e ainda não atentou para tal fato, esquecendo que subjugar semelhantes, destruir a natureza, menosprezar os animais como sempre fizeram, formam a lâmina que cortará a cabeça deste senhor do mundo, afinal, o ódio às espécies sinaliza e pede passagem. O ser humano é o espelho de sua agonia, de sua mentira, arrogância e destruição.
A vida está repleta de senhores do mundo, donos do dinheiro, tiranos do poder, ambiciosos que só pensam em si, que destroem o que veem pela frente, subjugando todas as manifestações de vida a planos inferiores.
E o pior é que isso vem de séculos. Os infelizes animais sempre em segundo plano por causa da vaidade humana e tirania  dos senhores do mundo, os "superiores" que causam guerras, destruições, devastando o verde e considerando os animais como seres inferiores.
O homem ofende a sua própria alma que mergulha nos pântanos do desespero.
Em pouco mais de 200 anos, após a revolução industrial, chegamos a esta triste realidade do aquecimento global.
Os senhores do mundo  estão perdidos no desencanto, mergulhados na mentira, na farsa da superioridade, sufocando a vida, provocando a dor.  Quanta ilusão e desencanto , afinal, se fossem superiores não haveriam guerras nem a imperiosa  necessidade de discutir-se a questão climática, afinal, o homem atravessa milênios e continua com o mesmo defeito que destroi a sua alma: a soberba provocada pelo desconhecimento e razão da vida, esquecendo que aquele que  destroi a vida na Terra destroi a si mesmo.
Ainda há tempo para reverter a situação e ver a natureza como irmã, aproximar-se dela, tratá-la com respeito e ver nos animais a mesma igualdade, afinal, o que eleva a Deus é o sentimento de amor e o fulgor da simplicidade. O resto é obra da vaidade, da prepotência, da arrogância dos empedernidos que pensam ser superiores se não conseguem mudar o ritmo natural de uma folha que cai de uma árvore.
Se Deus concedeu-nos o discernimento, a inteligência para cumprir a vida na Terra, até hoje não soubemos usá-la como deveria ser.
Disse o Mestre Jesus:
 "Amai-os uns aos outros como Vos amei"!
A natureza, os animais, todas as manifestações de vida são o nosso próximo. E ainda não perceberam a verdade dos fatos.







UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...

E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





Para comentários, sugestões ou cadastro de um amigo
veraborro@gmail.com