quarta-feira, 1 de abril de 2020

Quinta-feira 30/04/2020


Quinta-feira, 30 de abril de 2020


Aprendi o silêncio com os faladores, a tolerância com os intolerantes, a bondade com os maldosos; e, por estranho que pareça, sou grato a esses professores. (Khalil Gibran)



EVANGELHO DE HOJE
Jo 6,44-51


O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus, segundo João
Glória a vós, Senhor!


Disse Jesus à multidão: "Ninguém pode vir ter comigo, se o Pai, que me enviou, o não trouxer. E eu lhe darei a vida eterna. Está escrito nos livros dos Profetas: Todos hão-de ser ensinados por Deus. Por isso, todo aquele que ouvir o Pai e compreender o seu ensinamento vem ter comigo. Isto não quer dizer que já alguém tenha visto o Pai. Só aquele que veio de Deus é que viu o Pai. Reparem bem no que vos digo: aquele que acredita em mim tem a vida eterna. Eu sou o pão que dá vida. Os vossos antepassados comeram o maná no deserto, e morreram, mas aqui está o pão que desceu do céu; quem o comer não morre. Eu sou esse pão vivo que veio do céu. Quem comer deste pão viverá para sempre. E o pão que eu dou é o meu próprio corpo, oferecido para que tenham vida."

Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.



MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz CSsR

Eu sou o pão vivo descido do céu.
Neste Evangelho Jesus nos ensina duas importantes verdades: 1) A origem da fé nele, que brota de uma graça de Deus Pai. 2) Jesus é o pão vivo que dá vida ao que dele come.
“Quem crê possui a vida eterna.” Cristo fala no presente: o que responde à atração do Pai, o que crê, já tem a vida eterna. Esta começa aqui e agora: o eterno entrou no tempo. É a escatologia realizada. Mas esse dom da fé está condicionado a uma atitude responsável: escutar Deus. “Todo aquele que escuta o Pai e por ele foi instruído, vem a mim”. E a nossa salvação é completada no futuro: “Eu o ressuscitarei no último dia”.
“Eu sou o pão vivo descido do céu.” Com a expressão “eu sou” (Javé em hebraico), Jesus se auto define como o pão que dá a vida eterna ao que dele se alimentar. Essa é a diferença do maná do deserto, que além de ser perecível, quem dele comia depois morria.
Há uma íntima relação entre a Eucaristia e a Morte e Ressurreição de Jesus. São os seus dois grandes gestos de amor a nós. Por isso que ele instituiu a Eucaristia um dia antes de sua morte, e ao instituí-la disse: “Isto é o meu corpo que será entregue por vós”, e também: “Isto é o meu sangue que será derramado por vós e por todos”.

A Eucaristia atualiza para nós a redenção. Cada vez que a celebramos, nós nos envolvemos mais no mistério pascal, participando da ressurreição de Jesus, que passou pela cruz.
A celebração eucarística, além de banquete, isto é, de alimento dos cristãos, e de encontro semanal da Comunidade, tem também esta dimensão: Ela torna presente, em termos de tempo e de lugar, o gesto redentor de Jesus, com todos os seus efeitos. Por isso que a chamamos memorial da redenção. Memorial é mais que memória ou recordação. É vivência hoje, revitalização daquilo que aconteceu no passado. Quando celebramos a Eucaristia, a Morte e Ressurreição de Jesus acontece misteriosamente ali, com todos os seus efeitos salvadores. A Assembléia eucarística torna-se ao mesmo tempo beneficiária e agente da redenção. A Igreja bebe toda a sua força de amar, e todo o seu dinamismo nesta fonte inesgotável q é a Eucaristia.
Trazendo para o aqui e agora o mistério redentor, a Eucaristia envolve a Assembléia participante, tornando-a Corpo Místico de Cristo e torna cada cristão “outro Cristo” no mundo. É assim que o sacrifício de Cristo se torna sempre vivo e atuante em todos os cantos da terra. Ao recebermos a Eucaristia, nós nos tornamos eucaristia para o mundo
Certa vez, uma jovem mãe estava com o seu bebê no portão da sua casa. Passou uma senhora, parou e disse: “Como é bonita esta criança!” A mãe falou: “Espere um pouquinho, eu vou lá dentro buscar a fotografia dela para a senhora ver que é mais bonita ainda!”
Na verdade, o que aquela jovem mãe fez foi uma coisa ridícula, porque hoje em dia os fotógrafos podem falsificar fotografias, “melhorando” as pessoas. Mas há algo parecido com a nossa redenção. Ela foi além e tornou o original, isto é, o homem criado por Deus, melhor e mais bonito ainda. Foi por isso que cantamos no sábado santo, referindo-nos ao pecado original: “Ó culpa tão feliz que há merecido a graça de um tão grande Redentor”
Quando Maria Santíssima ouvia, ao participar da santa Missa, estas palavras do seu Filho: “Tomai todos e comei: Isto é o meu corpo que será entregue por vós. Tomai todos e bebei...” certamente ela pensava: Este corpo foi gerado no meu útero. E quando ela comungava, era quase que uma nova encarnação. Aquele coração que batia em seu ventre, volta agora ao seu ventre, para sustentá-la na caminhada. Claro que Maria se lembrava também dos maus tratos que Jesus recebeu e continuava a receber dos homens, e voltava a sentir a espada que, no Calvário, transpassou o seu coração. Por isso lhe pedimos: “Ouvi nossos rogos, Mãe dos pecadores!”
Eu sou o pão vivo descido do céu.


MUNDO ANIMAL

“Vida de Cão” – Os cães e a terceira idade

Não tem jeito nem escapatória, porque isso acontece com tudo e todos no mundo inteiro, um hora os nossos amigos peludos vão ficar velhinhos. E, assim como com os humanos, as mudanças de temperamento e comportamento também são visíveis nos cães que chegam à terceira idade.
Segundo o doutor Marcelo Quinzani, diretor clínico do Pet Care Morumbi, um cachorro idoso apresenta diminuição acentuada da atividade física e do interesse em disputar território, por conta da diminuição de hormônios reprodutivos.
Mas essa perda do vigor físico pode ter seu lado bom. "Um filhote requer muita paciência e treinamento para se adequar à rotina da casa e aprender os comandos. O adulto já esta adaptado à casa e já esta mais tranquilo e tende e requerer menos cuidados. Já o idoso, é como se voltasse a ser criança, pois requer mais atenção e cuidados médicos, com a vantagem de serem mais tranquilos", diz.
À medida que os cães ficam mais velhos, eles podem continuar fazendo todas as atividades normalmente, como passear e brincar, mas é importante que os donos estejam atentos para respeitar o novo ritmo do animal. Em média, os cães entram na terceira idade aos sete anos, mas isso é relativo, pois as raças e o porte dos animais influenciam muito.
Com o tempo, a queda da atividade física vai se acentuando, tanto que alguns bichos deixam até de gostar de passear, e portanto não fazem tanta bagunça em casa. Segundo Quinzani, o tempo de convivência do cão com "seus humanos" traz uma tranquilidade e uma dedicação maior ao dono e à casa.
Mas, como lembra o médico veterinário, "um cão idoso merece respeito e cuidados mais intensivos, pois fica mais frágil". Neste episódio do "Vida de Cão", aprenda como lidar com seu amigo, agora velhinho.



MOMENTO DE REFLEXÃO

Crescer não significa só aprender. É preciso que os conhecimentos transformem-se em atitudes. E muitas vezes isso não acontece porque não queremos abandonar velhos comportamentos.
Faz tanto tempo que convivemos com eles que parecem fazer parte de nossa identidade, de nossa natureza. No entanto, pensamentos, sentimentos e atitudes são como roupas: estão em você, mas não são você. Se já não servem mais, abandone-os e procure idéias novas que lhe tragam os resultados desejados.
Você tem de ser dono de seus pensamentos, e não escravo deles. Os maiores escravizadores dos seres humanos são:

1.Os hábitos. Aquela frase "eu sempre fui assim" condena você a continuar assim. Você sempre foi assim porque o ensinaram. Escolha ser de outra maneira e descobrirá que, aos poucos, vai agir de modo diferente. Não seja escravo do passado. Se tiver de ser escravo, seja escravo dos seus sonhos.
2. A auto-imagem. A maneira como você se vê o impede de ser você mesmo. Quando alguém diz "eu sou assim", não consegue descobrir que é muito maior do que sua imagem. Quando alguém diz "eu sou tímido", não consegue deixar de ser tímido. Não crie rótulos para você. Rótulos são bons para refrigerantes. Você é muito mais do que uma marca de refrigerante. Preste atenção em você e descubra-se maior do que os seus rótulos.
3. A opinião dos outros. Há muita gente que sempre muda de caminho porque quer agradar a todo o mundo. É importante escutar opiniões e sugestões alheias, mas uma vez decidido o seu caminho avance por ele sem olhar para trás. Escolha seus orientadores e mantenha a sua rota. Confie em você, mesmo que ninguém confie. Esteja sempre pronto a reavaliar sua estratégia, mas não deixe os outros pilotarem o barco da sua vida.
Para mudar nossa mentalidade e nossas atitudes, é preciso que estejamos dispostos a encarar o desconhecido. E é freqüentemente aí que começam os problemas, porque, mesmo enfrentando dificuldades, as pessoas preferem dizer: "Eu sempre fiz assim e sempre funcionou!!!"
Mas o "sempre foi assim" é uma ilusão e, na maioria das vezes, desculpa para não evoluir. Os campeões adoram o desafio de fazer diferente, têm prazer em ser diferentes, são fascinados pelo pensar diferente, porque sabem que os desafios os obrigam a crescer. Enquanto isso, os perdedores dizem que "já está bom". E ficam parados no mesmo lugar. Para os perdedores, a acomodação é fácil. Para os campeões, é uma sentença de morte.
Comprometa-se com o que você se propõe, pois assim terá forças para as mudanças que forem necessárias. Mais importante do que o desejo de mudar é o comprometimento com a mudança.
Há líderes que se desesperam quando os obstáculos começam a aparecer. Não têm sabedoria suficiente para compreender que as dificuldades fazem parte das grandes conquistas. Precisamos ter prazer em superar as barreiras à medida que elas aparecerem. Não podemos agir como um adolescente que se desespera ao primeiro problema com a namorada. Criticar, reclamar ou acusar só serve para aumentar o problema da equipe.
Mas muitas pessoas demoram anos para perceber que as coisas vão mal ou que não estão funcionando adequadamente. Os resultados vão-se deteriorando, as derrotas começam a aparecer, e a pessoa não nota que está ficando para trás. Só se dá conta disso quando é demitida.
Não hesite em deixar para trás a bagagem acumulada. Se você chegar mesmo à conclusão de que esse emprego, essa empresa, esse amor já deram o que tinham que dar, é hora de dizer adeus e procurar um lugar no qual você possa retomar a sua trajetória de campeão.
Mas, principalmente, saiba deixar para trás as formas de pensar e de resolver problemas que não servem mais. É fundamental que você seja o inovador. Senão, será sempre arrastado pelas inovações dos outros. É importante que, quando os desafios chegarem, eles o encontrem preparado.

Roberto Shinyashik







UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...

E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





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