quarta-feira, 1 de abril de 2020

Sábado 04/04/2020


Sábado, 04 de abril de 2020


“Amizades são coisas frágeis, e requerem muito mais cuidado que todas as outras coisas frágeis que existem.” (Randolph S Bourne)



EVANGELHO DE HOJE
Jo 11,45-56


O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus, segundo João
Glória a vós, Senhor!


Muitas pessoas que tinham ido visitar Maria viram o que Jesus tinha feito e creram nele. Mas algumas pessoas voltaram e contaram aos fariseus o que ele havia feito. Então os fariseus e os chefes dos sacerdotes se reuniram com o Conselho Superior e disseram:
- O que é que nós vamos fazer? Esse homem está fazendo muitos milagres! Se deixarmos que ele continue fazendo essas coisas, todos vão crer nele. Aí as autoridades romanas agirão contra nós e destruirão o Templo e o nosso país.
Então Caifás, que naquele ano era o Grande Sacerdote, disse:
- Vocês não sabem nada! Será que não entendem que para vocês é melhor que morra apenas um homem pelo povo do que deixar que o país todo seja destruído?
Naquele momento Caifás não estava falando por si mesmo. Mas, como ele era o Grande Sacerdote naquele ano, estava profetizando que Jesus ia morrer pela nação. E não somente pela nação, mas também para reunir em um só corpo todos os filhos de Deus que estão espalhados por toda parte.
Então, daquele dia em diante, os líderes judeus fizeram planos para matar Jesus. Por isso ele já não andava publicamente na Judéia, mas foi para uma região perto do deserto, a uma cidade chamada Efraim, e ficou ali com os seus discípulos.
Faltava pouco tempo para a Festa da Páscoa. Muitos judeus foram a Jerusalém antes da festa para tomar parte na cerimônia de purificação. Eles procuravam Jesus e, no pátio do Templo, perguntavam uns aos outros:
- O que é que vocês acham? Será que ele vem à festa?


Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.



MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz CSsR

E também para reunir na unidade os filhos de Deus dispersos.
Este Evangelho narra a decisão final dos chefes, de matar Jesus. Eles fazem uma submissão da fé à política: “Se deixarmos que ele continue assim... virão os romanos...” E o sumo sacerdote Caifás lavra a sentença: “É melhor um só morrer pelo povo do que perecer a nação inteira”.
O evangelista João interpreta: “Caifás profetizou que Jesus ia morrer pela nação. E não só pela nação, mas também para reunir os filhos de Deus dispersos”. De fato, a morte de Jesus reuniu, numa só Igreja, os filhos de Deus dispersos pelo mundo inteiro. A santa Igreja reúne cristão de todas as raças e culturas. Por isso a chamamos católica que significa universal. E isto não é mais que um começo, ou uma figura da união em Cristo de toda a humanidade, no final dos tempos.

Os cristãos são os primeiros chamados por Deus a “reunir os filhos de Deus dispersos”. Entretanto, a manipulação de fatos, a opressão, as ideologias e o pecado tentam impedir que a humanidade se agrupe num só rebanho em torno de Cristo. Acontece uma luta, e a cada momento surgem novos adversários para os cristãos. Entretanto, a ação perseverante e não violenta, o espírito de reconciliação e a oração fazem com que o projeto de Cristo avance no mundo. Este é um ideal que empolga os cristãos, especialmente os jovens
Jesus congregará, com sua morte, os filhos de Deus provenientes de todos os pontos cardeais, formando o novo Povo de Deus. Esta é a eficácia da morte de Jesus na cruz, que foi decidida pelas autoridades, no Evangelho de hoje.
No projeto de Jesus, a vida surge da cruz. É a cruz da dor, da doença, das humilhações e perseguições... Mas atrás da cruz brilha uma luz que ilumina o universo inteiro. “Os judeus pedem sinais, os gregos buscam sabedoria. Nós, porém, proclamamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os pagãos” (1Cor 1,22-23).
Humanamente, a cruz é o contrário das aspirações humanas. Mas, iluminada por Cristo, ela aparece como algo que transborda, supera a morte e leva à ressurreição.
Havia, certa vez, num campo, uma lebre. Ela era bonita e vivia feliz, saltitando no descampado. Um dia, ela viu um caçador com uma arma de fogo. Sentiu medo, correu o quanto pôde e escondeu-se atrás de uma moita de capim. O caçador procurou, procurou... não a viu mais e foi-se embora.
Mas a lebre resolveu comer aquela moita de capim. No dia seguinte, lá estava o caçador novamente. Como não havia mais moita de capim, o caçador deu um tiro e ela morreu.
Deus nos dá oportunidades para nos libertarmos do caçador que é satanás. A quaresma é como uma moita de capim, pois vem cada ano nos proteger da rotina do pecado. Não vamos devorá-la, vivendo-a como um tempo igual aos outros.
Vamos reconhecer os nossos pecados, pois eles ajudaram a crucificar Jesus. Não nos interessam agora os pecados dos fariseus e mestres da Lei, mas os nossos, os quais queremos extirpar de uma vez, iniciando uma vida nova.
O mistério da cruz revela o significado mais profundo do amor: nada para si, tudo para os outros. De fato, a cruz mostra o que foi a vida de Jesus: renúncia a tudo para ser para todos. Esta renúncia só pode ser entendida a partir do esvaziamento da condição divina do Verbo (cf. Fl 2,5-11), para assumir em tudo a condição humana. Jesus nunca procurou para si algum tipo de favorecimento pessoal. Quando nasceu, foi colocado em uma manjedoura por não haver lugar para ele na hospedaria (cf. Lc 2,1-7). Jesus não realiza nenhum milagre em benefício próprio, nem mesmo no momento de fome no deserto, por ocasião das tentações (cf. Lc 4,2-4), nem quando lhe falta onde reclinar a cabeça (cf. Lc 9,58). No alto da cruz, Jesus não tem praticamente nada que seja seu. Suas vestes, tecidas por sua mãe. É por isso que Jesus diz com autoridade: “Quem quiser ser meu discípulo, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Lc 9,23). Sem a renúncia, a pessoa não consegue viver o mistério da cruz. Para ser discípulo de Jesus, é necessário ter os mesmos sentimentos dele (cf. Fl 2,5). Somente haverá paz e segurança quando este valor pascal for descoberto e vivido por todos.
Maria colaborou de perto nessa reunião dos filhos de Deus dispersos. Que ela nos ajude a colaborar também.
E também para reunir na unidade os filhos de Deus dispersos.



CASA, LAR E FAMÍLIA

Dicas que vão facilitar sua vida

1- Para tirar o cheiro da geladeira
Deixe uma vasilha pequena com água e bicarbonato dentro da geladeira.
O cheiro dos alimentos não irá aderir ao refrigerador.

2- Retire Manchas de camurça.
Esfregue-as cuidadosamente em movimentos circulares com pano limpo embebido em aveia moída.
Retire o pó com uma escovinha de arame para camurça.

3- Tire mofo de roupas e acessórios em couro
Passe um pano seco e limpo em toda peça, em seguida, passe um solução de água com vinagre de maçã, esfregando com um pano, a peça, delicadamente, deixe secar a sombra por horas.
Depois, para hidratar, passe ligeiramente glicerina
Nunca guarde peças em couro dentro de sacos plásticos, o couro precisa ficar guardado em lugares arejados, isentos de umidade
Tire as peças sempre que puder, do guarda-roupa (ou onde estiver guardado) e passe um pano úmido, e deixe secar a sombra.

4- Cabelos oleosos
Cabelos oleosos pedem água morna. A quente estimula as glândulas sebáceas e pode aumentar o problema. Use xampus que contenham substâncias reguladoras das funções sebáceas e anti-sépticas (para evitar a multiplicação de microorganismos que se desenvolvem nesse tipo de cabelo).

5- Acabando com as formigas
Para acabar com as formigas na cozinha principalmente na pia é só deixar uma vasilha pequena com pó de café: elas não gostam do cheiro...

6- Arroz bem soltinho

Colocar umas gotinhas de limão na água.

7- Mantendo a couve bem verdinha
Adicionar uma colher das de café de bicarbonato de sódio em água e mergulhar a couve. Ela ficar bem verdinha.

8- Coxinhas de galinhas bem sequinhas
Para deixar as coxinhas de frango fiquem sequinhas, passe-as em leite misturado com um pouco de sal, e depois na farinha de rosca.

9- Limpe seu microndas de modo bem simples
Coloque dentro uma metade de um limo e ligue na potência média por 1 minuto.
Abrir e limpar com um pano seco.

10- Suor nos pés

3 folhas de louro
3 cravos
1 colher de sopa de camomila
1 colher de sopa de chá preto
Misture tudo e deixe ferver por 30 minutos.
Deixe os pés de molho por 15 minutos à noite, antes de deitar.
Seque bem.



MOMENTO DE REFLEXÃO

Viver não dói.O que dói é a vida que não se vive.
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer,apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows, livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade interrompida.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais !!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional."

Emilio Moura







UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.






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