Sábado, 25 de abril
de 2020
“Amigos - Se alguns o desapontaram... Sorria! O sorriso
é um ímã para novas amizades.”
EVANGELHO
DE HOJE
Mc 16,15-20
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus, segundo Marcos
Glória a vós, Senhor!
Então
ele disse: - Vão pelo mundo inteiro e anunciem o evangelho a todas as pessoas.
Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado. Aos que
crerem será dado o poder de fazer estes milagres: expulsar demônios pelo poder
do meu nome e falar novas línguas; se pegarem em cobras ou beberem algum
veneno, não sofrerão nenhum mal; e, quando puserem as mãos sobre os doentes,
estes ficarão curados.
Depois de falar com eles, o Senhor Jesus foi levado para o céu e
sentou-se do lado direito de Deus. Os discípulos foram anunciar o evangelho por
toda parte. E o Senhor os ajudava e, por meio de milagres, provava que a
mensagem deles era verdadeira.
Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.
MEDITAÇÃO
DO EVANGELHO
Padre
Antonio Queiroz
Anunciai
o Evangelho a toda criatura.
Hoje nós celebramos a festa de S.
Marcos Evangelista. Ele é chamado, na Bíblia, ora de Marcos, ora de João
Marcos. É filho de uma das primeiras famílias cristãs de Jerusalém. Sua casa
era local de reuniões dos Apóstolos e dos primeiros cristãos. Sua mãe se
chamava Maria.
At 12,3ss cita a família de Marcos: “O
rei Herodes mandou prender Pedro. Colocou-o na prisão e o confiou à guarda de
quatro grupos de quatro soldados cada um. Mas a oração fervorosa da Igreja
subia continuamente até Deus, intercedendo em favor dele”.
Em seguida, o livro fala que, à noite,
veio um anjo e libertou Pedro. Após a libertação, o texto diz: “Pedro, saindo
da prisão, dirigiu-se à casa de Maria, mãe de João Marcos. Muitas pessoas
estavam ali reunidas em oração, pela libertação dele. Pedro bateu à porta, e
uma empregada, chamada Rosa, foi abrir. A empregada reconheceu a voz de Pedro,
mas sua alegria foi tanta que, em vez de abrir a porta, entrou correndo para
contar que Pedro estava ali, junto à porta. Os presentes foram e abriram a
porta: era Pedro mesmo. E o grupo ficou sem palavras. Pedro, com a mão, fez
sinal para que ficassem calados. E lhes contou como o Senhor o fizera sair da
prisão”.
Essa passagem mostra como que a
família de S. Marcos Evangelista era importante na Comunidade de Jerusalém.
Neste tempo, Marcos era ainda criança.
Conforme antiga tradição, foi na casa
de S. Marcos Evangelista que Cristo celebrou a Última Ceia. O próprio Marcos
(Cf Mc 14) narra como foi a preparação da Última Ceia. Aquele “dono da casa” de
que ele fala, segundo a tradição, era o pai de Marcos, que certamente havia
procurado Jesus e oferecido a sua casa para a celebração da Páscoa.
Vários anos depois, S. Paulo e
Barnabé, que era tio de Marcos, vão a Jerusalém para se reunir com os
Apóstolos. Na volta, Marcos se une a eles para as viagens missionárias. Viajou
com eles para Chipre e vários outros lugares, conforme nos relata o livro dos
Atos dos Apóstolos.
Entretanto, Marcos era ainda bem
jovem, e teve um momento de debilidade. A certa altura, deixou os dois e voltou
para Jerusalém. Não se sabe se foi por medo ou por saudade da família. O fato
está narrado em At 13,13.
Contudo, anos depois, quando Pedro,
que morava em Jerusalém, mudou-se para Roma, Marcos o acompanhou. Agora, nunca
mais voltará atrás, apesar de Roma ficar três vezes mais longe de sua terra do
que o lugar aonde ele foi com Paulo e Barnabé.
Na primeira Leitura da Missa de hoje,
S. Pedro chama Marcos de “meu filho”: “A Igreja que está em Babilônia, eleita
como vós, vos saúda, como também Marcos, o meu filho. Saudai-vos uns aos outros
com o abraço da amor fraterno” (1Pd 5,13).
Entretanto, o maior presente que
Marcos nos deixou foi o seu Evangelho. É interessante a forma como o Evangelho
de S. Marcos foi escrito. É bom lembrar que Marcos não conheceu pessoalmente a
Jesus. Ele escreveu o seu Evangelho a partir das pregações que ouvia de S.
Pedro. Ele as escutava, anotava, e depois redigia, a fim de ajudar os outros. O
Evangelho de Marcos, portanto, não é nada mais que um relato daquilo que ele
ouvia de S. Pedro.
Mas não foi só Pedro que Marcos
acompanhou. Durante todo o tempo em que S. Paulo esteve preso em Roma, Marcos o
serviu na prisão. E quando Paulo, já em liberdade, retoma os trabalhos
missionários, pede que lhe tragam Marcos para ajudá-lo no apostolado: “Toma
contigo Marcos e traze-o, pois é prestativo para ajudar-me” (2Tm 4,11).
A tradição diz que, depois da morte de
Pedro e de Paulo, Marcos viajou para Chipre, a primeira cidade onde esteve
trabalhando como missionário. De lá foi para Alexandria, onde morreu mártir. É
considerado o fundador da Igreja de Alexandria.
Marcos Evangelista deixou para nós
vários exemplos de vida. O primeiro é a forma como ouvia as pregações. “Irmãos,
sede praticantes da Palavra, e não apenas ouvintes. Quem ouve a Palavra e não a
pratica é como alguém que observa no espelho o rosto que tem desde que nasceu.
Observa a si mesmo e depois vai embora, esquecendo a própria aparência. Mas
quem procura praticar o que ouve, este encontrará a felicidade” (Tg 1,22-25).
Será que, nós, por exemplo quando
saímos da igreja, nos lembramos da Palavra de Deus proclamada e explicada?
Existem pessoas analfabetas que conhecem a Bíblia melhor do que muitos
letrados, porque a ouvem com amor.
A atitude de S. Marcos pode ser
resumida naquele dito popular: “Vivendo e aprendendo, aprendendo e ensinando”.
Outro belo exemplo são os pais de S.
Marcos. Podemos tranquilamente dizer que, se ele foi o que foi, isto se deve
aos pais que teve e à educação que recebeu em casa.
O Evangelho de hoje é de S. Marcos.
São as últimas palavras do seu Evangelho. No último versículo ele dá uma espécie
de testemunho pessoal: “Os discípulos então saíram e pregaram por toda parte. O
Senhor os ajudava e confirmava sua palavra por meio de sinais que a
acompanhavam”.
O Evangelho de S. Marcos foi o
primeiro Evangelho a ser escrito, mais ou menos no ano 65 depois de Cristo.
Certa vez, um casal recém casado
começou a brigar frequentemente e por um motivo muito simples. Eles tinham uma
televisão só e os gostos eram completamente diferentes: ele gostava de futebol
e não gostava de novela; era exatamente o contrário: não gostava de futebol e
adorava novela. Toda noite saía briga, chegando quase aos tapas.
Os pais deles ficaram sabendo e
intervieram de maneira muito feliz. Conseguiram que os dois fossem conversar
com o padre. Este, já sabendo do problema, disse-lhes: “Durante uma semana,
cada um de vocês vai se esforçar para gostar daquilo que o outro gosta: você,
fulana, vai gostar de futebol, e você, fulano, vai gostar de novela”. Façam
isso como sacrifício, que, podem ter certeza, será muito agradável a Deus. E o
padre combinou de, no dia seguinte à noite, ir visitá-los.
Quando o padre chegou, ficou feliz ao
ver que os dois tinham chegado a um acordo: os dois viam a novela e os dois o
futebol. E o que no começo era sacrifício, logo deixou de ser porque ela
começou a gostar de futebol e ele de novela.
Que o exemplo deste casal e dos pais
de Marcos sejam imitados pelos casais, a fim de que tenham filhos e filhas que
sejam a sua alegria mais, como foi S. Marcos evangelista para seus pais.
Nós pedimos a Maria Santíssima, a Mãe
da Igreja, e a S. Marcos, o seu primeiro evangelista, que nos ajudem a ouvir
bem a Palavra de Deus.
Anunciai o Evangelho a toda criatura.
CASA, LAR E FAMÍLIA
Como tirar mofo
do colchão
O mofo é um fungo que prospera onde há escuridão e
umidade combinados. Muitas formas de mofo podem ser perigosas para sua saúde,
causando danos no seu sistema respiratório que precisam ser tratados
imediatamente. O mofo em um colchão pode ser especialmente prejudicial. O seu
aparecimento pode ser tão simples como ir para a cama à noite com o cabelo
molhado e deixá-lo a secar durante o sono. Pouco depois o mofo pode começar a
aparecer. A limpeza e remoção do mofo é uma tarefa que deve ser feita
imediatamente. Veja como pode fazer isso:
1-Escove todo o mofo com uma escova de cerdas
macia. Use uma máscara e luvas para se proteger do pó.
2-Aspire o mofo de baixo para cima (se tiver o seu
colchão na vertical, ou dos pés para a cabeceira se estiver deitado) ou retire-o
com uma pequena vassoura. Assegure-se de que todo o mofo saiu.
3-Misture partes iguais de álcool isopropílico e
água em um balde ou bacia.
4-Mergulhe uma escova ou pano limpo na solução.
Esfregue a área completamente e enxague com um pano embebido em água limpa e
torça tudo o que for removido. Repita o procedimento as vezes que forem
necessárias até que todos os vestígios desapareçam.
5-Use um ventilador ou um secador de cabelo para
secar o colchão ou leve-o para o exterior e deixe-o ficar exposto à luz solar.
O calor e o sol são as melhores ajudas para eliminar mofo.
6-Certifique-se que o colchão está completamente
seco antes de o colocar de novo na cama. Se não conseguir eliminar o mofo do
colchão é melhor ver-se livre dele, pois não fará bem para a sua saúde.
7-Você pode ainda eliminar pequenas manchas e
odores de mofo utilizando pulverizadores à venda nas lojas. No entanto, antes
de aplicar esse pulverizador, limpe qualquer vestígio de mofo de seu colchão.
Escove o colchão com uma escova para remover o mofo, e depois aspire a
superfície do colchão completamente. Deize-o secar completamente ao sol ou com
a ajuda de um ventilador.
Agora sim, pode aplicar o
pulverizador e devolver ao seu colchão o aroma e frescura que você precisa
nele!
MOMENTO DE REFLEXÃO
Nem sempre sei onde encontrar o equilíbrio para o
bem-viver.
Aprendemos que devemos viver hoje sem pensar no
amanhã, mas que tudo tem o seu tempo certo. Alguns dizem que cada minuto é
único, insubstituível e irrecuperável e outros que um minuto pode conter toda
uma eternidade.
Nos encontramos assim nesse vão de não querer
tomar decisões precipitadas e não deixar o tempo passar sem ter aproveitado
tudo e o máximo que podemos.
Não existem medidas na vida. Tudo parece uma
grande incógnita e o sentimento de arrependimento de ter feito e do não ter
feito são dolorosos da mesma forma. Se voltássemos atrás para tomar outras
decisões, teríamos certamente outros tipos de pensamentos e arrependimentos.
Não sabemos guiar a vida, apenas acolhê-la.
A vida é imprevisível! Imprevisíveis são as
consequências das decisões que tomamos e das que prorrogamos.
Reconhecer os próprios erros, assumi-los e
aprender a gerenciá-los é sinal de sabedoria e maturidade.
Magoar-se contínua e intencionalmente porque
pegou-se caminhos errados é uma agressão desnecessária contra o próprio eu. O
sofrimento não diminui a pena.
O importante é olhar para a frente, assumir a vida
como um todo, viver as dores como um mal passageiro e as alegrias como se
pudessem durar toda a eternidade.
Ninguém está isento das pedras, dos caminhos
tortuosos, mas também não do nascer e do pôr-do sol, dos campos floridos e dos
momentos de felicidade que fatalmente chegam.
A vida nos pertence num todo, com as suas medidas
e desmedidas!
E Deus não vê o que fizemos ou deixamos de fazer,
Ele não nos condena continuamente. Ele vê os propósitos do nosso coração, a
nossa vontade de ser e fazer melhor, a nossa busca, mesmo se por caminhos
sinuosos, da felicidade.
E Ele reconstrói nosso coração, tal qual um oleiro
amoroso do seu trabalho.
As pessoas que crêem nessas verdades não deixarão
de se ajoelhar e não impedirão as lágrimas, mas terão, no fim da estrada, a
sensação de terem extraído todo o néctar da vida e descansarão, saciadas.
©
Letícia Thompson
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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