Quinta-feira, 21 de
maio de 2020
“Deixo
que o mundo viva como quer e permito a mim mesmo de viver como desejo.”
EVANGELHO
DE HOJE
Jo 16,16-20
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus, segundo João
Glória a vós, Senhor!
Naquele
tempo, disse Jesus aos seus discípulos:
16“Pouco
tempo ainda, e já não me vereis. E outra vez pouco tempo, e me vereis de novo”.
17Alguns dos seus discípulos disseram então entre si: “O que significa o que
ele nos está dizendo: ‘Pouco tempo, e não me vereis, e outra vez pouco tempo, e
me vereis de novo’, e: ‘Eu vou para junto do Pai?’”.
18Diziam,
pois: “O que significa este pouco tempo? Não entendemos o que ele quer dizer”.
19Jesus compreendeu que eles queriam interrogá-lo; então disse-lhes: ‘Estais
discutindo entre vós porque eu disse: ‘Pouco tempo e já não me vereis, e outra
vez pouco tempo e me vereis?’
20Em verdade, em verdade vos digo: Vós chorareis e vos
lamentareis, mas o mundo se alegrará; vós ficareis tristes, mas a vossa
tristeza se transformará em alegria”.
Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.
MEDITAÇÃO
DO EVANGELHO
Alexandre
Soledade
Bom dia!
Certa vez, num pedaço de grama do
jardim, um grupo de formigas resolveu fazer sua morada. Pragmáticas,
construíram sua morada como aprenderam das suas antecessoras e das gerações e
gerações de formigas que viveram por ali.
Era um jardim novinho, não havia
nenhuma outra equipe de formigas por ali, pensaram então ser o lugar ideal para
se instalar. Eles o chamaram de CENÁCULO
Durante três anos levantaram seus
sonhos naquele jardim e ali também edificaram seus sonhos, colocaram seus ovos,
procriaram, viram crescer inúmeras tocas.
Naquele formigueiro aconteciam coisas
estranhas. Formigas machucadas voltavam a andar; cegas voltavam a enxergar e
afirmam as saúvas mais velhas que viram formigas mortas ressuscitarem.
Formigas de outros formigueiros
começaram a procurar aquele local em busca desse entendimento. Sua fama correu
por locais inimagináveis.
No entanto, algo começou a perturbar
aquela paz…
Pequenas crianças, jovens e adultos
humanos que moravam por ali, sem motivo algum, começaram a “brincar” com suas
tocas. Destruíam suas construções e com elas os seus sonhos. A brincadeira
humana amedrontou muitos daqueles que vieram buscar a paz naquele local que
então preferiram fugir, se esconder, correr…
Com a terra toda mexida e agora
vulneráveis, temiam as chuvas que poderiam ser devastadoras para sua
comunidade. Antes mesmo que pudessem reconstruir o previsível aconteceu – as
chuvas vieram…
Pingos de chuva começaram a cair e o
medo a cercar todo o formigueiro. A medida que a enxurrada aumentava viam seus
móveis, alimentos e sonhos sendo levados para outros lugares. O cenáculo
resistia a chuva, mas formigas temiam não agüentar…
A água em uma forte torrente arrastou
todo o cenáculo para um canto do jardim.
A chuva parou e as crianças também
voltaram. Pensaram que agora seria seu fim. “(…) vocês vão chorar e ficar
tristes, mas as pessoas do mundo ficarão alegres. Vocês ficarão tristes, mas
essa tristeza virará alegria”.
Estranhamente as crianças não vinham
para destruir suas tocas como outrora. Criaram coragem, saíram da toca e viram
que seu formigueiro estava alojado perto de um ninho de gansos. Barulhentos e
corajosos não permitiam que as traquinagens das crianças destruíssem seu ninho
e por conseqüência o das formigas.
As formigas festejavam e motivadas
pela presença do GANSO voltaram a construir, pois agora só corriam risco quando
formigas impetuosas mordiam os gansos e como consequência afastavam seu ninho
da toca.
Uma formiga chamada “pedrisco” foi lá
fora e gritou:
“(…) Então Pedro se levantou, junto
com os outros onze apóstolos, e em voz bem alta começou a dizer à multidão:
Meus amigos judeus e todos vocês que moram em Jerusalém, prestem atenção e
escutem o que eu vou dizer! Estas pessoas não estão bêbadas, como vocês estão
pensando, pois são apenas nove horas da manhã. O que, de fato, está acontecendo
é o que o profeta Joel disse:. É isto o que eu vou fazer nos últimos dias? diz
Deus?: Derramarei o meu Espírito sobre todas as pessoas. Os filhos e as filhas
de vocês anunciarão a minha mensagem; os moços terão visões, e os velhos
sonharão. Sim, eu derramarei o meu Espírito sobre os meus servos e as minhas
servas, e naqueles dias eles também anunciarão a minha mensagem. Em cima, no
céu, farei com que apareçam coisas espantosas; e embaixo, na terra, farei
milagres. Haverá sangue, e fogo, e nuvens de fumaça; o sol ficará escuro, e a
lua se tornará cor de sangue, antes que chegue o grande e glorioso Dia do
Senhor Então todos os que pedirem a ajuda do Senhor serão salvos “. (Atos 2,
14-21)
Aquelas crianças malvadas agora de
longe viam o formigueiro crescer sem nada poder fazer. Apelidaram o ganso que
fez seu ninho onde as formigas pararam de ESPÍRITO SANTO e o seu bando de DONS.
No dia treze de maio, um povo se
libertou de suas correntes. Negros que construíram uma grande parcela do que
somos hoje. Pessoas que por vezes ainda não são devidamente reconhecidas apesar
de anos e anos de escravidão.
Hoje, embaladas pela coragem das
formigas, nos apeguemos ainda mais a presença do GANSO. Não há diferenças para
Ele. TODOS estão próximos ao seu ninho.
Catequistas! Usem e abusem dessa
estorinha de hoje! Foi inspiração de uma pequena formiga.
Um Imenso abraço
fraterno.
MUNDO ANIMAL
Você que está
pensando em adquirir um animal?
Nunca compre um animal por impulso por que ele é
para a vida toda!
Antes de adquirir um animal para companhia pense
nas seguintes questões.
Futuros proprietários
Como são as pessoas que irão conviver com ele?
Crianças?
Idosos?
Gestantes?
Alergias, fobias?
Capacidade física?
Rotina e disponibilidade de tempo para cuidar,
adestrar, passear e estar junto
Estilo de vida
O que fazer com o animal quando sair de ferias
Experiência anterior na posse – positiva ou
negativa?
Perda e luto
Tem alguém da casa que não gosta ou não quer um
animal?
O ambiente
Apartamento
ou casa ?
Área disponível - Distribuição do espaço
Vizinhança
Ambiente da vizinhança- áreas verdes, praças,
poluição, transito.
Leis e restrições do condomínio
Custos
Aquisição:
adoção ou compra - Já pensou em adotar um?
Ração
Casinha e cama
Acessórios e Brinquedos
Vacinas
Veterinário
Medicamentos
Higiene : banho e tosa
Expectativas com relação ao animal que se vai
adquirir
Qual é a
função esperada
Qual o comportamento esperado
Padrão da Raça x Idealização da raça
Tamanho
Necessidades próprias da raça
Necessidade de cuidados
Ciclo de vida familiar e ciclo vital humano x
animal adquirido
Sexo
Pelagem - pelo longo x pelo curto
tamanho e peso – capacidade física
comportamento – capacidades cognitivas –
facilidade em ensinar
Relacionamento com crianças
necessidades particulares
Longevidade
Responsabilidades
do proprietário
Condições de vida que propiciem bem estar ao
animal
local para dormir
alimentação adequada
higiene ambiental - higiene do animal
Conhecer os períodos de desenvolvimento do animal
e características comportamentais como socialização, reprodução, defesa de
território.
Conhecer e se informar das características sociais
caninas. Cães são animais de matilha e necessitam de um líder – Lembre-se de
quem é o chefe!
Socializar seu animal com os da mesma espécie, ou
outros animais com quem ele possivelmente irá conviver.
Socializar com amigos e parentes
Educar e adestrar
Companhia - amor
Passeios diários - Usar coleira e guia mesmo se o
cão não for agressivo. Existem pessoas que tem medo. Podem ocorrer acidentes
com outros cães.
Basta um cão se comportar mal para convencer as
pessoas que todos os cães são inconvenientes.
Garantir a segurança de outras pessoas ou animais
quando a raça for potencialmente agressiva – coleira, guia e focinheira
Não estimular a agressividade canina -
Não deixar o cão dentro do carro por longos
períodos
Recolher os dejetos de vias públicas
Vacinação e prevenção de doenças -Vermifugação
Atendimento veterinário quando necessário
Considerar aspectos físicos e perfil
comportamental dos parceiros
Reprodução
a) Somente colocar o animal em reprodução se
Houver recursos financeiros para propiciar
alimentação, cuidados gerais e assistência veterinária
Ter consciência do tamanho da ninhada
Saber o que fazer com os filhotes
Consultar um veterinário que avalie as condições
físicas e problemas genéticos (displasia, distúrbios de comportamentais,
seborréia, catarata, etc.)
Selecionar o parceiro mais adequado
b) considerações sobre a esterilização
Evita prenhes acidental e indesejada
Restrição da população canina prevenindo o
abandono, mau trato, crueldade, zoonoses,
A esterilização não torna o animal obeso a menos
que se ofereça mais comida que ele precisa.
Não há nenhuma razão médica para que uma fêmea
deva Ter uma cria antes de ser esterilizada
A esterilização precoce reduz a ocorrência de
alguns tipos de câncer
Dr. Mauro Lantzman- Médico Veterinário - Homeopata
e Etólogo - São Paulo - SP
MOMENTO DE REFLEXÃO
Havia mais terrenos baldios. E menos canais de
televisão.
E mais cachorros vadios. E menos carros na rua.
Havia carroças na rua. E carroceiros fazendo o
pregão dos legumes.
E mascates batendo de porta em porta.
E mendigos pedindo pão velho. Por que os mendigos
não pedem mais pão velho?
A Velha do
Saco assustava as crianças. O saco era de estopa.
Não havia sacos plásticos, levávamos sacolas de
palha para o supermercado.
E cascos vazios para trocar por garrafas cheias.
Refrigerante era caro. Só tomávamos no fim de
semana.
As latas de cerveja eram de lata mesmo, não eram
de alumínio.
Leite vinha num saco. Ou então o leiteiro
entregava em casa, em garrafas de vidro.
Cozinhava-se com banha de porco. Toda dona-de-casa
tinha uma lata de banha debaixo da pia.
O barbeador
era de metal, e a lâmina era trocada de vez em quando. Mas só a lâmina.
As camas tinham suporte para mosquiteiro.
As casas tinham quintais. Os quintais tinham
sempre uma laranjeira, ou uma pereira, ou um pessegueiro.
Comíamos fruta no pé.
Minha vó tinha fogão a lenha. E compotas caseiras
abarrotando a despensa.
E chimia de abóbora, e uvada, e pão de casa.
Meu pai
tinha um amigo que fumava palheiro.
Era comum fumar palheiro na cidade; tinha-se mais
tempo para picar fumo.
Fumo vinha em rolo e cheirava bem.
O café passava pelo coador de pano. As ruas
cheiravam a café. Chaleira apitava.
O que há com as chaleiras de hoje que não apitam?
As lojas de
discos vendiam long plays e fitas K7.
Supimpa era ter um três-em-um: toca-disco,
toca-fita e rádio AM (não havia FM).
Dizia-se 'supimpa', que significa 'bacana'. Pois
é, dizia-se 'bacana', saca?
Os telefones tinham disco. Discava-se para alguém.
Depois, punha-se o aparelho no gancho.
Telefone tinha gancho. E fio.
Se o seu
filho estivesse no quarto dele e você no seu escritório, você dava um berro pra
chamar o guri, em vez de mandar um e-mail ou um recado pelo MSN.
Estou falando de outro milênio, é verdade.
Mas o século passado foi ontem! Isso tudo
acontecia há apenas 20 ou 25 anos, não mais do que o espaço de uma geração.
A vida ficou muito melhor.
Tudo era mais demorado, mais difícil, mais
trabalhoso.
Então por que engolimos o almoço? Então por que
estamos sempre atrasados?
Então por que ninguém mais bota cadeiras na
calçada?
Alguém pode me explicar onde foi parar o tempo que
ganhamos?
Marcelo
Canellas
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
Para comentários, sugestões ou cadastro de um amigo
veraborro@gmail.com
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