Sexta-feira, 18 de junho de 2021
“Matar o sonho é matarmo-nos. É mutilar a nossa alma. O sonho é o que
temos de realmente nosso, de impenetravelmente e inexpugnavelmente nosso.”
EVANGELHO DE HOJE
Mt 6,19-29
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus
— Glória a vós, Senhor!
Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem,
e onde os ladrões minam e roubam;
Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e
onde os ladrões não minam nem roubam.
Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.
A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem
bons, todo o teu corpo terá luz;
Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se,
portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas!
Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade
Juntai tesouros no céu, onde a ferrugem não destrói, nem os ladrões
roubam.
Neste Evangelho, Jesus nos lembra que os tesouros da terra não são
consistentes, enquanto os do céu são. Ele usa a palavra “tesouros” no sentido
geral, que podemos chamar de valores.
Valores são os meios que buscamos para ser felizes. Existem valores
permanentes e valores transitórios. Os permanentes são os do céu: A graça de
Deus, a fé, a esperança, o amor, a justiça, a verdade e todas as virtudes. São
permanentes porque não se estragam e ninguém consegue nos roubar. Esses valores
são eternos. Aqui na terra eles brilham, mas na vida futura brilharão muito
mais.
Já os valores transitórios são os bens materiais: O dinheiro e todos os
bens materiais, a fama, o poder. São transitórios porque os perdemos
facilmente. São como a erva do campo, que hoje floresce e amanhã murcha e seca.
“O olho é a lâmpada do corpo.” O nosso apego a esses “tesouros” começa
pelos olhos. depois vai para o coração, onde se transforma em desejo, que
depois se transforma em ação. Daí a importância de zelar pelos nossos olhos,
isto é, procurar ver o que é bom e não ver o que é ruim e pode nos prejudicar.
Jesus nos aconselha a sermos espertos: Usar o dinheiro corruptível para
conquistar bens eternos: “Usai o dinheiro injusto para fazer amigos, pois,
quando acabar, eles vos receberão nas moradas eternas” (Lc 16,9).
Um homem morreu e chegou lá na porta do céu. S. Pedro olhou a ficha dele
e disse: “Pode entrar”.
E S. Pedro foi levá-lo até a sua casa. Ao ver as mansões, o homem ficou
admirado. Todas traziam o nome do morador. De repente ele viu um palácio muito
bonito, e era justamente do seu empregado, que havia falecido um tempo antes.
Ele pensou: Nossa! Se até o meu empregado ganhou uma casa chique dessa, imagine
a minha!
Mas os dois não paravam de caminhar. De repente, entraram na periferia
do céu, numa rua de terra toda esburacada. Lá na ponta da rua, S. Pedro
mostrou-lhe um barraquinho pobre, que mal cabia ele, e disse: “Esta é a sua
casa”.
O homem disse: “S. Pedro, por que o meu empregado ganhou uma casa tão
bonita, e eu esse barraco?!”
S. Pedro respondeu: “Aqui nós só damos a mão de obra. O material vem lá
de baixo, são as boas obras que a pessoa fez lá na terra. E você só mandou isso
aí!”
“Não junteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem,
e os ladrões assaltam e roubam. Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu,
onde nem a traça e a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam.
Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.”
Que Maria Santíssima nos ajude a fazer muita caridade, a fim de juntar
um bom material para a nossa morada eterna no céu!
Juntai tesouros no céu, onde a ferrugem não destrói, nem os ladrões
roubam.
MOMENTO DE REFLEXÃO
Havia,
certa vez, um menino que se chamava Joãozinho. Ele estava na escola e, naquele
tempo, as escolas não serviam merenda. Cada criança levava o seu lanche.
Todos
os dias, a mãe do Joãozinho preparava o lanche para ele: Um gostoso pão, untado
com manteiga e mel.
Um
dia, Joãozinho percebeu que um coleguinha muito pobre, chamado Sebastião,
comia, na hora do lanche, somente um pão seco, feito apenas com água e sal.
Joãozinho
falou para ele: “Eu não gosto deste lanche que minha mãe faz! Você não quer
trocar comigo?” Sebastião, muito feliz, aceitou a troca.
Dali
para frente, todos os dias o Sebastião comia pão untado com manteiga e mel, e o
Joãozinho comia o pão seco.
Esse
Joãozinho ficou padre e, depois, santo. É São João Bosco.
Peçamos
a Maria Santíssima e a São João Bosco que nos ajudem a reproduzir em nós a
imagem de Cristo, que se despojou de si mesmo, para o nosso bem.
UM
ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que
nos encontremos novamente,
que Deus
lhe guarde serenamente
na palma
de Suas mãos.
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