quarta-feira, 23 de julho de 2025

DIÁRIO DE QUINTA-FEIRA 24/07/2025

 

Quinta-feira 24/07/2025

 

“No amor - Se você está sem nenhum...Sorria! O sorriso nos torna mais atraentes.”

 

 

EVANGELHO DE HOJE

Mt 13,10-17

 

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus

— Glória a vós, Senhor!

 

 

Naquele tempo, 10Jesus estava ensinando numa sinagoga, em dia de sábado. 11Havia aí uma mulher que, fazia dezoito anos, estava com um espírito que a tornava doente. Era encurvada e incapaz de se endireitar. 12Vendo-a, Jesus chamou-a e lhe disse: “Mulher, estás livre da tua doença”. 13Jesus pôs as mãos sobre ela, e imediatamente a mulher se endireitou e começou a louvar a Deus.

14O chefe da sinagoga ficou furioso, porque Jesus tinha feito uma cura em dia de sábado. E, tomando a palavra, começou a dizer à multidão: “Existem seis dias para trabalhar. Vinde, então, nesses dias para serdes curados, não em dia de sábado”.

15O Senhor lhe respondeu: “Hipócritas! Cada um de vós não solta do curral o boi ou o jumento, para dar-lhe de beber, mesmo que seja dia de sábado? 16Esta filha de Abraão, que Satanás amarrou durante dezoito anos, não deveria ser libertada dessa prisão, em dia de sábado?” 17Esta resposta envergonhou todos os inimigos de Jesus. E a multidão inteira se alegrava com as maravilhas que ele fazia.

 

 

Palavra da Salvação

Glória a vós Senhor.               

 

 

 

MEDITAÇÃO DO EVANGELHO

Alexandre Soledade

 

Bom dia!

Existem coisas que nos incomodam tanto que até irritam como, por exemplo, alguém falar algo que estou fazendo que não está correto, que ao mesmo tempo sei que estou errado, mas não quero escutar. Conseguiu entender? “(…) Vocês ouvirão, mas não entenderão; olharão, mas não enxergarão nada. Pois a mente deste povo está fechada: Eles taparam os ouvidos e fecharam os olhos. Se eles não tivessem feito isso, os seus olhos poderiam ver, e os seus ouvidos poderiam ouvir; a sua mente poderia entender, e eles voltariam para mim, e eu os curaria”!

Mesmo querendo meu bem, essa pessoa que me interpela passa a ser vista inconscientemente como um agressor. Defendemo-nos naturalmente e basicamente de forma gestual torcemos a boca, olhamos para o lado, começo a escrever algo para não prestar a atenção, saio do local e vou beber água, fujo […]. Procuro fazer de tudo pra não ter que me conflitar comigo mesmo.

Engraçado é que a pessoa pode nem ter dito meu nome e tão pouco sugerido ou apontado pra mim, mas aquela sensação que brota da sua exortação revela um eu que não quero que as máscaras caiam.

De duas uma, OU ME DEFENDO OU ACOLHO. Se optar pela defesa posso contra-atacar com frases duras procurando defeitos no agressor, fato comum entre marido e mulher quando um perde a razão e passa a procurar algo no passado que o faça sair vencedor (uma briga antiga, uma falta do passado,… Apesar disso eu preciso aprender a filtrar e evitar esse “contra-ataque”.

Exemplo: alguém que está insatisfeito com sua vida, com seu trabalho, com que ganha, o que não tem, (…) e sai de casa para um estádio, uma festa, pra descontar sua própria insatisfação “naquele carinha alegre que nem sei por que ele está feliz”. Quantos acidentes de trânsito poderiam ser evitados se não levássemos os problemas de casa pra buzina?

Já reparou algumas pessoas dentro da igreja parecem estar sempre insatisfeitas quando nossas coisas dão certo ou do jeito delas? Sempre tecem comentários acres, secos e cheio de apontamentos aos defeitos. Imagine então no tempo de Jesus? Um homem simples, de uma família simples que se “atrevia” a ensinar as pessoas que o amor é maior que a lei. Que ao denunciar uma falta ou erro insistia em dizer que nos amava e não nos agredia. Será que precisamos reaprender a acolher os conselhos, sugestões e opiniões dos que nos querem ver crescer e parar um pouco de sempre acreditar que estão pegando no meu pé?

 “(…) Depois, é preciso ter em grande consideração o bem comum. Amar alguém é querer o seu bem e trabalhar eficazmente pelo mesmo. Ao lado do bem individual, existe um bem ligado à vida social das pessoas: o bem comum. É o bem daquele ‘nós – todos’, formado por indivíduos, famílias e grupos intermédios que se unem em comunidade social. Não é um bem procurado por si mesmo, mas para as pessoas que fazem parte da comunidade social e que, só nela, podem realmente e com maior eficácia obter o próprio bem. Querer o bem comum e trabalhar por ele é exigência de justiça e de caridade”. (§ 7 Carta Encíclica Caritas In Veritate – Bento XVI)

Não podemos nos fechar ao mundo, as correções, ao crescimento, (…) pode gerar em nós uma falsa tranquilidade. Minha mãe diz “síndrome da Gabriela” ou seja aquele (a) que teme tanto a correção que canta: “Eu nasci assim, vou viver assim, vou morrer assim…”.

O coração é semelhante a uma casa com crianças pequenas, depois de um tempo precisa de reformas, pintura, derrubar umas paredes, mais um quarto para os hóspedes…

Abramos nosso coração às reformas!

Um imenso abraço fraterno

 

 

 

MOMENTO DE REFLEXÃO

 

Conta uma lenda, que dois monges atravessam uma área deserta e diante de um rio violento, avistaram uma linda jovem que tentava atravessá-lo sem sucesso. Um dos monges, não sem dificuldades, atravessou o rio e colocando a mulher em suas costas conseguiu atravessar o rio em segurança. A jovem abraçou-lhe agradecida comovida com o seu gesto e seguiu seu caminho.

Retornando a jornada, o outro monge que assistiu a tudo calado, repreendeu o amigo, falando do contato carnal que houve com aquela jovem, da tentação de ter aquele contato mais direto com uma mulher, o que era proibido pelas suas leis. E durante um bom trecho do caminho, esse monge falou sobre a mulher e sobre o pecado cometido até que aquele que ajudou a jovem na travessia falou:

- Querido amigo, eu atravessei o rio com a jovem e lá eu a deixei, mas você ainda continua carregando-a em seus pensamentos.

Assim, todos sabem que Deus não nos dá fardos maiores que aqueles que podemos suportar, e muitos dos nossos fardos já poderiam estar abandonados em outras curvas da vida, mas nós em carregá-los. Levamos nossas dores e frustrações ao extremo, dramatizamos demais, elevamos ao cubo cada dor, cada ofensa, cada contrariedade e por isso, não conseguimos relaxar, perdoar ou mesmo ser feliz, pois o peso que vamos acumulando em nossas costas são demais para qualquer cristão.

Neste dia especial, eu te convido a uma reflexão: quais são os fardos que você continua carregando e que já não estão mais com você? Qual é a dor que você anda revivendo e fazendo com que velhas feridas voltem a sangrar? Por que você não consegue perdoar quem te magoou? Quantas oportunidades você anda deixando para trás por estar amarrado ao passado?

Desarme-se!

Dos velhos pensamento, do espírito, da revolta, da tristeza. Hoje é  dia de desmontar o velho acampamento do comodismo e seguir adiante na longa jornada que a vida apresenta. Quanto mais leve a sua "mochila", mais fácil a subida rumo a felicidade.

Paulo Roberto Gaefke

 

 

 

 

 

 

 

 

UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ!

 

E até que nos encontremos novamente,

que Deus lhe guarde serenamente

na palma de Suas mãos.

 

 

 

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