quarta-feira, 30 de julho de 2025

DIÁRIO DE QUINTA-FEIRA 31/07/2025

 

Quinta-feira, 31/07/2025

 

Alguns causam felicidade onde quer que vão, outros quando se vão. (Oscar Wilde)

 

 

EVANGELHO DE HOJE

Mt 13,47-53

 

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus

— Glória a vós, Senhor!

 

 

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 47“O Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que apanha peixes de todo tipo. 48Quando está cheia, os pescadores puxam a rede para a praia, sentam-se e recolhem os peixes bons em cestos e jogam fora os que não prestam.

49Assim acontecerá no fim dos tempos: os anjos virão para separar os homens maus dos que são justos, 50e lançarão os maus na fornalha de fogo. E aí, haverá choro e ranger de dentes. 51Com­preendestes tudo isso?” Eles responderam: “Sim”.

52Então Jesus acrescentou: “Assim, pois, todo mestre da Lei, que se torna discípulo do Reino dos Céus, é como um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas”. 53Quando Jesus terminou de contar essas parábolas, partiu dali.

 

 

Palavra da Salvação

Glória a vós Senhor.               

 

 

 

MEDITAÇÃO DO EVANGELHO

Alexandre Soledade

 

Recolhem os peixes bons em cestos e jogam fora os que não prestam.

Este Evangelho nos traz a parábola da rede lançada ao mar. A rede é a Santa Igreja que, em seu trabalho missionário, atrai milhares de pessoas ao santo batismo. Entretanto, muitos não obedecem aos mandamentos de Deus, por isso não pertencem ao Reino de Deus e vão, aos poucos, abandonando a vida em Comunidade. São os peixes que não prestam que Deus Pai joga fora.

 “Recolhem os peixes bons em cestos.” Para que sejamos peixes bons, precisamos ler ou ouvir a Palavra de Deus com o coração aberto, colocando em prática, com generosidade, aquilo que aprendemos. A oração é prática fundamental para sermos bons filhos e filhas de Deus.

Nós temos esperança de sermos peixes bons, e assim não sermos “jogados fora”. Temos esperança, não certeza. No mundo, estamos misturados, maus e bons. Precisamos, além do esforço contínuo de conversão, ser sal, luz e fermento na massa, inclusive dentro da nossa família e da nossa Comunidade cristã.

“Todo mestre da Lei, que se torna discípulo..., é como um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas.” Os mestres da Lei correspondem aos nossos catequistas. Eles tinham toda uma bagagem de sabedoria e de experiências colhidas do Antigo Testamento. Aqueles que se tornavam discípulos de Jesus ajuntavam as coisas novas que aprendiam de Jesus com as coisas velhas que já sabiam e faziam uma síntese, o que os tornava verdadeiros sábios.

Também nós vamos somar as nossas experiências do passado com as de hoje, visando a nossa santificação. Precisamos estar sempre abertos ao novo, mas sem jogar fora a sabedoria antiga. A nossa fé é viva e dinâmica; estamos sempre revendo, abandonando o que ficou caduco e dando um passo à frente. Dos mais velhos, nós aprendemos a riqueza da sabedoria acumulada por seus longos anos de vida; e dos mais novos, aprendemos as novas conquistas do mundo moderno.

“Os anjos virão para separar os homens maus dos que são justos, e lançando os maus na fornalha de fogo.” Aqui na terra, os maus e os bons estão misturados, mas não lá no céu. Haverá uma seleção rigorosa, que chamamos de juízo final. Nós pedimos a Deus que, nessa seleção, nós fiquemos do lado dos justos.

Havia, certa vez, um senhor que todos os dias, quando voltava do trabalho à tarde, antes de entrar na sua casa dirigia-se a uma árvore que havia na frente da casa e tocava nela com as duas mãos. Depois entrava. Um dia, ele veio com um amigo, que era colega de serviço, e, quase sem perceber, fez aquele gesto. Foi até a árvore, encostou as duas mãos nela, ficou um tempinho em silêncio, depois voltou e os dois entraram na casa. No dia seguinte, o amigo lhe perguntou por que ele havia feito aquilo. Ele explicou: “É que, no serviço, eu fico nervoso, tenso e não quero passar isso para a minha esposa e meus filhos. Com esse gesto, eu descarrego minhas tensões na árvore e entro em casa bem calmo”.

Na verdade, o que aquele homem fazia era uma auto-sugestão. Mas é válida. Nós não podemos descarregar nervosismos em quem não tem nada a ver com isso. Entretanto, muito mais eficaz que tocar numa árvore é recorrer a Deus pela oração. E uma boa dica é pedir o auxílio de Maria Santíssima. Se queremos ser peixes bons na rede do Senhor, um jeito fácil e copiar de Maria o seu jeito de ser discípula fiel do Senhor.

Maria Santíssima é a Mãe e modelo da Igreja, a Rainha do Céu e da terra. Que ela nos ajude a sermos peixes bons, a fim de que os anjos não nos excluam.

Recolhem os peixes bons em cestos e jogam fora os que não prestam.

 

 

MOMENTO DE REFLEXÃO

 

Conta uma lenda que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno.

Foram primeiro ao inferno.

Ao abrirem uma porta, o homem viu uma sala em cujo centro havia um caldeirão de substanciosa sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.

Cada uma delas segurava uma colher, porém de cabo muito comprido, que lhes possibilitava alcançar o caldeirão, mas não permitia que colocassem a sopa na própria boca.

O sofrimento era grande.

Em seguida, deus levou o homem para conhecer o céu.

Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta e as colheres de cabo comprido.

A diferença é que todos estavam saciados.

Não havia fome, nem sofrimento.

Eu não compreendo, disse o homem a Deus, por que aqui as pessoas estão felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?

Deus sorriu e respondeu:

Você ainda não percebeu?

É porque aqui eles aprenderam a dar comidas uns aos outros.

Temos situações que merecem profunda reflexão:

Egoísmo:

As pessoas no "inferno" estavam altamente preocupadas com a sua própria fome, impedindo que se pensasse em alternativas para equacionar a situação;

Criatividade:

Como todos estavam querendo se safar da situação caótica que se encontravam, não tiveram a iniciativa de buscar alternativas que pudessem resolver o problema;

Equipe:

Se tivesse havido o espírito solidário e ajuda mútua, a situação teria sido rapidamente resolvida.

Dificilmente o individualismo consegue transpor barreiras.

O espírito de equipe é essencial para o alcance do sucesso.

Uma equipe participativa, homogênea, coesa, vale mais do que um batalhão de pessoas com posicionamentos isolados.

Isso vale para qualquer área de sua vida, especialmente a profissional.

E, lembre-se sempre.

A alegria faz bem à saúde; estar sempre triste é morrer aos poucos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ!

 

E até que nos encontremos novamente,

que Deus lhe guarde serenamente

na palma de Suas mãos.

 

 

 

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