Sábado,
05/07/2025
“Só
existe dois dias no ano em que nada pode ser feito. Um chama-se "ontem"
e o outro "amanhã". Portanto, "hoje" é o dia certo.”
EVANGELHO DE HOJE
Mt
9,14-17
— O
Senhor esteja convosco.
—
Ele está no meio de nós.
—
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus
—
Glória a vós, Senhor!
Naquele
tempo, 14os discípulos de João aproximaram-se de Jesus e perguntaram: "Por
que razão nós e os fariseus praticamos jejuns, mas os teus discípulos
não?" 15Disse-lhes Jesus: "Por acaso, os amigos do noivo podem estar
de luto enquanto o noivo está com eles? Dias virão em que o noivo será tirado
do meio deles. Então, sim, eles jejuarão.
-16Ninguém
põe remendo de pano novo em roupa velha, porque o remendo repuxa a roupa e o
rasgão fica maior ainda. 17Também não se põe vinho novo em odres velhos, senão
os odres se arrebentam, o vinho se derrama e os odres se perdem. Mas vinho novo
se põe em odres novos, e assim os dois se conservam".
Palavra
da Salvação
Glória
a vós
Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade
Bom dia!
Um parêntese inicial: Antes de tudo, e importante reparar que os
evangelhos desses primeiros dias convidam a refletir sobre o Jejum…
O Jejum é uma das práticas mais antigas de nossa igreja. Ele esta
inserido entre os mandamentos da igreja haja vista sua importância na construção
de um cristão e é engano acreditar que essa prática é exclusiva dos cristãos,
pois muitas outras organizações religiosas a fazem como método de centrar seu
pensamento e seu proceder.
De certa forma podemos dizer que o Jejum além de um belo exercício para
a alma, como já dissemos ontem, é também uma forma de lembrar a presença do
“noivo”. Jejuamos, pois Ele assim pediu, mas, além disso, era seu desejo que
nos mantivéssemos fortes e perseverantes na fé.
Retorno então a reflexão de ontem: Abster-se de algo só terá o devido
efeito se vier acompanhado de alguma coisa que preencha esse espaço. Quem
jejua, busca algo maior que suas próprias forças, sendo assim, a abstinência
deve ser acompanhada de um incremento na oração. Abdicar, deixa entender que
estamos aptos e dispostos a também ceder e por fim é um sinal claro da presença
do amor.
“(…) ‘ORAI SEM CESSAR’ (1 Ts
5,17), ‘sempre e por tudo dando graças a Deus Pai, em nome de nosso Senhor,
Jesus Cristo’ (Ef 5,20), ‘com orações e súplicas de toda sorte, orai em todo
tempo, no Espírito e, para isso, VIGIAI COM TODA PERSEVERANÇA e súplica por
todos os santos’ (Ef 6,18). ‘Não nos foi prescrito que trabalhemos, vigiemos e
jejuemos constantemente, enquanto, para nós, é lei rezar sem cessar‘. ESSE
ARDOR INCANSÁVEL SÓ PODE PROVIR DO AMOR. Contra nossa pesada lentidão e
preguiça, O combate da oração é o do amor humilde, confiante e perseverante.
ESSE AMOR ABRE NOSSOS CORAÇÕES PARA TRÊS EVIDÊNCIAS DE FÉ, LUMINOSAS E
VIVIFICANTES”. (§ 2742 Catecismo da Igreja Católica)
O tempo é propicio, o momento favorece, por que não experimentar?
Em nossa vida, temos momentos de plena satisfação e outros que
possivelmente gostaríamos de esquecer. Atos bons, por vezes, não nos marcam
como as decisões equivocadas. Gostaríamos de não “ter dito aquilo”, “feito
isso”… Por muitas vezes notamos que foi motivado por um instante de raiva, uma
noite mal dormida, um acontecimento antes do fato. Muitos assaltantes e pessoas
que transgrediram a lei ao serem presos relatavam esse fato: “um instante de
bobeira”.
Pode até parecer a perca de um dia, mas abster de algo de vontade
própria, é na verdade a busca de si próprio dentro de nós mesmos. Jesus assim o
fez quando foi ao deserto. De fato cronologicamente não sabemos afirmar se
foram 40 dias. Podem ter sido bem menos ou até bem mais que isso!
Os mestres da lei realizavam o jejum por qualquer coisa. Era “fashion”
ficar com as feições transfiguradas e com ar sofredor para cativar “tapinhas
nas costas”. Quantas pessoas ainda se comportam assim? Esse tipo de “jejum” não
leva a nada.
“(…) Como já nos profetas, o
apelo de Jesus à conversão e penitência NÃO VISA EM PRIMEIRO LUGAR ÀS OBRAS
EXTERIORES, ‘o saco e a cinza’, os jejuns e as mortificações, mas à conversão
do coração, à penitência interior. SEM ELA, AS OBRAS DE PENITÊNCIA CONTINUAM
ESTÉREIS E ENGANADORAS: a conversão interior, ao contrário, impele a expressar
essa atitude por sinais visíveis, gestos e obras de penitência”. (§ 1430
Catecismo da Igreja Católica)
Mas são quarenta dias Jejuando? Não! Procure na internet, consulte
pessoas na sua comunidade, os padres… Eles poderão te indicar uma forma muito
sadia de passar pela quaresma.
E no fim, o que procurarei? O que encontrarei? Que destino ou motivo
deve nortear o meu jejum? Vamos ler a primeira leitura:
“(…) Acaso é esse jejum que
aprecio, o dia em que uma pessoa se mortifica? Trata-se talvez de curvar a
cabeça como junco, e de deitar-se em saco e sobre cinza? Acaso chamas a isso
jejum, dia grato ao Senhor? Acaso o jejum que prefiro não é outro: – QUEBRAR AS
CADEIAS INJUSTAS, DESLIGAR AS AMARRAS DO JUGO, TORNAR LIVRES OS QUE ESTÃO
DETIDOS, ENFIM, ROMPER TODO TIPO DE SUJEIÇÃO? Não é repartir o pão com o
faminto, acolher em casa os pobres e peregrinos? Quando encontrares um nu,
cobre-o, e não desprezes a tua carne”. (Isaias 58, 5-7)
Jejum é o desapego que faz vencer o mal que insiste em nos fazer
medíocres a graça de Deus.
Um imenso abraço fraterno!
MOMENTO DE REFLEXÃO
No
ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao outro:
-
Você acredita na vida após o nascimento?
-
Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui
principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais
tarde.
-
Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?
- Eu
não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez
caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
-
Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente
ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: A vida
após o nascimento está excluída - o cordão umbilical é muito curto.
- Na
verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que
estamos habituados a ter aqui.
-
Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a
vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na
escuridão.
-
Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza
veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
-
Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
-
Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso
não existiria.
- Eu
não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe
nenhuma.
-
Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou
sente como ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso que só então a vida real nos
espera e agora apenas estamos nos preparando para ela...
PENSE
NISSO... M A R A V I L H O S O ! ! !
A
pessoa que escreveu este texto foi muito iluminada pelo nosso CRIADOR.
Eu
nunca havia pensado dessa maneira. Adorei a forma utilizada para esclarecer uma
dúvida que atormenta a maioria da humanidade.
Como
achar que não exista vida após o nascimento? Esta questão é a mesma de não
acreditar em vida após a morte! As pessoas podem duvidar, mas não afirmar
que não haja nada além.
Tudo
depende de um ponto de referência. Usar o óbvio para explicar o duvidoso.
Afinal...
“O que é vida e o que é morte”?
UM
ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ!
E
até que nos encontremos novamente,
que Deus
lhe guarde serenamente
na
palma de Suas mãos.
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