sábado, 20 de janeiro de 2018

Sábado 20/01/2018

Sábado, 20 de Janeiro de 2018



“O importante não é vencer todos os dias, mas lutar sempre.” (Waldemar Valle Martins)



EVANGELHO DE HOJE

Mc 3,20-21



— O Senhor esteja convosco.

Ele está no meio de nós!

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos

— Glória a vós, Senhor!




E foram para uma casa. E afluiu outra vez a multidão, de tal maneira que nem sequer podiam comer pão.
E, quando os seus ouviram isto, saíram para o prender; porque diziam: Está fora de si.


Palavra da Salvação

Glória a vós Senhor.





MEDITAÇÃO DO EVANGELHO

Padre Antonio Queiroz ( In Memorian)



Os parentes de Jesus diziam que ele estava fora de si.

 Este Evangelho narra a incompreensão dos próprios parentes de Jesus a respeito dele. “Nem os seus irmãos (primos e parentes) acreditavam nele” (Jo 7,5). A expressão “fora de si” significa o que dizemos hoje: “perdeu a cabeça”.

Jesus não perdeu a cabeça, mas que suas idéias eram muito diferentes da mentalidade do seu povo eram. Basta ver o discurso das bem-aventuranças, em que ele chama de felizes os pobres e os perseguidos por causa do Reino de Deus; o pedido para darmos a outra face para quem nos esbofeteia; o pedido de perdoarmos os nossos inimigos; o sentido que dá para a autoridade: é serviço e não poder; o pedido para darmos também a túnica a quem nos roupa ou toma a capa... Tudo isso, frente à mentalidade do mundo, não só daquele tempo, mas também de hoje, é loucura.

A incompreensão de que Jesus foi vítima, até por parte de seus discípulos, ilumina-nos sobre a situação dos cristãos e da Igreja hoje. Muitos não a chamam de “louca”, mas quase.

Logo no versículo seguinte, Marcos fala: “Os escribas vindos de Jerusalém, diziam que Jesus estava endemoninhado”.

Na História da Igreja, todos os cristãos e cristãs que levaram a sério o Evangelho foram taxados de loucos. Por exemplo, S. Francisco, que foi chamado de louco por seu próprio pai, rico comerciante.

Como os parentes de Jesus, também nós queremos reduzir aos limites do “razoável” a chama abrasadora do Evangelho e o escândalo da cruz. Se os santos tivessem pensado em termos “razoáveis”, não teriam sido canonizados. Se nós não arriscarmos as nossas seguranças “razoáveis”, não iremos longe no seguimento de Jesus. Porque o “razoável”, aquilo que todo mundo faz, não passa de mesquinha mediocridade.

Para seguirmos bem a Cristo, precisamos nos deixar conduzir pelo amor, o qual é criativo, é livre, “desculpa tudo, crê tudo, espera tudo, suporta tudo. O amor jamais acabará” (1Cor 13,7-8). Conhecer ou desconhecer Cristo é questão de fé ou incredulidade, de amor ou desamor. A fé e o amor são dons de Deus que ultrapassam o mundo.

“A pregação da cruz é loucura para os que se perdem, mas para os que são salvos, para nós, ela é força de Deus. Pois está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios e confundirei a inteligência dos inteligentes” (1Cor 1,18-19).

Certa vez, numa comunidade religiosa masculina, um irmão ficou com dó do padre superior que estava com uma gripe muito forte. Então resolveu fazer um chá para o padre, que era bastante nervoso.

Ele terminou de preparar o chá às 21h30min horas. Colocou numa bandeja o bule com o chá e uma xícara, subiu a escada e bateu na porta do quarto do superior. Este já veio super nervoso. Abriu a porta e o irmão lhe disse: “Eu vi que o senhor não estava bem de saúde e preparei um chá. Está aqui”.

Mas o superior naquele momento descarregou todo o seu nervosismo: “Eu já estava dormindo e você vem me acordar! Bem agora que estou doente. Onde já se viu!...” Quando ele fez uma pausa, o irmão perguntou: “Então o senhor não vai querer o chá?”

Batendo o pé, o padre respondeu: “Não quero saber de chá não...” Calmamente, o irmão lhe disse: “Então, padre, por favor, segure a bandeja para que eu possa tomar o chá!”

O superior não teve outra saída senão segurar a bandeja, enquanto o irmão, com um sorriso, tomava o chá na frente dele.

“Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos” (Lc 10,3). O cristão às vezes toma atitudes que parecem loucura diante do mundo pecador, mas não são nada mais que vivência do Evangelho.

Maria Santíssima tomou uma atitude bastante corajosa e incomum, ficando ao pé da cruz junto do Filho. Que ela nos ajude, quando estivermos sendo atacados e criticados por seguir o Evangelho.

Os parentes de Jesus diziam que ele estava fora de si.




CASA, LAR E FAMÍLIA




Passos importantes para perdoar o cônjuge que foi infiel



Roberta Preto

"A sinceridade e a franqueza são para o casamento o que a honestidade e a integridade são para os negócios. Sua presença garante o sucesso; sua ausência leva à bancarrota." (Hugh B. Brown)

Aqui estão 4 passos importantes para perdoar o cônjuge que foi infiel:

1. Perdão



Por que perdoar? Porque você precisa e merece ser feliz novamente. O perdão irá lhe proporcionar um novo caminho, agora, se o seu cônjuge vai estar ao seu lado ou não, você é quem precisa decidir, entretanto, a maior responsabilidade que você possui nesse instante é a de se curar.



Um conselho importante que você não deve esquecer é viver para o presente. O passado precisa ficar onde está, se você foi feliz ou infeliz, já não importa mais. Aprenda a viver o momento, o perdão está no presente e não no passado, porque as mudanças tanto em você quanto no cônjuge devem ser significativas e sinceras. O passado leva embora o que precisa ir, o presente traz as mudanças que precisão ocorrer.



2. Coragem



A traição está entre os piores males que ferem, machucam, dilaceram e matam o amor no lar. Famílias são destruídas por esse ato de covardia. A ferida da traição tende a ser dolorida e profunda.



No entanto, feridas foram feitas para sem curadas e cicatrizadas, deixá-las abertas e sem cuidados tende a causar mais dor e sofrimento, e isso não pode continuar a suceder porque a pessoa traída já sofreu demais e merece ser curada e feliz com ou sem o cônjuge. Essa é uma decisão que cabe somete ao cônjuge traído tomar, assim, é preciso, por parte dessa pessoa, a coragem para decidir se curar e também decidir se o cônjuge permanece ou não em sua vida.



3. Amor



Talvez seja bem difícil falar de amor quando a traição causou tanta tristeza e muita dor, entretanto, o amor se faz necessário, principalmente agora, onde a traição fez do que antes era um pedacinho de céu, um grande inferno.



O amor é a cura! Amar quando o cônjuge menos merece talvez seja um dos maiores desafios de se amar verdadeiramente, porque irá exigir da pessoa traída a capacidade de ser resiliente para não desistir do casamento.



A pessoa traída terá que tomar a decisão de avaliar a relação, os pontos fortes e fracos do parceiro, não com ressentimentos e raiva, mas sim, com três tipos de amor: o amor-próprio, o amor pelo cônjuge e o amor pela família. Ainda que o traidor não tenha pesado isso antes de praticar o ato (porque se o fizesse, jamais teria traído), ainda assim a pessoa ferida precisa fazê-lo, e seja qual for a decisão tomada, com certeza terá sido sua melhor decisão.



4. Perspectiva correta



A perspectiva correta irá localizar os problemas, a profundidade deles e, se for possível, superá-los. Lamentavelmente, em alguns casos específicos o divórcio é a mais triste, porém, a decisão mais correta a ser tomada.



Ter perspectiva correta é o grande passo para superar uma traição e também para perdoar o cônjuge, porque nela será envolvida razão e emoção. Todavia, é preciso que essa busca seja feita com pessoas preparadas para auxiliar o cônjuge que cometeu o ato e a outra pessoa que sofreu a ação.



Buscar ajuda de familiares, amigos e religião é de grande valia e todas são bem-vindas. Contudo, é importante lembrar que a traição causa doenças emocionais e mentais como a depressão, por isso é fundamental buscar ajuda de profissionais que sejam especializados, como terapeutas, psicólogos e psiquiatras.




MOMENTO DE REFLEXÃO



Aconteceu algumas semanas antes do Natal de 1917. As lindas paisagens cobertas de neve da Europa estavam enegrecidas pela guerra.



As trincheiras, de um lado, abrigavam alemães e, do outro, norte-americanos. A Primeira Guerra Mundial estava em curso. A troca de tiros era intensa.



Separando os inimigos havia uma faixa de terra muito estreita, que não pertencia a nenhum dos lados. Um jovem soldado alemão que tentara cruzá-la foi baleado e acabou enroscado na cerca de arame farpado. Ele gritou de desespero, gemendo de dor.



Entre uma bomba e outra, todos os norte-americanos daquele setor podiam ouvir seus gritos. Não suportando mais aquilo, um soldado norte-americano saiu da trincheira e rastejou em direção ao soldado alemão.



Quando os norte-americanos perceberam o que o colega estava fazendo, imediatamente pararam de atirar, mas os alemães prosseguiram. Um oficial alemão viu o gesto altruísta do jovem norte-americano e ordenou que seus comandados cessassem fogo.





Houve um silêncio estranho naquela faixa de terra. O norte- americano rastejou até o soldado alemão e o desenroscou do arame farpado. Em seguida, ele se levantou, apoiou o alemão, caminhou em direção às trincheiras inimigas e o deixou nos braços dos companheiros. Após ter feito isso, virou-se para voltar às trincheiras norte-americanas.



De repente, sentiu uma mão pousar em seu ombro e olhou para trás. Lá estava um oficial alemão que havia recebido a Cruz de Ferro, a mais alta condecoração alemã por bravura.



Ele arrancou a medalha da farda e a colocou na do norte-americano, que retornou para sua trincheira. Quando chegou são e salvo, todos voltaram a ocupar-se com a loucura da guerra!



- Autor desconhecido, em Histórias Para o Coração.




UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...





E até que nos encontremos novamente,

que Deus lhe guarde serenamente

na palma de Suas mãos.

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