domingo, 7 de janeiro de 2018

Segunda-feira 08/01/2018

Segunda-feira, 08 de Janeiro de 2018



“Muito longe, no brilho do sol estão minhas maiores aspirações. Posso não alcançá-las, mas posso olhar para cima e ver sua beleza, acreditar nelas e tentar segui-las”. (Louise May Alcott)




EVANGELHO DE HOJE
Mc 1,7-11


O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos
— Glória a vós, Senhor!



E esta era a sua mensagem: "Depois de mim vem alguém mais poderoso do que eu, tanto que não sou digno nem de curvar-me e desamarrar as correias das suas sandálias.
Eu os batizo com água, mas ele os batizará com o Espírito Santo".
Naquela ocasião Jesus veio de Nazaré da Galiléia e foi batizado por João no Jordão.
Assim que saiu da água, Jesus viu os céus se abrindo, e o Espírito descendo como pomba sobre ele.
Então veio dos céus uma voz: "Tu és o meu Filho amado; em ti me agrado".



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.






MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Jailson Ferreira



Sempre que falamos sobre o Batismo de Jesus, partimos de um questionamento certeiro: Jesus precisava ser batizado?

        Naquele tempo, o batismo (que significa "imersão") era um rito que simbolizava a conversão, a passagem para uma vida nova, que só poderia ser feita após o arrependimento sincero dos pecados cometidos. Por isso, a pessoa era completamente afundada na água, e em seguida deveria emergir voluntariamente, sendo assim lavado (purificado) de seus pecados.

        Se Jesus não tinha pecado, não teria necessidade de ser "purificado". No entanto, Ele quis ser batizado por João Batista. A pergunta natural que vem na seqüência é: Por que Jesus quis ser batizado?

        Primeiro devemos levar em consideração o que Ele mesmo disse: que deveria se cumprir todo o projeto do Pai. Mas então por que esse batismo fazia parte dos planos do Pai? Para essa pergunta nós só podemos propor algumas respostas... Mas todas irão partir do mesmo ponto: O Batismo de Jesus aconteceu para que nós tirássemos alguma lição prática para as nossas vidas.

        E por fim vem a pergunta mais importante do dia: O que Jesus queria nos ensinar ao querer ser batizado por João Batista? Algumas palavras poderiam responder esse questionamento:

        Humildade... Mesmo sendo mais importante que João e do que todos os que se batizavam ali (e ambos sabiam disso), Jesus se igualou aos pecadores. Quantas vezes nos consideramos superiores aos outros, e não aceitamos passar pelo mesmo que outras pessoas precisam passar?

        Segurança... Jesus sabia que ser batizado não faria com que Ele perdesse a sua majestade e poder. Quantas vezes nos privamos (ou privamos outras pessoas) de algo, por pura insegurança? Temos medo de perder a autoridade, o respeito, ou até a posse de algo ou alguém! Jesus nos ensina que o que é dado por Ele, ninguém tira.

        Obediência... Se o Batismo estava nos planos do Pai, então deveria ser cumprido. Da mesma forma devemos nos manter obedientes ao que Ele nos recomendou: Amar a Deus sobre todas as coisas, e amar ao próximo como a si mesmo.

        Após o Batismo, contemplamos uma das situações da Bíblia em que estão representados o Pai (a voz vinda do céu), o Filho (Jesus, em carne e osso) e o Espírito Santo (a pomba que desce sobre Jesus). É a festa no céu e na terra para comemorar o início da vida pública e do anúncio do Evangelho a todos os povos!

        Que o Batismo de Jesus nos inspire a sermos mais humildes, seguros e obedientes à vontade de Deus nas nossas vidas. Amém.



jailsonfisio@hotmail.com





MOTIVAÇÃO NO TRABALHO


Justo, firme, exigente, porém generoso, educado e gentil
Professor Marins



Líderes, dirigentes, ou mesmo pais ou mães, devem ser justos, firmes, exigentes mas ao mesmo tempo não podem se esquecer que devem ser generosos, educados e gentis.
Nada justifica num líder ou chefe de qualquer nível, a falta de educação e gentileza e mesmo a ausência de generosidade, que se traduz numa disposição de ensinar seus liderados, de ter paciência para que aprendam e empatia para compreender a realidade das situações concretas.
Há pessoas que acreditam ser incompatíveis a justiça, a firmeza e a exigência com a amabilidade e a polidez no trato com as pessoas. Essas pessoas confundem o pecado com o pecador, o erro com a pessoa.
Um líder ou dirigente não pode e não deve transigir com o erro, com a desídia, com a falta de comprometimento, porém, deve saber tratar bem as pessoas e tomar muito cuidado na forma de falar, na maneira de expressar suas exigências e de manifestar sua firmeza. Muitos dos problemas entre líderes e liderados têm como causa a comunicação. Aí entra a generosidade: uma pessoa generosa se coloca no lugar das outras e tem como objetivo ajudá-las a crescer e não somente punir.
Sei que não é fácil, mas quem disse que ser líder é fácil?
O líder é aquele que se desafia (a si mesmo) para que seus liderados atinjam resultados. Não basta desafiar seus liderados. Ele tem que se desafiar em primeiro lugar. E os verdadeiros líderes sabem que só conseguirão total adesão e comprometimento de seus liderados se eles (os liderados) se sentirem valorizados, ouvidos e respeitados. Um líder que não respeita seus liderados não é líder. Pode até ser “chefe”, mas não líder. Assim, o respeito é fundamental. E o respeito passa pela generosidade, educação e gentileza.
Pense nisso. Sucesso!




MOMENTO DE REFLEXÃO



Geraldo [nome fictício], era um jovem morador da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Seduzido pelo dinheiro fácil que promete o universo das drogas, ele acabou integrando um grupo de traficantes. 
  Viveu ali algum tempo, até que conheceu o Evangelho. Passou então a frequentar assiduamente a igreja batista do bairro.
Quando os chefões da droga o souberam, foram ao encontro de Geraldo e lhe fizeram a seguinte advertência, testemunhada por vários irmãos:
— Aí, cara, soubemos que tu tá na igreja; virou crente, né? Pois é, presta muita atenção: Enquanto tu ficar lá, tá vivendo, tá sabendo? Saiu, morreu. Falou, malandro?
Trêmulo, Geraldo só conseguiu gaguejar a sua concordância. O bando se foi.
O tempo passou e Geraldo permanecia firme na igreja, sua tábua de salvação, sem trocadilho. Até que um dia, uns oito meses depois, Geraldo cometeu o mesmo equívoco de Simei, inimigo de Salomão, cuja vida fora poupada pelo sábio soberano, sob a condição de não arredar pé de Jerusalém:
“E fica sabendo que, no dia em que saíres, de certo hás de morrer” (I Reis 2.37). Simei saiu de Jerusalém e, por isso, foi morto. Geraldo saiu da igreja. Os traficantes, cientes do fato, vieram e, sem dó nem piedade, o eliminaram.

O desastre de Geraldo me foi narrado pelo pastor Edson Domingues, que conheceu Geraldo pessoalmente. Se, por um lado, expõe a violência com que convivemos diariamente nas grandes cidades, por outro exibe o nível de respeito que as igrejas evangélicas ainda inspiram, apesar das imperfeições de seus integrantes.
Um dos pais da igreja foi quem descobriu uma feliz metáfora para ilustrar a bênção da igreja na Terra. Ele usa a figura da arca de Noé, convidando a imaginar o mau cheiro que o excremento de tantos animais produziria nesse ambiente fechado por tanto tempo. Porém arremata: Era preferível estar lá dentro, com todo o mau cheiro, a estar lá fora, com todo o oxigênio.
A igreja não salva; quem salva é Jesus. Ainda assim, é melhor ficar dentro que fora dela. Noé entrou. Geraldo saiu.

- Extraído de João Soares da Fonseca, Conta Outra.



UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.




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