quarta-feira, 4 de abril de 2018

Quinta-feira 05/04/2018

Quinta-feira, 05 de abril de 2018



"Perdoe e esqueça. Quando você enterra um cão raivoso, nunca deixa a cauda dele de fora.” (Charles H. Spurgeon)



EVANGELHO DE HOJE
Lc 24,35-48


O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas
— Glória a vós, Senhor!



Depois de Jesus se ter aparecido a Maria Madalena e ter dado ordens para que os seus discípulos partam para a Galileia e depois do incidente do encontro de Jesus Ressuscitado com os dois discípulo na estrada de Emáus, aparece finalmente ao grupo reunido para lhes decepar as dúvidas e fortalecer-lhes a fé. Pois a comunidade estava vacilando na sua fé – as perseguições estão no horizonte, ou até acontecendo; o primeiro entusiasmo diminuiu, os membros estão cansados da caminhada e perdendo de vista a mensagem vitoriosa da Páscoa. Parece mais forte a morte do que a vida, a opressão do que a libertação, o pecado do que a graça. E, então Jesus aparece e lhes diz: A PAZ ESTEJA CONVOSCO.

Prova-lhes a Sua autêntica Ressurreição e lhes confirma na paz. Ele é a paz em plenitude, a paz da participação na vida eterna do Pai, para todos. E para que suas palavras não fiquem somente no ar, mostra-lhes as mãos, o peito e os pés rasgados. Vede minhas mãos e meus pés; porque eu mesmo sou! Apalpai-me e vede que um espírito carne e ossos não tem, como me vedes tendo. Estas palavras indicam que Jesus se apresentou como um homem normal com a mesmas características que tinha na vida mortal que os discípulos tão bem conheciam. Daí que podemos traduzir livremente por sou o mesmo que vocês conhecem, não é outra pessoa a que estais vendo. E em vista disso, anima-lhes a apalpar seu corpo e a ver mãos e pés que estavam com os sinais das chagas.

Se estas palavras têm algum sentido histórico, ele é o de manifestar que Jesus está vivo, que a morte não o venceu, que a vida do além pode ter momentos em que se parece com a vida anterior como se esta seguisse e aquela fosse uma continuação. Sobre o modo de pensar de alguns teólogos que dizem que a ressurreição é uma forma de vida só espiritual, vemos como Jesus se manifesta em corpo vivo e que não existe sentido em afirmar que só o espírito vive e o corpo como que se destrói e não alcança a nova vida.

Como diz o catecismo é impossível interpretar a ressurreição de Cristo fora da ordem física e não reconhecê-la como um fato histórico. Pois o corpo ressuscitado é o mesmo que foi martirizado e crucificado, ele traz as marcas de sua Paixão. Não constitui uma volta à vida terrestre como foi o caso de Lázaro, visto que seu corpo possui propriedades novas que o situam além do tempo e do espaço. Ele passa de um estado de morte para uma outra realidade. Ele participando da vida divina no estado de sua glória de modo que Paulo pode chamar a Cristo de o Homem Celeste. É por isso que Ele tem o poder de transmitir para você e eu a verdadeira Paz. Assim como ontem, Jesus continua dizendo: A PAZ ESTEJA CONVOSCO!

O convite a tocar e não só ver indica que o corpo presente diante deles tinha aspectos físicos ou que podiam se conformar às leis físicas, à vontade do ressuscitado. As feridas muito mais do que o rosto eram as marcas que determinavam em definitivo a realidade da pessoa na frente deles. Se faltar alguma prova para se certificar de que aquilo era real, comeu uma porção de peixe. Parece que o evangelista queria refutar toda dúvida possível. Mesmo assim existe muitos como Tomé é aqui evocado, não como apóstolo, mas como incrédulo. Por isso, podemos afirmar que existem muitos Tomé que não acreditam porque não têm visto.

Diante do escândalo da cruz que na época era muito maior do que nos dias de hoje, além da sua presença era necessário que Ele provasse ser tudo conforme às Escrituras. Os caminhos de Deus consistem, como afirmava Paulo, em mostrar sua sabedoria e fortaleza no que é loucura e fraqueza para os homens (1 Cor 1, 25). Daí que a maior esperança seja a de ouvir as Palavras e a presença do mestre novamente entre os discípulos, não, mas com um corpo humano, mas sim glorioso embora aparente um Jesus histórico que toque coma e entre dentro de uma experiência íntima com Ele. E diz: A PAZ ESTEJA CONVOSCO!


Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
José Salviano



Neste evangelho, Lucas narra as aparições do ressuscitado aos discípulos de Emaús, e, depois, aos onze apóstolos e companheiros. Esta narrativa tem um sentido catequético,  pois não só as comunidades de cristãos de origem judaica mais nos dias de hoje, todos devemos reler as escrituras sob a ótica da ressurreição, caso contrário a nossa fé fica mutilada. Destacamos nesta reflexão a comunicação da paz. Nós, os cristãos descendentes dos discípulos, devemos viver em paz, e acreditar na  presença de Jesus no meio de nós, repetindo como naquele dia no Cenáculo: " A paz esteja convosco". Isto porque a paz tem de ser a PAZ DE CRISTO. Ela não pode ser comprada, nem conseguida através de acordos de paz. A paz deve brotar de dentro de cada um de nós. "Quando um não quer, dois não brigam". A paz deve frutificar dentro dos nossos lares, através de muita oração. A paz verdadeira é aquela que tem origem na pessoa de Cristo Ressuscitado. Você está em paz consigo, com o mundo somente quando está em paz com Deus. Porque quando aceitamos Deus na nossa vida, quando assimilamos os ensinamentos de seu Filho, estaremos conscientes de que aquilo que mais buscamos nesta vida, a felicidade, só é atingida através da paz com nossos pais, nossos irmãos de sangue, nossos vizinhos, com nossos companheiros de trabalho, com os demais irmãos em Cristo.    

Quem estimula, financia, provoca e faz a guerra está fora do plano de Deus. Os poderosos que inventam a guerra, não estão preocupados com aqueles jovens que vão morrer nas trincheiras. Nem tampouco nas inúmeras conseqüências de um conflito armado entre duas nações ou países.

Estou me lembrando neste instante da afirmação que o líder africano, presidente de Uganda, Id Amin Dada, fez ao presidente de um certo país africano que declarou guerra ao seu país. Segundo os jornais Id Amin teria enviado ao seu inimigo a seguinte proposta: Em vez de provocarmos a morte de tantos jovens inocentes com esta guerra entre nossos países, por que não resolvemos esta questão em luta de Boxe? Diga-se de passagem que El era um boxeador. (Id Amin foi considerado maluco ou mesmo doido pelo seu jeito de ser)

Dizem que as guerras são inventadas para vender armas. Não se sabe se isto é procedente, ou não. O que  sabemos é  que as guerras como todo tipo de conflito, seja na família seja na sociedade, são frutos da falta de justiça muito comum  nos nossos dias.



CURIOSIDADES



Compulsões: como solucioná-las?
Por Nathália Camillo, adestradora e franqueada da Cão Cidadão



Os comportamentos compulsivos podem ser muito nocivos, tanto para o animal como para o seu tutor, por isso é importante reconhecê-los para tratá-los. Esses comportamentos podem ser:

Motores: andar em círculos, perseguir a própria causa, pular incessantemente no mesmo lugar e perseguir luzes.

Orais: lamber as patas, o nariz ou outras partes do corpo até causar feridas, arranhar, roer ou lamber objetos, podendo chegar ao ponto de se machucar.

Agressivos: redirecionada ao próprio animal (rosnar e morder partes do próprio corpo).

Vocais: latir, miar ou uivar constantemente.

Alguns motivos recorrentes para esses tipos de comportamento são o tedio, o estresse e a frustação.

O estresse pode ocorrer com alguma mudança súbita no ambiente do animal, como a chegada de um bebê, o falecimento de algum membro da família ou uma mudança brusca na rotina da casa. Para resolver o problema devemos ajudar o animal a se adaptar às novas mudanças com atenção, exercícios físicos e mentais e disciplina com treinos de comandos.

O tédio também necessita de atenção parecida. Em ambos os casos o animal se beneficiará de brinquedos interativos (que colocamos ração ou petiscos dentro) para se distrair durante os períodos em que precisar ficar sozinho ou com menos atenção das pessoas da família.

Além dos brinquedos, da atenção e dos passeios, adestrar seu cão será uma ótima opção para vocês estabelecerem uma melhor comunicação e assim prezar pelo seu amigo, deixando-o menos frustrado ao tentar lhe dizer o que ele quer ou precisa para se sentir bem.

Alguns comportamentos podem ser mais complexos, como a lambedura excessiva devido à ansiedade de separação, então, nesses casos, a orientação de um profissional em comportamento poderá te ajudar a seguir o caminho certo.



MOMENTO DE REFLEXÃO




Certa vez, uma família de tartarugas decidiu sair para um piquenique. Sendo naturalmente lentas, levaram um bom tempo preparando-se para o passeio. Seis meses após a decisão, acharam o lugar ideal.
Ao desembalarem a cesta do piquenique, descobriram que faltava o sal. Então designaram a tartaruga mais nova, por ser mais rápida, a voltar à sua casa e trazer o sal.
A jovem tartaruga concordou em ir, mas com uma condição: Que ninguém comeria nada antes que ela retornasse.
Mais seis meses se passaram, e a pequena ainda não tinha retornado. Ao sétimo mês, a tartaruga mais velha, já não suportando a fome, desembrulhou um sanduíche.

Nessa hora, a jovem tartaruga saiu de trás de uma moita e gritou: “Viram? Eu sabia que vocês não iam me esperar. Agora que eu não vou mesmo buscar o sal!”
O egoísmo atrapalha o bom uso dos nossos talentos. Quantas vezes desperdiçamos o nosso tempo na preocupação exagerada em fiscalizar o que os outros estão fazendo ou o que dizem de nós.
 “O pior dos problemas é que ninguém tem nada com isso” (Mário Quintana).
Maria Santíssima usou e desenvolveu muito bem os seus talentos, especialmente o de Mãe. Que ela interceda por nós junto do seu Filho, a fim de que usemos bem os nossos talentos.





UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.



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