domingo, 8 de abril de 2018

Quinta-feira 12/04/2018

Quinta-feira, 12 de abril de 2018


"Mostre-me uma família de leitores, e lhe mostrarei o povo que dirigirá o mundo."(Napoleão)


EVANGELHO DE HOJE
Jo 3,31-36


O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João
— Glória a vós, Senhor!



Aquele que vem de cima é sobre todos; aquele que vem da terra é da terra e fala da terra. Aquele que vem do céu é sobre todos.
E aquilo que ele viu e ouviu isso testifica; e ninguém aceita o seu testemunho.
Aquele que aceitou o seu testemunho, esse confirmou que Deus é verdadeiro.
Porque aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus; pois não lhe dá Deus o Espírito por medida.
O Pai ama o Filho, e todas as coisas entregou nas suas mãos.
Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece.


Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.



MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
José Salviano


Jesus neste Evangelho está se apresentando. Está dizendo quem realmente Ele é. De onde vem todo o seu poder e força. "O Pai ama o Filho e entregou tudo em sua mão."

        Em suas mãos foram depositados todos os poderes conforme ele o demonstrou nas operações dos muitos milagres. Dos quais, somente 51 nós podemos ler nos evangelhos.

        Jesus é Aquele que vem do alto e está acima de todos nós viventes terráqueos, limitados e sem poderes especiais. Jesus explica que somos da terra, e por isso pertencemos à terra e falamos das coisas aqui da terra, nos apegamos a esta vida sem nos preocupar com as coisas do alto.

        Porém, Aquele que vem do céu está acima de todos, embora não subjugou ninguém. Preferiu uma vida humilde desde o seu nascimento até os últimos minutos de sua curta existência entre nós. Não acumulou nenhum tesouro material, nem se candidatou a nenhum poder político muito embora o povo quisesse fazer dele um rei. Isto porque o seu reino não era deste mundo conforme Ele disse.

        Quando falava, era o Pai que falava através de sua pessoa. Jesus dava testemunho daquilo que viu e ouviu do Pai. Mas infelizmente  uma parte da humanidade não aceitou a sua pessoa, o seu mistério, a sua mensagem e o  seu testemunho.

        Quem viu Jesus, viu o Pai. Quem aceita o seu testemunho atesta que Deus é verdadeiro. E aquele que acredita no Filho possui a vida eterna. Aquele, porém, que rejeita o Filho não verá a vida, pois a ira de Deus permanece sobre ele'.

        Acho que não é preciso dizer mais nada sobre as conseqüências da falta de fé. Da indiferença, ou da atitude irônica diante das coisas de Deus. Ou o pior, da audácia daqueles que sendo descrentes, buscam enfraquecer ou mesmo tirar a fé dos cristãos fiéis a  Deus, com invenções maldosas como por exemplo aquelas já citadas aqui, a respeito do relacionamento de  Jesus e Madalena.

        Prezado irmão, prezada irmã. Agora vou falar com você que tem fé, que pratica sua crença assistindo mais de uma missa por semana acompanhada de comunhão, e se compadece dos necessitados. Tudo isso é muito bom, principalmente porque você acredita e pratica a caridade que, segundo Jesus, são as coisas indispensáveis para a nossa salvação. Porém, está faltando uma coisa muito importante. Está faltando obras. E, como você sabe, a fé sem obras é uma fé morta. Por obras entendemos aqui, além da caridade, o trabalho de levar Deus, e os ensinamentos de Jesus ao irmão. Se você não tem o dom da palavra, faça isso pelo seu testemunho e exemplo.



MUNDO ANIMAL



Treinamentos e associações positivas
Por Amagoya Garcia, franqueada e adestradora da Cão Cidadão


“O meu pequeno nunca gostou de banho, mas mesmo assim eu tentava dar banho nele distraindo-o com brinquedos e com coisas que eu sei que ele gosta, porém, sem sucesso. Ele rosna e fica muito estressado nessas circunstâncias.

Em uma dessas tentativas, o pelo dele, por ser bastante arteiro, embolou e eu precisei leva-lo ao pet shop para tosar pela primeira vez. Quando fui buscá-lo ele estava tremendo. Já no dia seguinte levei ele ao veterinário, pois estava triste e vomitando. O médico alegou que isso era estresse (e ele tem gastrite). Ele voltou de lá totalmente agressivo.

Eu tenho também dois Borders Collie machos e eles todos se davam muito bem, mas quando Buddy voltou do pet shop eles nunca mais puderam conviver juntos, pois ele acaba brigando com os dois (há uns cinco meses já). O que posso fazer para melhorar a convivência deles?

Por ficar muito agressivo e estressado, Buddy brigou com um dos dois cães e o olhinho dele saltou para fora (Buddy é da raça Shih Tzu). Ele está bem, já fez a cirurgia, mas eu tenho medo de levar ele de novo no pet shop e ele passar mal. Até o veterinário que operou o olho dele quer dar sedativo para deixá-lo mais calmo no próximo banho e tosa. É seguro?

Eu amo muito eles e nunca vou me desfazer de nenhum, mas preciso melhorar a convivência entre eles.”

Oi, Bruna. Tudo bem?

São muitos os fatores que podem deixar um cãozinho desconfortável com o banho.  Para ter um resultado mais positivo, é indicado expor os cães desde pequenos às situações para acostumá-los com todo o tipo de toque, sons e ambientes. Porém, nem sempre isso ocorre e acabamos tendo que lidar com um cão completamente desconfortável e estressado, demonstrando até agressividade em alguns casos.

Mas existem formas de melhorar muito este desconforto ou tornar aquilo que era ruim para o cão em algo prazeroso e tranquilo: treinamentos.

Dependendo do grau de irritação e desconforto do pet, é necessário fazê-los de forma bastante gradual. Tanto para levá-lo ao banho quanto para o pet shop é necessário criar associações positivas. Inicie o treino em um local que o cão se sinta confortável. É importante avançar nestes treinamentos bem lentamente, mostrando a ele que situações legais acontecem a caminho do pet shop ou quando ele está indo para o banho.

Ofereça ao amigo recompensas que chamem a sua atenção, como petiscos, brinquedos, carinhos e passeios no momento em que pegar os objetos de banho. No caminho ao pet shop, use os mesmos recursos para mostrar ao cão que esses momentos sempre vêm acompanhados de algo positivo, divertido.

Quanto à convivência com os outros cães, provavelmente ocorreu algo no pet shop que acionou o gatilho do Buddy para a agressividade. Pode ter sido um toque, uma dor, outro cão que se aproximou de forma errada, um susto. Enfim, seria necessário avaliar melhor a situação. Procurar saber melhor o que houve no dia para que você consiga ajudar o pet da melhor forma.

De qualquer maneira, treinos de reaproximação são positivos para o Buddy voltar a entender que ele ganha mais quando todos estão juntos. Ensinar aos cães vários comandos básicos, tornando o momento divertido, e também comandos de limite para mostrar a eles liderança é fundamental para o bom relacionamento de toda a família.

Para reaproxima-los, faça o treino com calma e garantindo a segurança de todos. Mantenha os cães separados no primeiro momento (pela guia ou por uma porta de vidro). É importante mostrar, principalmente ao Buddy, que quando os outros cães estão presentes ele é recompensado de diversas formas, tornando a situação muito mais legal. Aos poucos, o animal perceberá a associação dos outros cães com petiscos, carinho e atenção e verá como é positiva a situação.

Com relação ao sedativo, é importante saber como está a saúde do Buddy. Talvez seja necessário fazer alguns exames. Busque ajuda de um veterinário sobre a dose correta e avalie se realmente há necessidade, pois qualquer anestesie tem seus riscos.

Como comportamentalista acredito que boas doses de treinos bem feitos, com paciência e muito amor, resultarão na mudança do comportamento do Buddy.

Nossos profissionais estão à disposição para te ajudar.



MOMENTO DE REFLEXÃO



Em certa região, havia muitas cisternas. Todas tinham aquela borda, de mais ou menos um metro de altura, feita de tijolos, que em alguns lugares é chamada de boca da cisterna.
As bordas eram todas pintadas e enfeitadas, cada uma de um jeito diferente, numa espécie de competição entre as cisternas. Afinal, era o que todo mundo via.
Algumas até preenchiam a parte interna da borda com algum objeto bonito, para chamar a atenção, se alguém se aproximasse e olhasse para dentro.
As cisternas chegaram até a esquecer do principal delas, que é a água.
Um dia, uma delas, no afã de se enfeitar, tocou a água lá no fundo e teve uma sensação de paz maravilhosa.
Molhou-se toda e percebeu que se refrescou do calor do sol. Ela experimentou uma felicidade que nunca sentira.
Resolveu tirar um pouco de água e jogar na terra, em volta de si mesma. Resultado: Começaram a brotar flores e grama, ficando tudo verde e bonito.

As outras cisternas viram aquela transformação e imitaram. Assim, toda a região tornou-se um jardim.
O interessante foi que elas, um dia, descobriram que eram unidas, pois a água que tinham vinha de uma fonte suberrânea só, que estava na montanha ao lado. Sentiram-se irmãs e começaram a valorizar a montanha.
As cisternas somos nós. Preocupados com a nossa aparência, esquecemo-nos da Água Viva que trazemos dentro de nós. Isto gera um vazio insaciável, que vai encobrindo a graça de Deus, e assim não descobrimos a nossa identidade mais bela: Somos filhos de Deus.



UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.




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