domingo, 29 de abril de 2018

Quinta-feira 19/04/2018

Quinta-feira, 19 de abril de 2018


"De que adiantará um olho que vê se o coração for cego?"(Solomon Ibn Gabirol)



EVANGELHO DE HOJE
Jo 6,44-51


O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João
— Glória a vós, Senhor!



Disse Jesus à multidão: "Ninguém pode vir ter comigo, se o Pai, que me enviou, o não trouxer. E eu lhe darei a vida eterna. Está escrito nos livros dos Profetas: Todos hão-de ser ensinados por Deus. Por isso, todo aquele que ouvir o Pai e compreender o seu ensinamento vem ter comigo. Isto não quer dizer que já alguém tenha visto o Pai. Só aquele que veio de Deus é que viu o Pai. Reparem bem no que vos digo: aquele que acredita em mim tem a vida eterna. Eu sou o pão que dá vida. Os vossos antepassados comeram o maná no deserto, e morreram, mas aqui está o pão que desceu do céu; quem o comer não morre. Eu sou esse pão vivo que veio do céu. Quem comer deste pão viverá para sempre. E o pão que eu dou é o meu próprio corpo, oferecido para que tenham vida."


Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.




MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz (In Memorian)


Eu sou o pão vivo descido do céu.
Neste Evangelho Jesus nos ensina duas importantes verdades: 1) A origem da fé nele, que brota de uma graça de Deus Pai. 2) Jesus é o pão vivo que dá vida ao que dele come.
“Quem crê possui a vida eterna.” Cristo fala no presente: o que responde à atração do Pai, o que crê, já tem a vida eterna. Esta começa aqui e agora: o eterno entrou no tempo. É a escatologia realizada. Mas esse dom da fé está condicionado a uma atitude responsável: escutar Deus. “Todo aquele que escuta o Pai e por ele foi instruído, vem a mim”. E a nossa salvação é completada no futuro: “Eu o ressuscitarei no último dia”.
“Eu sou o pão vivo descido do céu.” Com a expressão “eu sou” (Javé em hebraico), Jesus se auto define como o pão que dá a vida eterna ao que dele se alimentar. Essa é a diferença do maná do deserto, que além de ser perecível, quem dele comia depois morria.
Há uma íntima relação entre a Eucaristia e a Morte e Ressurreição de Jesus. São os seus dois grandes gestos de amor a nós. Por isso que ele instituiu a Eucaristia um dia antes de sua morte, e ao instituí-la disse: “Isto é o meu corpo que será entregue por vós”, e também: “Isto é o meu sangue que será derramado por vós e por todos”.
A Eucaristia atualiza para nós a redenção. Cada vez que a celebramos, nós nos envolvemos mais no mistério pascal, participando da ressurreição de Jesus, que passou pela cruz.
A celebração eucarística, além de banquete, isto é, de alimento dos cristãos, e de encontro semanal da Comunidade, tem também esta dimensão: Ela torna presente, em termos de tempo e de lugar, o gesto redentor de Jesus, com todos os seus efeitos. Por isso que a chamamos memorial da redenção. Memorial é mais que memória ou recordação. É vivência hoje, revitalização daquilo que aconteceu no passado. Quando celebramos a Eucaristia, a Morte e Ressurreição de Jesus acontece misteriosamente ali, com todos os seus efeitos salvadores. A Assembléia eucarística torna-se ao mesmo tempo beneficiária e agente da redenção. A Igreja bebe toda a sua força de amar, e todo o seu dinamismo nesta fonte inesgotável q é a Eucaristia.
Trazendo para o aqui e agora o mistério redentor, a Eucaristia envolve a Assembléia participante, tornando-a Corpo Místico de Cristo e torna cada cristão “outro Cristo” no mundo. É assim que o sacrifício de Cristo se torna sempre vivo e atuante em todos os cantos da terra. Ao recebermos a Eucaristia, nós nos tornamos eucaristia para o mundo
Certa vez, uma jovem mãe estava com o seu bebê no portão da sua casa. Passou uma senhora, parou e disse: “Como é bonita esta criança!” A mãe falou: “Espere um pouquinho, eu vou lá dentro buscar a fotografia dela para a senhora ver que é mais bonita ainda!”
Na verdade, o que aquela jovem mãe fez foi uma coisa ridícula, porque hoje em dia os fotógrafos podem falsificar fotografias, “melhorando” as pessoas. Mas há algo parecido com a nossa redenção. Ela foi além e tornou o original, isto é, o homem criado por Deus, melhor e mais bonito ainda. Foi por isso que cantamos no sábado santo, referindo-nos ao pecado original: “Ó culpa tão feliz que há merecido a graça de um tão grande Redentor”
Quando Maria Santíssima ouvia, ao participar da santa Missa, estas palavras do seu Filho: “Tomai todos e comei: Isto é o meu corpo que será entregue por vós. Tomai todos e bebei...” certamente ela pensava: Este corpo foi gerado no meu útero. E quando ela comungava, era quase que uma nova encarnação. Aquele coração que batia em seu ventre, volta agora ao seu ventre, para sustentá-la na caminhada. Claro que Maria se lembrava também dos maus tratos que Jesus recebeu e continuava a receber dos homens, e voltava a sentir a espada que, no Calvário, transpassou o seu coração. Por isso lhe pedimos: “Ouvi nossos rogos, Mãe dos pecadores!”
Eu sou o pão vivo descido do céu.


MUNDO ANIMAL



Treinamentos e associações positivas
Por Amagoya Garcia, franqueada e adestradora da Cão Cidadão


“O meu pequeno nunca gostou de banho, mas mesmo assim eu tentava dar banho nele distraindo-o com brinquedos e com coisas que eu sei que ele gosta, porém, sem sucesso. Ele rosna e fica muito estressado nessas circunstâncias.

Em uma dessas tentativas, o pelo dele, por ser bastante arteiro, embolou e eu precisei leva-lo ao pet shop para tosar pela primeira vez. Quando fui buscá-lo ele estava tremendo. Já no dia seguinte levei ele ao veterinário, pois estava triste e vomitando. O médico alegou que isso era estresse (e ele tem gastrite). Ele voltou de lá totalmente agressivo.

Eu tenho também dois Borders Collie machos e eles todos se davam muito bem, mas quando Buddy voltou do pet shop eles nunca mais puderam conviver juntos, pois ele acaba brigando com os dois (há uns cinco meses já). O que posso fazer para melhorar a convivência deles?

Por ficar muito agressivo e estressado, Buddy brigou com um dos dois cães e o olhinho dele saltou para fora (Buddy é da raça Shih Tzu). Ele está bem, já fez a cirurgia, mas eu tenho medo de levar ele de novo no pet shop e ele passar mal. Até o veterinário que operou o olho dele quer dar sedativo para deixá-lo mais calmo no próximo banho e tosa. É seguro?

Eu amo muito eles e nunca vou me desfazer de nenhum, mas preciso melhorar a convivência entre eles.”

Oi, Bruna. Tudo bem?

São muitos os fatores que podem deixar um cãozinho desconfortável com o banho.  Para ter um resultado mais positivo, é indicado expor os cães desde pequenos às situações para acostumá-los com todo o tipo de toque, sons e ambientes. Porém, nem sempre isso ocorre e acabamos tendo que lidar com um cão completamente desconfortável e estressado, demonstrando até agressividade em alguns casos.

Mas existem formas de melhorar muito este desconforto ou tornar aquilo que era ruim para o cão em algo prazeroso e tranquilo: treinamentos.

Dependendo do grau de irritação e desconforto do pet, é necessário fazê-los de forma bastante gradual. Tanto para levá-lo ao banho quanto para o pet shop é necessário criar associações positivas. Inicie o treino em um local que o cão se sinta confortável. É importante avançar nestes treinamentos bem lentamente, mostrando a ele que situações legais acontecem a caminho do pet shop ou quando ele está indo para o banho.

Ofereça ao amigo recompensas que chamem a sua atenção, como petiscos, brinquedos, carinhos e passeios no momento em que pegar os objetos de banho. No caminho ao pet shop, use os mesmos recursos para mostrar ao cão que esses momentos sempre vêm acompanhados de algo positivo, divertido.

Quanto à convivência com os outros cães, provavelmente ocorreu algo no pet shop que acionou o gatilho do Buddy para a agressividade. Pode ter sido um toque, uma dor, outro cão que se aproximou de forma errada, um susto. Enfim, seria necessário avaliar melhor a situação. Procurar saber melhor o que houve no dia para que você consiga ajudar o pet da melhor forma.

De qualquer maneira, treinos de reaproximação são positivos para o Buddy voltar a entender que ele ganha mais quando todos estão juntos. Ensinar aos cães vários comandos básicos, tornando o momento divertido, e também comandos de limite para mostrar a eles liderança é fundamental para o bom relacionamento de toda a família.

Para reaproxima-los, faça o treino com calma e garantindo a segurança de todos. Mantenha os cães separados no primeiro momento (pela guia ou por uma porta de vidro). É importante mostrar, principalmente ao Buddy, que quando os outros cães estão presentes ele é recompensado de diversas formas, tornando a situação muito mais legal. Aos poucos, o animal perceberá a associação dos outros cães com petiscos, carinho e atenção e verá como é positiva a situação.

Com relação ao sedativo, é importante saber como está a saúde do Buddy. Talvez seja necessário fazer alguns exames. Busque ajuda de um veterinário sobre a dose correta e avalie se realmente há necessidade, pois qualquer anestesie tem seus riscos.

Como comportamentalista acredito que boas doses de treinos bem feitos, com paciência e muito amor, resultarão na mudança do comportamento do Buddy.

Nossos profissionais estão à disposição para te ajudar.



MOMENTO DE REFLEXÃO



Certa vez, uma família convidou o padre da paróquia para almoçar na sua casa, no domingo. A família tinha um papagaio, devidamente registrado no Ibama.
Durante a refeição, o padre percebeu que o papagaio estava com o bico amarrado com uma tira de pano. Curioso, perguntou por que aquilo.
 “É porque ele fala muito palavrão”, responderam. “Nós ficaríamos com vergonha aqui, se ele falasse na frente do senhor”.
Ficou pior! O concerto ficou pior que o soneto. Papagaio não tem inteligência; ele simplesmente repete aquilo que ouve com frequência.
E o fato de amarrarem o bico dele, para o padre não ouvir, mostra que a família tinha consciência de que é errado falar palavrões. Mostra ainda que, mesmo sabendo que é errado, queriam dar uma de santos diante do padre, o que caracteriza a atitude farisaica.
Portanto, foi muito pior amarrar o bico do papagaio, do que se não tivessem amarrado e a ave falasse os palavrões.
 “Não há nada oculto que não seja revelado”, mesmo que seja por um papagaio. Há vários tipos de palavrões: Se é baixaria em torno de sexo, o povo chama de “boca suja”. Se é falar mal dos outros, o povo chama de “linguinha afiada”. Se é zombar das coisas santas, como o casamento, ou das pessoas consagradas a Deus, é sacrilégio.
Deus nos livre disso! Mãe Imaculada, rogai por nós.



UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.




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