Quarta-feira
07/05/2025
”Quando
eu ouço alguém suspirar: "A vida é dura", eu sempre sou tentado a
perguntar: "Comparada a quê?” (Sydney J. Harris)
EVANGELHO DE HOJE
Jo 6,35-40
— O
Senhor esteja convosco.
—
Ele está no meio de nós.
—
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João
—
Glória a vós, Senhor!
Naquele
tempo, disse Jesus à multidão: 35“Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá
mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede. 36Eu, porém, vos disse que
vós me vistes, mas não acreditais. 37Todos os que o Pai me confia virão a mim,
e quando vierem, não os afastarei.
38Pois
eu desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me
enviou. 39E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum
daqueles que ele me deu, mas os ressuscite no último dia. 40Pois esta é a
vontade do meu Pai: que toda pessoa que vê o Filho e nele crê tenha a vida
eterna. E eu o ressuscitarei no último dia”.
Palavra
da Salvação
Glória
a vós
Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade
Bom dia!
Para que ninguém se perca é preciso maior empenho e novas táticas, mas
mesmo assim temos que entender e conhecer bem as nossas limitações. Tamanha dedicação
sempre estará condicionada a vontade de quem se “perdeu” em querer “se
encontrar”.
Jesus continua até hoje a semear a Boa Nova no mundo, mundo este que
cada vez mais tem menos tempo e disposição para uma ação mais concreta de
mudança ou retorno as raízes. Falamos constantemente “no tempo dos meus pais
era assim”, mas não tiramos do papel algo que declaramos abertamente admirar.
Vivemos o tempo do fastfood, da comida semipronta, do lanche ao invés do
almoço, da TV de cachorro no domingo, do almoço na sala, da marmita, da
internet, do e-mail, das compras online, da informação em tempo real, das
facilidades da TV a cabo, das igrejas na TV… Para tirar as pessoas de casa para
rezar fica cada vez mais difícil e fazê-las permanecer num grupo, ainda mais complicado.
Nossa comodidade nos afastou das pessoas e em consequência do projeto de
Deus, pois Seu projeto está diretamente ligado as pessoas e não somente a esse
ou aquele indivíduo. “(…) E a vontade de quem me enviou é esta: que NENHUM
daqueles que o Pai me deu se perca, mas que eu ressuscite todos no último dia.
Pois a vontade do meu Pai é que todos os que veem o Filho e creem nele tenham a
vida eterna; e no último dia eu os ressuscitarei”.
O cômodo nos tornou apáticos. Esperamos que nos procurem, paramos de
correr atrás. Mandamos “trocentos” e-mails corrente ou lindas apresentações em Powerpoint,
mas o que mais importa ainda é o contato olho no olho.
Transformamos nossos encontros em grandes eventos focados nos sintomas.
Pedimos curas, milagres e ajuda, (e devemos continuar a pedir) mas esquecemos
de voltar nossa atenção nas causas
“(…) Ele atuava pouco nos
sintomas; seu desejo era atacar as causas fundamentais dos problemas
psicossociais do homem. Por isso, ao estudar o seu propósito mais ardente, compreenderemos
que sua revolução não era política, mas íntima, clandestina. Uma mudança que se
inicia no espírito humano e se expande para toda a sua psique, renovando a sua
mente, expandindo a sua inteligência, transformando intimamente a maneira como
o homem compreende a si mesmo e o mundo que o circunda, garantindo, assim, uma
modificação psíquica e social estável”. (Mestre dos mestres – Augusto Cury)
Independentemente de qual movimento ou pastoral que me engajei e
participo, precisamos entender que a dinâmica de vida do cristão é “que todos
os que veem o Filho e creem nele tenham a vida eterna”. Precisamos urgentemente
apresentar o Filho, mas não somente com palavras, mas apresentar o que Ele fez
em nós como testemunho vivo aqueles que por falta de exemplos a serem seguido,
preferem ficar em casa.
Quem prega, estude ainda mais para falar ainda melhor; quem conduz, que
esteja ainda mais em intimidade com Deus; quem coordena, que bata o cajado com
fé com a certeza que a água irá brotar.
Ensinamos os nossos que beleza não é tudo; tecemos laudas para dizer que
o mais precioso está dentro das pessoas e não na aparência externa; que
dinheiro não compra amizades, mas para trazer as pessoas para Jesus falamos de
milagres ao invés do seu amor. Existe algo equivocado em nossa pedagogia. Ela é
querigmática, focada na salvação, no anúncio incondicional do amor… E o que
fazemos e o que precisamos fazer?
“(…) Vocês foram ressuscitados com Cristo. Portanto, ponham o seu
interesse nas coisas que são do céu, onde Cristo está sentado ao lado direito
de Deus. Pensem nas coisas lá do alto e não nas que são aqui da terra Porque
vocês já morreram, e a vida de vocês está escondida com Cristo, que está unido
com Deus Cristo é a verdadeira vida de vocês, e, quando ele aparecer, vocês
aparecerão com ele e tomarão parte na sua glória (Colossenses 3, 1-4)
Marchemos!
Um imenso abraço fraterno
MOMENTO DE REFLEXÃO
Um
escritor inglês, do século passado, conta em uma de suas obras que na praia
perto de sua casa, uma coisa muito interessante podia ser vista com frequência: um navio lançando a
sua âncora no mar enfurecido.
Dificilmente existe uma coisa mais interessante ou sugestiva do que essa:
O
navio dança sobre as ondas. Parece
estar sob o poder e à mercê delas. O vento e a água se combinam para fazer do navio o seu brinquedo.
Parece
que vai haver destruição; pois se o casco do navio for lançado sobre as
rochas, será despedaçado.
Mas
observamos que o navio mantém a sua
posição. Embora à primeira vista parecesse um brinquedinho desamparado à mercê
dos elementos, o navio não é vencido.
Qual
é o segredo da segurança deste navio? Como pode resistir às forças da natureza
com tanta tranquilidade?
Existe
segurança para o navio no meio da tempestade porque ele está ancorado! A corda
à qual ele está amarrado não depende das
águas, nem de qualquer outra coisa que flutue dentro delas.
Ela
as atravessa e está fixada no
fundo sólido do mar.
Não
importa quão forte o vento sopre ou quão
altas sejam as ondas do mar... A sua segurança depende da âncora que está
imóvel no fundo do oceano.
Muitas
vezes nos sentimos no meio de uma tormenta, sendo jogados pelas ondas da vida
para cima e para baixo e açoitados pelo
vento da adversidade. Parece-nos, às vezes, que não conseguiremos sobreviver a
determinados períodos de nossas vidas.
Sem
uma vida espiritual, a nossa vida é como um navio sacudido pelo mar enraivecido
das circunstâncias incontroláveis da
vida.
Mas,
confiando em Deus, experimentamos sua presença
e amor como âncora da nossa vida.
Nos
sentimos encorajados e esperançosos. Essa esperança mantém segura e firme a
nossa vida, assim como a âncora mantém
seguro o barco.
Adaptado de Ventos e Tempestades da Vida, de
L.R.Silvado
UM
ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ!
E
até que nos encontremos novamente,
que
Deus lhe guarde serenamente
na
palma de Suas mãos.
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