segunda-feira, 26 de maio de 2025

DIÁRIO DE TERÇA-FEIRA 27/05/2025

 

Terça-feira, 27/05/2025

 

“A amizade não se busca, não se sonha, não se deseja; ela exerce-se: é uma virtude.” (Simone Weil)

 

 

EVANGELHO DE HOJE

Jo 16,5-11

 

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João

— Glória a vós, Senhor!

 

 

E Jesus continuou:

- Eu não disse isso antes, porque ainda estava com vocês. Porém agora eu vou para junto daquele que me enviou. E nenhum de vocês me pergunta: "Aonde é que o senhor vai?" Mas, porque eu disse isso, o coração de vocês ficou cheio de tristeza. Eu falo a verdade quando digo que é melhor para vocês que eu vá. Pois, se não for, o Auxiliador não virá; mas, se eu for, eu o enviarei a vocês. Quando o Auxiliador vier, ele convencerá as pessoas do mundo de que elas têm uma ideia errada a respeito do pecado e do que é direito e justo e também do julgamento de Deus. As pessoas do mundo estão erradas a respeito do pecado porque não creem em mim; estão erradas a respeito do que é direito e justo porque eu vou para o Pai, e vocês não vão me ver mais. E também estão erradas a respeito do julgamento porque aquele que manda neste mundo já está julgado.

 

 

Palavra da Salvação

Glória a vós Senhor.               

 

 

 

MEDITAÇÃO DO EVANGELHO

Alexandre Soledade

 

Bom dia!

Reparemos nas reflexões da semana que dia após dia, caminhamos para celebrar pentecostes novamente.

O paráclito é anunciado por Jesus como consolo e edificador da fé dos cristãos. É Ele que virá, mas era preciso que Jesus fosse. O projeto de redenção humana inicia com a entrega, morte e ressurreição de Jesus e culmina com o cumprimento da promessa na grande efusão apresentada a Maria e os apóstolos.

É preciso lembrar que numa das aparições de Jesus a seus amigos Ele oferta, em conjunto com a paz, o próprio Espírito Santo. Esse primeiro contato com o consolador talvez tenha passado despercebido, pois vinha talvez apresentar primeiramente a eles a realidade que viviam, abrindo seus olhos para o projeto salvífico de Deus.

 “(…) Disse-lhes outra vez: A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós. Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos “. (João 20, 21-23)

Em um segundo momento, fechados em um cenáculo, temerosos e tristes, acontece a manifestação visível do que parecia improvável. Os sinais relatados no dia de pentecostes assustavam as pessoas, pois conheciam as limitações humanas de cada um que estava ali escondido. Era impossível acreditar que aquilo acontecia com pessoas simples, do povo e não no templo em meio aos doutores da lei.

Talvez seja essa a dinâmica da presença do Espírito Santo em nossas vidas. Talvez Ele, após conhecermos Jesus em seu primeiro contado deseje nos abrir os olhos, nos revelar a verdade, apresentar a realidade do mundo e apresentar uma nova proposta. “(…) Quando o Auxiliador vier, ele convencerá as pessoas do mundo de que elas têm uma idéia errada a respeito do pecado e do que é direito e justo e também do julgamento de Deus“.

É talvez então nessa hora, de olhos abertos, mesmo que ainda descrentes, em meio a tantos críticos, céticos, descrentes, (…) que Ele movido pela misericórdia divina se manifesta e age.

Mas quem é esse povo que ainda hoje acredita nesse mover do Espírito? Aqueles que já reconhecem e valorizam o primeiro contato com Ele.

São aqueles que movidos por algo surpreendente renovam a esperança de querer continuar; aqueles que conseguem ver sem máscaras o mundo que criamos cheios de quereres, egoísmo, ataques, desamor; aqueles que reprovam o pecado, mas conseguem enxergar com docilidade a figura frágil do pecador; aqueles que insistem em rezar por seus algozes; são aqueles que são felizes.

Hoje, e de forma crescente, as pessoas perdem um pouco a noção do que é errado. Trapacear, levar vantagem, “ser esperto” são ensinados cada vez mais cedo as crianças. “Colar” era uma exceção ao aluno que não estudava ou não entendia, agora é valorizado como regra para poder “sair da escola”.

Precisamos voltar a nos abrir ao primeiro encontro com o Espírito Santo. Talvez ele passe novamente despercebido, mas deixará pelo menos a paz.

Quem sabe nadar pode dizer bem qual é diferença de se nadar de olhos abertos e fechados. Que apesar do local tão agradável e convidativo, só se consegue ir para o outro lado de olhos abertos.

Deixemos o Doce Espírito nos abrir os olhos e nossos corações. Se abra ao encontro!

Um Imenso abraço fraterno

 

 

MOMENTO DE REFLEXÃO

 

Benjamin Franklin é a pessoa a quem devemos agradecer pela iluminação pública. Ele apresentou a ideia de iluminar as ruas e teve sabedoria para conseguir que esta ideia fosse implementada.

E o que fez ele?

Foi aos vereadores e exigiu que as ruas da cidade fossem iluminadas? Não!

Reuniu um grupo de moradores e fez passeata exigindo que as luzes fossem espalhadas pelas ruas?

Não!

Na realidade, o que fez foi bastante simples. Toda noite ele iluminava uma lanterna de metal polido e brilhante e a pendurava em uma árvore bem em frente de sua casa. Noite após noite ele repetia isso, iluminando seu pequeno canto do mundo. Logo todos os seus vizinhos começaram a seguir seu exemplo e em pouco tempo toda a cidade estava apreciando os benefícios das luzes nas ruas.

Temos consciência de que vivemos, atualmente, em um mundo onde as trevas estão cada vez mais intensas. A violência, a corrupção, a mentira e o desamor cooperam para que as ruas de nossas vidas estejam cada vez mais escuras. As pessoas não mais se abraçam, os braços têm estado cada vez mais encolhidos e o desamor tem sido regra geral e não exceção.

Queixamo-nos da situação, murmuramos contra a indiferença de nossos governantes e até chegamos a crer que não há nenhuma luz no fim do túnel.

E o que temos feito?

Que atitude temos tomado para que as nuvens escuras sejam dissipadas? Acomodamo-nos achando que nada se pode fazer ou alistamo-nos nas fileiras dos que confiam que  "tudo é possível ao que crê?"

Não podemos iluminar todo o mundo e nem acabar com as trevas que o envolvem de uma só vez, mas podemos começar acendendo a lanterna brilhante de nossos corações.  Quanto mais lanternas espirituais acesas existirem, menos espaço haverá para a escuridão.

Não espere pelo seu irmão ou seu vizinho, comece a iluminar o mundo por você!

Pr.  Paulo Roberto Barbosa

 

 

 

 

 

 

UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ!

 

E até que nos encontremos novamente,

que Deus lhe guarde serenamente

na palma de Suas mãos.

 

 

 

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