terça-feira, 14 de novembro de 2017

Quarta-feira 15/11/2017

Quarta-feira, 15 de novembro de 2017



"Não tente forçar... Deixe a vida fluir. Veja os milhões de botões de flores que a existência abre todos os dias sem fazer força alguma."(OSHO)




EVANGELHO DE HOJE
Lc 17,11-19



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas
— Glória a vós, Senhor!



A caminho de Jerusalém, Jesus passou pela divisa entre Samaria e Galiléia.
Ao entrar num povoado, dez leprosos dirigiram-se a ele. Ficaram a certa distância
e gritaram em alta voz: "Jesus, Mestre, tem piedade de nós! "
Ao vê-los, ele disse: "Vão mostrar-se aos sacerdotes". Enquanto eles iam, foram purificados.
Um deles, quando viu que estava curado, voltou, louvando a Deus em alta voz.
Prostrou-se aos pés de Jesus e lhe agradeceu. Este era samaritano.
Jesus perguntou: "Não foram purificados todos os dez? Onde estão os outros nove?
Não se achou nenhum que voltasse e desse louvor a Deus, a não ser este estrangeiro? "
Então ele lhe disse: "Levante-se e vá; a sua fé o salvou".




Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade



Bom dia!
Será que os leprosos pediram para que Jesus os curasse? Será que havia esperança em alguém tão doente em ver de volta a cura de seus males? Isso fica subtendido na interpretação de cada coração que lê esse evangelho.
A Lepra, mais que uma doença visível e mutiladora, era uma doença social. As pessoas dadas como leprosas eram “condenadas” a vagar longe da sociedade sendo assim, era comum encontrá-los em grupos, pois tentavam assim não ficar só. Em grupos tentavam também se manter e se ajudar, pois a fome era a maior inimiga dos doentes.
Jesus passava por uma região que era repudiada pelos judeus. Região “impura” de onde judeu algum deveria guardar “a terra das sandálias”. Nesse local, Jesus é abordado por pessoas, que talvez sedentas ou famintas, vinham em busca de algo que as ajudasse. Jesus poderia como no episódio da moeda dentro do ventre do peixe (Mateus 17, 26), dar algum dinheiro para que lhes fartasse a fome, mas como a palavra mesmo diz: Jesus sabe o que REALMENTE precisamos.
“(…) Outrossim, o Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza; porque não sabemos o que devemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis. E aquele que perscruta os corações sabe o que deseja o Espírito, o qual intercede pelos santos, segundo Deus”. (Romanos 8, 26-27)
Mas algo de extraordinário aconteceu: “(…) Quando iam pelo caminho foram curados”.
Muitas pessoas que vem ao encontro de Jesus já começam seu processo de mudança pelo caminho. Creio que até mesmo durante o percurso já são libertadas do que REALMENTE era necessário que fosse tratado. No entanto, muitos de nós, velhos de caminhada ainda não compreendemos isso ao nos debulhar em pedidos se o mais importante é que a Palavra chegue ao nosso coração.
Mesmo aquele que veio e não voltou é preciso crer que a Palavra não volta sem cumprir o que era para ser feito em nós. Ele pode ter partido e não testemunhado, mas se a porta estava aberta, com certeza a semente foi lançada.
“(…) Tal como a chuva e a neve caem do céu e para lá não volvem sem ter regado a terra, sem a ter fecundado, e feito germinar as plantas, sem dar o grão a semear e o pão a comer, assim acontece à palavra que minha boca profere: não volta sem ter produzido seu efeito, sem ter executado minha vontade e cumprido sua missão” (Isaias 55, 10-11)
Reparemos que Jesus determinou algo na vida daquele que voltou. Jesus atestou o dom da fé em alguém que ninguém esperava (além de leproso, samaritano). Ele poderia ter voltado a viver depois de tanto tempo de exclusão social, mas primeiro soube agradecer a Deus em seguida assumiu um compromisso de ação. Quando volta, ele abandona um paradigma humano – a ingratidão.
Quando disse que os dez vinham à procura de algo material (dinheiro, comida, água) é uma exortação a todos aqueles que só procuram Deus quando a água começa a subir. Sim, creio que Deus vai operar (até mesmo pelo caminho) pela misericórdia em todos nós, mas precisamos deixar que Deus opere em nós o que REALMENTE precisamos e ao voltar pra casa, possamos ver as nossas lepras indo embora e não sejamos ingratos, pois não conseguimos o que achávamos que queríamos.
Repita assim “Senhor o Senhor sabe o que eu preciso”.
Um imenso abraço fraterno.






CURIOSIDADES




Fatos que você desconhecia até o momento




1-Los Angeles está pintando as suas ruas de branco só para dar uma amenizada no calor intenso da estação por lá.


2- Se você tem olhos azuis, saiba que o seu passado é mais do que especial. Toda pessoa com essa característica descende de um único ancestral, ou seja, uma única pessoa que sofreu uma mutação e foi passando isso de geração para geração.


3- Além do iPhone 8 e do iPhone 8 Plus, a Apple também anunciou o iPhone X - um smartphone mais avançado e inovador do que os outros lançados.


4- A forma como a palavra “Walt Disney” é escrita nos filmes é idêntica à assinatura do senhor Walt Disney, o criador de tudo isso.


5- A mulher alcança a sua maturidade emocional aos 32 anos, enquanto os homens atingem aos 43.


6- Uma nova temporada de “Dragon Ball” estreou no Japão este mês e a internet está impressionada com o novo visual dos personagens. Goku e Vegeta estão de barba!


7- Os uniformes da NASA demoram 5.000 horas (208 dias) para ficarem prontos. E ainda custa cerca de US$ 1 milhão.


8- No Brasil, o iPhone tem o 2º preço mais caro do mundo. O aparelho chega 137% mais caro que nos EUA.


9- Se você mora com o seu parceiro há algum tempo, saiba que vocês têm praticamente o mesmo sistema imunológico, mostrou estudos.


10- O beijo não é algo universal. Esse hábito que temos de beijar nossos parceiros na rua e sair para namorar é algo bastante ocidental. Em outras partes do mundo, o beijo não é visto como essencial para um romance. Você conseguiria viver sem beijar?






MOMENTO DE REFLEXÃO




Um dia, no começo de dezembro, acordamos para descobrir uma neve perfeita, recém caída.
- Por favor, mamãe, podemos andar de trenó antes do café da manhã? - implorou minha filha Érica, de onze anos de idade.
Quem poderia resistir? Então vestimos os casacos e nos dirigimos para a represa no campo de golfe de Lincoln Park, o único morro em nossa cidade.
Quando chegamos, o morro estava formigando de gente. Achamos um espaço perto de um homem alto e magro e de seu filho de três anos. O garoto já estava deitado de barriga para baixo, esperando para ser empurrado.
- Vamos lá, papai! Vamos lá!
- Por favor - eu disse. - Parece que seu filho já está pronto para ir.
Dito isto, ele deu um forte empurrão e lá se foi o menino! Mas não foi apenas o garoto que voou - o pai saiu correndo atrás dele a toda velocidade.
- Ele deve estar com medo que seu filho se choque contra alguém - eu disse para Érica. - É melhor nós também tomarmos cuidado.
Assim, lançamos nosso próprio trenó e descemos o morro zunindo, em grande velocidade, a neve solta voando em nossos rostos. Tivemos que nos arremessar para não batermos em uma grande pedra perto do rio e acabamos deitadas de costas, rindo.
- Ótima corrida! - eu disse.
- Mas temos que andar muito para voltar! - observou Érica. Com certeza, era uma longa caminhada. Enquanto lutávamos para chegar ao topo, percebi que o homem magro estava empurrando seu filho, que ainda se encontrava no trenó, de volta ao topo.
- Isso é que é serviço! - disse Érica. - Será que você faria o mesmo por mim?
Eu já estava sem ar.
- Nem pensar, garota! Continue andando!
Quando finalmente chegamos ao topo, o garotinho estava pronto para brincar novamente. - Vai, vai, vai, papai! - ele gritou.
Mais uma vez o pai reuniu todas as suas energias para dar um grande empurrão no trenó, correu atrás dele morro abaixo e então puxou o trenó e o menino de volta para cima.
Isso se repetiu por mais de uma hora. Mesmo com Érica andando sozinha, eu estava exausta. A essa altura, a multidão no morro havia diminuído, pois as pessoas voltavam para casa para almoçar. Finalmente, restavam apenas o homem e seu filho, Érica e eu e um punhado de outras pessoas.
"Ele não pode continuar achando que o menino vai colidir com alguém. E, com certeza, apesar de ser um menino pequeno, ele poderia puxar seu próprio trenó morro acima de vez em quando" - pensei. Mas o homem nunca se cansava e seu comportamento era alegre e jovial.
Finalmente, não aguentei mais. Olhei de cima do morro para ele e gritei:
- Você tem uma tremenda energia! O homem olhou para mim e sorriu.
- Ele tem paralisia cerebral - ele disse de forma natural. Não pode andar.
Fiquei atônita. Então percebi que não havia visto o menino descer do trenó durante todo o tempo que estivéramos no morro. Tudo parecia tão alegre, tão normal, que não me ocorrera que o menino poderia ser deficiente.

Ainda que eu não soubesse o nome do homem, contei a história em minha coluna no jornal na semana seguinte. Ele, ou alguém que o conhecia, deve ter reconhecido a história, pois, pouco tempo depois, recebi esta carta:
"Cara Sra. Silverman,
A energia que gastei no morro naquele dia não é nada comparada ao que o meu filho faz todos os dias. Para mim, ele é um verdadeiro herói e algum dia espero ser metade do homem que ele já se tornou".

(Robin L. Silverman)





UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





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