Quinta-feira, 23 de
Novembro de 2017
“Nós não vemos as coisas
como elas são, nós as vemos como nós somos.” (Anaïs Nin)
EVANGELHO DE HOJE
Lc 19,41-44
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de
nós.
— PROCLAMAÇÃO do
Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas
— Glória a vós, Senhor!
E, quando ia chegando,
vendo a cidade, chorou sobre ela,
Dizendo: Ah! se tu
conhecesses também, ao menos neste teu dia, o que à tua paz pertence! Mas agora
isto está encoberto aos teus olhos.
Porque dias virão sobre
ti, em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, e te sitiarão, e te
estreitarão de todos os lados;
E te derrubarão, a ti e
aos teus filhos que dentro de ti estiverem, e não deixarão em ti pedra sobre
pedra, pois que não conheceste o tempo da tua visitação.
Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Claudinei M. Oliveira.
“Jesus
chora!”
Sabendo
que está perto da sua morte, Jesus ao aproximar de Jerusalém chora. O choro de
Jesus não é de medo ou por não querer deixar o mundo terreno. Jesus chora por
não ser compreendido. Portanto, Jesus entristece, porque sabe que a cidade não
vai aceitar o anúncio e a prática da justiça, que seria o caminho para a vida.
O projeto
de Jesus contraria o projeto dos fariseus. Jesus quer um reino de partilha, de
amor, onde todos pudessem viver com dignidade. Sua atenção com os pobres e com
os marginalizados era visível nas ações. Mas a aproximação dos pequenos não era
bem vista pelos “chefes de Jerusalém”. O projeto dos “chefões da cidade grande”
era de acúmulo de riqueza, uma sociedade dividida entre aqueles que dominam o
povo, com o povo dominado, um projeto de
morte e de exploração.
Contudo,
Jesus almeja a paz na cidade dos homens. Uma cidade que acolhe todos sem medir
esforços. Mas os dirigentes da cidade não quer que isso aconteça. Eles impõem
suas leis nefastas que contamina uma vivência feliz. Ademais, vai ser na cidade
de Jerusalém que será morto o filho do Homem pelas mãos dos arrogantes.
Mas Jesus
adverte: “Dias virão em que os inimigos farão trincheiras contra ti e te
cercarão de todos os lados. Eles esmagarão a ti e a teus filhos. E não deixarão
em ti pedra sobre pedra”. Jesus não está jogando praga sobre a cidade, mas
pelas atitudes dos detentores de poder, só poderia acontecer a destruição. O
verme do mal penetrará nas entranhas da cidade e consumirá todas as forças.
Nada sobrará, pois não quiseram ouvir os apelos do Senhor.
Para
tanto, os ensinamentos de Cristo devem ser atendidos com mansidão. O criador
não quer o mal para seu povo, quer a vida feliz entre todos. Uma vida que
suscita na sua essência o carinho e o acolhimento. Por isso, Jerusalém deve ser
um lugar onde reina as coisas boas e não seja dominada pelo mal. Os tijolos
devem ter a liga da justiça e não de sangue, caso a opressão reine, nada ficará
postos, tudo será destruído, como aconteceu na grande destruição da cidade de
Jerusalém nos anos 70 d.C.
Hoje se
tem o desafio de levar aos cantos da cidade o doce da palavra que molda para a
felicidade entre as pessoas. O carisma do Evangelho deve perpassar todo o
projeto mundano e ascender à luz do Espírito Santo. A vivacidade do Cristo
Ressuscitado deve revigorar as ações do homem para buscar uma sociedade justa e
fraterna. Somente o desejo do cristão chamado para a messe pode levar a brisa
suave da palavra. Ela vai ser penetrante no seio de cada pessoa. Vai assentar e
transformar a caminhada para a paz. Somente assim terá a alegria do Criador,
sem o choro e sem a tristeza.
Louvado
seja Nosso senhor Jesus Cristo!
Para
sempre seja louvado!
Amém.
Abraços
MUNDO ANIMAL
O que leva um cão a ser
antissocial?
Os cães
podem se tornar antissociais por diversas razões e, como consequência,
desenvolver comportamentos agressivos. O Hachiko, aluno do adestrador e
franqueado da Cão Cidadão, Leonardo Braga, que atende na região de São Bernardo
do Campo, é um exemplo.
Segundo
Leonardo, são muitos motivos que podem fazer com que o cão demonstre
agressividade. O medo é um deles. “Um cão medroso pode dar vários sinais
corporais que, muitas vezes, não observamos. No momento em que ele rosna, nos
afastamos e acabamos recompensando esse comportamento”, afirma. “Assim, o
cachorro entende que ser agressivo é a melhor forma que ele tem para conseguir
o que quer”, afirma.
Cães que
apanham também costumam ser bem agressivos, pois é a forma que aprenderam a
lidar com as situações. Outros motivos que podem levar a este comportamento
são: posse em relação a uma pessoa ou objeto, territorialismo, dor, falta de
liderança em casa, dominância e convivência em ambientes tensos.
Um exemplo
de como o cão pode se tornar agressivo em um ambiente tenso foi mostrado no
programa É de Casa, da Rede Globo, pelo zootecnista e especialista em
comportamento animal Alexandre Rossi. No programa, Alexandre realizou a
aproximação entre o cachorro Duque de seu “inimigo” de rua.
Já em um
ambiente em que o cão se sente seguro, as chances de demonstrar agressividade
diminuem. Por isso, antes de tentar qualquer tipo de aproximação com cães
agressivos, é muito importante contar com a ajuda de um adestrador.
Treinamento
preciso
O primeiro
passo para uma convivência harmoniosa é saber como lidar com o cão nestas
situações. Neste sentido, o adestramento é um recurso muito importante.
Segundo
Leonardo, os primeiros comandos ensinados são os básicos, como o “senta”,
“fica”, “deita”, “vem”, que servem para melhorar a comunicação com os cães,
estabelecendo uma relação de confiança. Outro comando muito importante é o
“não”, que é fundamental para ensinar limites ao cão.
O
adestrador conta que a participação dos tutores durante o treinamento é essencial
para o sucesso e para que o pet possa ser inserido na família e na sociedade,
propiciando uma melhor qualidade de vida. “No caso de Hachiko, foram feitos
alguns treinos de aproximação com as pessoas da família, para que fossem
ganhando a confiança dele”.
A tutora
de Hachiko, Eliete Garcez, comenta que esse treinamento está sendo muito útil,
pois ajudou a família a lidar melhor com o cãozinho e o tornou mais sociável.
“Estou conseguindo aplicar todos os comandos com a ajuda do Léo”, acrescenta.
Postado
por “Cão cidadão”
MOMENTO DE REFLEXÃO
“Nós não
vemos as coisas como elas são, nós as vemos como nós somos.” (Anaïs Nin)
Um dia a
Sra. Smith estava sentada na ante-sala do consultório médico quando um
garotinho e sua mãe entraram. O menino chamou a atenção da Sra. Smith porque
usava um tapa-olho.
Ela ficou
maravilhada pelo fato de ele não parecer ter sido afetado pela perda de um olho
e o observou enquanto acompanhava a mãe até uma cadeira próxima.
O
consultório estava muito cheio naquele dia, de modo que a Sra. Smith pôde
conversar com a mãe do menino enquanto ele brincava com seus soldadinhos.
No começo,
ficou sentado calmamente, brincando com os soldadinhos no braço da cadeira.
Depois, sentou-se tranquilamente no chão, olhando para cima, para sua mãe.
Finalmente,
a Sra. Smith teve a oportunidade de perguntar ao menino o que havia acontecido
com seu olho. Ele analisou a pergunta durante um longo instante e, em seguida,
respondeu, levantando o tapa-olho:
- Não há
nada errado com meu olho. Sou um pirata! E voltou para sua brincadeira.
A Sra.
Smith estava ali porque havia perdido a perna, do joelho para baixo, em um
acidente de carro. Sua consulta naquele dia era para determinar se o joelho já
cicatrizara o suficiente para ser encaixado numa prótese. A perda fora devastadora
para ela. Mesmo tentando ao máximo ser corajosa, sentia-se uma inválida.
Intelectualmente
sabia que a perda não deveria interferir com sua vida, mas, emocionalmente, não
conseguia superar esse obstáculo. O médico sugerira visualização e ela
experimentara, mas não fora capaz de visualizar uma imagem emocionalmente
aceitável e duradoura. Em sua cabeça via-se como uma inválida.
A palavra
"pirata" mudou sua vida. Foi instantaneamente transportada. Viu-se
vestida como Long John Silver, de pé no convés de um navio pirata. Estava
parada, com as pernas abertas, sendo que uma perna era de pau. As mãos
seguravam os quadris, a cabeça estava levantada, os ombros para trás e ela
sorria no meio da tempestade.
Ventos com
a força de um furacão chicoteavam o casaco e o cabelo. A espuma gelada era
soprada por cima da balaustrada do convés e grandes ondas se quebravam contra o
navio. O barco balançava e gemia sob a força da tempestade. Ainda assim ela se
mantinha firme, orgulhosa, impávida.
Naquele
momento, a imagem de inválida foi substituída e sua coragem voltou.
Olhou para
o garotinho, ocupado com seus soldados.
Alguns
minutos depois, a enfermeira a chamou. E, quando se balançou nas muletas, o
garotinho percebeu sua amputação.
- Ei, moça
- chamou-a. - O que há de errado com a sua perna?
A mãe do
menino ficou petrificada.
A Sra.
Smith olhou durante um instante para a perna diminuída. E respondeu com um
sorriso:
- Nada.
Também sou pirata.
(Marjorie
Wally)
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos
encontremos novamente,
que Deus lhe guarde
serenamente
na palma de Suas mãos.
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