terça-feira, 21 de novembro de 2017

Segunda-feira 27/11/2017

Segunda-feira, 27 de Novembro de 2017



“O trabalho irá esperar, enquanto você mostra às crianças o arco-íris, mas o arco-íris não espera enquanto você está trabalhando” (Patricia Clifford).




EVANGELHO DE HOJE
Lc 21,1-4



O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas
— Glória a vós, Senhor!



Jesus olhou e viu os ricos colocando suas contribuições nas caixas de ofertas.
Viu também uma viúva pobre colocar duas pequeninas moedas de cobre.
E disse: "Afirmo-lhes que esta viúva pobre colocou mais do que todos os outros.
Todos esses deram do que lhes sobrava; mas ela, da sua pobreza, deu tudo o que possuía para viver".



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Jailson Ferreira


Você oferta tudo o que tem (e o que é) a Deus?

        O Evangelho de hoje vem nos perguntar: o que estamos oferecendo a Deus em retribuição a tudo o que Ele faz por nós? Vejamos as entrelinhas dessa passagem bíblica...

        Jesus estava no templo com seus discípulos e "erguendo os olhos, viu pessoas ricas depositando ofertas no tesouro do Templo". Lucas fez questão de lembrar que Jesus "ergueu os olhos", para deixar claro que Jesus tinha ido ao Templo para orar. Mas como Ele sempre estava atento em todas as situações, buscando oportunidades para evangelizar, aproveitou para tirar uma lição das pessoas que depositavam suas ofertas.

        "Em verdade vos digo que essa pobre viúva ofertou mais do que todos. Pois todos eles depositaram, como oferta feita a Deus, aquilo que lhes sobrava. Mas a viúva, na sua pobreza, ofertou tudo quanto tinha para viver." Fico imaginando: o que se passa na cabeça de uma pessoa que oferta tudo o que tem para viver? Talvez entendendo isso, seja possível encontrar uma nova forma de enxergar o que temos (ou achamos que temos)...

        Olhe que interessante: Você sabia que existem crianças que economizam as moedinhas em seu cofrinho o ano inteiro, e no final do ano, pedem aos pais para dar todo o conteúdo do cofrinho a Deus, para ajudar outras pessoas? Claro que é quase impossível uma criança rica fazer isso, porque desde cedo ela aprende que o mais importante que elas podem ter é o dinheiro. Quanto mais, melhor! Mas uma criança que aprende a ser solidária desde cedo, não se apega ao dinheiro. E como é bonito entender que não é o dinheiro que traz a felicidade. Às vezes pensamos que todo rico é feliz. Puro engano... Padre Léo disse certa vez em uma de suas pregações: "...nessa 'profissão' que eu abracei, às vezes a gente é obrigado a lidar com gente muito rica, e eu pude observar uma coisa em comum nessas famílias: nenhuma é feliz. Sempre tem um filho que não fala com o pai, um marido que trai a esposa, a esposa que vive na dependência dos anti-depressivos... aí vivem naquela mansão, e depois os filhos saem de casa, e fica só o casal vivendo naquela síndrome da casa abandonada... que os filhos só vão lá de vez em quando, quando vão..."

        Jesus já disse: "Ninguém pode servir a dois senhores. Ou você serve a Deus ou ao dinheiro." Então todo rico já está condenado? Não. A riqueza que é fruto do trabalho honesto e que serve para trazer as pessoas para perto de Deus é uma fonte de bênçãos...

        Dar tudo o que tem não seria colocar tudo o que somos e o que possuímos a serviço do Reino de Deus? Separar não a sobra, mas a melhor parte do nosso tempo, nossa inteligência, do fruto do nosso trabalho... para ajudar a construir o Reino de Deus aqui nesse mundo.



jailsonfisio@hotmail.com





MOTIVAÇÃO NO TRABALHO


Invista em Você

Escrito por Luiz Marins



invista-em-voceNum tempo de mudanças como o que estamos vivendo, o maior risco que corremos é o de ficarmos para trás, de nos fossilizarmos, de ficarmos atrasados com a tecnologia, com novos processos que surgem a cada dia no setor em que trabalhamos.

Conheço muita gente que fica esperando que a empresa ou que outras pessoas lhes forneçam os meios para que aprendam mais, para que cresçam mais. Isso é um grande erro. Outro dia mesmo, numa multinacional de origem americana, havia um supervisor sendo cogitado para ser promovido a gerente. Quando lhe perguntaram se falava inglês, ele respondeu: “Esse é o meu problema. Eu não sei falar inglês”. E é claro, não foi promovido. Ele veio conversar comigo e eu lhe perguntei há quantos anos trabalhava naquela empresa americana. Ele respondeu: “15 anos” e emendou “justo agora que aparece essa minha grande chance, eu fui preterido só porque não falo inglês.” Eu não tive outra reação a não ser dizer a ele o seguinte:

 - Você trabalha há 15 anos numa empresa multinacional americana e nunca se interessou em aprender inglês?


Ele respondeu:


- Fiquei esperando que a empresa me fornecesse um curso de inglês e o tempo foi passando...


Ninguém investe em pessoas que não investem em si próprias em primeiro lugar. Ninguém gasta vela com mau defunto, como diriam os antigos. Quem tem a primeira obrigação de aprender sobre o que fazemos ou de nos aperfeiçoarmos somos nós próprios. Por menos recursos que tenhamos, é preciso que disponibilizemos dinheiro, tempo e energia para nos aperfeiçoarmos fazendo cursos, aprendendo, nos interessando pelas coisas que fazemos e por novas tecnologias, como aprender a trabalhar com computadores, por exemplo. Se você trabalha em uma empresa que produz ou vende cerveja, trate de saber a diferença entre Pilsen, Bock, Lagger e outros tipos de cerveja. Se você trabalha numa empresa que produz ou vende papel, saiba os vários tipos de papel existentes no mercado mundial e quais os seus usos, e assim por diante. Vá numa biblioteca, pergunte, consulte uma enciclopédia, se interesse, envolva-se com aquilo que faz. Invista em você em primeiro lugar.


Pense nisso. Sucesso!






MOMENTO DE REFLEXÃO


“O trabalho irá esperar, enquanto você mostra às crianças o arco-íris, mas o arco-íris não espera enquanto você está trabalhando” (Patricia Clifford).

Eu estava com pressa.
Passei correndo pela sala de jantar usando meu melhor vestido, concentrada em me preparar para um encontro de negócios noturno. Gillian, minha filha de quatro anos, estava dançando ao som de sua música favorita, Cool, do filme Amor, Sublime Amor.
Eu estava com pressa, à beira de chegar atrasada. No entanto, uma vozinha dentro de mim disse: "Pare".
Então parei. Olhei para ela. Aproximei-me, peguei sua mão e a rodopiei. Minha filha de sete anos, Caitlin, entrou em nossa órbita e eu também a peguei. Nós três dançamos alucinadamente pela sala de jantar até chegarmos à sala de estar. Ríamos. Rodopiávamos. Será que os vizinhos podiam ver a loucura pelas janelas?
Não tinha importância. A música chegou ao fim com um floreio dramático e nossa dança terminou com ela. Dei um tapinha em seus traseiros e mandei que fossem tomar banho.
Elas subiram as escadas, sem fôlego, seus risinhos ricocheteando pelas paredes. Voltei aos meus afazeres. Estava dobrada para a frente, enfiando papéis em uma pasta, quando ouvi a mais nova falar para a irmã:
- Caitlin, você não acha que a mamãe é a melhor de todas?

Congelei. Eu quase correra pela vida, perdendo aquele momento. Meu pensamento foi para os prêmios e os diplomas que cobriam as paredes do meu escritório. Nenhum prêmio, nenhuma realização que eu jamais alcançara, poderia se comparar a isso: "Você não acha que a mamãe é a melhor?"
Minha filha disse isso quando tinha quatro anos. Não espero que ela o diga com quatorze. Mas, aos quarenta, se ela se inclinar por cima daquela caixa de pinho para dizer adeus para o recipiente descartado da minha alma, quero que o diga.
"Mamãe não é a melhor?"
Não combina com meu currículo. Mas quero isso gravado na minha lápide.

(Gina Barrett Schlesinger)


UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





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